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Minerva Foods alcança 100% de conformidade socioambiental em auditoria realizada pelo Ministério Público Federal no Pará
Organizado pelo Ministério Público Federal em parceria com a ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, relatório avalia resultados das empresas comprometidas com as melhores práticas de ESG

A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul e uma das maiores empresas na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados na região, reforça mais uma vez seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da cadeia agropecuária ao atestar a total conformidade com o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) da pecuária no Pará, conforme relata auditoria supervisionada pelo Ministério Público Federal, o principal e mais confiável órgão de verificação da cadeia produtiva brasileira, em parceria com a ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira. O relatório avaliou os resultados de empresas comprometidas com as agendas de combate ao desmatamento ilegal na pecuária.
O TAC foca em aspectos legais, ambientais e sociais envolvidos na atividade pecuária, exigindo que as indústrias produtoras de proteína verifiquem se as propriedades com as quais negociam seguem em conformidades com critérios e leis socioambientais.
Dessa forma, os compromissos firmados pela Minerva Foods contribuem para a não comercialização de matéria-prima proveniente de áreas com desmatamento ilegal, grilagem, trabalho escravo, invasões a unidades de conservação e a terras indígenas e quilombolas, ou sem regularização ambiental ou fundiária. A nova conquista confirma não só as boas práticas de sustentabilidade da Minerva Foods, mas também reitera seu compromisso com a Pecuária Sustentável e com o trabalho que vem sendo executado por todo o setor.
“Trabalhamos continuamente para garantir um modelo sustentável de negócio, do campo à mesa, com respeito ao meio ambiente, às pessoas e incentivo ao desenvolvimento de toda a cadeia produtiva. O resultado da principal auditoria sobre o combate ao desmatamento ilegal na Amazônia mostra que estamos no caminho certo, contribuindo para a pecuária verde, com o compromisso de engajar a cadeia nessa trajetória”, destaca Taciano Custódio, Diretor de Sustentabilidade da Minerva Foods.
Referência em Monitoramento de Fornecedores
A Companhia é a primeira e única empresa do setor a utilizar sistemas de informações geográficas em todas as regiões no Brasil e no Paraguai, com pioneirismo no monitoramento de fornecedores no Cerrado e no uso de tecnologias para avaliar riscos dos indiretos. Hoje, soma mais de 14 milhões de hectares analisados entre o Brasil e o Paraguai. Juntas, todas as regiões que monitoradas são maiores que o território da Grécia.
No Brasil, 100% de compras realizadas pela Minerva Foods são monitoradas nas regiões da Amazônia, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, por meio de mapas georreferenciados de fazendas fornecedoras diretas, garantindo o cumprimento de rigorosos critérios socioambientais por parte de seus parceiros comerciais.
Atualmente, a empresa monitora de forma privada mais de 9.000 fornecedores no bioma Amazônia, compreendendo uma área total de mais de 9 milhões de hectares, uma região equivalente ao território de Portugal. Além disso, também monitora mais de 2 milhões de hectares no Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica.
Entre diversas outras iniciativas, a Minerva Foods é também a primeira Companhia do setor a avançar com ações materiais para avaliação da cadeia de fazendas fornecedoras indiretas na Amazônia. Em 2020, a Companhia iniciou testes com o Visipec, uma ferramenta para avaliação de riscos relacionados a esses fornecedores no Brasil, desenvolvida pela Universidade de Wisconsin em parceria com a National Wildlife Federation (NWF). Os resultados dos testes preliminares com a ferramenta são motivadores: 99,8% dos fornecedores diretos avaliados apresentaram conformidade com as boas práticas do Grupo de Trabalho dos Fornecedores Indiretos (GTFI) e, portanto, conformidade quanto ao monitoramento de desmatamento em fazendas fornecedoras indiretas nível 1 da Minerva Foods. Os resultados dos testes e mais informações sobre a integração da ferramenta estão disponíveis em: https://ri.minervafoods.com/. Antecipando a meta anunciada em abril em quatro meses, a empresa integrou a ferramenta Visipec ao seu sistema de monitoramento geográfico para a Amazônia.
Recentemente, a Minerva Foods ainda anunciou sua nova estratégia de Sustentabilidade, com o compromisso de ser Carbono Neutro, alcançando emissões líquidas zero, até 2035 – 15 anos antes do previsto no Acordo de Paris. A Companhia investirá em projetos que ajudam a reduzir as emissões em toda a cadeia produtiva até a data anunciada.
O primeiro compromisso é garantir o fim do desmatamento ilegal em toda a cadeia de abastecimento na América do Sul. A empresa seguirá com o monitoramento geográfico em todos os territórios do Brasil e expandirá para 100% dos fornecedores diretos no Paraguai, em 2021; na Colômbia, em 2023; no Uruguai, em 2025 e demais países do continente até 2030.
A Minerva Foods também irá inserir 50% dos fornecedores de carne bovina no Novo Programa de Baixa Emissão de Carbono até 2030. A estratégia irá fortalecer a parceria com instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT/Colômbia); e o Instituto Nacional de Investigação Agropecuária (INIA/Uruguai).

