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Notícias Safra de inverno

Mercado de trigo acompanha incerteza sobre exportações da Argentina

Com o crescimento do temor das intervenções governamentais sobre as exportações do país vizinho, os produtores buscam antecipar suas vendas

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Divulgação/AENPr

O mercado brasileiro de trigo tem as atenções voltadas à Argentina. Com o crescimento do temor das intervenções governamentais sobre as exportações do país vizinho, os produtores buscam antecipar suas vendas. O analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, observa que já crescem os registros de exportações. Isso minimiza as recentes altas dos preços.

“Além disso, o mercado avalia com otimismo a nova safra, que apresenta, até o momento, um cenário climático bastante favorável. As produtividades podem ser semelhantes às da temporada atual, antes de o clima ter afetado e colaborado para o cenário baixista”, Pinheiro acredita que a intervenção do governo argentino sobre o mercado de grãos seja “questão de tempo”. O indicativo é de que isso ocorra apenas após as eleições, em outubro.

Argentina

O Ministério da Agroindústria da Argentina estimou, em seu relatório de abril, que a produção de trigo da Argentina na safra 2020/21 ficou em 17,6 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 10,9% ante as 19,75 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019/20. Em março, a safra do país havia sido indicada também em 17,6 milhões de toneladas.

A área de trigo na safra 2020/21 do país ocupou 6,7 milhões de hectares, recuando 2,9% em relação aos 6,9 milhões de hectares plantados na temporada anterior (2019/20). Em março, a área havia sido indicada também em 6,7 milhões de hectares.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Argentina deve produzir 20,5 milhões de toneladas de trigo em 2021/22. Na temporada anterior, foram 17,4 milhões. Com os estoques iniciais em 1,877 milhão toneladas, a oferta do país deve ficar em 22,381 milhões de toneladas.

As exportações de trigo da Argentina devem totalizar 13,9 milhões de toneladas. O consumo interno é projetado em 6,4 milhões de toneladas. Os estoques do país ao final de 20/21 devem ficar em 2,081 milhões de toneladas.

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os romperam, na quinta-feira, a marca de US$ 7,00 por bushel no contrato mais negociado pela primeira vez desde 14 de maio de 2014. No acumulado de abril, até o dia 22, os preços subiram quase 15%.

O clima frio adverso nos Estados Unidos e a boa demanda pelo grão do país foram os principais fatores altistas. Segundo a Reuters, as baixas temperaturas causaram danos às lavouras do Meio-Oeste e das Planícies do Sul dos EUA. Além disso, temores de aperto na oferta global e os altos preços do milho também contribuíram para a valorização.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Suínos

Poder de compra frente a insumos cresce

Principais componentes utilizados na ração da suinocultura, o milho e o farelo de soja, estão em queda no mercado brasileiro

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Foto: O Presente Rural

De acordo com pesquisas do Cepea, a maior procura por novos lotes de suínos para abate, verificada especialmente no início do mês, elevou os preços médios do animal vivo no mercado independente em outubro frente aos de setembro.

Já os valores dos principais componentes utilizados na ração da suinocultura, o milho e o farelo de soja, estão em queda no mercado brasileiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário vem favorecendo o poder de compra de suinocultores em outubro quando comparado com o mês anterior.

Já em relação a outubro do ano passado, o poder de compra atual frente aos dois insumos está menor.

Fonte: Cepea 
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Notícias Mercado

Preços do boi e da carne seguem em queda

Segundo pesquisadores do Cepea, no caso do boi gordo, as cotações têm sido pressionadas pelo afastamento de grande parte dos compradores

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Foto: O Presente Rural

Os valores da arroba do boi gordo e da carne seguem recuando. No entanto, levantamento do Cepea mostra que os preços do animal para abate vêm caindo de forma um pouco mais intensa que os da proteína negociada no atacado.

Segundo pesquisadores do Cepea, no caso do boi gordo, as cotações têm sido pressionadas pelo afastamento de grande parte dos compradores. Esses agentes evitam adquirir grandes lotes de animais, diante da manutenção da suspensão dos envios de carne à China, o maior destino internacional da proteína brasileira.

Além disso, pesquisadores do Cepea indicam que a oferta de animais de confinamento tem crescido, reforçando o movimento de queda nos preços da arroba. Ressalta-se que esse cenário vem reduzindo as margens de pecuaristas, sobretudo os que utilizam o sistema de confinamento, que apresenta custos bastante elevados.

Quanto à carne negociada no atacado, o aumento na oferta de animais se soma ao poder de compra fragilizado da maior parte da população brasileira.

Fonte: Fonte: Cepea 
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Notícias Consulta Pública

Mapa propõe melhorias na regulamentação da identidade e qualidade do hambúrguer

As alterações propostas são aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF e buscam atender às demandas atuais dos consumidores.

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iStock/Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na quarta-feira (20), a portaria nº 420 que submete à consulta pública, pelo prazo de 60 dias, a proposta de portaria sobre os Requisitos de Identidade e Qualidade (RTIQ) do Hambúrguer. A nova norma revogará o anexo IV da Instrução Normativa nº 20/2000.

Entre as melhorias propostas estão a previsão de moldagem do hambúrguer em formas diversas, além da tradicional em disco; a padronização para indicação na rotulagem do corte cárneo utilizado para obtenção do hambúrguer e a padronização para a denominação do produto quando utilizada carne de mais de uma espécie. Segundo a proposta, no caso de produto que contenha indicação dos cortes utilizados, não será permitida a adição de proteína vegetais. Outra mudança é o aumento do limite máximo de gordura permitida, de 23% para 25%.

“A proposta de revisão normativa busca harmonizar o RTIQ com o Decreto 9.013/2017 e suas alterações, bem como busca englobar atualizações necessárias levantadas pelo setor e pelo próprio Mapa ao longo dos últimos anos”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana.

As alterações propostas, aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF, buscam atender às demandas atuais dos consumidores, garantir a segurança e inocuidade dos produtos, manter as características do produto, padronizar entendimentos e atender às demandas do setor produtivo.

As sugestões tecnicamente fundamentadas deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária, por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman/. Para ter acesso ao Sisman, o usuário deverá efetuar cadastro prévio no Sistema de Solicitação de Acesso (SOLICITA), por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/.

Fonte: Mapa
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