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Notícias Rio Grande do Sul

Ministra promete apoio a produtores que sofreram prejuízo com cheias

Chuvas na fronteira Oeste do RS afetaram principalmente a produção de arroz

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Divulgação/Mapa

Depois de sobrevoar a região de Uruguaiana (RS), alagada pelas cheias dos rios, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) ouviu relatos sobre as perdas causadas pelas chuvas, que afetou, principalmente, a produção de arroz na região. A ministra disse a produtores e autoridades locais, como prefeitos da região, que podem contar com a máxima boa vontade do Mapa para encontrar solução para os problemas causados na agricultura.

Em reunião no Sindicatos dos Produtores Rurais de Uruguaiana, foi informada que 750 mil toneladas de arroz perdidas. O senador eleito Luis Carlos Heinze (PP/RS) foi porta voz das reivindicações dos produtores, que pedem renegociação de dívidas, revisão de cláusulas com o Mercosul, além de recuperação do preço mínimo do arroz e de impostos que recaem sobre o produto. “Trinta por cento do saco de arroz é para pagar imposto”, disse Heinze. O prejuízo desse segmentos nos dois últimos anos é de R$ 3,6 bilhões, segundo ele.

A ministra estava acompanha do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Federal, Alceu Moreira, do deputado Federal, Osmar Serraglio (PP/RS) e do secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio, além do vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Ivandré Montiel da Silva.

Fonte: Mapa
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Notícias Tarifa Rural

Produtor rural deve recadastrar unidades consumidoras até o fim deste ano

Faesc orienta produtor rural a atualizar informações junto a Celesc

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Divulgação

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) orienta aos produtores rurais catarinenses que efetuem o recadastramento de suas unidades consumidoras de energia elétrica junto a Celesc para garantir o benefício da Tarifa Rural. O cadastro deve ser renovado até o dia 13 de dezembro deste ano para garantir o benefício. A exigência é da Resolução nº 800/2017 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

As reduções cumulativas da Tarifa Rural são de 10% a 30% na conta de luz dos agricultores pertencentes a dois grupos de unidades de consumo: os de fornecimento de alta tensão (acima de 2,3KV), enquadrados no “Grupo A Rural”, e os de baixa tensão (abaixo de 2,3 KV), classificados como “Grupo B Rural”.

Em Santa Catarina 75.634 consumidores rurais deverão se recadastrar enviando a documentação pelo e-mail recadastramentorural@celesc.com.br ou se deslocando até uma Loja de Atendimento da Celesc. A companhia de energia elétrica já emitiu, nas faturas, a informação para aqueles que necessitam se recadastrar. Deverão efetuar o recadastramento todas as unidades consumidoras da Classe Rural cadastradas como agropecuária, aquicultura, agroindústria e residências rurais.

Deste modo, os produtores rurais devem verificar nas faturas de energia elétrica se estão na lista de recadastramento e, em caso positivo, providenciarem o recadastramento até 13 de dezembro de 2019  evitando a retirada do benefício da tarifa rural.

O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, destaca que os Sindicatos Rurais vinculados a Faesc podem emitir a declaração para os produtores rurais comprovando o enquadramento como rural. “Quanto ao conteúdo da certidão, deve constar, caso o sindicato possua essa informação, que a pessoa sindicalizada possui atividade agrícola ou pecuária, ou que é trabalhador nesta área. Os sindicatos não devem emitir declaração para quem não seja sindicalizado ou de quem não possuam informações”, explica.

Documentação

Os documentos necessários para o recadastramento de Pessoa Física são: CPF, Carteira de Identidade ou outro documento de identificação oficial com foto, Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI) no caso de indígenas.

Para Pessoa Jurídica os documentos são: Cartão do CNPJ, se for uma LTD a última alteração do Contrato Social Consolidado ou Contrato Social e as alterações existentes, se for empresa individual formulário de empresário individual, se for associação/condomínios/sociedades anônimas é necessário o estatuto social e ata com eleição da última diretoria, além de RG e CPF de representante.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Interno

Consumo mostra fraqueza e preço do suíno volta a declinar no Brasil

Movimento de alta das últimas semanas foi intenso e há dificuldade na absorção na ponta final de consumo

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína voltou a registrar queda nos preços ao longo da semana. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios entre o atacado e varejo foi dominado por um sentimento de cautela, com agentes avaliando que a demanda evolui de maneira tímida.

