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Notícias Garantia ao produtor

Mercado estuda criação de seguro para pescados, leite e arroz

Em reunião em São Paulo, foi discutido aperfeiçoar e criar produtos de seguros rurais com coberturas para os principais riscos dessas atividades

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) intermediou reunião realizada na quinta-feira (28), em São Paulo, entre resseguradoras e companhias seguradoras com os setores de pesca e aquicultura, pecuária de leite e arroz.

O objetivo do encontro, de acordo com o diretor de Gestão de Risco do Mapa, Pedro Loyola, “foi aproximar os produtores das seguradoras visando aperfeiçoar e criar produtos de seguros rurais com coberturas para os principais riscos dessas atividades”.

O secretário de Aquicultura e Pesca do Mapa, Jorge Seif, falou da importância da criação de seguro para a atividade da pesca. “O potencial produtivo do setor precisa de suporte, infraestrutura e serviços. Os seguros são fundamentais para segurança dessa cadeia produtiva que, mais do que nunca, está em franca expansão. Essa aproximação com as seguradoras é importante para levar as demandas do setor, que só tem a crescer em um país de águas como o Brasil”.

Para Joaquim Cesar Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), “as seguradoras que atuam no seguro rural, principalmente, no agrícola, pecuário, florestal e aquícola têm apoiado o Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR/Mapa), que tem sido o grande motivador de crescimento desse segmento. E é muito importante manter esse diálogo com o setor para identificar necessidades e melhorias a serem desenvolvidas, de forma a atendermos plenamente o agronegócio brasileiro”.

Participaram da reunião nove seguradoras e quatro resseguradoras, o secretário de Pesca e Aquicultura, Jorge Seif Jr, além do diretor de Gestão de Riscos, Pedro Loyola e o coordenador-geral de Seguro Rural do Mapa, Diego Almeida. Representou a Federarroz, Alexandre Velho e o setor de pecuária de leite, Thiago Rodrigues, técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fonte: MAPA
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Notícias Segundo especialista

A suinocultura é uma grande aliada do meio ambiente

Várias ações são feitas, nas granjas, para preservar o meio ambiente e as riquezas naturais

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Arquivo/OP Rural

A atividade suinícola, ao longo das décadas, vem investindo na preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, do planeta. A proteção, dos solos e das nascentes, garante a vida e a sustentação natural da biodiversidade. Engajados nesse objetivo em comum, suinocultores contam com o apoio de profissionais da área ambiental que atuam, diretamente, nas granjas e no seu entorno.

O consultor Luís Alberto Miranda Pacheco, da MP Engenharia, destaca ações que fazem parte da rotina das granjas, todas elas com foco na preservação ambiental. “As granjas utilizam o sistema de fertirrigação, técnica para utilização dos efluentes gerados para aplicação no solo, onde não há nenhum tipo de lançamento de efluente gerado dentro da granja”, destacou Luís Alberto. Este sistema melhora a pastagem, aumentando a capacidade de gado por hectare.

Na maioria das granjas a água utilizada vem de poços rasos ou artesianos, onde a rede de canos que leva água é cuidadosa e frequentemente avaliada. Com isso, há uma redução considerável no desperdício de água e, também, se utiliza uma prática de regulagem dos bicos das baias que contribui para evitar o desperdício deste recurso natural tão importe e vital no funcionamento das granjas. Todo resíduo sólido como lixo doméstico, resíduo de frascaria, pipetas e agulhas (contaminados), papel e plásticos, é enviado para as empresas licenciadas com emissão de certificados e comprovados nos órgãos ambientais.

Monitorar a qualidade do solo é outra ação determinante quando focamos na preservação do meio ambiente. “O monitoramento do solo é feito periodicamente, de 6 em 6 meses, onde avaliamos como está a qualidade do solo que é realizado a fertirrigação”, explicou Luís Alberto que completou que existe, também, um acompanhamento sistemático das análises à montante e à jusante dos cursos d’água, para constatar que não há contaminação.

