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Merial, a melhor indústria de saúde animal do Brasil

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A Merial Saúde Animal recebeu um dos mais importantes reconhecimentos do setor rural no Brasil: o Prêmio “Melhores do Agronegócio – Categoria Saúde Animal”.  Com base em indicadores financeiros e de desempenho operacional, a empresa ficou em primeiro lugar no segmento de saúde animal. Os dados foram auditados pela Serasa Experian e a iniciativa é da revista Globo Rural. O presidente Marcelo Bulman recebeu o troféu.
 
A Merial também é destaque no Anuário do Agronegócio 2013, da revista Globo Rural. O presidente da empresa aponta os principais fatores que levaram a Merial a crescer acima da média do mercado de saúde animal e a ser escolhida como a melhor do país. “Investimentos e contínua profissionalização das atividades produtivas do setor pecuário incrementam as vendas da empresa, que cresce 15% ao ano”, escreveu a publicação. 
 
“Esse excelente desempenho deve-se a uma feliz conjugação de fatores, que incluem produtos diferenciados e serviços exclusivos além do trabalho da nossa equipe, que não mede esforços para atender as necessidades dos clientes”, disse o presidente Marcelo Bulman.
 
No total, o Prêmio Melhores do Agronegócio agraciou 20 empresas dos mais importantes segmentos do agronegócio nacional. A Serasa Experian listou as 500 maiores empresas do Brasil e, a partir desse seleto núcleo, foram escolhidas as melhores em cada categoria.
 
A Merial é a melhor indústria de saúde animal do Brasil com uma importante margem sobre as demais classificadas. Entre os indicadores da empresa, destaque para receita líquida ativo total, margem da atividade, evolução do ativo e evolução da receita líquida. Entre as 500 maiores do agronegócio, a Merial está na 158ª posição.
Sobre a Merial – Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 6.000 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2012 ultrapassou US$ 2,8 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi. 

Fonte: Ass. Imprensa da Merial

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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