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Mercoagro busca se tornar a maior feira da América Latina no universo da carne

Iniciativa reunirá mais de 250 expositores que representam mais de 700 marcas e oportunizar negócios na ordem de US$ 250 milhões

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Fotos: Divulgação/ACIC

A Associação Comercial, Industrial, Agronegócios e Serviços de Chapecó (ACIC) já se prepara para entregar, neste ano, a maior feira da América Latina no universo da carne. Entre os dias 9 a 12 de setembro acontecerá a 14ª edição da Mercoagro – Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne. A iniciativa reunirá mais de 250 expositores que representam mais de 700 marcas e oportunizar negócios na ordem de US$ 250 milhões.

O presidente da ACIC, Helon Rebelatto, expôs que a expectativa para a Mercoagro 2025 é superar os números da última edição. “Queremos surpreender tanto os expositores quanto os visitantes, oferecer uma feira ainda mais bonita, com mais infraestrutura e maior conforto para todos. Nosso objetivo é mostrar, mais uma vez, que Chapecó sabe receber bem aqueles que vêm aqui para fazer negócios. Também temos grandes expectativas em relação aos expositores, bem como às empresas da nossa região que trabalham com o processamento de carne. Esperamos que todos aproveitem ao máximo essa feira para impulsionar o desenvolvimento da nossa região.”

A Mercoagro, iniciada em 1996, é um reflexo da força da agroindústria no Oeste de Santa Catarina e possui um histórico de inovação e impacto econômico. “O que torna a Mercoagro única é sua capacidade de conectar inovação e mercado, oferece o que há de mais moderno em tecnologia para o setor e, ao mesmo tempo, promove networking e oportunidades de negócios”, apontou o diretor executivo institucional e feiras, Fabio Luis Magro.

“A feira reflete o crescimento e as transformações do setor de proteína animal no Brasil, que é um dos principais players globais na produção de carnes. É um importante fórum para discussões sobre as tendências e desafios do setor, além de ser um espaço para a exposição de tecnologias e inovações”, enfatizou Magro.

O reposicionamento institucional da feira foi motivado pela necessidade de adaptar-se às mudanças do mercado e de oferecer uma experiência mais completa para os visitantes e expositores. Os objetivos a longo prazo incluem consolidar a Mercoagro como uma das principais feiras do setor e fortalecer a economia local.

“A Mercoagro 2025 deve apresentar tecnologias de ponta para o setor de proteína animal, incluindo soluções voltadas para aumentar a eficiência e a sustentabilidade na produção de carnes. Além disso, a feira abordará temas como inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e eficiência no setor. Como em todas as edições, os expositores sempre nos surpreendem,” destacou Magro.  Ainda comentou que, neste ano, haverá um espaço dedicado a startups focadas no segmento de industrialização da carne com uso da Inteligência Artificial em parceria com o Pollen Parque Científico Tecnológico e o Sebrae/SC.

O diretor executivo salientou que o reposicionamento institucional da feira foi motivado pela necessidade de adaptar-se às mudanças do mercado e de oferecer uma experiência completa para os visitantes e expositores. Os objetivos a longo prazo incluem consolidar a Mercoagro como uma das principais feiras em âmbito global do setor e fortalecer a economia local.

“A Mercoagro tem se adaptado às demandas globais por sustentabilidade e eficiência no setor de carnes, oferece soluções inovadoras e tecnologias de ponta para os produtores de carnes. Também tem abordado temas como sustentabilidade e eficiência em suas edições anteriores”, concluiu Magro.

Fonte: Assessoria ACIC

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ICASA acompanha tendências globais em produção animal na IPPE 2026

Representantes do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária participaram da International Production & Processing Expo 2026, em Atlanta, com foco em tecnologia, sustentabilidade e sanidade.

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Luciane Surdi e Nerissa Albino com o consultor em sanidade avícola, Bruno Pessamilo - Foto: Divulgação

O Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (ICASA) participou, entre os dias 27 e 29 de janeiro, da feira internacional International Production & Processing Expo 2026 (IPPE), realizada em Atlanta, nos Estados Unidos. O evento é considerado um dos maiores do mundo nas áreas de produção e processamento animal e reuniu mais de 30 mil participantes, com a presença de empresas e instituições de mais de 130 países.

