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Melissa Hannas palestra sobre nutrição de precisão no 16º SBSS
Debate integra a programação do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, que ocorre em Chapecó (SC).

Otimizar a eficiência alimentar, melhorar a saúde e o bem-estar dos animais e minimizar o impacto ambiental. Esses são os pilares da nutrição de precisão, uma abordagem detalhada e personalizada para alimentar suínos, considerada por muitos “um caminho para o futuro da suinocultura”.
Um dos principais argumentos dos benefícios de trabalhar com a técnica aponta que o melhor desempenho dos animais está associado com o atendimento de suas necessidades nutricionais. Isso pode se traduzir em aumento de peso, eficiência na conversão alimentar e, sob determinadas circunstâncias, rendimento de carne e maior produção de cortes.
Pela relevância e inovação do tema, o 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) contará com a palestra “Nutrição de precisão: atualização das exigências nutricionais com foco em melhoria de performance”, ministrada pela zootecnista dra. Melissa Izabel Hannas. A preleção acontece no segundo dia de evento – quarta-feira, 14 de agosto – às 08 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).
O evento atrai especialistas de várias partes do mundo e desempenha um papel crucial no desenvolvimento profissional de veterinários, zootecnistas, consultores, pesquisadores, profissionais da agroindústria, produtores rurais e demais envolvidos na complexa cadeia produtiva da suinocultura. Atualmente, o SBSS é considerado um dos mais importantes encontros do setor de suinocultura na América Latina.
Segundo o presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, a discussão acerca da nutrição de precisão agregará conhecimento qualificado para a programação, principalmente por se tratar de uma técnica inovadora e com potencial de, futuramente, reduzir custos e aumentar a sustentabilidade na suinocultura. “Este tema está sendo amplamente debatido em pesquisas e consideramos de suma importância abordá-lo para aprofundar o repertório técnico dos profissionais”.
Para acompanhar a explanação é necessário realizar inscrição no 16º SBSS. O investimento do terceiro lote é de R$ 850,00 para profissionais e de R$ 480,00 para estudantes. Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSS serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. As inscrições podem ser realizadas no site www.nucleovet.com.br.
Sobre a palestrante
Melissa Izabel Hannas é zootecnista (1996) e mestra (1998) pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). É doutora (2003) pela FCAV – Unesp e pós-doutora (2017-2018) pela University of Illinois Urbana-Champaign, EUA. Atuou como consultora técnica em Produção e Nutrição de Aves e Suínos e foi gerente técnica de empresas no Brasil (2003-2011).
Atualmente é professora associada de Nutrição de Monogástricos no Departamento de Zootecnia da UFV, onde vem se dedicando a realização de pesquisas nas áreas de exigências nutricionais de aves, suínos e aditivos. Além disso, atua como consultora para empresas de genética, de produção e de nutrição animal. É autora dos capítulos de exigências nutricionais para frangos de corte e para suínos em crescimento das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos 2024.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





