Bovinos / Grãos / Máquinas Em Belo Horizonte (MG)
Megaleite 2025 reforça protagonismo da genética leiteira brasileira e bate recorde de negócios
Com R$ 300 milhões movimentados, acordos internacionais inéditos e animais campeões de produção, feira consolidou o Brasil como referência mundial em melhoramento genético e bem-estar animal.

Com R$ 300 milhões movimentados, acordos internacionais inéditos e animais campeões de produção, feira consolidou o Brasil como referência mundial em melhoramento genético e bem-estar animal, atraindo 90 mil visitantes ao Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG).
Com vários acordos internacionais firmados, a 20ª Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite) confirmou a valorização da genética leiteira selecionada no Brasil tanto no mercado nacional quanto internacional. Ocorrida de 10 a 14 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte/MG, a feira teve competições e mostra das raças Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Guzerá, Guzolando, além dos Búfalos. O recinto abrigou 1500 animais.
A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando estima que a exposição movimentou em torno de R$300 milhões com a venda de bovinos, equipamentos, máquinas, utilitários, produtos lácteos, além de diversos outros serviços e produtos. Esse montante é 20% superior ao registrado em 2024. Foram realizados 11 leilões e shoppings, três a mais que no ano anterior. Cerca de 125 empresas expuseram seus produtos em estandes na Megaleite, incluindo na Feira do Queijo Artesanal de Minas. Durante os dias do evento, 90 mil pessoas passaram pelo Parque da Gameleira.

Foto: Divulgação/Epamig
O interesse de vários países pela genética do rebanho leiteiro do Brasil ficou evidente nos acordos firmados pela Girolando na área de melhoramento genético bovino. A partir de agora, os rebanhos da raça Girolando registrados pela Associação de Criadores de Zebu do Peru (Asocebu Peru) e da Associação de Criadores de Gir e Girolando do Equador (Asogyre) contarão com avaliação genômica gerada pela entidade brasileira. O termo de cooperação técnica foi firmado durante a Megaleite e prevê que as avaliações genômicas serão geradas pela Embrapa Gado de Leite e pelo Programa de Melhoramento Genético da Raça Girolando (PMGG).
Além da entrega das avaliações dos animais, a Girolando também fará orientação técnica aos criadores para melhor utilização das informações em planejamentos estratégicos das fazendas.
Para o presidente da Asocebu Peru Dicson Quijano, a iniciativa contribuirá para o avanço do rebanho leiteiro em seu país. “Por ter grande adaptabilidade aos mais diversos sistemas de produção e clima, a raça Girolando já provou ser ideal para a pecuária leiteira peruana, pois consegue produzir bem a pasto, que é o sistema predominante no Peru. Agora, com a avaliação genômica dos rebanhos, os produtores poderão selecionar com maior precisão os animais de genética superior”, assegura Quijano.
Segundo o presidente da Asogyre Fabian Patrício, com as avaliações genômicas, os criadores equatorianos agora terão condições de selecionar as melhores vacas e touros para multiplicar em seus rebanhos. “O número de animais registrados cresce a cada ano no Equador, sendo a segunda raça mais utilizada no país”, diz o presidente da Asogyre.
Comitivas de vários países visitaram a Megaleite, dentre eles Colômbia, Equador, Peru, Nicarágua, Costa Rica, México, Venezuela e Panamá.
Acordo com o Mapa
A Girolando e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) assinaram, durante a Megaleite 2025, um protocolo de intenções com foco em cooperação técnica. O objetivo é propor diretrizes e alinhar ações que fortaleçam a competitividade do setor agropecuário e contribuam para a valorização da imagem do agronegócio brasileiro no Brasil e no exterior.

