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Minerva Foods assume compromisso de reduzir emissões líquidas a zero até 2035

Nova estratégia de Sustentabilidade da Companhia contará com investimento de R﹩ 1,5 bilhão nos próximos anos

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A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul e uma das maiores empresas na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados na região, anuncia o lançamento de sua nova estratégia de Sustentabilidade, com o compromisso de ser Carbono Neutro, alcançando emissões líquidas zero até 2035 – 15 anos antes do previsto no Acordo de Paris.

Com uma agenda de objetivos ambientais, a Companhia adota uma abordagem diversificada para atingir suas metas de médio e longo prazo. Neste sentido, a Minerva Foods investirá até R﹩ 1,5 bilhão em projetos que ajudam a reduzir as emissões em toda a cadeia produtiva até a data anunciada.

O primeiro compromisso é garantir o fim do desmatamento ilegal em toda a cadeia de abastecimento na América do Sul. “Seguiremos com o monitoramento geográfico em todos os territórios do Brasil e vamos expandir para 100% dos fornecedores diretos no Paraguai, em 2021; na Colômbia, em 2023; no Uruguai, em 2025; e nos demais países do continente até 2030”, destaca Taciano Custódio, Diretor de Sustentabilidade da Minerva Foods.

Até o fim de 2021, a empresa ainda irá integrar a ferramenta Visipec ao seu sistema de monitoramento geográfico para a Amazônia, que proporciona uma avaliação de riscos relacionados às fazendas fornecedoras indiretas e foi desenvolvida pela Universidade de Wisconsin em parceria com a National Wildlife Federation (NWF). Ademais, a Minerva Foods irá fornecer aos produtores a mesma tecnologia geoespacial que utiliza para obter os melhores resultados de monitoramento do setor, por meio de um aplicativo de verificação de fornecedores desenvolvido pela Niceplanet Geotecnologia, até dezembro deste ano no Brasil, e nos demais países até 2030.

Com foco nas emissões, a Companhia se compromete a reduzir em 30% a intensidade das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) nos escopos 1 e 2 até 2030; e a manter sua matriz energética carbono neutro com 100% da energia advinda de fontes renováveis – meta já alcançada em 2020.

A Minerva Foods também irá inserir 50% dos fornecedores de carne bovina no Novo Programa de Baixa Emissão de Carbono até 2030. A estratégia irá fortalecer a parceria com instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT/Colômbia); e o Instituto Nacional de Investigação Agropecuária (INIA/Uruguai). A iniciativa consistirá na realização de ações dentre as quais estão: a aplicação de metodologia para monitorar, relatar e verificar o balanço de carbono de fazendas na América do Sul; o apoio na restauração da vegetação nativa alinhada à Década de Restauração de Ecossistemas das Nações Unidas; e a promoção de parcerias com instituições financeiras para implementar financiamento que reconheça e recompense práticas produtivas sustentáveis.

“Temos o entendimento de que a corrida para emissão líquida zero deve ser um esforço coletivo. Por isso, estamos envolvidos em parcerias e coalizões com o objetivo de abordar as mudanças climáticas e impulsionar a sustentabilidade do setor. As ações e compromissos se baseiam em décadas de diligência à melhoria dos resultados ambientais e sociais, dentro dos três pilares da sustentabilidade da Minerva Foods: Dedicação ao planeta, Prosperidade da nossa gente e Qualidade do produto e respeito à vida”, reforça Custódio.

Minerva Foods lança 10ª edição do Relatório de Sustentabilidade 2020

O ano de 2020 representou importantes marcos na área de Sustentabilidade para a Minerva Foods, conforme mostra seu Relatório 2020. Entre eles, a Companhia seguiu amadurecendo sua atuação na Rastreabilidade de Cadeia para combater o desmatamento ilegal dos ecossistemas tropicais. Atualmente, a Minerva Foods monitora mais de 14 milhões de hectares com tecnologia de mapeamento geográfico de fornecedores em todos os biomas brasileiros e no Paraguai. A empresa é também pioneira no país a ter 100% dos fornecedores diretos com mapas georreferenciados na Amazônia, no Cerrado, no Pantanal e na Mata Atlântica, incluindo os fornecedores de ciclo completo – que produzem desde o nascimento do bezerro à produção industrial.