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Mapa realiza operação para verificar regularidade da aviação agrícola no Maranhão
Ação mobilizou auditores e técnicos para checar registro de operadores, cumprimento das normas e aplicação aérea de agrotóxicos.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou, entre os dias 02 e 05 de março, uma operação de fiscalização voltada à aviação agrícola e ao uso de agrotóxicos no Maranhão. A ação ocorreu em 19 municípios e contou com o apoio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA).
A iniciativa teve como foco verificar a regularidade de propriedades rurais e de operadores aeroagrícolas, especialmente quanto à obrigatoriedade de registro junto ao Mapa e ao cumprimento das normas que disciplinam a aplicação aérea de agrotóxicos.
Segundo a chefe da Divisão de Aviação Agrícola do Mapa, Uéllen Duarte, a força-tarefa concentrou esforços na identificação de operadores de drones sem registro no Ministério, além do atendimento a denúncias sobre possíveis irregularidades praticadas por esses operadores.
Além das ações em campo, a programação incluiu reuniões com entidades representativas de produtores e comunidades rurais, com o objetivo de prestar esclarecimentos e reforçar orientações sobre as exigências legais aplicáveis à atividade.
Como resultado das ações, foram lavrados pelo Mapa 33 Termos de Fiscalização, 26 Intimações e 6 Autos de Infração. Em decorrência das intimações, o número de Autos de Infração poderá aumentar. Os responsáveis poderão responder a penalidades administrativas previstas na Lei nº 14.515/2022, incluindo multas que podem chegar a até 150 mil reais.
A operação mobilizou sete auditores fiscais federais agropecuários e três técnicos do Mapa, de diferentes unidades da Federação, além de diversos fiscais da AGED-MA.
A fiscalização da aviação agrícola integra as ações permanentes do Mapa para assegurar o uso regular de insumos agropecuários e a conformidade das operações no campo.
Para mais informações sobre a legislação e orientações relativas à aviação agrícola, acesse clicando aqui.
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Participação feminina cresce e fortalece a gestão no agronegócio
Iniciativas do Sistema Faesc/Senar e dos Sindicatos Rurais ampliam capacitação e oportunidades para mulheres no campo.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento para reconhecer a força, a dedicação e o protagonismo feminino em todos os setores da sociedade. Cada vez mais, elas se destacam em atividades operacionais e também em elevados cargos de gestão e pesquisa, demonstrando competência, liderança e capacidade de inovação.
Assim como em outros setores, no agronegócio, esse protagonismo também cresce a cada ano. As mulheres estão cada vez mais em evidência, seja na lida diária nas propriedades rurais, na gestão dos negócios familiares, nas entidades e instituições do setor ou no empreendedorismo no campo. A participação feminina no setor agropecuário cresce de forma expressiva nas mais diversas atividades, abrangendo todos os segmentos do agronegócio. Gradualmente, elas assumem novas funções, ampliam sua presença e quebram paradigmas em atividades historicamente dominadas pelo público masculino.

Foto: Shutterstock
Nesse contexto, o Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e os Sindicatos Rurais têm investido de forma consistente na capacitação feminina, reconhecendo a importância do papel das mulheres para o desenvolvimento rural. Entre as ações desenvolvidas está o Programa Mulheres do Agro, que oferece inúmeras oportunidades de capacitação pensadas especialmente para quem faz a diferença no meio rural todos os dias.
Para divulgar a lista de capacitações, o Sistema também conta com o Catálogo Rosa, que reúne uma série de treinamentos voltados a incentivar a autonomia, ampliar o conhecimento e fortalecer o protagonismo das mulheres no campo. Diversas áreas estão contempladas como atividades de apoio agrossilvipastoril, agroindústria, silvicultura, pecuária, agricultura, aquicultura, entre outras.
A assessora jurídica sindical da Faesc e representante catarinense na Comissão Nacional de Mulheres do Agro da CNA, Andreia Barbieri Zanluchi, ressalta que os relatos das participantes têm sido extremamente positivos e motivam o Sistema Faesc/Senar a aperfeiçoar continuamente as ações voltadas ao público feminino. Segundo ela, mulheres com diferentes formações e trajetórias têm participado das capacitações e destacado a importância desses treinamentos para fortalecer sua atuação nas atividades das propriedades rurais.