O ICASA foi representado pela conselheira Luciane Surdi e pela médica-veterinária Nerissa Albino. A feira teve como foco os segmentos de avicultura, suinocultura, nutrição animal, produção, tecnologia, transporte e comércio internacional, com destaque para a aplicação prática da inteligência artificial na produção animal.

“A IPPE é um evento que antecipa tendências e neste ano mostrou, na prática, como a tecnologia já está integrada à produção animal. Participar desse ambiente amplia nossa visão e fortalece o trabalho que desenvolvemos em Santa Catarina”, destaca Luciane.

As soluções apresentadas permitem o monitoramento em tempo real do bem-estar das aves, a análise do desempenho dos lotes, a otimização da conversão alimentar e a redução de desperdícios. “A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futura. Ela já é essencial, especialmente na avicultura, que exige respostas rápidas e decisões precisas”, afirma a conselheira.

Debates

A sustentabilidade também ocupou espaço central nas discussões. Os debates avançaram além do conceito ambiental e trouxeram dados mensuráveis, com foco na eficiência econômica como estratégia para reduzir a pegada de carbono. “Ficou claro que produzir melhor, com mais eficiência, também é uma forma concreta de reduzir impactos ambientais”, observa Luciane.

Na área de nutrição animal, os painéis abordaram ingredientes funcionais, aditivos alimentares e estratégias voltadas à saúde intestinal das aves, fator diretamente ligado à redução de doenças. Temas como micotoxinas, integridade intestinal, genética, qualidade do ar e gestão ambiental reforçaram a importância de uma produção cada vez mais técnica e responsável.

A feira contou ainda com um espaço dedicado à cadeia de suprimentos e maquinários, com forte atenção à logística e às embalagens. Soluções voltadas à reciclagem e à adequação às práticas ESG foram destaque. “As embalagens passaram a integrar a estratégia de sustentabilidade das empresas”, pontua Luciane.

Durante o evento, o Brasil foi citado como protagonista global, não apenas como grande produtor e exportador de carnes, mas também como fornecedor de tecnologia e insumos para a cadeia produtiva. Empresas brasileiras marcaram presença entre os expositores, reforçando a competitividade do país no mercado internacional.

Representatividade

As representantes do ICASA também acompanharam a Cúpula Latino-Americana de Avicultura, que reuniu países da América Central e contou com representantes do México e da Colômbia. Entre os principais desafios debatidos estiveram a influenza aviária, a escassez de mão de obra, a sucessão familiar, a governança e a capacitação das novas gerações. “A falta de mão de obra e as novas demandas por qualidade de vida são desafios comuns, que exigem inovação, valorização profissional e novos modelos de gestão”, avalia Luciane.

A cidade de Atlanta foi apontada como um hub estratégico para o agronegócio, com forte conexão logística e comercial. A região concentra grandes compradores e é uma importante porta de entrada para produtos brasileiros, especialmente carnes de aves e suínos, além de equipamentos e insumos.

Para o presidente do ICASA, Osvaldo Miotto Júnior, a presença do Instituto em um evento de alcance mundial reforça a credibilidade da sanidade animal catarinense. “A participação do ICASA na IPPE projeta Santa Catarina no cenário internacional e evidencia a seriedade do trabalho realizado no Estado. Estar presente em espaços como esse fortalece parcerias, amplia conhecimento e consolida nosso compromisso com a excelência sanitária”, afirma.

Fonte: Assessoria ICASA
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Falece José Amauri Dimarzio, ex-ministro interino do Mapa e criador de Brahman

Criador na Fazenda Montreal e ex-dirigente da Associação dos Criadores de Brahman do Brasil, foi responsável por ampliar a projeção internacional da raça.

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Foto: Divulgação/ACBB

A raça Brahman despede-se hoje de um de seus maiores defensores: José Amauri Dimarzio, ex-presidente da Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB). Engenheiro agrônomo, formado pela ESALQ, conduziu a entidade entre os anos de 2008 e 2010, contribuindo para a consolidação da raça em todo o país. Em sua gestão, realizou, pela primeira vez no Brasil, o Congresso Mundial da Raça Brahman, ocorrido no ano de 2010.

