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Notícias Evento técnico do setor suinícola

Mistura de origens é uma das principais causas de transmissão de patógenos entre suínos, destacam especialistas durante Sinsui 2022

Evento prossegue até amanhã (19), no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), em Porto Alegre (RS). Os temas das palestras condizem com a realidade da suinocultura brasileira, focando a utilização de novas tecnologias, gestão eficiente e produção segura.

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Fotos: Giuliano De Luca/OP Rural

Considerado um dos mais importantes eventos técnicos do setor suinícola, o Simpósio Internacional de Suinocultura – Sinsui, que neste ano chega a sua 14ª edição, iniciou ontem (17) com painéis voltados para a sanidade e a reprodução, reunindo grande público no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), em Porto Alegre (RS).

Palestras sobre biossegurança, infecção por Senecavírus, pontos essenciais para evitar a difusão e controlar a infecção pela Peste Suína Africana, marcadores de fertilidade em cachaços, como estabelecer um protocolo de controle de qualidade das doses inseminantes em um sistema de produção de suínos, dentre outras, pautaram as discussões na abertura do evento.

A programação segue nesta quarta-feira (18) com a apresentação de trabalhos científicos, palestras e debates. No período da manhã, doenças pouco divulgadas na cadeia suinícola, infecção por Streptococcus suis, atualização sobre a infecção por Actinobacillus pleuropneumoniae e o papel da Glaesserella parasuis como patógeno primário e secundário de doenças em suínos nortearam as temáticas da agenda científica do Sinsui.

Dentre os destaques elencados, neste segundo dia do evento, pelos palestrantes está que a mistura de origens entre os lotes é um dos grandes motivos para a contaminação por agentes patogênicos.

No período da tarde, após o painel de apresentação de trabalhos científicos, a rodada de palestras terá início a partir das 16h30, envolvendo a temática de produção de suínos em bandas: oportunidades ocultas. Eloiza Landerdini abre o painel 3 explanando sobre “Oportunidades nutricionais em sistemas de produção em bandas na suinocultura”, e em seguida, às 17 horas, Rafael Ulgim fala sobre “Produção em bandas: impacto e desafios sanitários e de produção”. Na sequência, haverá meia hora de discussão sobre os temas.

Fecha a agenda científica do segundo dia Rodrigo Otavio Silveira Silva, com a palestra sobre “Clostridium difficile em suínos é realmente um problema?”

Nesta quinta-feira (19), último dia do evento, a programação prossegue com apresentação de trabalhos científicos e rodada de palestras que abordam as temáticas como solucionar a mortalidade de matrizes e Hot Topics em reprodução e sanidade de suínos. O encerramento do evento está previsto para as 17h30. A programação completa pode ser conferida clicando aqui.

Reportagens completas você acompanha na próxima edição impressa do jornal O Presente Rural, que faz a cobertura jornalística do evento.

Com proporção internacional, o evento reúne um público composto por profissionais que fazem da produção da carne suína brasileira um exemplo a ser seguido no mundo todo. Os temas das palestras condizem com a realidade da suinocultura brasileira, focando a utilização de novas tecnologias, gestão eficiente e produção segura.

Fonte: O Presente Rural

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Produção maior no Brasil e nos EUA amplia oferta global de soja

Revisões positivas na safra sul-americana reforçam o peso do Brasil no mercado internacional, enquanto estoques seguem elevados e limitam reações mais firmes nos preços.

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Foto: Shutterstock

A atualização de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para o balanço global de soja em 2025/26 confirma um cenário de oferta confortável no mercado internacional, com revisões positivas de produção nos dois principais players globais: Brasil e Estados Unidos. De acordo com a Consultoria Agro Itaú BBA, a produção mundial foi mantida em 426 milhões de toneladas, mas com ajustes relevantes na distribuição regional

Foto: Shutterstock

No Brasil, a estimativa de produção foi elevada de 175 para 178 milhões de toneladas, consolidando o país como o maior produtor e exportador global da oleaginosa. O avanço reflete tanto a expansão de área, que chega a 49,1 milhões de hectares, quanto a manutenção de uma produtividade média elevada. As exportações brasileiras também foram revisadas para cima, passando de 112,5 para 114 milhões de toneladas, reforçando o protagonismo do país no abastecimento internacional.

Nos Estados Unidos, embora a produção tenha sido ajustada positivamente, de 115,8 para 116 milhões de toneladas, o USDA reduziu a projeção de exportações em quase 1,6 milhão de toneladas, para 42,9 milhões. O movimento sinaliza uma perda relativa de competitividade do produto americano, em um ambiente de forte concorrência sul-americana e estoques globais elevados.

