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Microminerais têm impacto positivo na estação de monta

Estudos mostram que suplementação com zinco e cobre aumenta a taxa de ovulação e reprodução das vacas adultas

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Para manter a qualidade dos rebanhos, é preciso pensar em práticas que possibilitem aos criadores o controle de alguns fatores naturais dos animais, como a reprodução. Uma das soluções encontradas para que o processo possa ser observado de perto e, com isso, alcançar o melhor resultado nos novos rebanhos bovinos é implantar o sistema de estação de monta (reprodução), que tem duração aproximada de 120 dias e coincide com o período de chuvas do país.

Pedro Ferro, zootecnista e gerente de bovinos de corte da Zinpro Performance Minerals®, explica que a prática de implantar a estação de monta acarreta em três benefícios iniciais para as fazendas. O primeiro diz respeito à sincronia das atividades da fazenda, ou seja, programando esse período é possível saber quando ocorrerá o nascimento e o desmame dos bezerros. Outro benefício está no ajuste do caixa, pois é possível programar o aumento do volume das despesas para os meses de mais receita. Por fim, é possível ajustar as tarefas de acordo com os marcos da criação e deslocar mais esforços para os momentos de necessidade. “Ao instituirmos o período de monta de dezembro a março, o nascimento ocorrerá entre agosto e dezembro, e a desmama no início do período seco, quase um ano depois do nascimento. Assim, fica mais fácil programar tanto as pessoas quanto o fluxo financeiro”, ressalta o zootecnista.

 

Potencializar o processo

Para que as vacas mantenham os níveis indicados de microminerais e apresentem a melhor performance, é fundamental que seja incluída suplementação na dieta dos animais. “No período de seca e pouca oferta de alimentos, as vacas que acabaram de passar por um parto sofrem com o baixo teor de proteína, energia e minerais das forragens. Além disso, as vacas que estão no pico de lactação também passam por uma enorme mobilização de microminerais. A suplementação é importante para garantir a produção de leite para o bezerro e a qualidade da vaca para uma nova gestação”, explica.

As vacas em período de reprodução e lactação têm maior necessidade de ingestão de suplementação para manter o resultado elevado. “Quando combinamos zinco, manganês, cobre e cobalto complexados, formulados para ajudar a atender às necessidades de microminerais, a saúde do gado apresenta melhores índices”, explica o zootecnista, que ainda afirma que, para novilhas de reposição, uma quantidade de sete gramas por dia por cabeça é suficiente para manter a suplementação.

Estudo realizado pela Zinpro Performance Minerals® em parceria com a Universidade de Montana, nos Estados Unidos, estudou os efeitos da suplementação com microminerais de zinco e cobre na reprodução animal. Os pesquisadores analisaram um lote de 60 novilhas de aproximadamente um ano das raças Red Angus e Hereford. O grupo foi separado em três segmentos: controle, suplementados com sulfatos padrões e o grupo que recebeu os microminerais de zinco e cobre, e cada animal passou por biópsias no fígado nos dias 0, 25, 50 e 75 para medir as mudanças dos minerais nos organismos.

Em cada novilha foi injetada uma dose de hormônios no 47° dia para sincronizar o estro e a ovulação, e 18 dias após foi iniciada uma superovulação. As novilhas foram inseminadas artificialmente por três vezes, e os embriões e óvulos que não foram fertilizados foram coletados. Nessa análise, foi verificado que os índices de ovulação e reprodução do grupo que recebeu os microminerais era maior que o grupo controle e do grupo que recebeu apenas sulfatos padrões. Além disso, esse grupo teve um número maior de óvulos e embriões classificados como excelente, em relação aos outros grupos.

Estudos similares foram realizados por pesquisadores da Universidade de San Antonio, no Texas, que divulgaram em 2016 o resultado de um trabalho feito com 219 novilhas híbridas, analisadas por um período de quatro anos para verificar os efeitos dos microminerais na reprodução de novilhas de corte. As novilhas foram separadas em dois grupos que receberam, de forma aleatória, os tratamentos com suplementação. Ao primeiro grupo foram administrados minerais nas formas inorgânicas de cobre, zinco e manganês em forma de sulfato e carbonato de cobalto, e o segundo grupo recebeu os mesmos microminerais, porém todos ou parte deles em formas orgânicas (cobre, zinco e manganês aminoácidos e cobre glucoheptonato). A alimentação das novilhas continuou a mesma, com feno e pastagens e, quando não eram adequadas, grãos eram oferecidos para complementar os alimentos ingeridos.

 A pesquisa mostrou que a suplementação com porções orgânicas tendeu a aumentar a porcentagem e novilhas aptas a reprodução e tenderam a aumentar a performance reprodutiva, aumentando o número de partos e diminuindo a porcentagem de novilhas retiradas após o primeiro ano no rebanho. Com a suplementação, o número de novilhas prenhas subiu de 70 para 88, enquanto o resultado de partos foi de 66 para 77. Esses números impactam positivamente o faturamento anual das fazendas e reduzem as despesas com a reprodução. 

Fonte: Ass. de Imprensa

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo

Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

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Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.

Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.

Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.

Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”

A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.

Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.

Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.

É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.

Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.

Sustentabilidade como impulsionador de produtividade

A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.

O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.

Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.

“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.

Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono

O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.

Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.

Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)

Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.

Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Assessoria Cargill
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026

Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

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Divulgação / Foto: Agrifirm

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.

Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.

Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.

Soluções Responsáveis e o futuro do agro

A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil

Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.

IPPE 2026

A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.

Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.

Fonte: Assessoria
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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