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Micotoxinas e seu impacto negativo na atividade pecuária

Além de reduzir o desempenho e comprometerem a saúde dos animais de produção, as micotoxinas também apresentam riscos à saúde humana.

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Fotos: Divulgação/Premix

Os fungos são organismos presentes em todos os ambientes e o seu desenvolvimento pode acontecer em diferentes fases da produção de alimentos, seja durante o plantio, a colheita ou o armazenamento. Durante o crescimento, as plantas podem passar por algum estresse térmico e/ou hídrico, causado por diferentes condições climáticas que as tornam mais vulneráveis ao ataque e desenvolvimento dos fungos. O mesmo ocorre durante as etapas de colheita, ensilagem e armazenamento do material colhido.

Condições ambientais como alta temperatura e umidade excessiva favorecem o desenvolvimento de fungos nos alimentos. Esses fungos, por sua vez, produzem substâncias tóxicas que afetam tanto animais quanto humanos. As micotoxinas, compostos químicos resultantes do metabolismo de diversos fungos, servem como mecanismo de defesa para os fungos, mas podem causar grandes prejuízos na atividade pecuária, pela sua capacidade tóxica aos animais.

Como essas substâncias podem ser encontradas em diversos alimentos, desde grãos e farelos (milho, algodão, amendoim, trigo, sorgo) até palhadas (comuns em sistemas de integração) e alimentos conservados (como silagens), é importante destacar alguns cuidados para evitar a proliferação dos fungos.

Medidas essenciais

Pensando no processo de ensilagem, o teor de matéria seca ideal no momento do corte da planta, o rápido preenchimento do silo e a compactação eficiente são medidas essenciais para evitar a permanência ou entrada de oxigênio no silo, uma vez que o desenvolvimento de microrganismos aeróbicos (incluindo os fungos) são dependentes de oxigênio. Para otimizar a fermentação e reduzir rapidamente o pH, impedindo o crescimento de microrganismos, o uso de aditivos específicos pode ser uma alternativa eficaz.

Considerando que neste período do ano as chuvas diminuem, assim como a qualidade e a oferta dos pastos, o fornecimento de grãos na dieta dos bovinos aumenta. Por isso, recomenda-se que o teor de umidade dos grãos armazenados não ultrapasse 14%.

Ação

Com relação às micotoxinas, as mais encontradas e estudadas são as aflatoxinas e as ocratoxinas (Aspergillus e Penicillium), as fusariotoxinas, que possuem como principais representantes os tricotecenos, a zearalenona e as fumonisinas (Fusarium). O contato com essas substâncias pode causar distúrbios metabólicos nos animais, impactando negativamente seu desempenho e, em casos extremos, levando à morte.

De modo geral, a contaminação com essas substâncias pode ocorrer de duas formas: pela via respiratória, através da inalação dos esporos, e pela via oral, por meio da ingestão de alimentos contaminados. Os sintomas são diversos e variam de acordo com a quantidade consumida, o estado imunológico do animal e a interação entre os diferentes tipos de micotoxinas ingeridas.
Na maioria dos casos, as micotoxicoses são detectadas quando existem casos de mortalidade na fazenda. O animal pode apresentar diversos sintomas antes do óbito, como redução no consumo de alimentos, perda de vivacidade, alterações na pelagem e no comportamento, resultando em queda no desempenho produtivo.

Um ponto que precisa ser destacado é que, devido a capacidade da microflora ruminal degradar ou transformar parte das micotoxinas em substâncias menos ativas, os ruminantes apresentam maior tolerância à presença dessas substâncias quando comparados aos animais não ruminantes. Isso pode levar o produtor, de forma errônea, a negligenciar alguns cuidados básicos com o armazenamento dos alimentos ofertados aos bovinos.

Nesse sentido, é importante alertar que, mesmo mais resistentes, as micotoxinas apresentam atividade antimicrobiana que podem resultar em alteração do processo fermentativo, redução do consumo de matéria seca, menor absorção dos nutrientes, baixa fertilidade e queda na imunidade, fatores estes que comprometem o desempenho animal.

Vale ressaltar que, além de reduzirem o desempenho e comprometerem a saúde dos animais de produção, as micotoxinas também apresentam riscos à saúde humana, pois produtos de origem animal oriundos de animais alimentados com dietas contaminadas podem apresentar resíduos no leite, carne e ovos.

