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Mistura de insumos na nutrição do rebanho pode reduzir custos de produção da propriedade

Prática exige atenção e planejamento por parte dos pecuaristas para oferecer qualidade aos animais

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Divulgação Minerthal

A intensificação das atividades do campo faz com que o pecuarista e o agricultor tratem a propriedade como uma empresa, que precisa obter lucros. Essa busca pela eficiência financeira tem provocado algumas mudanças no mercado como, por exemplo, o aumento da utilização de produtos para misturas em relação aos suplementos de pronto uso, que pode ser comprovada por dados divulgados pela da Associação Brasileira de Indústria de Suplementos Minerais – ASBRAM.

“Podemos explicar esse cenário com o fato de que a mistura dos insumos na fazenda pode reduzir os custos de produção. Outro fato favorável é a realização do plantio de grãos na propriedade, possibilitando menos gastos com os farelos produzidos e incentivando a mistura na fazenda”, afirma a analista de produtos da Minerthal, Letícia de Souza Santos.

O produtor precisa se precaver uma vez que, para realizar a mistura de suplemento mineral proteico, proteico energético ou ração na propriedade, é necessário, além do misturador, o galpão ou local de armazenagem de matérias-primas, mão-de-obra qualificada e tempo do funcionário.

“Em termos práticos, o procedimento na própria fazenda acarreta ao pecuarista menor custo por kg de ração/suplemento, na ordem de 15 a 30%. Esta economia na suplementação animal viabiliza o investimento em misturador e galpão de estocagem”, explica Letícia.

É preciso se planejar

Com a certeza de que é necessário um investimento para que a mistura gere o resultado esperado, o produtor precisa se planejar e estar atento a alguns pontos. Um deles é a escolha das matérias-primas.

Para definição de quais produtos comprar, uma prática interessante é fazer diversas simulações com os preços dos insumos disponíveis na região. Com as matérias-primas definidas, de acordo com o melhor equilíbrio entre custo do kg da mistura e desempenho esperado, o produtor partirá para a compra dos insumos.

“O ponto-chave neste tema é saber comprar. É necessário se preparar e buscar efetuar a aquisição com antecedência. Realizar contratos para ter disponível a matéria-prima durante o tempo é uma boa dica”, ressalta a analista de produtos.

A estocagem também deve ser pensada, pois o armazenamento de todos os insumos que serão utilizados refletirá na manutenção da qualidade dos produtos. É necessário certificar-se de que o local é protegido contra chuvas, ventos, insetos e pragas e próximo ao local de mistura.

Outro ponto é a qualidade da mistura, que deve ter bastante relevância nesse planejamento. Isso porque não adianta investir em ingredientes de excelente qualidade, estocá-los adequadamente e não realizar uma mistura correta e homogênea.

“Os animais têm a capacidade de selecionar partículas. Caso não haja mistura homogênea, pode influenciar na seleção. A oferta da dieta mal misturada faz com que os animais não consumam o que foi balanceado pelo nutricionista responsável”, acrescenta.

A melhor mistura para a sua propriedade

O núcleo mineral que será misturado depende da necessidade do produtor. Há propriedades que possuem sistemas mais rústicos, sendo ideal uso de núcleos que tem além dos minerais, possivelmente ureia ou mesmo sal branco em sua composição. Para propriedades com maior capacidade de mistura, núcleos contendo apenas minerais, aditivos (em algumas ocasiões vitaminas e leveduras) são mais utilizados.

“A Minerthal tem diversas soluções para pecuaristas de corte e de leite para mistura na fazenda. O 160 MD é o carro chefe da linha de produtos para mistura para suplementos minerais aditivados, proteicos, proteicos-energéticos e rações, demonstrando a versatilidade dentro de uma propriedade. É composto por minerais e aditivo, sendo necessária a mistura com sal branco, ureia e farelos proteicos e energéticos”, afirma Letícia.

Para facilitar a mistura para produtores que não desejam comprar sal branco e ureia, a Minerthal tem em sua linha o Núcleo Proteico. “O produto viabiliza misturas para fabricação de suplementos minerais proteicos ou proteicos-energéticos. Além de versátil leva praticidade ao produtor pela necessidade de mistura apenas em farelos proteicos e energéticos”, finaliza.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Evonik lança nova solução de hidróxido de potássio 50% de grau alimentício

• Hidróxido de potássio agora disponível em qualidade alimentar
• Teor de clorato especialmente baixo
• Mais alto nível de padrões de higiene

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Divulgação Evonik

A Evonik agora já oferece sua solução de hidróxido de potássio (KOH) 50% como grau alimentício. A denominação destaca as propriedades do produto que são especialmente importantes na indústria de alimentos.

O foco aqui se concentra sobre o teor particularmente baixo de clorato da solução. Christiane Neels, responsável pelo segmento de mercado Life Sciences, fala sobre o desenvolvimento do produto: “Após mudar para o processo de membrana para a produção de KOH em 2018, o teor de clorato se tornou uma preocupação importante para os nossos clientes. Estamos orgulhosos de poder oferecer, após intensas pesquisas, um produto que atende as exigências dos clientes mais rigorosos dos setores alimentício e farmacêutico. Com a garantia de um teor de clorato abaixo de 5 mg/kg, a Evonik é definitivamente confiável”.

A nova denominação também tem o objetivo de sustentar os altos padrões de higiene e de consistência de qualidade da Evonik – ambos critérios essenciais à produção de alimentos.

O lançamento do grau alimentício do KOH faz parte do posicionamento da linha de negócios Functional Solutions como parceira da indústria alimentícia. Hans Put, diretor de vendas na linha de negócios, explica: “Já no ano passado, com a extensão da certificação FSSC2200 ao carbonato de potássio granulado e ao bicarbonato de potássio em pó, nós demonstramos a alta qualidade dos nossos produtos. Com o grau alimentar do KOH certificado segundo a APPCC, nós agora oferecemos aos nossos clientes dessa indústria uma variedade ainda maior de matérias-primas apropriadas do portfólio de derivados de potássio.