Em 2020, a empresa iniciou ainda os testes com a ferramenta Visipec para avaliação de riscos relacionados às fazendas fornecedoras indiretas na Amazônia. Os resultados preliminares apontaram mais de 99% de conformidade para as fazendas indiretas de nível 1 identificadas pela ferramenta, seguindo os critérios definidos pelo Grupo de Trabalho dos Fornecedores Indiretos.

A Minerva Foods promoveu também remoção de mais de 38 mil toneladas de CO2 equivalente da atmosfera através do plantio de árvores e de melhorias nos sistemas de tratamentos de efluentes. Também zerou a emissão de gases de efeito estufa (GEE) de escopo 2, por meio da compra de Certificados de Energia Renovável para todas as operações, garantindo uma matriz energética limpa e sustentável. Com isso, se tornou a primeira empresa Carbono Neutro no escopo 2 do setor.

Com foco na sociedade, a Minerva Foods destinou mais de R﹩ 43 milhões em apoio a iniciativas e doações assistenciais, com o intuito de mitigar os efeitos do novo coronavírus em comunidades locais, onde a Companhia mantém unidades.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Importação de milho da Argentina traz alternativas para abastecimento do grão no RS e Brasil

Setor avícola gaúcho avalia situação como prevista e necessária, diante da dificuldade de atendimento de alguns pleitos e os impactos financeiros e sociais causados pelos altos custos de produção

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A JBS, multinacional que integra a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), importou  da Argentina 30 navios carregados de milho em meio à quebra da safra de milho no Brasil . Conforme a empresa, que é a segunda maior  produtora de alimentos do mundo, os valores negociados oscilam entre  R$ 15 a R$ 20 a menos que o preço praticado no mercado interno por saca de 60 quilos, considerando as indústrias localizadas nas regiões Sul e Sudeste. O setor avícola gaúcho, que vem trabalhando com ABPA junto aos governos estaduais e federais desde o começo do último trimestre de 2020, avalia essa situação como prevista e necessária, diante da dificuldade de atendimento de alguns pleitos e os impactos financeiros e sociais causados pelos altos custos de produção.

O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, afirma que outras empresas já compraram milho da Argentina, mas que essa importação expressiva representa um avanço considerável e um indicativo de mudanças no cenário do milho nos âmbitos gaúcho e nacional. “No Rio Grande do Sul, já temos diferimento de ICMS de países do Mercosul concedido pelo governo do estado e, no Brasil, a reposição de estoques dessas grandes empresas por meio da compra de milho de outros países, diminui a procura e a aquisição interna”, avalia. Santos acrescenta que esse movimento pode aliviar a pressão, aferir mais flexibilidade de negociação e marcar o início de uma série de operações volumosas envolvendo a compra internacional de milho. “Também, em breve, teremos os cereais de inverno, como trigo e triticale, que serão usados para a ração animal, alternativa que também vai complementar a estrutura do mercado de milho”, explica, enfatizando que é favorável a produção do cereal, desde que tenha preços compatíveis e equilibrados para todos os envolvidos.

Entre os pleitos apresentados mais de uma vez pela Asgav em audiências públicas e reuniões com entidades ligadas ao tema, estão a remoção dos entraves operacionais para importação de milho, incentivo aos grãos alternativos de inverno, uso dos recursos do plano safra para armazenagem pela indústria e isenção de pis /cofins nas importações de milho para indústrias e produtores que  possuem o sistema Drawback.

