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Melhores produtores rurais são premiados na Efapi 2013

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Logo após a abertura oficial da EFAPI 2013, neste sábado (05), em Chapecó, será entregue o Prêmio Empreendedor Cooperativista (Troféu Aury Luiz Bodanese) aos melhores produtores rurais catarinenses. A solenidade de entrega do prêmio será realizada às 11h30 da manhã, no segundo dia da Exposição-feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Chapecó (Efapi), no Restaurante Industrial do Parque de Exposições Tancredo Neves.
A iniciativa – em sua quarta edição – é da Coopercentral Aurora Alimentos, Sebrae/SC e Movimento Catarinense pela Excelência (MCE) com apoio do Senar/SC, Sescoop/SC e Sicoob. 
Os finalistas do Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista (Troféu Aury Luiz Bodanese) são:
•        Carlos José Borga
•        Darci Buffon
•        Empresa Familiar Rural "Viva"
•        Empresa Rural Bella Vita
•        Empresa Rural Família Ecker e Palú
•        Empresa Rural Martineli
•        Empresa Rural Sempre Verde
•        Evandro Luiz Morandi e Bernadete M. Morandi
•        Família Sobczak 
•        Família Vincenzi
•        Fazenda Paineira
•        Fazenda Saudade
•        Gasparin
•        Propriedade Odete Baronio e Filhos
•        Silvenio Schuster
As granjas finalistas são:
•        Adelir Weissheimer (Saudades)
•        Agropost (Cunha Porã)
•        Granja Nascente Azul (Guatambu)
O prêmio reconhece o desempenho de produtores que adotaram práticas diferenciadas, melhorando a qualidade de vida e a renda da empresa rural sem agredir o meio ambiente. 
Todas as famílias rurais que concluíram o programa Qualidade Total Rural puderam participar. Esse programa é desenvolvido nos estabelecimentos agrícolas do grande oeste de Santa Catarina há 16 anos e foi classificado como um dos maiores instrumentos de qualificação dos produtores do País. O programa contabiliza mais de 20.000 famílias qualificadas. 
O coordenador regional do Sebrae/SC no oeste, Enio Parmeggiani, e o coordenador de treinamentos da Aurora, Joel José Pinto,  informaram que neste ano foi introduzida uma inovação: a categoria “Granjas”. Realçam que o prêmio comprova a evolução nas famílias rurais com os investimentos em formação profissional rural há vários anos através do Projeto de Desenvolvimento de Produtores Rurais integrados às cooperativas singulares.
O Programa Qualidade Total Rural se desenvolve no âmbito da Coopercentral Aurora Alimentos e suas cooperativas filiadas, com participação do SENAR/SC, Sescoop/SC e Sebrae/SC e transforma os produtores em empresários rurais para aumento da competitividade e melhoria da capacidade de inserção dos empreendimentos no mercado.
As etapas do concurso incluem inscrições, autoavaliação, seleção e visita às propriedades rurais pelo Comitê Gestor, decisão sobre os vencedores e relatório de avaliação.
 Além da categoria “Granjas”, o prêmio reconhecerá os três primeiros lugares de cada cooperativa e os três primeiros lugares do sistema Aurora. Também serão reconhecidos todos os primeiros lugares de anos anteriores e, destes, será escolhido o produtor de destaque.  
Consolidado como maior programa para produtores rurais do País, o Projeto de Desenvolvimento de Empreendedores Rurais Cooperativistas formará, neste ano, cerca de 1.500 famílias de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Os investimentos totalizam 1,5 milhão. Destes, 1,1 serão destinados aos catarinenses e, 400 mil, aos gaúchos. 
Composto pelo Programa D’ Olho na Qualidade, QT Rural, Times de Excelência e Seminários da Qualidade, a iniciativa é desenvolvida pelo Sebrae/SC em parceria com a Coopercentral Aurora Alimentos, Senar/SC, Sescoop/SC, Sicoob e cooperativas agropecuárias CooperAlfa, Cooperitaipu, CooperAuriverde, Cooper A1, Copérdia, Caslo, e Coopervil e Cotrel.

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Artigo

É melhor ter 10 vacas bem alimentadas do que 15 subnutridas

Manejo correto das pastagens reduz a dependência por silagem, feno e ração

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Artigo escrito por Carlos Mader Fernandes, engenheiro agrônomo e coordenador do programa de Pecuária da Epagri na área de extensão rural

Estamos passando por um momento extremamente difícil na pecuária. Uma associação de fatores, tanto de ordem climática quanto de ordem econômica, deverá repercutir na pecuária leiteira de Santa Catarina de forma mais acentuada nos próximos meses.

Os déficits hídricos no período de safra, associados à incidência de cigarrinha na cultura do milho, repercutiram na produtividade das lavouras, afetando a produção de grãos, silagens, pré-secados e fenos. Da mesma forma, esses fenômenos climáticos afetaram a produção de forragens, principalmente as de ciclo produtivo anual, como capim-sudão e milheto.

