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Milhares de pecuaristas e técnicos do Rio Grande do Sul participam do “Circuito Expo Interexpress”, da Biogénesis Bagó

Em um mês, maior projeto itinerante da pecuária percorreu mais de dois mil quilômetros, levando capacitação, aperfeiçoamento técnico e negócios para 22 cidades do estado

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Fotos: Divulgação

Com a proposta de levar capacitação, aperfeiçoamento profissional e negócios ao estado do Rio Grande do Sul, o “Circuito Expo Interexpress”, promovido pela Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, atingiu mais de oito mil pecuaristas e técnicos, além de mais de 180 vendedores das revendas parcerias. Ao todo, foram mais de dois mil quilômetros percorridos e 22 cidades visitadas pela carreta do maior projeto itinerante da pecuária no estado durante todo o mês de setembro.

Para Marcelo Bulman, Country Manager da Biogénesis Bagó no Brasil,  a proposta principal do projeto, de levar informações e soluções que pudessem ajudar os produtores a aperfeiçoar os seus resultados, foi plenamente cumprida. “Estamos mais uma vez inovando no mercado veterinário, com a estratégia de trabalhar todos os elos da cadeia pecuária, desde o revendedor até o pecuarista. Com foco principal no produtor, temos a missão de auxiliá-lo a otimizar os seus resultados, por isso oferecemos ferramentas, por meio das revendas veterinárias, que podem contribuir para que o negócio seja cada vez mais sustentável e lucrativo. Além isso, aliamos o conhecimento técnico ao oferecer as soluções do nosso portfólio ao pecuarista e, assim contribuir para que ele obtenha os melhores resultados possíveis para produzir uma pecuária cada vez maior e melhor. Conseguimos cumprir nossa missão com êxito!”, ressalta Marcelo Bulman.

Segundo o Gerente de Marketing, Carlos Godoy, a iniciativa trouxe um novo conceito na ação multicanal, pois envolveu diferentes elos como: revendedores, vendedores, técnicos e produtores rurais.  “Exploramos mais uma vez o que sabemos fazer de melhor: o extensionismo rural. Em um ano repleto de desafios, onde não podemos receber os nossos clientes e amigos na nossa casa em Esteio (RS), fizemos o caminho inverso e fomos até eles. Levamos informação, percorremos cidade a cidade, fazenda por fazenda dos nossos parceiros do Rio Grande do Sul e fazendo negócios. O resultado foi um sucesso, comemora Godoy.

Para a coordenadora Biogénesis Bagó – Regional Sul, Arice Gomes, o “Circuito Expo Interexpress” foi fundamental para dar sequência num trabalho que já vinha sendo realizado em anos anteriores na Expointer. “Neste ano devido à pandemia, não tivemos o evento, mas, o Circuito veio para dar todo o suporte que precisávamos e para atingir bons resultados. Além disso, fortaleceu a parceria com nossos clientes, pois conseguimos levar a eles muito mais que bons negócios, mas também informação e conhecimento”, enfatiza.

 

Circuito alavancou negócios locais e revendas comemoram bons resultados

O “Circuito Expo Interexpress” foi realizado com o apoio das revendas veterinárias locais parceiras da Biogénesis Bagó e mesmo diante de um cenário de incertezas, a iniciativa alavancou negócios locais. É o que relata o gerente da Agropecuária Serrana, de São Francisco de Assis (RS), Jesus Daniel Felix Flores. “O Circuito foi um sucesso. A passagem da carreta em nossa loja alavancou muitos negócios e nos ajudou a divulgar ainda mais a marca da Biogénesis Bagó e a marca Agropecuária Serrana”, diz.

“2020 foi um ano desafiador, que exigiu uma readaptação rápida na maneira de fazer negócios. O Circuito Expo Interexpress foi uma verdadeira aula neste sentido. A Biogenesis Bagó nos inspira pela sua criatividade e proatividade em meio a este ano atípico. Temos muito orgulho de levantar esta bandeira!”, enfatiza Vitor Sallaberry, da loja Salaberry em Pelotas (RS).