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), José Zeferino Pedrozo: “Elas têm assumido funções estratégicas, contribuindo com inovação, organização da gestão e compromisso com práticas cada vez mais sustentáveis no campo”
Andreia também comenta que, fora das porteiras das propriedades, muitas mulheres vêm desempenhando um trabalho expressivo para o agronegócio catarinense, seja na área de pesquisa, no empreendedorismo ou à frente de entidades e órgãos ligados ao setor. “Ao analisar esse cenário, observamos que há mulheres contribuindo diretamente para os resultados econômicos conquistados pelo setor no Estado e isso é motivo de orgulho para todos nós”.
O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca que a presença feminina nas propriedades rurais tem crescido de forma expressiva nos últimos anos. “Elas têm assumido funções estratégicas, contribuindo com inovação, organização da gestão e compromisso com práticas cada vez mais sustentáveis no campo. Como representantes do setor produtivo, temos a responsabilidade de valorizar e incentivar esse avanço com aumento do acesso à qualificação e à profissionalização. Investir na formação das mulheres rurais é fundamental para garantir mais autonomia, oportunidades e liderança feminina. Isso fortalece o campo e impulsiona o crescimento sustentável do agronegócio”.
Para saber mais sobre os treinamentos do Programa Mulheres do Agro procure o Sindicato Rural da sua região.
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Aprosoja MT distribui bandeiras do Brasil a produtores e reforça identidade do agro
Com sete anos de atuação, o projeto Pátria no Campo já alcançou milhares de propriedades rurais em todo o estado.

O projeto Pátria no Campo, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), leva aos produtores rurais a bandeira do Brasil como símbolo de patriotismo e amor à nação. Com sete anos, o projeto já distribuiu mais de 15,5 mil bandeiras aos produtores rurais, refletindo o comprometimento de um setor que sustenta a economia estadual.
No interior do estado, o verde e amarelo está presente em muitos ambientes, principalmente nas lavouras na fase da dessecação da soja, momento em que os horizontes se pintam com as cores do Brasil. Agora, com o projeto, também é possível avistar de longe a representação das riquezas de um país que preserva as matas e as águas.
O delegado do núcleo de Tapurah, Rodrigo Martelli, recebeu a bandeira do Brasil na propriedade e destacou que tem muito orgulho de honrar um símbolo representativo da luta dos brasileiros. Ele contou que o amor pelo ofício, repassado pelo pai, só cresceu com o tempo.

Foto: Aprosoja MT
“Eu tenho muito orgulho de ser produtor rural, que vem de uma história de sucessão do meu pai. Tenho muito amor pela terra, vemos como a natureza é bela. Colocamos uma semente e ela nos dá tantos frutos. Sou formado em agronomia, então nós criamos ainda mais amor pela terra, pela agricultura, pelas culturas que temos e por tudo que plantamos”, disse.
Assim como Rodrigo, o produtor rural de Porto dos Gaúchos, Peterson Piovezan Staniszewski, também recebeu um exemplar e contou sobre o símbolo da bandeira do Brasil na vida dele. Piovezan ainda destacou que o produtor rural representa a força do país que produz todos os tipos de alimentos.
“Eu tenho muito orgulho de receber essa bandeira, ela representa tudo que lutamos, representa a fé, a perseverança, o amor pela produção, por fazer parte desse processo de produzir. O Brasil é o nosso país do coração, é o país com vocação para o agro, vocação para a produção e eu sinto muito orgulho de fazer parte desse processo de alimentar o mundo”, afirmou.
Também orgulhoso pela representação da bandeira, em Nova Mutum, o produtor rural Luiz Alberto Oliveira descreveu o sentimento de ser brasileiro e o orgulho de carregar no dia a dia os valores de quem acredita no futuro do país. “Eu me sinto muito orgulhoso de ser brasileiro, trabalhar nessa pátria e lutar pelo meu país. Nós temos que ter amor ao Brasil, que é um país lindo, e incentivar os jovens de hoje em dia que ainda vale a pena amar o Brasil”, disse.
Através desse projeto, a Aprosoja MT estimula nos produtores o amor e o orgulho pela pátria. A bandeira hasteada consolida a posição de Mato Grosso como o terceiro maior produtor de soja e milho do mundo. Cada produtor que a hasteia em sua propriedade carrega a dedicação de uma vida no campo.
Para participar do projeto, basta o associado solicitar aos supervisores de cada núcleo ou via Canal do Produtor pelo número (65) 3027-8100.



