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Medicina veterinária brasileira súplica por um olhar mais atento para a saúde mental

Ainda rodeada de tabus, preconceitos e dúvidas, a saúde mental é um tema que precisa ser debatido e tratado com a seriedade que merece e isso inclui pensar sobre esse assunto no contexto do trabalho. Sabe-se que nas profissões de alta assistência, onde empatia, compaixão e cuidado com os outros estão no centro da prática, algumas doenças e casos como burnout, fadiga por compaixão, esgotamento emocional e suicídio podem ainda ser negligenciados e desconhecidos, mas deve ser reconhecida como doença ocupacional e isso quem está falando não sou eu, mas a Organização Mundial da Saúde Animal (OMS) que declarou o tema este ano.
Portanto, isso não deve ser diferente na medicina-veterinária. Aqueles que buscam uma carreira nessa área geralmente o fazem por causa de um desejo empático de cuidar dos animais. Contudo, esses profissionais não possuem em suas formações disciplinas que os ensine a lidar com as demandas emocionais dos tutores e até com as suas próprias, o que podem colocar em risco a sua própria saúde mental e bem-estar.
Diante disso, é importante contextualizar e analisar os fenômenos, dinâmicas e fatores estressores que envolvem essa profissão, e isso não é uma tarefa fácil. Muitas são as dificuldades enfrentadas na rotina do médico-veterinário, e algumas das mais desafiadores são lidar com o processo de luto e a perda do paciente; realização de eutanásia; sobrecarga de trabalho; comunicar más notícias; desvalorização da profissão, e conflitos entre a equipe.
Trata-se de uma prática muito estressante e crítica na qual são observados uma constante sobrecarga de trabalho e acontecimentos como privação de sono, além de exaustão e medo de cometer erros. Somados, esses fatores podem resultar no que chamamos de estresse laboral, podendo prejudicar a saúde física e mental desses profissionais.
Preocupados com essa realidade, alguns estudos realizados nos Estados Unidos em 2017, 2019 e 2020 pela empresa MSD Saúde Animal, em conjunto com a AVMA (Associação Americana de Medicina Veterinária), e Brakke Consulting, ressaltaram as dificuldades vivenciadas pelo médico-veterinário e as altas taxas de doenças mentais desses profissionais (MERCK, 2018; 2020; 2021).
O levantamento ainda mostra que os veterinários estão sob alto risco de estresse ocupacional, esgotamento e bem-estar psicológico precário, e ainda apresentam maiores níveis de burnout do que os médicos da medicina humana. O sofrimento moral e a sensação de esgotamento na prática veterinária estão aumentando constantemente, e podem ser uma fonte de estresse e mal-estar que não é amplamente reconhecido ou compreendido.
Portanto, fica evidente que é imprescindível buscar maneiras de valorizar a qualidade de vida e diminuir o impacto do estresse na rotina do médico-veterinário. Para isso, é importante compreender os desafios e demandas específicas de cada contexto, país e cultura a qual esse profissional está inserido.
E aí que entramos no Brasil. Até o momento não havia sido realizado nenhum estudo no País sobrea prevalência dos problemas de saúde mental e/ou de bem-estar da profissão, e com isso, permaneciam dúvidas sobre o quão sério é o problema nessa área. Em julho, a MSD Saúde Animal lançou a primeira pesquisa no país para entender o cenário de saúde e o estado de bem-estar desses profissionais. O levantamento está sendo feito em parceria com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), World Small Animal Veterinary Association (WSAVA), Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária (Ekôa Vet) e é, inclusive, orientado por mim.
O interesse acadêmico por estudos sobre a saúde mental na medicina veterinária tem aumentado em alguns países nos últimos anos, mas pouco se vê na prática, e é esse o foco da MSD Saúde Animal. A pesquisa faz parte de um projeto da companhia para melhorar a saúde mental dos veterinários, e seus resultados são o ponto de partida para desenvolver iniciativas que ajudem a solucionar os problemas que foram apresentados.
Embora a preocupação com relação a saúde mental na área veterinária esteja melhorando, ainda existem grandes dificuldades no que se refere às estratégias para auxiliar na mudança dessa realidade na prática. E claro, somado a isso está a autoresponsabilidade desses profissionais de priorizarem uma rotina que envolva práticas de autocuidado, de bem-estar e cuidado com a saúde, incluindo a busca por ajuda profissional especializada e fortalecendo a sua rede de apoio. Junta-se a isso um ambiente protegido, no qual possam expressar seus sentimentos, medos, dúvidas e questionamentos.
É por isso que estamos entusiasmados com esse primeiro estudo brasileiro, que pode ser um grande passo para o mercado, já esses resultados trarão mais atenção para o tema e tornarão as iniciativas planejadas a partir dos dados mais assertivas, ajudando a olhar para esses profissionais que cuidam dos nossos pets da forma que merecem! A medicina veterinária brasileira súplica por um olhar mais atento para a saúde mental e nós faremos isso juntos!
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Referências:
MERCK, A. H. Merck Animal Health Veterinarian Wellbeing Study 2017. Merck Animal Health. website aqui. Publicado em Janeiro de 2018.
MERCK, A. H. Merck Animal Health Veterinarian Wellbeing Study 2019. Merck Animal Health. website aqui. Publicado em Janeiro de 2020.
MERCK, A. H. Merck Animal Health Veterinarian Wellbeing Study 2020. Merck Animal Health. website aqui. Publicado em Janeiro de 2021.

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.
MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia
Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.
Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.
Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores
“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).
Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.
A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”
Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV
Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.
A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.
O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.








De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.