Sistema imunológico

Entre as manifestações toxicológicas apresentadas pelas micotoxinas, o comprometimento do sistema imunológico talvez seja a mais preocupante. Algumas micotoxinas apresentam caráter mutagênico/carcinogênico, além de estarem também associadas a várias outras doenças crônicas e agudas. Dentre as toxinas, as aflatoxinas se destacam por serem extremamente tóxicas e são consideradas um dos agentes carcinogênicos naturais mais potentes.

Diagnóstico

Por outro lado, a detecção de intoxicação por micotoxinas é um desafio dentro da fazenda, pois existem alguns fatores que podem influenciar esse diagnóstico, como uma má amostragem do alimento contaminado ou sua baixa concentração, que dificultam sua identificação. Outro ponto que deve ser ressaltado é que, mesmo após a eliminação do fungo, as micotoxinas podem estar presentes e ainda causar prejuízos no setor.

Adsorventes

Quando se pensa nos prejuízos que as micotoxinas causam e na dificuldade da sua identificação no dia a dia na fazenda, produtores e técnicos têm recorrido ao uso de adsorventes nas dietas dos animais. Esses aditivos, sem valor nutricional, quando adicionados a dieta, possuem a capacidade de se aderirem à superfície das micotoxinas presentes, formando um complexo adsorvente-micotoxina, evitando a sua absorção e eliminando-as pelas excretas dos animais.

Artigo escrito pela zootecnista, doutora em Ciência Animal e consultora técnica da Premix, Josilaine Lima – Foto: Arquivo pessoal

Os adsorventes podem ser de origem biológica (leveduras, fungos filamentosos, bactérias, algas, enzimas microbianas) ou não biológica (aluminossilicatos, carvão ativado, bentonitas). Entre os adsorventes utilizados, podemos destacar o uso da parede celular, derivada de leveduras, onde parte dos seus componentes, como celulose e hemicelulose, possuem propriedades absortivas. Já os aluminossilicatos, em particular as zeólitas, são uma classe de minerais compostos principalmente de alumínio, silício e oxigênio, também com propriedades absortivas, ligando-se a toxinas e outros microrganismos patogênicos.

É importante destacar que a eficiência do adsorvente é medida pela sua estabilidade na ligação entre o agente ligante e a toxina, em uma ampla faixa de pH, considerando todas as variações de pH no trato digestivo do animal. O uso desses aditivos na dieta também pode otimizar a utilização de nutrientes, promovendo um ambiente digestivo saudável e aumentando a absorção de nutrientes essenciais.

Para finalizar, todos os gêneros de fungos e suas respectivas micotoxinas produzidas causam danos na produção, seja na reprodução, na imunidade e no menor ganho de peso, podendo, inclusive, levar o animal à morte. Sendo assim, o uso de adsorventes torna-se uma medida eficaz para reduzir o efeito negativo dessas substâncias. No entanto, é importante ressaltar que seu uso não diminui a importância dos cuidados básicos que o produtor deve ter durante a produção, colheita e armazenamento dos alimentos, assim como a procedência dos alimentos comprados destinados à alimentação animal.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor de bovinocultura de leite e na produção de grãos acesse a versão digital de Bovinos, Grãos e Máquinas, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: Por Josilaine Lima Zootecnista, doutora em Ciência Animal Consultora técnica da Premix

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Novo status sanitário do Brasil fortalece exportações paranaenses para a China

Setor pecuário do Estado espera ganhos em competitividade, demanda por proteínas e valorização da cadeia bovina.

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Foto: Maurílio Fernandes de Oliveira

O reconhecimento do território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação pela China terá impacto positivo para a pecuária do Paraná, conforme análise do Sistema Faep. A medida tem potencial de ampliar oportunidades comerciais para o Estado, já reconhecido como área livre da doença desde 2021. A decisão do governo chinês ocorre após mais de duas décadas de negociações e elimina restrições sanitárias que ainda limitavam parte das exportações brasileiras de produtos da pecuária.

Foto: Shutterstock

O anúncio ocorre um ano após a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconhecer o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação, resultado de um processo de décadas envolvendo produtores rurais, serviços veterinários oficiais e governos estaduais.

“O elevado status sanitário paranaense e a organização da cadeia pecuária colocam o Estado em posição favorável para aproveitar o novo cenário comercial. O principal reflexo esperado é o fortalecimento da competitividade das nossas proteínas, ainda mais para um mercado consumidor com alta demanda, como a China”, avalia o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Na prática, a decisão pode resultar em aumento da demanda chinesa por proteínas animais produzidas no Brasil, mais oportunidades para frigoríficos exportadores instalados no Paraná, sustentação ou valorização dos preços do boi gordo em caso de crescimento das exportações e efeitos positivos no mercado de reposição, especialmente para bezerros e garrotes.

