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Mercado de frango registra boa demanda e preço volta a subir

Movimento é normal para esta época do ano, mas ganha o reforço pela forte alta registrada no preço da carne bovina

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango fechou a primeira semana de dezembro com um movimento de alta tanto no atacado quanto no quilo vivo pago ao produtor. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, esse movimento é normal para esta época do ano, mas ganha o reforço pela forte alta registrada no preço da carne bovina. “A forte demanda vem favorecendo um reajuste de preço das proteínas animais alternativas à carne bovina, como a carne de frango”, explica.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango na última semana de novembro frente ao fechamento do mês anterior. O quilo do peito no atacado passou de R$ 6,45 para R$ 6,60, o quilo da coxa seguiu em R$ 6,25 e quilo da asa avançou de R$ 10,40 para R$ 10,60. Na distribuição, o quilo do peito aumentou de R$ 6,65 para R$ 6,70, o quilo da coxa seguiu em R$ 6,35 e o quilo da asa subiu de R$ 10,40 para R$ 10,60.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito subiu de R$ 6,55 para R$ 6,70, o quilo da coxa seguiu em R$ 6,37 e o quilo da asa passou de R$ 10,48 para R$ 10,68. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 6,75 para R$ 6,80, o quilo da coxa seguiu em R$ 6,47 e o quilo da asa aumentou de R$ 10,68 para R$ 10,88.

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e industrializados) alcançaram 332 mil toneladas em novembro, volume 3,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 321,9 mil toneladas.

A receita cambial das vendas de novembro alcançou US$ 537,5 milhões, 2,1% acima do registrado no décimo primeiro mês de 2018, com US$ 526,7 milhões.

No ano, as exportações de carne de frango acumulam alta de 2%, com total de 3,822 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e novembro de 2019, contra 3,748 milhões de toneladas efetivadas no mesmo período do ano passado. Com isto, a receita cambial alcançou US$ 6,358 bilhões, 6,1% acima do realizado no mesmo período de 2018, com US$ 5,990 bilhões.

O levantamento mensal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo permaneceu em R$ 3,50. Em São Paulo o quilo vivo passou de R$ 3,35 para R$ 3,45.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,49. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 3,10. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo se manteve em R$ 3,10.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango continuou em R$ 3,45. Em Goiás o quilo vivo permaneceu em R$ 3,45. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,50.

Em Pernambuco, o quilo vivo continuou em R$ 4,20. No Ceará a cotação do quilo vivo se manteve em R$ 4,20 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,40.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Expointer

Mais de mil animais marcam presença na Expointer Digital 2020

Devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões

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Fernando Dias

Considerados as estrelas do evento, mais de mil animais, entre ovinos, bovinos e equinos de 18 raças marcarão presença na Expointer Digital 2020, que ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Mas, devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões. Em vez disso, acontecerá o Desfile Oficial da Expointer, dia 3 de outubro (sábado). A Exposição é realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e várias entidades, entre elas a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), e a Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs).

Segundo o presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, participam desta edição 230 ovinos das raças Texel, Poll Dorset, Suffolk, Naturalmente Coloridos, Merino Australiano, Corriedale, Crioula e Dorper; 26 bovinos de corte das raças Charolês, Devon, Simental e Simbrasil; 74 bovinos de leite da raça Holandês; 687 equinos das raças Quarto de Milha, Árabe e Crioula.

“Os ovinos serão avaliados de 28 de setembro a 1° de outubro. Os bovinos de corte e de leite serão analisados pelos juízes dia 2 de outubro. As provas dos equinos começam um dia antes da feira (25) e vão até 4 de outubro. Porém, há animais que participarão apenas para representar a raça, como Charolês e Devon, sem passar por julgamentos. E a final do Freio de Ouro será disputada em 27 de setembro”, afirma Lamachia.

Conforme ele, além da Feira de Animais e do Freio de Ouro, ocorrerão julgamentos e provas de desempenho das raças Árabe e Quarto de Milha, leilões digitais e presenciais, Campeonato Domados do Campo (para os cavalos Árabe) e o Congresso Brasileiro de Laço Técnico e de Laço Comprido (para os cavalos Quarto de Milha).

“Será uma exposição que entrará para a história. O encontro do passado com o futuro. A Expointer mostra sua força, sendo realizada em um ano muito difícil e complexo, presta uma homenagem aos 50 anos do Parque e se reinventa projetando-se para o futuro”, prevê Lamachia.

Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, em um ano tão difícil, com tantos desafios, a agropecuária gaúcha tem se mostrado resiliente. “Apresentamos a Expointer Digital como uma solução inovadora frente aos obstáculos impostos pela pandemia do novo coronavírus. Este número expressivo de animais mostra que os produtores gaúchos estão ao nosso lado para fazer história em um evento tão inovador”.