Dimarzio foi criador de Brahman, na Fazenda Montreal, em São Pedro/SP, e presidiu a World Brahman Federation, a Associação Paulista de Criadores de Brahman, além de outras entidades do agronegócio. “Que notícia triste. Dr. Amauri fez muito pela ACBB, pelo Brahman e deixa também um grande legado para o agro brasileiro. Para mim, foi um privilégio conviver e aprender com ele”, declarou o presidente da ACBB Gustavo Rodrigues.

Importante liderança do setor, atuou como Secretário Executivo e Ministro Interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento entre os anos de 2002 e 2004. Atuou em órgãos como Embrapa, Conselho Nacional de Política Agrícola, CONAB, Ceagesp, Ceasa, Instituto Agronômico de Campinas, dentre outros. Editou o livro “50 anos da Agricultura Tradicional ao AGRONEGÓCIO” por ocasião dos 50 anos de formatura em Agronomia – ESALQ/2017.

Em 2016, a ACBB prestou-lhe homenagem criando a Comenda Dr. José Amauri Dimarzio, honraria entregue a criadores e profissionais do setor pecuário que contribuíram para a promoção da raça Brahman. Sua atuação no setor rendeu-lhe diversas outras homenagens concedidas por entidades de todo o país.

Dimarzio tinha 81 anos e deixa seu exemplo de comprometimento, seriedade, inovação e amor ao agro, à raça Brahman e ao Brasil. A ACBB solidariza-se com a família neste momento de tão grande perda.

Fonte: Assessoria ACBB
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Evento técnico da Capal destaca plantabilidade e manejo regionalizado

Pesquisadores levaram orientações personalizadas conforme as necessidades produtivas de cada região.

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Fotos: Andriele dos Anjos

A Capal Cooperativa Agroindustrial realizou, entre os dias 23 de janeiro e 10 de fevereiro, mais uma edição do Tec Campo, tradicional evento técnico que aproxima os cooperados dos resultados de pesquisa desenvolvidos pela Fundação ABC, instituição de pesquisa da qual a Capal é mantenedora.

Durante o Tec Campo, pesquisadores da Fundação ABC estiveram nas Unidades da cooperativa para apresentar estudos e dados direcionados à realidade produtiva de cada região. A proposta é transformar informações técnicas em orientações práticas e aplicáveis, permitindo que o cooperado leve o conhecimento direto para a propriedade, com foco em produtividade, eficiência e sustentabilidade.

No Paraná, o evento ocorreu em Curiúva, Santo Antônio da Platina, Wenceslau Braz e Arapoti. Já em São Paulo, aconteceu em Taquarivaí e Itaberá (região da Unidade de Itararé), Taquarituba e Águas de Santa Bárbara (região da Unidade de Avaré).

Entre os temas abordados estiveram Fitotecnia, Fitopatologia, Herbologia, Entomologia, Solos e Nutrição de Plantas, Agrometeorologia, Economia Rural e Mecanização Agrícola.

Foco na realidade regional

Fabrício Povh, coordenador do setor de Mecanização Agrícola e Agricultura de Precisão da Fundação ABC, destaca a importância da personalização das palestras. “O conhecimento é direcionado para aquilo que o produtor da região precisa. Estive em quatro locais e abordei três assuntos diferentes, de acordo com os estudos da Fundação ABC e o que a equipe técnica da região identificou como necessidade”, comenta.

Em Arapoti/PR, um dos temas trabalhados foi a plantabilidade. “O setor de Mecanização Agrícola tem essa característica de ser próximo do produtor. O que fazemos é mostrar para os cooperados os recursos que eles têm e muitas vezes estão subutilizados, apresentar alternativas de maior aproveitamento. No caso da plantabilidade, isso é bem nítido. Mostramos como eles podem caprichar na semeadura e ter um bom plantio, as práticas que todo cooperado pode adotar, independentemente do maquinário que utiliza”, completa Povh.

Para o cooperado Ronaldo Adriano de Lima, produtor rural há 16 anos, esse foi o tema mais interessante do evento realizado em Arapoti. Ele destaca que a programação foi repleta de conhecimento e novidades que podem ser executadas no cotidiano. “Dentre os temas apresentados, a plantabilidade é o que vejo mais aplicabilidade no dia a dia. Eles deram várias indicações de como aumentar a qualidade do plantio, para ter um melhor resultado lá na frente”, pontua.

Fonte: Assessoria Capal
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