Outro sistema muito utilizado, nas granjas, são as barraginhas – pequenas bacias que captam águas da chuva, preservam o solo e evitam erosões, proporcionando infiltração da água no terreno o que contribui para a recarga dos lençóis freáticos, que abastecem nascentes, córregos e rios. “As barragens, nas propriedades, ajudam a armazenar água de chuva, melhorando o lençol freático e repondo a recarga hídrica dos poços que são utilizados”, detalhou Luís Alberto.

A técnica mais recente e que vem ganhando espaço cada vez maior nas granjas, são os sistemas conhecidos como biodigestores – sistema que mitiga do mau cheiro, evita a propagação de doenças, preservação do meio ambiente, produção de adubo líquido e do gás metano. “Os biodigestores são realizados com finalidade de melhoria no sistema de tratamento e geração de gás. A energia gerada através do gás, atualmente, é distribuída na rede das concessionárias de energia elétrica como crédito e, também, pode ser vendido através das cooperativas ou consórcios”, finalizou Luís Alberto.

Fonte: Assessoria Assuvap
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Notícias Mercado

Mesmo com exportação aquecida, preços internos da carne de frango registram queda em maio

Enquanto as vendas nacionais foram marcadas pela menor liquidez, as exportações estiveram aquecidas

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Divulgação/Alltech

O mercado de carne de frango registrou movimentos distintos entre as negociações domésticas e as exportações em maio, de acordo com pesquisas do Cepea. Enquanto as vendas nacionais foram marcadas pela menor liquidez, as exportações estiveram aquecidas, registrando o maior volume de proteína avícola escoado pelo Brasil desde julho de 2018. Neste caso, a demanda chinesa intensa é quem tem impulsionado os embarques totais do Brasil ao longo dos últimos meses.

Na Grande São Paulo, o frango inteiro congelado se desvalorizou 3,4% de abril para maio, com a média a R$ 4,10/kg no último mês. Além disso, a média de maio ainda esteve 14,7% abaixo da verificada em maio de 2019, em termos nominais. Para o produto resfriado na mesma região, a cotação foi a R$ 3,96/kg, quedas de 3,2% frente à de abril e de 17,4% na comparação com maio de 2019.

No front externo, segundo dados da Secex, o Brasil exportou 372,5 mil toneladas de carne de frango in natura em maio, volume 16,1% acima do verificado no mês anterior e ainda 4,3% maior que em maio de 2019. Com incremento no volume e o câmbio bastante elevado, a receita em Reais obtida pelo setor subiu com força, atingindo novo patamar recorde, de R$ 2,82 bilhões.

Fonte: Cepea
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Notícias Safra de inverno

Plantio de trigo da Argentina tem forte avanço diante de previsão de chuvas

Agricultores do país promoveram um avanço semanal de 16,6 pontos percentuais no plantio dos 6,8 milhões de hectares previstos para a safra

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O plantio de trigo 2020/21 da Argentina teve forte avanço na última semana, diante da aproximação de chuvas que podem dificultar os trabalhos de semeadura, disse na quinta-feira (04) a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) em relatório semanal de cultivos.

A Argentina é uma importante exportadora global do cereal e, segundo a instituição, os agricultores do país promoveram um avanço semanal de 16,6 pontos percentuais no plantio dos 6,8 milhões de hectares previstos para a safra, cuja semeadura atingiu 30% do projetado.

O ritmo veloz de plantio “responde à necessidade de se utilizar a umidade remanescente (no solo) e de se antecipar às chuvas previstas para este fim de semana”, disse a bolsa, acrescentando que os trabalhos na atual temporada estão 10 pontos percentuais à frente do ritmo do ciclo anterior. No mês passado, a BCBA projetou a safra de trigo da Argentina em um recorde de 21 milhões de toneladas.

No que diz respeito à soja 2019/20, cuja produção foi estimada em 49,5 milhões de toneladas, a bolsa disse que a colheita da oleaginosa atingiu 98,6% da área prevista. A Argentina é a maior exportadora de óleo e farelo de soja do mundo.

Fonte: Reuters
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