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Marfrig lança ferramenta de monitoramento de produtores indiretos

Sobreposição de diversos mapas identificará áreas críticas de cria e recria de gado na Amazônia

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Divulgação/MAPA

A Marfrig, maior produtora global de hambúrgueres e uma das maiores companhias de carne bovina do mundo, acaba de lançar o Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos, uma iniciativa inédita que permitirá localizar onde estão concentradas as áreas de cria e recria de gado no Brasil (fornecedores indiretos da companhia), sob a perspectiva de risco socioambiental. “Para produzir e preservar o meio ambiente, precisamos saber a localização e o contexto social dos produtores de bezerros”, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e comunicação da Marfrig. “A ferramenta vai nos servir como uma espécie de radar para isso.”

Baseada na utilização da inteligência territorial com foco em áreas de desmatamento e áreas de produção de bezerros, a plataforma é resultado de uma parceria da Marfrig com a Agroícone, consultoria que desenvolve soluções e tecnologias em cadeias do agronegócio. Por meio da sobreposição de um conjunto de mapas, como os mapas de pastagens e de presença de floresta nativa, serão identificadas áreas críticas e prioritárias para a aplicação de ações que possibilitem mais visibilidade às etapas iniciais da produção.

A expectativa é que o uso do Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos possa ser aplicado também a outros biomas, dando escala a programas complementares previstos no Plano Marfrig Verde+, lançado em julho. Um dos exemplos é o Programa de Reinclusão de Produtores Bloqueados que, em parceria com os produtores e o setor público, atua identificando ações que possibilitem a regularização de áreas dos fornecedores bloqueados, permitindo reinseri-los na cadeia formal de suprimentos.

O monitoramento de toda a cadeia de produtores na Amazônia é um trabalho extremamente complexo. Estima-se que para cada um dos mais de 16.000 de fornecedores diretos localizados na região existam outros dez indiretos. Para melhorar a visibilidade dessa cadeia, a Marfrig firmou, em 2020, uma parceria com a ONG Amigos da Terra – que lidera o Grupo de Trabalho de Fornecedores Indiretos (GTFI) no Brasil. A empresa também deu início a um projeto piloto para adotar a ferramenta Visipec, ampliando ainda mais o monitoramento com o cruzamento de dados disponíveis.

“O desenvolvimento de diversas ações simultâneas e interconectadas em rede contribuirá para que os fornecedores indiretos participem da cadeia da formalidade, regularizem suas propriedades, tenham acesso a crédito para se tecnificar e cumpram os critérios de sustentabilidade preconizados pela empresa”, diz Pianez.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cooperativismo

Começam comemorações dos 50 anos da Coamo

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Diretoria da Coamo abre as comemorações do Jubileu de Ouro - Fotos: Divulgação

Fundadores recebem a camisa do Jubileu de Ouro

Um dia diferente e histórico. Assim foi esta sexta-feira em todas as unidades da Coamo, reunindo funcionários da cooperativa e, também, da Credicoamo, Via Sollus, Arcam e Fups que passam a vestir todas as sextas-feiras a camisa dos 50 anos da Coamo. “Vimos a felicidade dos funcionários em chegar e usar a camisa da nossa cooperativa, em um momento favorável nos seus 50 anos. A Coamo vem cumprindo a missão de gerar renda com desenvolvimento sustentável do agronegócio, com apoio direto dos funcionários para a sustentação das atividades dos cooperado como um todo e, também, a manutenção dos seus negócios e do bem-estar das suas famílias”, afirma Airton Galinari, presidente Executivo da Coamo.

 

Funcionários comemoram a nova camisa

LANÇAMENTO – Antes da abertura do último dia da Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho – Sipat na Administração Central, a diretoria e os funcionários participantes da primeira sessão do evento. Todos posaram orgulhosos com a camisa Coamo 50 anos. “O cooperativismo é uma filosofia de vida com a prática de valores edificantes, os quais possibilita a todos os cooperados e funcionários da Coamo participarem diretamente de um sistema vitorioso, que oferece conhecimento, estrutura e uma assistência para que todos crescerem, evoluírem e obterem o desenvolvimento nas suas atividades”, explica o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo.

Segundo a Assessoria de Comunicação da cooperativa os cooperados de todos os entrepostos no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul também já estão recebendo a camisa comemorativa.