Foto: Freepik
O acordo foi assinado pelo presidente da Girolando Domício Arruda e pela diretora de Promoção Comercial e Investimento do Mapa, Ângela Pimenta Peres. “A demanda por Girolando no exterior é grande. Muitos países que visitamos para divulgar o agro brasileiro demonstram interesse em importar a raça. Com o reconhecimento do Brasil como área livre de aftosa sem vacinação, a expectativa é de que essa demanda aumente. E existem várias possibilidades de atendermos os países interessados, desde o envio de animais vivos de corte com embrião de Girolando, atendendo demanda por corte e leite, ou o que já mais comum, que é a exportação de sêmen, embriões e animais vivos Girolando”, explica o presidente da Girolando Domício Arruda, que durante a Megaleite participou da Caravana do Agro Exportador, onde adidos agrícolas apresentaram as possibilidades de negócios para a pecuária brasileira.
Doação de leite
Várias entidades uniram forças e vão contribuir para a qualidade de vida de pessoas assistidas por entidades sociais. A Girolando, Itambé, CCPR Participações S.A. e Faemg formalizaram durante a abertura oficial da Megaleite 2025 a doação de leite para a entidade Servas. Ao longo dos próximos 12 meses, a instituição será contemplada com 24 mil litros de leite, que serão destinados à distribuição entre entidades sociais de Minas Gerais já cadastradas pelo Servas.
Recorde do Torneio Leiteiro
No 34º Torneio Leiteiro da raça Girolando, a diferença de produção entre as duas primeiras colocadas foi pequena. A Grande Campeã de Produção Absoluta foi Brenda FIV da Centrogen, do expositor Rafael Lacerda de Rezende, que produziu a média de 106,060 kg/leite, com produção total de 318,180 kg/leite. Já a Reservada Grande Campeã foi Luxúria FIV Teatro SJ Lalu, do expositor Luiz Cláudio de Moura. Ela produziu um total de 315,110 kg/leite e média de 105,037 kg/leite. Ambos os animais são da composição CCG 1/2.

Foto: ABCZ
Luxúria FIV Teatro SJ Lalu ainda levou para casa o título de Grande Campeã de Composição do Leite. Ela obteve produção total de 209,058 kg, média de 69,686 kg.
Já entre as vacas CCG 1/4 teve recorde de produção. Letícia Teatro 3842 FIV Bandoli produziu 167,530 kg/leite, com média de 55,843 kg/leite. Ela é de propriedade do expositor Felipe Gimenes G. Raunheitti Gomes. O recorde anterior vinha desde 2017, na Exposição de Lins/SP.
Grandes campeãs de pista
As competições da raça Girolando tiveram como novidade este ano o julgamento conduzido por um trio de jurados. Entre os animais da raça, da composição racial CCG 1/4, a Grande Campeã foi Joia FIV Gabinete Serra do Luar, do expositor Jean Vic Mesabarba e Aguiar Arrabal de Macedo Vicente. A Grande Campeã CCG 1/2 foi Fazenda Solomon Cafarnaum do expositor Bruno Gomes Meirelles. A Grande Campeã CCG 3/4 foi Terapia FIV King Doc SJ Lalu, do expositor Luiz Cláudio Bastos de Moura/Karla Salgado R. de Moura. Já a Grande Campeã Girolando foi ICH V6009 Lapa Czar, do expositor José Renato Chiari.
Nova mascote
Durante a Megaleite 2025, os visitantes puderam escolher o nome da nova mascotinha da raça. A opção escolhida por 75,7% dos votantes foi “Girolinda”. A proposta é criar uma conexão entre a raça Girolando e a nova geração já visando a formação de futuros criadores.

Fotos: Divulgação/Seapa MG
Outras ações realizadas para a criança na Megaleite foram o Clubinho Girolando, curso que ensinou os pequenos como cuidar e apresentar os animais em exposições, e a mini fazenda que recebeu centenas de alunos de escolas públicas e particulares para um tour educativo, promovendo conhecimento sobre o universo agropecuário de forma lúdica e interativa. A Mini Fazenda contou com diversas espécies de mini animais, como ovelhas, cabras, coelhos e pônei.
Cursos, palestras e Festival do Queijo
A Megaleite não foi palco somente de disputas de animais. Muitos visitantes participaram de cursos, como de morfologia da raça Girolando, de melhoramento genético animal, de produção de queijos, e de palestras sobre temas diversos dentro da pecuária leiteira. Também foram lançados o Sumário de Touros e Fêmeas Girolando 2025 e o Anuário do Leite da Embrapa.
Outro evento que atraiu o público foi o Festival do Queijo Artesanal de Minas onde foi possível degustar queijos artesanais de sabores, texturas e maturações diferentes. O festival também trouxe uma variedade de outros produtos.

Bovinos / Grãos / Máquinas
Novo status sanitário do Brasil fortalece exportações paranaenses para a China
Setor pecuário do Estado espera ganhos em competitividade, demanda por proteínas e valorização da cadeia bovina.

O reconhecimento do território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação pela China terá impacto positivo para a pecuária do Paraná, conforme análise do Sistema Faep. A medida tem potencial de ampliar oportunidades comerciais para o Estado, já reconhecido como área livre da doença desde 2021. A decisão do governo chinês ocorre após mais de duas décadas de negociações e elimina restrições sanitárias que ainda limitavam parte das exportações brasileiras de produtos da pecuária.