Para o empresário Leandro Unamuzaga, da Agrocomercial, localizada em Uruguaiana (RS), com filial em Alegrete, a ação veio para aproximar ainda mais os produtores rurais e o trabalho em parceria foi fundamental para o resultado positivo. “Não existe sucesso na ação quando as pessoas não têm atitude. E o trabalho de toda equipe da Biogénesis Bagó é diferenciado, pois sempre nos atendem com muito zelo e dedicação. Nós valorizamos todo tipo de ação, desde que entendamos que nosso cliente se identificará com ela. Por isso, nos envolvemos e conseguimos chegar no nosso objetivo, que era de não deixar ‘morrer’ os resultados crescentes que sempre tivemos na Expointer. E deu certo! Só tenho a agradecer e zelar para que nossa parceria possa ir cada vez mais longe”, salienta.

“Considerando o ano de 2020 bastante atípico, devo salientar a coragem e a criatividade da equipe da Biogénesis Bagó, que tomou a iniciativa de uma ação única como esta, dando estímulo para não só buscarmos, mas concretizarmos os objetivos estabelecidos”, comenta Neri Perin, da Perin Agropecuária, de Santa Maria (RS).

Outro ponto de destaque do Circuito, segundo Luiz Henrique Medina Cuti, proprietário da Pampa Veterinária, localizada em Quaraí (RS), foi pelo fato do evento oportunizar clientes que, tradicionalmente, deixam para fazer suas compras na feira de Esteio. “Em virtude da pandemia, eles não deixaram de ser atendidos com condições especiais. Este tipo de ação estreita a relação entre consumidor final e indústria através de suas equipes de campo”, comenta.

“Para nós da Barraca Missões, filial de Santo Antônio das Missões, foi uma grande emoção receber o Circuito Expo Interexpress da Biogénesis Bagó em nossa loja, pois chamou a atenção dos clientes para vir até nosso estabelecimento. É a expressão ‘ver com seus próprios olhos’, pois muitos até não acreditavam que uma campanha dessas proporções viria até nós. E, desta forma, também conseguimos obter resultados positivos para o futuro de nossa empresa em parceria com a Biogénesis Bagó”, aponta a gerente Elisete Baiotto Ribeiro.

O “Circuito Expo Interexpress” integra o movimento “Fronteiras Produtivas” da Biogénesis Bagó, que nasceu com a proposta de encorajar o pecuarista e os demais profissionais, técnicos, zootecnistas e veterinários a otimizarem os seus índices de produtividade utilizando os recursos disponíveis pelos diversos elos da cadeia.

Fonte: Assessoria

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Glicinatos da MCassab passam a ser fornecidos pela Biochem, após aquisição do negócio da Basf

Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização.

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A MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA), empresa do Grupo MCassab, comunica que os glicinatos utilizados em sua linha de minerais orgânicos são, agora, fornecidos pela alemã Biochem – empresa que assumiu a fabricação dos ingredientes da Basf, que anunciou a saída do negócio.

“Ambos são glicinatos nos quais o mineral está complexado a uma molécula de glicina, seguindo o mesmo princípio químico e padrão tecnológico de produção. Trata-se da mesma base estrutural e conceitual em termos de formulação e qualidade, mantendo o reconhecimento já consolidado pelo mercado.”, afirma o diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, Mauricio Graziani.

Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização. Esses ingredientes estão presentes na linha MinerPAC, da MCassab, e são destinados tanto à inclusão direta em rações (feed) quanto à aplicação via água de bebida (solúveis), com produtos à base de zinco, cobre, manganês, ferro, cromo e blends específicos, aplicados em diferentes espécies, como aves e suínos.

Fonte: Assessoria MCassab Nutrição e Saúde Animal
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Parasitas na pecuária: o custo escondido que ameaça a rentabilidade e o bem-estar animal

Com perdas anuais que chegam a R$ 70 bilhões, o manejo estratégico contra parasitas se torna imperativo para a pecuária brasileira.

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Foto: Shutterstock

A pecuária brasileira, pilar econômico e o maior protagonista no mercado global de carne bovina, responsável por cerca de 20% de toda a produção mundial, enfrenta um inimigo invisível de alto impacto: os parasitas. Mais que um incômodo sanitário, a infestação parasitária impõe um custo oculto e contínuo que mina a rentabilidade das fazendas, afeta a saúde dos animais e compromete o posicionamento do Brasil em mercados exigentes.

Estudos de instituições do setor constantemente evidenciam a magnitude desses prejuízos. Segundo levantamento publicado em 2025 pela Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas podem causar um prejuízo de até R$ 70 bilhões à pecuária nacional anualmente. Isso ocorre, pois, a atividade parasitária gera um ciclo de perdas significativas ao animal: menor ganho de peso, redução na produção de leite e carne, queda na eficiência reprodutiva e maior suscetibilidade a outras doenças, elevando custos com medicamentos. Em casos graves, pode levar à mortalidade ou descarte, corroendo margens de lucro e impactando diretamente a competitividade do produtor.