 

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Empresas Organização e Estratégia: 

Castrolanda expande produção de ração animal

Na Cooperativa Castrolanda a projeção para este ano é que o crescimento seja de 12%.

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Foto: Divulgação

A produção de ração animal nacional deve alcançar no final de 2020 um volume de 80,5 milhões de toneladas, com crescimento de aproximadamente 4% em relação a 2019. Os dados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) relacionados ao crescimento do setor, indicam o bom momento das proteínas animais e o desenvolvimento do setor.  O fato, de acordo com a entidade, se dá por alguns motivos, entre eles os novos mercados que o país tem conquistado para a carne no exterior, assim como, a produção e demanda interna.

Na Cooperativa Castrolanda a projeção para este ano é que o crescimento seja de 12%. Muito deste resultado se dá devido a inauguração da Unidade de Produção de Leitões (UPL II) em Piraí do Sul/PR e, consequentemente, o crescimento de suínos na cadeia da cooperativa como um todo.

Com aumento de produção, a Fábrica de Rações da unidade em Castro/PR, está se adequando aos novos volumes. A linha de ração que contava com duas peletizadoras, recebeu um investimento de aproximadamente 770 mil reais para inserção de mais um equipamento na linha de produção. “O que faz com que a gente consiga atender as demandas do nosso produtor e manter o volume industrializado para nossos clientes. Para efeito explicativo, no ano passado produzimos 167 mil toneladas de ração para suínos. Com essa adequação a nossa estimativa é produzir aproximadamente 204 mil toneladas de rações de suíno até o fim de 2020, sendo 110 mil toneladas para a Castrolanda”, destaca o Coordenador de Produção da Fábrica de Rações, Tasso Roquete. O projeto, já em funcionamento, equalizará a capacidade produtiva da unidade.

Investimento na linha de produção foram realizados para suprir as demandas da unidade.

O gestor da área, Mauro Cezar de Faria destaca ainda que os recursos têm sido empregados também em automação, rastreabilidade e controle de qualidade na entrada de matéria-prima e ração. “Nós temos a busca contínua por atualização tecnológica. Faz parte do plano de investimentos da área para aumentar a capacidade de produção para suínos e bovinos. Com isso, conseguimos ampliar a prestação de serviços para atender à necessidade dos produtores e dos parceiros de negócios”, afirma o Gerente.

 

Nutrição que dá resultado

Os gastos com nutrição podem representar entre 65% e 80% das despesas na criação. Com isso, a busca é permanente por soluções inovadoras e que tragam resultados aos cooperados e clientes. Há mais de 40 anos produzem produtos de qualidade, com todo suporte nutricional que os animais precisam.  O Cooperado Roelof Rabbers, da Fazenda Onça, utiliza as Rações Castrolanda desde 1978. “Sou fiel aos produtos da Cooperativa. Tenho muita confiança na equipe e estou muito satisfeito com os resultados entregues”.

“É de total interesse que nossos cooperados e parceiros recebam a ração de melhor qualidade. Não faz sentido entregar um produto que não preze pela excelência. Nós realmente cuidamos para recebam a ração com ótimos níveis nutricionais, ingredientes adequados e de qualidade”, afirma Tasso.

O grande objetivo é alinhar tecnologia de produção com a otimização dos resultados no campo. “Buscamos cada dia conseguir ser mais competitivos no mercado. O trabalho integrado entre todos os elos da cooperativa é essencial. Isso sempre, alinhado à Cultura Castrolanda e nossos valores que permeiam todos os negócios”, finaliza o gerente.

Fonte: Assessoria
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Unidade de Dourados da BRF é reabilitada para exportar frangos para a China

Autorização foi publicada no site da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC)

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A planta de Dourados (MS) da BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, foi reabilitada na sexta-feira (23) para exportar frangos para a China. A autorização se deu após inspeção realizada pela Administração Geral das Alfândegas da China (GACC) na unidade. A retomada das exportações deve acontecer nos próximos dias.

“A liberação para a retomada de exportações para o país asiático, mercado estratégico para a BRF, reforça o compromisso da Companhia com a qualidade de seus produtos e com a saúde e segurança dos seus colaboradores”, declara Lorival Luz, CEO global da BRF.

A unidade de Dourados havia sido suspensa pelo GACC em julho deste ano. Atualmente, a BRF possui 15 unidades habilitadas para exportar para a China, sendo 10 de aves, 4 de suínos e 1 de miúdos de suínos.

Fonte: Assessoria
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