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“Máxima”: A ração da Auster que garante ganho de peso na primeira semana de creche.

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O melhoramento genético de suínos evolui no sentido de elevar a prolificidade de fêmeas e reduzir a conversão alimentar de animais para abate. Essas variáveis são de suma importância para elevar os ganhos econômicos da atividade, mas à medida que elevam o número de leitões por leitegada e reduzem o apetite dos animais, impõe grande desafio a obtenção de um bom peso a desmama e desempenho de creche.

Para contornar esse desafio há de se cuidar da alimentação, suplementar de leitões na maternidade, buscando um consumo adequado de nutrientes tanto na maternidade quanto nos primeiros dias de creche para que os animais demonstrem o todo o seu potencial genético.

Leitões que são estimulados a consumir as rações na maternidade, tendem a ser os que consomem de imediato após o desmame e consequentemente apresentam melhor ganho de peso no período de creche. Esse melhor desempenho está ligado a uma melhor adaptação ao consumo da ração Pré-Inicial de forma precoce, gerando maior estímulo para a produção de enzimas, que aceleram o processo de digestão dessa ração nesse período.

Alguns trabalhos também demonstram que o ganho de peso da primeira semana pós-desmame, pode refletir não só na saída de creche, como também nas fases subsequentes de crescimento e terminação, conforme na tabela abaixo:

1- Efeito do Ganho de peso após o desmame e nas fases subsequentes, de acordo com as diferentes classes de GPD na primeira semana de creche:

GPD, g/dia Peso aos 28 dias Peso aos 56 dias Peso aos 156 dias
<0 14,7 30,1 105,5
0-150 16 31 108,4
150-230 17 32,5 111,4
>230 18,2 34,8 113,5

Fonte: Cole & Varley, 2000.

Outro ponto interessante, é o efeito que o consumo pós-desmame possui sobre o percentual de animais refugos. Laskoski (2016) observou que leitões que consumiram rações em até 34, 42 e 50 horas após o desmame apresentaram os melhores GPDs nos primeiros 7 dias, e que leitões que ficaram até 42 horas sem consumo prévio, apresentaram maiores chances de refugagem ao longo do período de creche.

Em outra avaliação a campo feita nos 3,5 dias após o desmame, o fornecimento da ração “Máxima” comparado ao uso de outras 2 nutrições, demonstrou o maior potencial de ganho de peso:

Nutrição PMI, kg PMF, kg  Ganho de Peso, kg Consumo diário, kg
Auster 7,10 7,31 0,210 0,236
Empresa A 7,13 6,96 -0,170 0,183
Empresa B 7,13 7,22 0,090 0,200

Fonte: Auster, 2020. PMI: Peso médio inicial. PMF: Peso médio final (3,5 dias pós-desmame).

O programa nutricional Auster, além de estimular o consumo e consequentemente melhorar o desempenho, ainda pode permitir a redução do uso de antimicrobianos preventivos na dieta e auxiliar na redução da mortalidade, pois a maior digestibilidade dos ingredientes associada ao uso estratégico de aditivos, favorece a qualidade da microbiota intestinal nesse período.

Portanto a utilização de uma ração de alta digestibilidade como a “Máxima” sempre é uma estratégia inteligente para ser implementada nos programas de alto desempenho.

Fonte: Ass. de Imprensa Auster
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Cobb-Vantress defende revisão nutricional para acompanhar melhoramento genético

O médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, fala da importância de uma revisão na formulação das dietas para acompanhar o potencial genético das aves, com características para melhor ganho de peso diário, conversão alimentar e rendimento de carcaça, entre outros indicadores

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Vitor Hugo Brandalize / Divulgação

A nutrição das aves sempre despontou entre os desafios mais importantes da cadeia produtiva em função do impacto que tem nos custos de produção, chegando até cerca de 80%. O atual cenário de preços muito elevados dos grãos, principais insumos, combinado com os avanços do melhoramento genético tem levado as principais empresas avícolas a rever estratégias nutricionais, explicou o médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, durante sua apresentação no XV Simpósio Goiano de Avicultura.

De acordo com ele, o melhoramento genético evoluiu rapidamente na direção de melhores resultados em indicadores como ganho de peso diário, conversão alimentar, rendimento de carcaça e empenamento precoce, entre outros benefícios. Este quadro exige das empresas atenção às formulações das dietas para acompanhar estes avanços e extrair o máximo do potencial genético do plantel. “É uma revisão necessária, como em relação aos níveis de aminoácidos, cálcio e fósforo, por exemplo. Outro ponto a ser avaliado é para uma redução da energia metabolizável, que indiretamente reduz o custo da ração”, salientou.