Fonte: Assessoria
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Notícias Congresso Andav

Agro: importância do setor para garantir alimento na mesa dos brasileiros e do mundo

Tema será um dos destaques da programação do Congresso Andav 2021, que reúne autoridades, especialistas e profissionais deste mercado para o debate sobre o atual cenário e o futuro do segmento no país

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Do cultivo e da produção de alimentos nos campos do país aos pontos de venda e à mesa da população, o setor agropecuário brasileiro segue consolidando-se como um dos principais ‘motores’ da economia nacional. Somente no primeiro trimestre deste ano, o PIB (Produto Interno Bruto) do segmento registrou uma alta de 5,7% sobre o 4º trimestre de 2020 e de 5,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado faz do setor aquele que mais cresceu no período, entre todos os segmentos considerados no PIB do país, e expande ainda mais sua participação no índice nacional, passando de 20,5% em 2019 para 26,6% em 2020 – em valores, o PIB brasileiro totalizou R$ 7,45 trilhões no último ano, enquanto somente o agro respondeu por quase R$ 2 trilhões desse total. Números que colocam o Brasil, também, como um dos maiores produtores de alimentos globais: atualmente, o país produz alimentos suficientes para abastecer cerca de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Para discutir o assunto e seus respectivos desdobramentos, a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) e a Zest Eventos promovem a 10ª edição do maior encontro da distribuição de insumos agropecuários do mundo: o Congresso Andav 2021. O evento, que este ano acontece de forma 100% digital de 11 a 13 de agosto, tem como um dos principais destaques uma programação repleta, que incorpora atrações e conteúdos exclusivos, apresentados por grandes nomes do mercado – em transmissões ao vivo ao longo dos três dias de realização.

É o que diz o presidente executivo da Andav, Paulo Tiburcio: “Como já é tradição em nosso congresso, elaboramos uma grade de conteúdos exclusiva e especializada, pensada estrategicamente para atender aos anseios e às expectativas do setor com relação ao debate sobre os mais relevantes temas que norteiam a cadeia de distribuição do agronegócio brasileiro como um todo. Além disso, proporcionamos aos participantes a possibilidade de acompanharem, em primeira mão, as últimas novidades do cenário do setor e as tendências do futuro”.

Agenda Preliminar (Primeiro Dia)

A abertura do Congresso Andav Digital 2021 ocorre às 14 horas do dia 11/08, seguida da primeira apresentação sobre “A importância da agricultura para garantir o alimento na mesa dos brasileiros e do mundo”, com o representante no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO no Brasil), Rafael Zavala, às 14h25. Logo após, “As novas diretrizes internacionais para o sistema alimentar” ganham espaço, com o presidente da CropLife Brasil, Christian Lohbauer, às 14h35.

Na sequência, será a vez do painel “Produção mundial de alimentos – Cenário atual e os desafios futuros do setor no Brasil para atender uma demanda mundial em crescimento”, com o supervisor do Grupo de Gestão Estratégica da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti; o pesquisador de gado de corte da Embrapa, Guilherme Malafaia; o vice-presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin e o consultor de Mercado Agrícola, Vlamir Brandalizze, às 14h50; e da palestra “Infraestrutura e Escoamento da Produção Agrícola Nacional”, às 15h30.

Por fim, os temas: “Tecnologia e Genética: Tendências para os próximos anos”, com o sócio-diretor da Markestrat, Matheus Cônsoli, às 16h05; “Inteligência Artificial e Conectividade: Tendências para os próximos anos”, com o presidente do conselho diretor da Andav, Alberto Yoshida; o diretor de inovação da IBM Garage, Fabrício Lira e a chefe geral da Embrapa Informática, Silvia Massruhá, às 16h45; e “A importância do agronegócio para levar o alimento à prateleira do supermercado e à mesa do brasileiro”, com o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Galassi, às 17h25, concluem as apresentações do dia inaugural.

Segundo Dia

No segundo dia de evento, 12/08, está agendada a apresentação da Pesquisa Nacional de Distribuição, com o presidente executivo da Andav, Paulo Tiburcio, às 9h05. Na sequência, é a vez da palestra “O impacto da LGPD na distribuição de insumos”, com as sócias da Laure, Volpon e Defina Advogados, Heloisa Barcellos e Jaqueline Boaretto, às 9h20. Depois, os painéis “Agricultura e Pecuária Sustentáveis”, com a advogada especialista em direito socioambiental, Samanta Pineda; o presidente da Rede ILPF, Renato Rodrigues; o diretor de sustentabilidade da Bayer, Eduardo Bastos e a diretora executiva do Sistema B Brasil, Francine Lemos, às 9h50; e “Oportunidades de mercado para o setor da distribuição”, com o sócio-diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon, às 10h55, fecham a parte da manhã.