Em algumas regiões do estado, no período de janeiro a abril, os produtores têm o costume de plantar milho ou sorgo para produzir silagem (milho safrinha). Entretanto, observa-se que, nesse período, as produções são relativamente baixas devido às condições climáticas. Especialmente neste ano, o déficit hídrico dos meses de março e abril tende a agravar as perdas nessas lavouras, além de dificultar a semeadura de pastagens anuais de inverno.

A partir desse diagnóstico, e considerando as condições de preços do leite e sua relação de preços com os alimentos concentrados e conservados, é que devemos trabalhar as recomendações técnicas para os produtores de leite para os próximos meses:

– Inicialmente, é fundamental que técnicos e produtores realizem um exercício de orçamentação alimentar. Deve-se calcular, de um lado, a demanda diária de forragens para atender o rebanho por um período mínimo de 154 dias. De outro lado, calcular as reservas de alimento de que o produtor dispõe, associadas ao potencial produtivo das forrageiras disponíveis para o período de inverno.

– Se esse balanço entre demanda e disponibilidade forrageira for negativo, recomenda-se fazer o descarte de animais. O produtor deve iniciar o descarte pelos animais que jamais vão produzir leite: vacas com problemas sanitários, reprodutivos e/ou com idade avançada. Num segundo momento, recomenda-se descartar vacas com baixa produtividade. Lembre-se: é melhor ter dez vacas produzindo leite com boa rentabilidade do que 15 produzindo de forma antieconômica.

– Em relação aos alimentos concentrados, constata-se, no decorrer dos anos, que é cada vez mais importante produzir as rações na propriedade. Outra orientação é utilizar alimentos alternativos nas formulações de rações, como soja grão, casquinha de soja e cereais de inverno (trigo, farelo de trigo). Os técnicos da Epagri atualmente têm à disposição ferramentas para calcular a viabilidade técnica e econômica desses alimentos em substituição ao milho e ao farelo de soja.

– Outra medida fundamental é fazer o melhoramento de pastagens. A sobressemeadura de pastagens anuais de inverno nas áreas de pastagens perenes de verão reduz a dependência do produtor por alimentos conservados e diminui a necessidade de alimentos concentrados e de farelo de soja.

– No médio e no longo prazo, é importante que os produtores realizem um planejamento alimentar, compatibilizando a estrutura de rebanho com a estrutura de produção forrageira. A orientação é ter como base o uso de pastagens perenes de alto potencial produtivo, com alta resistência ao estresse hídrico, é o caso do capim pioneiro e da grama Tífton 85.

Fonte: Assessoria
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Notícias Capacitação

Em menos de uma semana acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais

Evento acontece nos dias 12 e 13 de maio de 2021

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Dentro de menos de uma semana, nos dias 12 e 13 de maio de 2021, o Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) realiza o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais.

Seguindo os protocolos atuais de distanciamento social, o CBNA realiza novo evento no ambiente virtual. Já com um Know How sobre eventos online e suas particularidades, o CBNA recebe os palestrantes Antonio Apércio Klein, José Luiz Ferraz, José Fernando Raizer, Marco Antonio Lara, Lucas Pagnussatt, Sandra Bonaspetti, Phillip Wellhausen, Luiz Pereira, Eduardo Soffioni, Marcel Franitza, Cassiano Ferreira, Pablo Aguilar Gomez, Fernando Jaboinski e Alvaro Ghedin.  Eles concordam que “Teremos cada vez mais atividades online no futuro, pois houve entendimento e aceitação desta nova maneira de trabalhar e interagir”, como diz Sandra Bonaspetti.

O CBNA promete um ano de agenda cheia e adaptada com ferramentas tecnológicas, já que houve entendimento e aceitação desta nova maneira de trabalhar e interagir.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas através da página www.cbnatecnologia.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Colheita da soja se encaminha para o final no Rio Grande do Sul

Já estão colhidos 87% dos cultivos desta safra

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Divulgação/AENPr

A cultura da soja no Rio Grande do Sul se encaminha para o final do ciclo. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado na quinta-feira (06), pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricutlura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), já estão colhidos 87% dos cultivos desta safra. Outros 12% das lavouras estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos.

Em regiões onde a colheita da soja está mais adianta, cerealistas abrem o silo e produtores dão atenção à continuidade da colheita do milho. No RS, 84% das lavouras estão colhidas. Outros 10% das lavouras estão em maturação e 6% ainda em enchimento de grãos.

Restam apenas 3% das lavouras de arroz a serem colhidos, que estão em fase de maturação. Com a safra praticamente concluída (97%), o Rio Grande do Sul colhe boa produção. Nas áreas colhidas, produtores conduzem bovinos de corte.

Fonte: Emater/RS
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