O hidróxido de potássio encontra ampla aplicação na produção de alimentos como regulador de acidez ou como matéria-prima para diversos aditivos alimentares.

Fonte: Assessoria
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Saiba como prevenir a Peste Suína Clássica

Biosseguridade adequada pode ajudar a evitar essa e outras doenças explica especialista da Vaccinar

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Gerente Nutrição Suínos da Vaccinar, Médico Veterinário Lisandro Haupenthal

A manutenção da biosseguridade na suinocultura está entre as preocupações dos criadores. Afinal, com plantéis numerosos e uma produção intensificada, o controle da disseminação de doenças nas granjas representa um grande desafio ao setor, exigindo que medidas sanitárias rigorosas sejam implementadas.

E uma das doenças que atingem esses animais voltou a preocupar. O Ministério da Agricultura da China, por exemplo, divulgou um plano no dia 21 de abril para dividir o país em cinco regiões que terão maior responsabilidade na prevenção e controle da Peste Suína Africana (PSA). No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) dará início ao projeto piloto de implantação do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC) em Alagoas, a partir do próximo mês.

O primeiro passo no Brasil será uma ação conjunta entre os setores público e privado para a execução da vacinação contra a PSC de forma regionalizada na Zona não Livre da doença.  O plano estratégico brasileiro tem por objetivo erradicar a doença nos estados que compõem a Zona Não Livre do país: Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima.

O Gerente Nutrição Suínos da Vaccinar, Médico Veterinário Lisandro Haupenthal, explica que há dois tipos de peste suína e é crucial saber as características de ambas as enfermidades, para que ações mitigatórias sejam tomadas com rapidez. Entre elas está a Peste Suína Africana, que é altamente contagiosa, provocada por um vírus que pertence à família Asfarviridae. Uma das características desses vírus é o seu DNA fita dupla. Tais microrganismos não infectam seres humanos, afetando exclusivamente insetos e suídeos. A doença recebe esse nome por ser endêmica da África.

Embora igualmente contagiosa, a Peste Suína Clássica é causada por um vírus que tem o RNA como material genético. Da mesma forma, o vírus não infecta seres humanos. Ambas as doenças são clinicamente semelhantes. Portanto, é preciso fazer um diagnóstico laboratorial para diferenciá-las.

O principal fator que requer cuidado para evitar o contágio da doença é o contato com animais silvestres. Por isso, os produtores devem ter redobrada atenção aos locais de alojamento dos animais. “Assim como qualquer vírus, a PSC é transmitida por animais ou pessoas que estavam em um local que já apresentava o surto e, em seguida, foram visitar um criadouro sadio sem seguir os procedimentos corretos de biosseguridade”, observa.

Entre os cuidados essenciais estão o cercamento de toda a granja e a troca de roupa e calçados de todos aqueles que entram na granja, bem como a restrição ao acesso de veículos e visitantes.

Diferente da PSA, o controle da Peste Suína Clássica pode ser feito com o uso de vacinas, que só são permitidas pelo MAPA em situações de emergência.

Para realizar uma prevenção efetiva da Peste Suína Clássica, é essencial que haja vigilância em propriedades que apresentarem maior risco — como criações de javalis e suínos silvestres. Toda movimentação de animais no território brasileiro deve ser autorizada através da emissão do Guia de Trânsito Animal (GTA). As importações de suínos reprodutores são autorizadas pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento Pecuário, o qual acompanha e realiza os exames necessários durante o período de quarentena oficial obrigatória realizada nas instalações do MAPA na ilha de Cananéia – SP. Somente após o período de quarentena e a comprovação dos exames os suínos são liberados para seguirem até as granjas de reprodutores suídeos certificadas pelo ministério (GRSC).

Fonte: Ass. de Imprensa
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NNATRIVM entrega certificado de avaliação microbiológica, que visa o controle bacteriológico e qualidade de pintos para a Coopavel

O certificado reconhece a produção de pintinhos e ovos com excelência na qualidade microbiológica, garantindo que os mesmos cheguem ao campo livre de patógenos.

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A NNATRIVM, empresa de aditivos não antibióticos, realiza a entrega de certificados para as empresas parceiras que se destacam pelos excelentes resultados na avaliação microbiológica, na sua cadeia de avicultura.

O certificado de “1° Ciclo de Avaliação de Enterobactérias” será entregue desta vez, em homenagem à Coopavel Cooperativa Agroindustrial, no setor de Matrizes e Incubatório.

O certificado reconhece a produção de pintinhos e ovos com excelência na qualidade microbiológica, garantindo que os mesmos cheguem ao campo livre de patógenos.

Os resultados obtidos em lotes de matrizes pesadas, comparando a pré-utilização e pós-utilização do aditivo SANNIMIX reduziu as contagens de bactérias presentes na produção, proporcionando melhoras em todas as etapas da produção.

Além disto a NNATRIVM dispõe para as empresas parceiras uma equipe altamente qualificada que está sempre focada nas necessidades dos clientes, que podem disfrutar do PROGRAMA NNATRIVM, que traz benefícios a todas as etapas da produção avícola.

A base do programa tem como foco, o cliente e suas necessidades, a avaliação é feita em toda a cadeia de produção e não apenas o emprego de produtos. Visa a redução de possíveis contaminantes em todas as etapas de produção, obtendo assim um produto de qualidade e livre de patógenos, com foco no controle de Salmonella, enfatiza Juliano Trevizoli, presidente da empresa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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