Foto: Shutterstock
O anúncio ocorre um ano após a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconhecer o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação, resultado de um processo de décadas envolvendo produtores rurais, serviços veterinários oficiais e governos estaduais.
“O elevado status sanitário paranaense e a organização da cadeia pecuária colocam o Estado em posição favorável para aproveitar o novo cenário comercial. O principal reflexo esperado é o fortalecimento da competitividade das nossas proteínas, ainda mais para um mercado consumidor com alta demanda, como a China”, avalia o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.
Na prática, a decisão pode resultar em aumento da demanda chinesa por proteínas animais produzidas no Brasil, mais oportunidades para frigoríficos exportadores instalados no Paraná, sustentação ou valorização dos preços do boi gordo em caso de crescimento das exportações e efeitos positivos no mercado de reposição, especialmente para bezerros e garrotes.

Foto: Thais Rodrigues de Sousa
Segundo o técnico do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep Fábio Peixoto Mezzadri, os números já demonstram a relevância do mercado chinês para a pecuária de corte bovino paranaense. “Em 2025, o Paraná exportou 23,5 mil toneladas de produtos bovinos para China, movimentando US$ 126,9 milhões. O principal volume corresponde às carnes bovinas congeladas desossadas, responsáveis pela maior parte do valor exportado pelo Estado”, explica.
Principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, a China respondeu por mais de US$ 50 bilhões em compras do setor em 2025. “O reconhecimento sanitário reforça a confiança nas cadeias produtivas nacionais e fortalece a parceria estratégica entre os dois países, ao mesmo tempo em que cria novas possibilidades de expansão para produtores e exportadores brasileiros e, especialmente, os paranaenses”, conclui Mezzadri.
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Pecuária impulsiona alta de 4% nas vendas de suplementos minerais
Exportações aquecidas, valorização da cria e período seco sustentam crescimento do mercado.

As vendas de suplementos minerais para pecuária começaram 2026 em ritmo de crescimento. Entre janeiro e abril, as indústrias associadas à Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram) comercializaram 764,8 mil toneladas de produtos, volume 4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apenas em abril, as vendas alcançaram 210,4 mil toneladas, alta de 4,9%.
Os números foram apresentados durante o Painel de Mercado da entidade, realizado em São Paulo, e refletem um cenário favorável para a pecuária brasileira, impulsionado pela valorização dos animais, pelo avanço das exportações e pela necessidade de suplementação durante o período seco.

O aumento no volume comercializado foi acompanhado por uma expansão ainda mais expressiva do número de animais atendidos. Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, pesquisador da FGV Agro, a quantidade de bovinos suplementados cresceu 8% no primeiro quadrimestre, alcançando 68 milhões de cabeças.
O crescimento foi puxado principalmente pelos produtos das categorias Núcleos e Pronto para Uso. “A tendência é que os bons resultados continuem durante o período seco de outono-inverno, impulsionados pela necessidade de suplementação nutricional, pela valorização da cria e pelo bom momento da pecuária brasileira. Apesar dos desafios internos e externos, a economia brasileira deve seguir crescendo e a carne bovina continuará forte em produção, exportações, abates e consumo interno”, afirmou Serigati.
Exportações sustentam otimismo na pecuária

