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Notícias Clima

Monitoramento Agrícola indica maior quantidade de chuvas no centro-norte do país

Apesar dos altos índices de precipitação, chuvas contribuíram para recuperação e manutenção do armazenamento hídrico no solo e para desenvolvimento das lavouras

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Durante a primeira quinzena de fevereiro, a região onde ocorreu a maior quantidade de chuvas foi a região centro-norte do país, em uma faixa que abrange os estados produtores de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Rondônia. Apesar dos altos índices de precipitação, às vezes concentrados em um curto período de tempo, essas chuvas contribuíram para a recuperação e a manutenção do armazenamento hídrico no solo e para o desenvolvimento das lavouras.

A análise faz parte da nova edição do Boletim de Monitoramento Agrícola dos Cultivos de Verão, divulgado na última sexta-feira (26), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo mostra que mesmo nas regiões onde os índices pluviométricos foram menores, o armazenamento hídrico no solo foi suficiente para garantir o bom desenvolvimento das lavouras. Na região Sul, os intervalos com pouca ou nenhuma precipitação foram importantes para a retomada dos tratos culturais que estavam atrasados, em função do excesso de chuvas no final de janeiro.

Ainda de acordo com os dados, nos mapas da média diária do armazenamento hídrico no solo, a cada intervalo de cinco dias observou-se a recuperação da umidade no centro e norte de Minas e no centro-sul da Bahia, e a manutenção ou elevação do índice nas demais regiões
produtoras do país. Por outro lado, o excesso de chuvas chegou a prejudicar a colheita da soja, onde as lavouras encontravam-se no final da maturação fisiológica, prontas para serem colhidas, principalmente em áreas do Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

Os resultados obtidos a partir do monitoramento climático servem de apoio para a Conab nas estimativas de safra, nas análises de mercado e na gestão dos estoques públicos do governo federal. Nesta edição, o estudo concentrou-se nas principais regiões produtoras do país e analisou parâmetros agrometeorológicos e espectrais com foco nos cultivos de verão – Safra 2020/2021, durante o período de 1º a 15 de janeiro de 2021.

Fonte: Conab
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Notícias

Clima favorável e possível oferta elevada pressionam valores da soja

Ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionam contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group).

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Foto: AEN

A combinação de clima favorável à colheita nos Estados Unidos e à semeadura da oleaginosa em grande parte das regiões brasileiras, de estimativas de maior relação estoque/consumo final na safra 2021/22, em termos mundiais, do ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionou os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group) nos últimos dias.

Com isso, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores brasileiros se afastaram das aquisições no spot, na expectativa de adquirir lotes a preços menores nas próximas semanas.

Entre 08 e 15 de outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná caíram 2,3% e 1,7%, com respectivos fechamentos de R$ 168,55/sc e de R$ 166,48/sc de 60 kg na última sexta-feira (15).

Fonte: ESALQ
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Notícias Grãos

Comprador afastado mantém preço do milho em queda

Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 0,93%, fechando na última sexta-feira (15) a R$ 90,18/saca de 60 kg.

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Os preços do milho seguem em queda na maioria das regiões brasileiras, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entre os dias 08 e 15 de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 0,93%, fechando a R$ 90,18/saca de 60 kg na última sexta-feira, 15.

Apesar da quebra de produção na safra 2020/21, consumidores mantêm baixo o interesse de aquisição de novos lotes, atentos à melhora do clima, que tem favorecido a temporada de verão brasileira, e nas exportações desaquecidas.

Parte dos vendedores nacionais, por sua vez, precisam liberar armazéns para limpeza e organização da safra verão ou, em algumas regiões, para a entrada do trigo.

Fonte: Cepea
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Notícias Avicultura

Preços dos ovos se mantêm estáveis

Bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações, no entanto, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento.

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Arquivo/OP Rural

Os preços dos ovos se manteve praticamente estável nos últimos dias nas praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo colaboradores, o bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações. Mesmo assim, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento, levando à necessidade de concessão ou intensificação de descontos.

Fonte: Cepea
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