O impacto se estende à saúde e ao bem-estar dos animais. Parasitas causam desconforto, estresse crônico, anemia e imunossupressão, tornando animais debilitados mais vulneráveis e menos produtivos. O controle é vital não apenas para a produtividade, mas para a qualidade do rebanho e a entrega de produtos superiores, alinhando-se às expectativas de mercados que valorizam o bem-estar animal e a sustentabilidade.

“O controle de parasitas na pecuária não deve ser visto como uma despesa, mas um investimento estratégico essencial e contínuo para a viabilidade econômica”, destaca Filipe Fernando, diretor da unidade de negócios de grandes animais da Boehringer Ingelheim. “As consequências de uma infestação se traduzem em perdas financeiras e degradação sanitária do rebanho. Produtores que adotam um manejo proativo blindam sua produtividade e asseguram a competitividade de seus negócios”, complementa o executivo.

Adicionalmente, os pecuaristas devem ter atenção redobrada com os parasitas internos, como nematódeos gastrintestinais, uma vez que sua detecção visual direta é inviável, dificultando seu controle. “Esse tipo de agente patogênico representa cerca de 50% das perdas econômicas na pecuária, segundo estimativas de mercado, sendo ainda mais perigoso que os parasitas externos. Por isso, uma estratégia preventiva e eficaz é tão recomendada para minimizar riscos, principalmente quando entendemos a dimensão do mercado brasileiro de bovinocultura de corte, com um valor bruto de produção de mais de R$205 bilhões, de acordo com o MAPA”, explica o executivo.

Nesse contexto, a indústria de saúde animal busca inovar com ferramentas eficientes para o controle parasitário, com produtos como Ivomec® e Topline®. “A presença de soluções robustas e eficazes é crucial para que o pecuarista possa traduzir o conhecimento sobre o manejo parasitário em resultados efetivos no campo”, afirma Filipe. “Esses produtos consolidaram-se como pilares no combate aos parasitas, contribuindo diretamente para a saúde dos animais e, por consequência, para a rentabilidade da fazenda”, finaliza.

Assim, a pecuária exige uma abordagem estratégica e contínua no combate aos parasitas, que vai desde o diagnóstico preciso e o uso racional de antiparasitários, até o manejo adequado de pastagens e a adoção de boas práticas. É a partir dessa visão holística e tecnicamente embasada, aliada à disponibilidade de soluções inovadoras da indústria, que o setor poderá não apenas mitigar perdas, mas também garantir a sanidade, o bem-estar e a sustentabilidade lucrativa do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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MSD Saúde Animal fortalece o time de Suinocultura

Primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave.

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Fotos: MSD Saúde Animal

Com o intuito de dar sustentação ao crescimento da unidade de negócio de Suinocultura, com a velocidade e capacidade de resposta que o mercado exige, a MSD Saúde Animal apresenta movimentações estratégicas no time. A primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional, marcando uma nova fase de trabalho do profissional na companhia. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave e passa a integrar a equipe de liderança da unidade.

João Xavier, gerente técnico nacional da unidade de negócio de Suinocultura

Segundo Fernando Chucid, diretor de Suinocultura, a unidade de negócio vive uma fase de forte desenvolvimento na MSD Saúde Animal. “Com um time altamente especializado, estamos expandindo nosso portfólio, realizando lançamentos e reforçando nossa presença estratégica no mercado de suínos. Essas mudanças no time trazem ainda mais força, especialmente pela experiência do João e do Ronaldo.”

Ronaldo Risso, coordenador de Contas-Chave da unidade de negócio de Suinocultura

O doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Medicina Veterinária João Xavier está retornando à MSD Saúde Animal, onde atuou de 2018 a 2024 como coordenador técnico. Na nova fase, como gerente técnico nacional de Suinocultura, ele terá a missão de fortalecer ainda mais o diferencial e posicionamento técnico da companhia. Já Ronaldo ingressou na MSD Saúde Animal em 2018 e, desde então, atuou como coordenador de assistência técnica e coordenador de território. Agora, será responsável pela gestão de parceiros distribuidores da unidade de negócio de Suinocultura.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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