Foto: Gisele Rosso
Durante o encontro, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcos Fava Neves destacou o fortalecimento das cadeias de proteína animal como um dos principais motores da economia brasileira. “Estamos assistindo a uma verdadeira ‘carnificação’ da economia brasileira, fortalecendo o interior do país e integrando cadeias produtivas como DDG, farelo de soja, biogás, biometano e biodiesel. O agro brasileiro está construindo um modelo cada vez mais eficiente e sustentável”, enfatizou.
Segundo o profissional, o mercado internacional segue favorecendo a pecuária brasileira. Ele destacou o aumento das compras pelos Estados Unidos e a manutenção da demanda chinesa pela carne bovina nacional. “Os Estados Unidos estão comprando muito e a China segue demandando carne brasileira, inclusive por caminhos alternativos. Hoje, exportamos cerca de 4 milhões de toneladas por ano e podemos chegar a 5 milhões até 2035”, frisou.
Economia cresce, mas desafios permanecem
A avaliação dos participantes do painel é que o Brasil continua apresentando crescimento econômico em 2026, apesar do ambiente marcado por inflação elevada, juros altos e aumento do custo dos alimentos.
A projeção apresentada por Serigati aponta expansão de aproximadamente 1,9% do PIB neste ano, sustentada pelo consumo das famílias, aumento da renda e desempenho das exportações, especialmente do agronegócio. “O Brasil possui petróleo para exportar e está menos vulnerável do que outras economias globais. Porém, o crescimento atual ocorre sem sustentação fiscal, os juros devem cair lentamente e o endividamento das famílias continua elevado”, ponderou.
Cenário internacional exige atenção
As tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã também entraram na pauta do evento. A possibilidade de interrupções no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz tem provocado volatilidade nos mercados de energia e insumos.
Mesmo assim, a avaliação dos especialistas é que o Brasil permanece em posição relativamente favorável por sua condição de exportador de alimentos e energia.
Para Fava Neves, as oportunidades para o agronegócio continuam robustas, mas exigem gestão profissional dentro das propriedades. “O mundo está turbulento, mas continuará precisando de alimentos. O Brasil é a cozinha do planeta e terá papel fundamental no abastecimento global diante da urbanização, do aumento da renda e do crescimento do consumo de proteína animal”, ressaltou.
Ele acrescentou que fatores como clima, custos de produção, sanidade, mão de obra e endividamento devem permanecer no radar dos produtores.
Logística reversa preocupa empresas
Além das questões de mercado, o encontro abordou temas regulatórios que preocupam o setor. Um deles é a logística reversa das embalagens, assunto que ainda não possui regulamentação definitiva para a cadeia de suplementos minerais.
Segundo a Asbram, empresas vêm sendo autuadas em estados como Goiás, Mato Grosso e São Paulo, apesar da ausência de obrigatoriedade formal para implantação do sistema. A recomendação da entidade é que as companhias apresentem recursos administrativos enquanto o tema continua em discussão.
Asbram prepara livro sobre 30 anos de atuação
A associação também anunciou o lançamento de um livro comemorativo aos seus 30 anos, previsto para ser apresentado durante o simpósio da entidade em 2027. A publicação reunirá a trajetória da Asbram e das cerca de 100 empresas associadas, registrando três décadas de atuação na nutrição do rebanho bovino brasileiro. “Vamos registrar nossa história, nossas ações, eventos, campanhas, debates e o trabalho técnico desenvolvido ao longo dessas três décadas. 2026 é um ano desafiador, mas acreditamos que, nos próximos dez anos, a pecuária será o maior setor do agronegócio brasileiro”, salientou Elizabeth Chagas.
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Carne bovina está entre os cinco produtos brasileiros mais exportados para os Estados Unidos
Levantamento da Comex Stat mostra que siderurgia, petróleo, proteína animal e setor aeronáutico lideram as vendas brasileiras ao mercado norte-americano.

A carne bovina ocupa a terceira posição entre os produtos brasileiros mais exportados para os Estados Unidos, segundo dados da Comex Stat. O produto respondeu por US$ 814,6 milhões em embarques e representou 7,5% do valor total exportado pelo Brasil para o mercado norte-americano no período analisado.

Foto: Shutterstock
O ranking evidencia a importância do agronegócio na pauta comercial entre os dois países, mas também mostra o peso de setores como siderurgia, petróleo e indústria aeronáutica nas exportações brasileiras.
Na liderança aparecem os produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, com vendas de US$ 1 bilhão, equivalentes a 9,2% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos. Em segundo lugar estão os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus, que somaram US$ 857,5 milhões e participação de 7,9%.
Além da carne bovina, a lista dos cinco principais produtos exportados inclui aeronaves e outros equipamentos,

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incluindo peças e componentes, com US$ 768,3 milhões e participação de 7% nas vendas externas. Fechando o ranking aparece o ferro-gusa, ferro-esponja, grânulos, pó de ferro ou aço e ferro-ligas, que movimentaram US$ 594,1 milhões, o equivalente a 5,4% do total exportado.
Agro ganha relevância em meio ao debate tarifário
Os números ganham relevância em um momento de atenção do setor exportador às medidas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos. A carne bovina é um dos produtos mais relevantes do agronegócio brasileiro no mercado americano e figura entre os itens estratégicos da pauta bilateral.

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O levantamento também mostra que a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos é marcada por uma diversificação de produtos, envolvendo commodities agrícolas, minerais, petróleo e bens industrializados de maior valor agregado.
Cinco produtos representam mais de um terço das exportações
Somados, os cinco principais produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos representam cerca de 37% do valor total embarcado ao país, demonstrando forte concentração em alguns segmentos específicos da economia.
A presença simultânea de produtos do agronegócio, mineração, energia e indústria reforça a importância do mercado norte-americano para diferentes cadeias produtivas brasileiras e ajuda a explicar a preocupação de exportadores diante de possíveis mudanças nas regras comerciais entre os dois países.



