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Momento Mahindra Press Day

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Na manhã desta terça-feira, dia 25 de novembro, os jornalistas gaúchos, especializados em agronegócio foram recebidos pela direção da Mahindra e pelo Secretário Municipal da Indústria, Comércio, Turismo e Agricultura, Senhor João Luiz Weber, na fábrica de tratores, em Dois Irmãos, Rio Grande do Sul.
O evento Mahindra Press Day iniciou com a apresentação do Gerente Geral da Fábrica, Egisson Loreto, relatando como a operação iniciou no Brasil. “Em 2012, lançamos a marca Mahindra Tratores durante a 36ª edição da Expointer. Participamos como expositores em um terreno de 2.000 m², onde foram apresentados os tratores importados da Índia e os utilitários Mahindra, produzidos em Manaus, desde 2007. No momento tínhamos a certeza de que a fábrica seria na cidade de Dois Irmãos, através de um acordo firmado com o governo municipal. A partir disto, fomos em busca de construir uma rede de concessionários especializada em agricultura familiar, com foco na região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Passaram-se 2 anos de muito estudo da nossa equipe de engenharia, até chegarmos no dia hoje, com um produto nacionalizado, cadastrado no Programa Mais Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)”, enfatizou Loreto.
Com uma visão de futuro, o diretor comercial Alvaro Sandre falou das expectativas da Mahindra para o ano de 2015. “Estamos construindo um planejamento de expansão de rede, hoje atuamos com 14 concessionários na região Sul, mas nosso objetivo é chegar no final de 2015 com 40 dealers. Neste processo de crescimento, pretendemos em 2016, construir uma nova fábrica, com capacidade de até 10 mil tratores/ano. A atual fábrica não terá mais capacidade de nos atender, pois sua produção chega até 1.500 tratores/ano”, destacou Sandre.
O evento foi marcado por muitas trocas de informações e descontração entre os convidados e direção da Mahindra. Após este momento, os jornalistas foram conduzidos a um tour pela fábrica, onde foram explicandos cada processo da fabricação dos tratores, até chegar ao produto final. 

Maestra, uma escola criada para aperfeiçoar conhecimento
 
 A Bramont, representante da marca Mahindra Tratores, vem operando no agronegócio brasileiro há 2 anos. Os tratores Mahindra são o número 1 em unidades comercializadas no mundo. A empresa é especialista nesse tipo de negócio, e isto proporciona ao consumidor segurança e qualidade em todos os produtos da marca.
 Com o compromisso de alta qualidade, e empresa entendeu que seria necessário e fundamental a criação de uma escola de aprimoramento da rede de concessionários e seus técnicos mecânicos, para que os clientes e usuários tenham um atendimento mais rápido e preciso dos diagnósticos técnicos.
             Esta decisão vem de encontro ao planejamento de crescimento que inicia em 2015, com uma expansão da rede de distribuição, novos lançamentos, produtos nacionalizados, e plano estratégico de crescimento de abertura de mercado e regiões.
            
MAESTRA – A Mahindra Escola de Tratores, foi lançado oficialmente na terça (25). Segundo a direção da empresa, esse é um grande investimento técnico Agro-Cultural para toda rede de concessionários e clientes agricultores.

O primeiro módulo de treinamento TMBC-BR I  (Treinamento Mecânica Básica ao Comprador), e o modulo TMTM – BR I (Treinamento Mecânica Técnica para Mecânicos). O primeiro módulo será com foco nos agricultores familiares, pois as vendas estão voltadas 80% para o programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Mais Alimentos. O segundo para os técnicos da rede de concessionários Mahindra.
A empresa está momentaneamente focada na região Sul, com uma rede de 14 concessionários, especializados na agricultura familiar, com estrutura de pós-venda, peças e assistência técnica da fábrica, localizada em Dois Irmãos/RS.

A decisão de implantar a MAESTRA, nas dependências da fábrica, serve para criar um vínculo maior com os técnicos e uma oportunidade única para os agricultores, de conhecerem de perto o produto e sua fabricação, ou seja, conhecer não somente os componentes, mas a dedicação e carinho que é depositado na fabricação de cada unidade pelo staff industrial.
 

Desde 1945, Mahindra é marca de veículos fortes e robustos, a marca número 1 do mundo em tratores, em unidades vendidas. São veículos resistentes e duráveis, de alto desempenho, que têm na economia de consumo de combustível um de seus pontos fortes. No segmento de tratores, os modelos saem da fábrica com atributos que os concorrentes oferecem como acessórios. Os tratores Mahindra chegam até o agricultor com preço competitivo, manutenção de baixo custo e garantia de assistência técnica, e agora como um compromisso a mais no Brasil, a criação da MAESTRA a escola que tem o comprometimento com o agricultor.

Fonte: O presente Rural com informações da Ass/ de Impr. da Mahindra

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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