Bovinos / Grãos / Máquinas
Mercado do boi entra em dezembro em ritmo de estabilidade
Indicador Cepea/Esalq mantém a arroba em R$ 321,60, com variações mínimas nos últimos dias e cenário de equilíbrio entre oferta e demanda.

O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq iniciou dezembro estável, repetindo na segunda-feira (1º) o valor de R$ 321,60 por arroba, sem variação diária ou mensal. Em dólares, o indicador fechou o dia cotado a US$ 60,32.
O movimento de preços nos últimos dias de novembro foi marcado por pequenas oscilações. Na sexta-feira (28), o valor também foi de R$ 321,60, com leve alta de 0,09% no dia e avanço mensal acumulado de 0,86%. Na quinta-feira (27), o indicador registrou R$ 321,30, elevação de 0,06% em relação ao dia anterior.
Já no dia 26, o preço caiu 0,05%, para R$ 321,10, enquanto no dia 25 houve o recuo mais expressivo da semana, de 0,37%, com a arroba cotada a R$ 321,25.
Apesar das pequenas flutuações ao longo do período, os dados mostram um mercado relativamente estável, com o indicador se mantendo próximo do patamar de R$ 321 por arroba e variações moderadas tanto no curto quanto no médio prazo.

Bovinos / Grãos / Máquinas
Infestação de maria-mole eleva risco de intoxicação em bovinos no Rio Grande do Sul
Secretaria Estadual da Agricultura revela níveis alarmantes da planta tóxica e reforça práticas eficazes de controle nas propriedades rurais.

A expansão da maria-mole (Senecio spp.) em propriedades rurais no Rio Grande do Sul voltou a acender o alerta na bovinocultura. Um estudo conduzido entre 2023 e 2024 pelo Laboratório de Histopatologia do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor (IPVDF) identificou alta infestação da planta, responsável por causar seneciose, doença hepática fatal e sem tratamento, na maioria das áreas avaliadas.
O levantamento, realizado pelo pesquisador Fernando Karam, em parceria com a Emater/RS-Ascar, originou o Comunicado Técnico “Infestação de maria-mole (Senecio spp.) e o risco da intoxicação: resultados de pesquisa”, recém-publicado pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi).
Segundo Karam, a letalidade da seneciose se aproxima de 100%, tornando o controle da planta a única forma de proteção para os rebanhos. Durante o período do estudo, foram visitadas propriedades nos municípios de Guaíba, Eldorado do Sul, Viamão e Charqueadas. “Os resultados confirmam a predominância de infestação muito alta na maior parte dos locais. Nas poucas áreas com baixa presença de maria-mole, isso se deveu diretamente à boa cobertura vegetal e ao uso de pastoreio ovino”, explica.
Essas práticas, afirma o pesquisador, são hoje as estratégias mais eficazes para mitigar o problema, já que não existem alternativas terapêuticas para os animais intoxicados. O impacto econômico para a bovinocultura é considerado significativo.
Karam ressalta ainda que o risco aumenta no outono e no inverno, quando os bovinos ingerem a planta de forma acidental. “Nesse período, a maria-mole apresenta maior concentração de alcaloides tóxicos. Por isso, controles como roçadas estratégicas, integração com ovinos e manejo adequado do pasto são essenciais para evitar mortes e prejuízos expressivos”, expõe.
Bovinos / Grãos / Máquinas
São Paulo encerra campanha de atualização de rebanhos na segunda-feira
Produtores devem atualizar todas as espécies no GEDAVE para evitar bloqueio de movimentação.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) de São Paulo, através da sua Defesa Agropecuária, informa que a Campanha de Atualização dos Rebanhos, em vigor desde 01º de novembro, chega ao fim na próxima segunda-feira (15). A partir da retirada da vacinação contra a Febre Aftosa em 2023, o produtor rural passou, também em caráter obrigatório, a ter que atualizar seus rebanhos junto ao sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE).
Devem ser declarados, além dos bovinos, os rebanhos de búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho da seda. A não declaração pode acarretar o bloqueio da movimentação dos animais e a inviabilidade da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) com possibilidade de sanções administrativas.
A atualização pode ser feita diretamente no sistema GEDAVE. Outra forma de efetuar a declaração é pessoalmente em uma das Unidades da Defesa Agropecuária distribuídas estrategicamente pelo Estado e também, através do envio por e-mail do formulário que está disponível em Link
Brucelose

Foto: O Presente Rural
A Campanha de Vacinação contra a Brucelose, que agora vigora durante todo o ano, teve início neste segundo semestre, no dia 1º de julho e as bovinas e bubalinas de três a oito meses, devem ser vacinadas até dia 31 de dezembro.
Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.
A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.
O médico-veterinário responsável pela imunização, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à vacinação, validará a imunização dos animais.
A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.
Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração.
Bovinos / Grãos / Máquinas
Preço do leite cai no Paraná e produto acumula 18% de perda em um ano
Queda reflete maior entrada de leite em pó importado e expectativa de novas retrações após a lei que proíbe a reconstituição do produto no estado.