Maia ressalta que o movimento de alta das últimas semanas foi intenso e há dificuldade na absorção na ponta final de consumo. “Além disso, as famílias estão pouco capitalizadas, o que deve inibir o consumo no decorrer da segunda quinzena de julho. Deste modo, o alto fluxo de exportação seguirá como fator chave para o ajuste da disponibilidade e sustentação dos preços domésticos”, sinaliza.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil ficou em R$ 4,65, queda de 1,55% em relação à semana passada, de R$ 4,72. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 7,95, baixa de 0,54% frente aos R$ 7,99 praticados na semana anterior. A carcaça registrou um valor médio de R$ 7,89, baixa de 1,25% frente à semana anterior, de R$ 7,99.

Maia afirma que os números dos embarques de carne suína podem ser considerados bons neste começo de julho, muito próximos aos registrados no mês passado, por conta da boa demanda por parte da China, que segue enfrentando um severo surto de peste suína africana.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 60,7 milhões em junho (9 dias úteis), com média diária de US$ 6,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 26,4 mil toneladas, com média diária de 2,9 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.299,30.

Em relação a junho, houve baixa de 0,1% na receita média diária, ganho de 0,1% no volume diário e recuo de 0,1% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve aumento de 40,3% no valor médio diário exportado, incremento de 13% na quantidade média diária e ganho de 24,1% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 100, recuo frente aos R$ 103 na semana anterior. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,70. No interior a cotação no estado baixou de R$ 4,85 para R$ 4.70. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração continuou em R$ 3,70. No interior catarinense, a cotação recuou de R$ 4,90 para R$ 4,80. No Paraná o quilo vivo baixou de R$ 5 para R$ 4,95 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 3,75.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 3,70 para R$ 3,72, enquanto em Campo Grande o preço permaneceu em R$ 3,90. Em Goiânia, o preço continuou em R$ 5,70. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno retrocedeu de R$ 5,90 para R$ 5,70. No mercado independente mineiro, o preço também caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis se manteve em R$ 4,45. Já na integração do estado a cotação seguiu em R$ 3,70.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Preços do boi gordo caem apesar de postura defensiva do pecuarista

Mercado físico de boi gordo teve preços mais baixos na terceira semana de julho nas principais regiões produtoras do país

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi gordo teve preços mais baixos na terceira semana de julho nas principais regiões produtoras do país. “A pecuária de corte foi marcada por seguidos testes no decorrer da semana. No entanto, os produtores relutaram em negociar boiadas nos preços ofertados e optaram por reter a oferta. Com isso, o fluxo de negócios foi pouco representativo ao longo da semana”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Já a carne bovina no atacado teve preços pouco alterados, sem grande espaço para reação até a virada de mês, uma vez que as últimas semanas sempre são marcadas por queda no consumo com a descapitalização do brasileiro médio. Enquanto isso, permanece boa a perspectiva para as exportações brasileiras com o surto de peste suína na China.

Os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 18 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 152 a arroba, contra R$ 155 a arroba em 11 de julho.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 140 a arroba, ante R$ 143 a arroba.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 145 a arroba, contra R$ 148 a arroba.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 141 a arroba, ante R$ 145 a arroba.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 142 a arroba, estável.

Exportações

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 190,7 milhões em julho (9 dias úteis), com média diária de US$ 21,2 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 49 mil toneladas, com média diária de 5,4 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 3.890,70.

Na comparação com junho, houve baixa de 6,5% no valor médio diário da exportação, perda de 7,2% na quantidade média diária exportada e alta de 0,8% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve perda de 15,1% no valor médio diário, baixa de 8,4% na quantidade média diária e recuo de 7,3% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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