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Notícias Bovinos

Melhor preço do leite ajuda produtor gaúcho a pagar as contas

Para a Gadolando, a expectativa é que os valores do litro do produto perdurem para suprir perdas com a estiagem

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Foto: JM Alvarenga/Divulgação

A melhora dos preços do leite nos últimos meses tem servido de alento ao produtor gaúcho. A avaliação é do presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang. Para o dirigente, neste momento difícil que ainda é sentido os efeitos da estiagem, está sendo possível ao menos pagar as contas.

Segundo Tang, tem produtores recebendo R$ 1,70 e alguns até perto de R$ 2,00 o litro do leite. Mesmo que ainda não haja uma lucratividade, os criadores estão pelo menos cobrindo custos. “Quem conseguiu fazer suas pastagens e manter seu rebanho está conseguindo um retorno para pagar suas contas. Queremos remuneração justa ao nosso produto e nesta fase estamos bem nesta conta. Esperamos que estes preços perdurem, pois tivemos muitas perdas no primeiro semestre”, observa.

O presidente da Gadolando enfatiza que este segundo semestre está muito diferente dos primeiros seis meses de 2020, uma vez que no primeiro semestre a seca trouxe prejuízos não se resumindo apenas ao período que ela ocorreu. “As reservas de silagem de milho foram poucas e outros insumos foram necessários para poder suprir e economizar aquela silagem que está pouca dentro do silo”, destaca.

O dirigente reforça também que, com o retorno das chuvas, foi possível fazer pastagens no campo embora o frio intenso desacelere o crescimento destas pastagens, apesar do azevém ser resistente às baixas temperaturas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Poder de compra do suinocultor frente a insumos de alimentação sobe pelo 5º mês

Preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta

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Arquivo/OP Rural

Os preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta. Apesar disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do produtor do estado de São Paulo se mantém em elevação.

Segundo pesquisadores, esse movimento de avanço no poder de compra, inclusive, vem sendo observado há cinco meses e está atrelado à escalada de preços do suíno. A forte valorização do animal vivo no mercado independente, por sua vez, se deve à oferta reduzida de animais para abate e às aquecidas exportações da proteína nos últimos meses.

Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da arroba de boi e de carne se aproximam em setembro

Valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne

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Divulgação/AENPr

Os valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne (carcaça casada, no atacado da Grande São Paulo). Diante disso, dados do Cepea mostram que, depois de a carcaça casada de boi registrar vantagem de 3,6 Reais/arroba sobre o boi gordo em agosto, essa diferença diminuiu para apenas 54 centavos de Real/arroba em setembro.

Ao longo deste ano, a maior vantagem da carne sobre o boi, de 12 Reais/arroba, foi observada em abril. Já em julho, a arroba do boi gordo foi negociada acima da carcaça casada, em 4,17 Reais – esse, ressalta-se, foi o único momento em 2020 em que o boi mostrou vantagem sobre a carne.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Competitividade da carne de frango cresce pelo 4º mês seguido

Diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses

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Arquivo/OP Rural

A diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses. Em setembro, dados do Cepea mostram que a diferença observada foi recorde, quando consideradas as séries mensais.

Esse contexto garante elevada competitividade à carne de frango frente às substitutas e, consequentemente, maior liquidez no mercado doméstico.

A demanda internacional também está aquecida, o que vem resultando em altas generalizadas nos preços dos produtos avícolas.

Fonte: Cepea
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