Foto: Thais Rodrigues de Sousa

Segundo o técnico do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep Fábio Peixoto Mezzadri, os números já demonstram a relevância do mercado chinês para a pecuária de corte bovino paranaense. “Em 2025, o Paraná exportou 23,5 mil toneladas de produtos bovinos para China, movimentando US$ 126,9 milhões. O principal volume corresponde às carnes bovinas congeladas desossadas, responsáveis pela maior parte do valor exportado pelo Estado”, explica.

Principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, a China respondeu por mais de US$ 50 bilhões em compras do setor em 2025. “O reconhecimento sanitário reforça a confiança nas cadeias produtivas nacionais e fortalece a parceria estratégica entre os dois países, ao mesmo tempo em que cria novas possibilidades de expansão para produtores e exportadores brasileiros e, especialmente, os paranaenses”, conclui Mezzadri.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Pecuária impulsiona alta de 4% nas vendas de suplementos minerais

Exportações aquecidas, valorização da cria e período seco sustentam crescimento do mercado.

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Foto: Shutterstock

As vendas de suplementos minerais para pecuária começaram 2026 em ritmo de crescimento. Entre janeiro e abril, as indústrias associadas à Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram) comercializaram 764,8 mil toneladas de produtos, volume 4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apenas em abril, as vendas alcançaram 210,4 mil toneladas, alta de 4,9%.

Os números foram apresentados durante o Painel de Mercado da entidade, realizado em São Paulo, e refletem um cenário favorável para a pecuária brasileira, impulsionado pela valorização dos animais, pelo avanço das exportações e pela necessidade de suplementação durante o período seco.

O aumento no volume comercializado foi acompanhado por uma expansão ainda mais expressiva do número de animais atendidos. Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, pesquisador da FGV Agro, a quantidade de bovinos suplementados cresceu 8% no primeiro quadrimestre, alcançando 68 milhões de cabeças.

O crescimento foi puxado principalmente pelos produtos das categorias Núcleos e Pronto para Uso. “A tendência é que os bons resultados continuem durante o período seco de outono-inverno, impulsionados pela necessidade de suplementação nutricional, pela valorização da cria e pelo bom momento da pecuária brasileira. Apesar dos desafios internos e externos, a economia brasileira deve seguir crescendo e a carne bovina continuará forte em produção, exportações, abates e consumo interno”, afirmou Serigati.

Exportações sustentam otimismo na pecuária

Foto: Gisele Rosso

Durante o encontro, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcos Fava Neves destacou o fortalecimento das cadeias de proteína animal como um dos principais motores da economia brasileira. “Estamos assistindo a uma verdadeira ‘carnificação’ da economia brasileira, fortalecendo o interior do país e integrando cadeias produtivas como DDG, farelo de soja, biogás, biometano e biodiesel. O agro brasileiro está construindo um modelo cada vez mais eficiente e sustentável”, enfatizou.

Segundo o profissional, o mercado internacional segue favorecendo a pecuária brasileira. Ele destacou o aumento das compras pelos Estados Unidos e a manutenção da demanda chinesa pela carne bovina nacional. “Os Estados Unidos estão comprando muito e a China segue demandando carne brasileira, inclusive por caminhos alternativos. Hoje, exportamos cerca de 4 milhões de toneladas por ano e podemos chegar a 5 milhões até 2035”, frisou.

Economia cresce, mas desafios permanecem

A avaliação dos participantes do painel é que o Brasil continua apresentando crescimento econômico em 2026, apesar do ambiente marcado por inflação elevada, juros altos e aumento do custo dos alimentos.

A projeção apresentada por Serigati aponta expansão de aproximadamente 1,9% do PIB neste ano, sustentada pelo consumo das famílias, aumento da renda e desempenho das exportações, especialmente do agronegócio. “O Brasil possui petróleo para exportar e está menos vulnerável do que outras economias globais. Porém, o crescimento atual ocorre sem sustentação fiscal, os juros devem cair lentamente e o endividamento das famílias continua elevado”, ponderou.

Cenário internacional exige atenção

As tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã também entraram na pauta do evento. A possibilidade de interrupções no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz tem provocado volatilidade nos mercados de energia e insumos.