A Argentina, por sua vez, teve a produção levemente reduzida para 48,5 milhões de toneladas, mantendo um quadro de menor

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disponibilidade para exportação, mas com estoques ainda elevados em relação ao consumo doméstico. A China segue como o principal vetor da demanda global, com importações estimadas em 112 milhões de toneladas, sem alterações em relação ao relatório anterior.

No agregado, os estoques finais globais de soja foram ajustados para 124 milhões de toneladas, mantendo a relação estoque/consumo próxima de 29%, patamar historicamente confortável. Esse quadro limita pressões altistas mais consistentes e reforça a leitura de um mercado bem abastecido, no qual eventuais movimentos de preço tendem a responder mais a fatores climáticos ou logísticos do que a fundamentos estruturais de escassez.

Fonte: O Presente Rural
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Safra recorde nos EUA e na China eleva oferta global de milho; estoque brasileiro opera no limite

Produção mundial cresce com revisões positivas nas duas maiores economias agrícolas, enquanto o Brasil entra em 2025/26 com baixa relação estoque/consumo e maior sensibilidade a choques de oferta e logística.

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O relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe revisões expressivas para o mercado de milho, reforçando um cenário de oferta global crescente na temporada 2025/26. A produção mundial foi elevada para 1,296 bilhão de toneladas, crescimento de 5% em relação ao ciclo anterior, impulsionada principalmente pelos Estados Unidos e pela China

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Nos Estados Unidos, a safra foi revisada de 425,5 para 432,3 milhões de toneladas, refletindo aumento de área colhida e produtividade acima do esperado. Como consequência direta, os estoques finais americanos também subiram, passando de 51,5 para 56,6 milhões de toneladas, elevando a relação estoque/consumo para 13,6%. Esse movimento reforça a percepção de maior conforto na oferta e reduz o risco de aperto no curto prazo.

A China também teve sua produção ajustada para cima, de 295 para 301,2 milhões de toneladas, o que contribuiu para a elevação dos estoques finais globais, agora estimados em 291 milhões de toneladas, ante 279 milhões no relatório anterior. Apesar do consumo chinês seguir em crescimento, especialmente no uso para ração, o aumento da produção doméstica reduz a necessidade de importações adicionais.

No Brasil, o cenário é distinto. A produção foi mantida em 131 milhões de toneladas, abaixo da safra anterior, refletindo uma combinação

Foto: Divulgação

de menor produtividade e limitações climáticas. Mesmo assim, as exportações seguem estimadas em 43 milhões de toneladas, sustentadas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional. Os estoques finais, no entanto, permanecem apertados, em 3,7 milhões de toneladas, com relação estoque/consumo de apenas 2,6%, indicando maior sensibilidade a eventuais problemas logísticos ou de oferta.

A Argentina apresentou leve recuperação produtiva, com safra estimada em 53 milhões de toneladas, enquanto Ucrânia e União Europeia mantêm produção estável, ainda impactadas por fatores climáticos e geopolíticos.

No balanço global, o consumo cresce 3%, para 1,285 bilhão de toneladas, ritmo inferior ao avanço da produção. O resultado é uma redução da tensão no mercado internacional, com estoques elevados funcionando como amortecedor de volatilidade, especialmente no primeiro semestre de 2026.

Fonte: O Presente Rural
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Brasil e Portugal querem acelerar acordo Mercosul-União Europeia

Tratado deve ser assinado no Paraguai na próxima semana e ainda depende de aval interno dos países signatários.

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Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou nesta terça-feira (13) com o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro. Segundo comunicado do Palácio do Planalto, os dois líderes manifestaram satisfação com aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, que deve ser assinado no próximo dia 17, no Paraguai.

O novo tratado, que demorou 25 anos para ter suas negociações concluídas, ainda precisam passar por um processo de internalização dos países signatários.

Na conversa com Lula, de acordo com o Planalto, o primeiro-ministro cumprimentou o presidente brasileiro por seu empenho em favor da conclusão do acordo.

Os dois também discutiram a necessidade que as novas regras possam entrar em vigor o mais rápido possível. “Ambos coincidiram que a decisão dos dois blocos é um gesto muito importante de defesa do multilateralismo e do livre comércio, com grande dimensão política e estratégica neste momento histórico. Concordaram em trabalhar conjuntamente, de forma rápida e eficiente, para a implementação do acordo a fim de que as populações possam ver resultados concretos da parceria firmada”, informou a Presidência da República, em nota.

Fonte: Agência Brasil
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