À tarde, ganham destaque os temas: “Reescrevendo a própria história, na vida e nos negócios”, com a comunicadora e palestrante motivacional Dani Amaral, às 14h05; “Fomentando o crescimento da distribuição: Crédito e Seguro Agrícola”, com o advogado especialista em agronegócio, Rafael Molinari; o chefe de subunidade do Banco Central do Brasil, João Ferrari Neto; o diretor de gestão de riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Pedro Loyola, e moderado pelo Secretário Adjunto de Política Agrícola do MAPA, José Ângelo Mazzillo, às 14h35; “Soluções das startups para o agronegócio”, com o especialista Renato Seraphim, às 15h35; e “Como fazer sucesso empreendendo em família”, com o sócio-proprietário e presidente do Grupo Famiglia Valduga, Juarez Valduga, às 16h20.

Terceiro Dia

No terceiro e último dia, 13/08, destaque para o lançamento do Congresso Andav 2022, às 9h05, e para as palestras “O mercado chinês e a produção sustentável no Brasil”, com o Ministro da Embaixada da República Popular da China no Brasil, Jin Hongjun, às 9h15; “Estudo de caso internacional – Distribuição de insumos nos Estados Unidos”, com o diretor de iniciativas estratégicas do Centro de Alimentos e Agronegócios da Purdue University (EUA), Luciano Castro, às 9h45; e “Perspectivas econômicas para o agronegócio”, com o jornalista econômico e especialista em agronegócio e em mercados agrícolas, Silmar Müller, às 10h30.

Logo após, uma mensagem do ex-ministro da agricultura e diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (ABRAMILHO), Alysson Paolinelli, às 11h, e uma apresentação de encerramento do proprietário da Café Brasil Editorial, Luciano Pires, às 11h05, finalizam a programação principal do Congresso Andav Digital 2021 .

Exposição 360º

Outro destaque do 10º Congresso Andav é o exclusivo ambiente dedicado ao networking e à geração de negócios em 360º, por meio de uma plataforma inovadora que promove a participação virtual das empresas expositoras, com integração e conectividade, oferecendo aos participantes a experiência de visitar toda a feira sem sair de casa, como se estivessem nela presencialmente. Sem contar a ferramenta que permite ainda a interação via chat entre todos os participantes e a Arena do Conhecimento, um espaço com salas de conteúdos técnicos, palestras da indústria e de parceiros estratégicos.

Inscrições

As inscrições para o evento são gratuitas para associados da Andav até o dia 06/08 (após essa data, será cobrado o valor de R$ 100). Para os não associados, o valor da inscrição até o dia 06/08 será de R$ 250 (depois, passa a ser R$ 300). As inscrições devem ser realizadas no site www.eventosandav.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Com preocupação com o clima, preços do trigo seguem em alta

Mesmo que a cultura seja menos vulnerável às baixas temperaturas muitas áreas foram afetadas pelas geadas verificadas em períodos anteriores

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Divulgação/AENPr

A possibilidade de quedas bruscas na temperatura nesta semana e na primeira quinzena de agosto têm deixado agentes em alerta quanto ao impacto nas lavouras de trigo no Brasil.

De acordo com informações do Cepea, mesmo que a cultura seja menos vulnerável às baixas temperaturas, especialmente nos estágios iniciais e intermediários de desenvolvimento, muitas áreas foram afetadas pelas geadas verificadas em períodos anteriores. Neste cenário, os preços do cereal continuam em alta nos mercados de balcão e no disponível.

Quanto aos derivados, as negociações de farelo de trigo seguem aquecidas, influenciadas pela maior demanda. No mercado de farinhas, por outro lado, a procura é considerada baixa; porém, alguns moinhos, na tentativa de repassar custos, elevam os preços.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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