Brandalize ressalta ainda a importância de avaliar a alta inclusão de produtos de origem animal e o nível de potássio da dieta. “Tenho observado menor mortalidade em aves cujas dietas incluem produtos de origem vegetal na comparação com aquelas aves que consomem nutrição com alta inclusão de produtos de origem animal. São questões já estudadas, mas que devemos investigar para acompanhar as necessidades desta nova ave que está no mercado”.

Fonte: Assessoria
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Agroceres PIC inaugura nova Unidade de Disseminação de Genes no Paraná

Em operação, a nova UDG terá capacidade para alojar 800 reprodutores e potencial para processar 1,2 milhão de doses de sêmen por ano.

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Fotos: Sandro Mesquista e Selmar Marquesin/OP Rural 

Esta sexta-feira (1º) marca o início de um novo ciclo na história da empresa de genética Agroceres PIC, que nesta manhã inaugurou uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG), na cidade de Paranavaí, na região Noroeste do Paraná. Através deste empreendimento e de mais duas novas UDGs, que serão implantadas no Centro-Oeste e outra na região Sul, a companhia projeta em até três anos fornecer sêmen para mais de 70% de seus clientes.

Diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa: “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial”

Durante o ato solene de inauguração da UDG, o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa, destacou o crescimento do mercado suinícola no Estado paranaense, a importância do setor para a economia nacional e os novos rumos que a empresa busca através da expansão de seu negócio de genética líquida no país “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial, agregando valor e competitividade ao negócio de nossos clientes”, enalteceu.

O moderno Centro Tecnológico de Excelência Com a UDG Paranavaí em operação, a produção total da Agroceres PIC salta para 4,5 milhões de doses inseminantes por ano.

A nova unidade vai atender a demanda da rede de multiplicadores de material genético Agroceres PIC, de parceiros Multiplicadores de Rebanho Fechado (MRF) e clientes instalados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

As primeiras doses de genética líquida da nova unidade paranaense devem chegar ao mercado em setembro.

A equipe do Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura jornalística da inauguração da nova UDG, a reportagem completa você confere na próxima edição de Suínos e Peixes e também nas nossas plataformas digitais.

Fonte: O Presente Rural
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Francisco Dolejal é o novo Gerente de Vendas Sênior da NOVUS para o estado do Paraná

Anúncio reforça o compromisso da companhia por um atendimento estratégico e afinado às particularidades dos seus clientes paranaenses

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Francisco Dolejal / Divilgação

A NOVUS apresentou mais um profissional estratégico visando estreitar ainda mais sua proximidade com os produtores de proteína animal de todo estado às especialidades exclusivas contidas no seu portfólio, programas e conhecimento técnico global que fazem da multinacional referência no mercado de nutrição animal.

Graduado em Zootecnia em 2009 pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Campus Marechal Cândido Rondon/PR), Francisco Dolejal agora responde por todo o atendimento técnico-comercial do Estado.

Há 12 anos no mercado, o profissional construiu toda sua rede de relacionamento na região de suma importância para as operações da NOVUS. “Paraná é uma referência multiproteína, um grande polo agroindustrial dentro do nosso segmento e em constante evolução. Portanto, atento a todos estes movimentos deste estado referência produtiva, anunciamos mais este reforço ao time. Gente certa no lugar certo”, inicia o Gerente Sênior Regional de Negócios da NOVUS, Alessandro Lima.

“Estou feliz e motivado com esta nova casa. Logo nos meus primeiros dias de integração me surpreendi com a organização, conhecimento técnico, equipe altamente qualificada, soluções e programas diferenciados. Um mundo de oportunidades para uma série de desafios produtivos que quero, apoiado a toda essa minha bagagem, contribuir ainda mais para o desenvolvimento dos nossos clientes e prospectar novos negócios”, insere o Gerente de Vendas Sênior para o Paraná, Francisco Dolejal.

O profissional, que também possui especialização em Nutrição pelo Instituto Rehagro (Belo Horizonte/MG), “agregará muito ao nosso time”, inclui Alessandro em menção a importância do estado do Paraná que em 2021 produziu 6,213 milhões de toneladas entre carne bovina, suína e frango, além de ser protagonista nacional no setor avícola, segundo colocado no ranking de produção suinícola, ovos e leite de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Brasília/DF).

Fonte: Assessoria
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