Suínos
Ministro da Pesca conhece projeto da Unioeste
Produtos
Conforme Feiden, a intenção é mostrar ao ministro e sua equipe a viabilidade de produtos à base de peixe desenvolvidos por acadêmicos e pesquisadores do GEMAq. São almôndegas, patês, bolo de chocolate com peixe, espetinho, quibe, entre outros. No entanto, Feiden destaca que a futura tendência de industrialização do pescado é o enlatamento de espécies de água doce, já que atualmente, as indústrias enlatam somente sardinhas ou atuns.
Neste contexto, Feiden e a equipe técnica aposta na instalação de uma indústria que vise o desenvolvimento de tecnologias, formação de recursos humanos, prestação de serviços e implantação de cozinhas industriais na região. O Município de Toledo é referência na piscicultura e na industrialização do pescado. Atualmente, a região possui 12 indústrias, sendo que sete estão localizadas em Toledo e abatem em média 85 toneladas por dia. O professor salienta que para ampliar a cadeia produtiva na região, também é preciso diversificar a industrialização dos produtos.
Conforme o professor, o projeto pretende destacar o potencial da cadeia produtiva e, principalmente torná-la um polo de desenvolvimento de tecnologias para a piscicultura da região e de outros Estados. A planta piloto pode estar incluída em um Parque Tecnológico e os profissionais vão prestar serviços e desenvolver projetos em conjunto.
Merenda
Segundo o professor, o projeto auxilia no processo de inclusão do peixe na merenda escolar. Ele relata que os pesquisadores do GEMAq realizaram uma análise sensorial de produtos enriquecidos com peixe aos alunos da rede municipal. Para incluir o peixe na merenda escolar, o Programa de Aquisição de Alimentos incentiva o uso dos produtos locais dos municípios. Contudo, são poucas as cooperativas que estão aptas a vender o produto. Hoje nenhuma cooperativa está com os documentos em ordem para participar dos editais do Programa.
O argumento é que a implantação da planta piloto ainda auxilia na geração de renda e emprego no local. O nosso objetivo é fazer com que a tecnologia chegue a indústrias de pequeno, médio e grande porte, afirma o docente da Unioeste.
Fonte: O Presente com Assessoria

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.





