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Monsanto premia excelência logística de fornecedores

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A Monsanto do Brasil acaba de reconhecer seus fornecedores logísticos com o Prêmio de Reconhecimento de Logística 2013, realizado em 13 de novembro, em São Paulo, com a presença de 27 empresas e mais de 100 pessoas. Para exaltar a excelência com a qual trabalham seus fornecedores, a premiação da Monsanto, que já está em sua oitava edição, destaca aspectos como qualidade do serviço prestado, produtividade, segurança, gestão e sustentabilidade, itens que precisam atuar de forma alinhada e equilibrada para refletir no resultado final, que é a satisfação do produtor rural.
“A entrega de sementes e outros insumos no período correto de sua utilização faz toda diferença no resultado do produtor. Por isso, há oito anos premiamos os fornecedores logísticos que mais se destacam”, afirma Rogério Andrade, diretor de Supply Chain da Monsanto.
Anualmente são realizadas mais de 32 mil viagens, percorrendo 45 mil quilômetros para entregar produtos em cerca de 5,6 mil clientes distribuídos pelo Brasil. “O desafio é grande e precisamos de integração para gerar resultados”, acrescenta Johnny Ivanyi, gerente de Logística da Monsanto. Além do investimento em inovação tecnológica, o reconhecimento de práticas que valorizam a segurança e a sustentabilidade ilustra o caminho que deve ser seguido. “Acredito no serviço de qualidade para alcançarmos um ambiente de trabalho equilibrado e com clientes satisfeitos”, completa Ivanyi.

Premiados

Nesta oitava edição, o Prêmio de Reconhecimento de Logística trouxe uma nova categoria para premiar as empresas de armazenagem, além das premiações de transportadoras, que já é uma tradição aguardada pelo mercado. O objetivo é que todos os fornecedores tenham a mesma visão do cliente, ou seja, trabalhem em sintonia e focados em metas que se traduzam em qualidade. 
A nova categoria premiou, no quesito armazenagem de produtos químicos, a Salvador Logística LTDA, que trabalha com a Monsanto há quatro anos. “A premiação coroou nossa parceria e reflete um ano de muito trabalho e movimentação”, comemora Marcelo Grimaldi, diretor comercial da empresa. A outra vencedora, no quesito sementes, foi a Wilson Sons Logística. O prêmio é fruto de uma parceria que já dura oito anos com a Monsanto. “O reconhecimento é importante porque mostra que estamos alinhados, mas, também serve para nos motivar na busca por valor e eficiência operacional”, avalia Miriam dos Santos Korn, diretora comercial da empresa.
Maior premiada do ano, com três troféus, a Global Ltda comemorou o prêmio recebido pela inovação alcançada com o projeto de segurança nos armazéns. A empresa, parceira da Monsanto há 15 anos, criou um sistema que usa grades mais leves em seus caminhões, reduzindo o risco de acidentes. Para Adib Cecilio Domingos, presidente da Global Ltda, o prêmio é um incentivo à empresa. “Trata-se de um reconhecimento de toda equipe e do trabalho feito para melhorar os processos”, observa Domingos. A empresa ainda conquistou mais duas vitórias em outras categorias.
 
Confira abaixo a lista de cada um dos vencedores em suas respectivas categorias:
 
– Categoria: Transferências / Sementes – Transportadora: Global LTDA
– Categoria: Vendas / Sementes – Transportadora: Global LTDA
– Categoria: Vendas / Produtos químicos – Transportadora: Bravo Serviços Logísticos LTDA        
– Categoria: Transferências / Produtos Químicos – Transportadora: Salvador Logística
– Categoria: Inbound / Produtos Químicos – Transportadora: Estrada – TOC LTDA
– Categoria: Armazém / Produtos Químicos – Salvador Logística LTDA 
– Categoria: Armazém / Sementes – Wilson Sons Logística 
– Categoria: Inovação Logística – Global LTDA
 
Sobre a Monsanto
Presente há 50 anos no Brasil, a Monsanto é uma empresa dedicada à agricultura e referência em inovação tecnológica. Pioneira no desenvolvimento de herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas, a Monsanto busca soluções sustentáveis que proporcionem aos agricultores produzir mais, conservar mais e melhorar vidas. Para isso, investe anualmente mais de US$ 1 bilhão em pesquisa e novos produtos, além de compartilhar seu conhecimento com produtores para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agrícolas. Desde que chegou ao país, em 1963, a Monsanto cresceu em estrutura e no desenvolvimento de soluções para o campo, o que faz da unidade brasileira a segunda maior e mais importante da companhia em todo o mundo. Cerca de 2.500 funcionários trabalham nas fábricas e escritórios distribuídos pelo Brasil.
A Monsanto faturou R$ 3,4 bilhões no Brasil em 2012 produzindo e comercializando a linha de herbicidas Roundup, sementes de soja convencional (Monsoy) e geneticamente modificada (tecnologia Roundup Ready), sementes convencionais e geneticamente modificadas de milho (Agroeste, Sementes Agroceres e Dekalb), sementes de sorgo, algodão (Deltapine) e, ainda, sementes de hortaliças (Seminis). Em novembro de 2008, passou a atuar no mercado de cana-de-açúcar com a marca Canavialis.

Fonte: Ass. Imprensa da Monsanto

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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