Regulamento e exigências sanitárias para a exposição de animais

A Seapdr divulgou recentemente o regulamento e as exigências sanitárias previstas para a 83ª Exposição Estadual de Animais, alusiva aos 50 anos do Parque de Exposições Assis Brasil e que será realizada durante a Expointer Digital. O documento pode ser consultado aqui.

A exposição de animais tem por objetivo expor e comercializar reprodutores das diferentes espécies de animais domésticos; proporcionar aos criadores o conhecimento do grau de desenvolvimento da produção animal, pelo exame dos reprodutores expostos; apresentar a produtores e industriais o que vem sendo realizado no setor do agronegócio; demonstrar os resultados do emprego de novas tecnologias, visando ao aprimoramento dos rebanhos; e estabelecer maior intercâmbio entre os meios criatórios, produtivos e industriais, além da troca de experiências entre técnicos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Sanidade

Alemanha confirma 6 novos casos de peste suína africana em javalis

Novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis — não em animais de fazenda– na última semana

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Divulgação

Mais seis casos de peste suína africana (PSA) em javalis selvagens foram confirmados no Estado de Brandemburgo, no leste da Alemanha, informou o Ministério da Agricultura do país nesta sexta-feira (18). Os novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis — não em animais de fazenda– na última semana. O total de casos confirmados passou a ser de 13, segundo o ministério.

O instituto científico alemão Friedrich-Loeffler foi o responsável pela confirmação dos novos casos de PSA, acrescentou a pasta.

Nos últimos dias, a China e uma série de outros países compradores de carne suína proibiram as importações da carne proveniente da Alemanha, depois da confirmação do primeiro caso da doença no país europeu.

A peste não afeta humanos, mas é fatal para porcos. Uma grande epidemia na China, maior produtora global de carne suína, fez com que centenas de milhões de porcos tivessem de ser abatidos no país recentemente.

O ministério alertou na quinta-feira (17) que já esperava a detecção de mais casos de PSA em javalis selvagens em Brandemburgo, já que os animais se movem em grupos e a doença é altamente contagiosa.

Fonte: Reuters
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Notícias Sanidade Vegetal

Adapar alerta sobre o recebimento de sementes não encomendadas

Pacotes de sementes como “brindes” de produtos comprados pela internet, ou até sem a solicitação de qualquer encomenda, podem trazer pragas, doenças e plantas daninhas que não existem no país

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Divulgação/Adapar

Após relatos em alguns estados brasileiros, inclusive no Paraná, sobre o recebimento de pacotes de sementes como “brindes” de produtos comprados pela internet, ou até sem a realização de qualquer encomenda, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta a população paranaense de que essas sementes podem trazer consigo pragas, doenças e plantas daninhas que não existem no País, capazes de causar graves prejuízos à agricultura e ao meio ambiente.

A instituição de defesa agropecuária orienta que o material não seja aberto, descartado e, muito menos, utilizado. Quem receber os pacotes deve procurar uma unidade da Adapar mais próxima, ou do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Também pode entrar em contato com a Adapar pelo telefone (41) 3313-4000 ou pelo Fale Conosco, disponível em www.adapar.pr.gov.br . Endereços e telefones das unidades podem ser consultados utilizando-se este link: http://www.adapar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=375.

Até a quinta-feira (17), os fiscais da Adapar recolheram três pacotes de sementes, que serão encaminhados ao Ministério. Dois vieram da região de Curitiba e um, da região de Paranavaí. Nos três casos, as pessoas relataram que a origem do pacote é chinesa, e não se sabe a razão do envio. Uma delas, segundo a Adapar, havia realizado uma compra pela internet no ano passado, e agora recebeu apenas as sementes, da mesma origem.

O coordenador do Programa de Certificação, Rastreabilidade e Epidemiologia Vegetal da Adapar, Juliano Farinacio Galhardo, reforça o alerta para que as sementes não sejam plantadas, mesmo que pareçam estar sadias. “Muitas das pragas e doenças que elas podem conter são invisíveis a olho nu, e somente podem ser detectadas por meio de análises laboratoriais. Por isso, a importância de serem entregues à Adapar ou ao MAPA, para providenciar as análises e o descarte adequado, a fim de evitar a introdução de novas pragas no Estado”, explica. Os exames laboratoriais para identificar as espécies e eventuais patógenos presentes no material serão realizados pelo Ministério da Agricultura.

Orientação

De acordo com Renato Rezende Young Blood, gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, a introdução de novas pragas em áreas onde elas não ocorrem acarreta aumento nos custos de produção, maior contaminação ambiental, devido a eventual necessidade de controle com agrotóxicos, e pode trazer ainda restrições ao comércio dos produtos vegetais. “Isso gera impacto direto nas cadeias de produção vegetal e, consequentemente, na economia do Estado. Portanto, contamos com a colaboração de todos, seguindo as orientações da Adapar e do Ministério, a fim de proteger nossa agricultura”.

Fonte: Adapar
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Biochem site – lateral

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