Mesmo assim, a avaliação dos especialistas é que o Brasil permanece em posição relativamente favorável por sua condição de exportador de alimentos e energia.

Para Fava Neves, as oportunidades para o agronegócio continuam robustas, mas exigem gestão profissional dentro das propriedades. “O mundo está turbulento, mas continuará precisando de alimentos. O Brasil é a cozinha do planeta e terá papel fundamental no abastecimento global diante da urbanização, do aumento da renda e do crescimento do consumo de proteína animal”, ressaltou.

Ele acrescentou que fatores como clima, custos de produção, sanidade, mão de obra e endividamento devem permanecer no radar dos produtores.

Logística reversa preocupa empresas

Além das questões de mercado, o encontro abordou temas regulatórios que preocupam o setor. Um deles é a logística reversa das embalagens, assunto que ainda não possui regulamentação definitiva para a cadeia de suplementos minerais.

Segundo a Asbram, empresas vêm sendo autuadas em estados como Goiás, Mato Grosso e São Paulo, apesar da ausência de obrigatoriedade formal para implantação do sistema. A recomendação da entidade é que as companhias apresentem recursos administrativos enquanto o tema continua em discussão.

Asbram prepara livro sobre 30 anos de atuação

A associação também anunciou o lançamento de um livro comemorativo aos seus 30 anos, previsto para ser apresentado durante o simpósio da entidade em 2027. A publicação reunirá a trajetória da Asbram e das cerca de 100 empresas associadas, registrando três décadas de atuação na nutrição do rebanho bovino brasileiro. “Vamos registrar nossa história, nossas ações, eventos, campanhas, debates e o trabalho técnico desenvolvido ao longo dessas três décadas. 2026 é um ano desafiador, mas acreditamos que, nos próximos dez anos, a pecuária será o maior setor do agronegócio brasileiro”, salientou Elizabeth Chagas.

Fonte: Assessoria Asbram
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Carne bovina está entre os cinco produtos brasileiros mais exportados para os Estados Unidos

Levantamento da Comex Stat mostra que siderurgia, petróleo, proteína animal e setor aeronáutico lideram as vendas brasileiras ao mercado norte-americano.

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Foto: Shutterstock

A carne bovina ocupa a terceira posição entre os produtos brasileiros mais exportados para os Estados Unidos, segundo dados da Comex Stat. O produto respondeu por US$ 814,6 milhões em embarques e representou 7,5% do valor total exportado pelo Brasil para o mercado norte-americano no período analisado.

Foto: Shutterstock

O ranking evidencia a importância do agronegócio na pauta comercial entre os dois países, mas também mostra o peso de setores como siderurgia, petróleo e indústria aeronáutica nas exportações brasileiras.

Na liderança aparecem os produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, com vendas de US$ 1 bilhão, equivalentes a 9,2% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos. Em segundo lugar estão os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus, que somaram US$ 857,5 milhões e participação de 7,9%.

Além da carne bovina, a lista dos cinco principais produtos exportados inclui aeronaves e outros equipamentos,

Foto: Shutterstock

incluindo peças e componentes, com US$ 768,3 milhões e participação de 7% nas vendas externas. Fechando o ranking aparece o ferro-gusa, ferro-esponja, grânulos, pó de ferro ou aço e ferro-ligas, que movimentaram US$ 594,1 milhões, o equivalente a 5,4% do total exportado.

Agro ganha relevância em meio ao debate tarifário

Os números ganham relevância em um momento de atenção do setor exportador às medidas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos. A carne bovina é um dos produtos mais relevantes do agronegócio brasileiro no mercado americano e figura entre os itens estratégicos da pauta bilateral.

Foto: Shutterstock

O levantamento também mostra que a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos é marcada por uma diversificação de produtos, envolvendo commodities agrícolas, minerais, petróleo e bens industrializados de maior valor agregado.

Cinco produtos representam mais de um terço das exportações

Somados, os cinco principais produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos representam cerca de 37% do valor total embarcado ao país, demonstrando forte concentração em alguns segmentos específicos da economia.

A presença simultânea de produtos do agronegócio, mineração, energia e indústria reforça a importância do mercado norte-americano para diferentes cadeias produtivas brasileiras e ajuda a explicar a preocupação de exportadores diante de possíveis mudanças nas regras comerciais entre os dois países.

Fonte: O Presente Rural
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