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Marel impulsiona sustentabilidade da indústria pesqueira

Empresa contribui para que processadores utilizem de forma racional matérias-primas e recursos naturais

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Fotos: Divulgação

Com investimentos constantes em inovação, a Marel tem desencadeado importantes mudanças na indústria pesqueira brasileira e de toda a América Latina. Comprometida com a sustentabilidade, a empresa desenvolve constantemente tecnologias para que os processadores possam utilizar de forma racional matérias-primas e recursos naturais, minimizando o impacto climático da atividade.

“Estamos sempre trabalhando para um mundo onde alimentos de qualidade sejam produzidos de forma sustentável e acessível”, afirma Iago Torres, Diretor Regional da Marel na América Latina para a indústria de pescados. “Incorporamos a sustentabilidade em tudo o que fazemos para criar valor de longo prazo para os nossos clientes e um futuro melhor para as próximas gerações”, acrescenta.

Para desenvolver e aprimorar equipamentos e softwares, a Marel investe, anualmente, cerca de 6% das receitas em inovação. “A sustentabilidade está no centro do nosso processo de inovação e é incorporada em todas as nossas operações, permitindo que os nossos clientes, investidores e nós levemos a produção de alimentos sustentáveis para um nível superior”, declara Torres.

E esses investimentos são responsáveis por uma revolução na indústria pesqueira, que tem como prioridade o uso sustentável de matéria-prima, água e energia. O aumento geral da automação do processamento, impulsionado por empresas como a Marel, tem sido fator-chave para o crescimento sustentável do setor na América Latina. Plantas altamente automatizadas estão gradualmente se tornando um padrão em eficiência e produtividade e a indústria está rapidamente percebendo os enormes benefícios da digitalização e do software de controle de produção.

“A Marel tem auxiliado os processadores de pescado a aumentar a automação, o que reflete no rendimento, na qualidade e na segurança, otimizando o processamento em cada etapa da fábrica. Temos como prioridade fornecer os meios para que a indústria de pescado possa produzir alimentos seguros e de alta qualidade e, com nossas inovações, estamos impulsionando maior eficiência e sustentabilidade geral de toda a cadeia”, informa o Diretor.

A variedade de equipamentos, softwares e serviços automatizados oferecidos pela Marel para o processamento de pescados possibilita o aumento do rendimento e da utilização da matéria-prima, além de criar subprodutos valiosos que reduzem o desperdício dos alimentos em toda a cadeia de abastecimento.

Para o Brasil, por exemplo, a empresa lançou, no final de 2021, a FilleXia, equipamento de automação, até então inédito no mercado, para o processamento de tilápia. A filetadora automatiza o processo de filetagem, processando até 40 peixes por minuto. Os componentes refinados e confiáveis garantem uma produção consistente e utilização maximizada de matéria-prima. Com manipulação reduzida, faz com que o processador de alimentos tenha uma produção consistente e precisa, com baixo custo e rendimento máximo, além de garantir a segurança dos alimentos.

 

Segurança dos alimentos é prioridade

Para garantir a segurança dos alimentos e o mais alto padrão de qualidade, a Marel investe no desenvolvimento de tecnologias para automatizar tarefas e eliminar a chance de contaminação. Também projeta equipamentos acessíveis e fáceis de limpar. Este é o caso da SensorX, uma solução padrão da indústria para detecção de ossos, que automaticamente encontra espinhas e outros contaminantes duros em peixes.

A tecnologia, de raio X, permite que os processadores detectem e rejeitem materiais estranhos que podem ter consequências devastadoras para os consumidores e para a indústria. Esse tipo de recurso, que oferece altos níveis de consistência, precisão e qualidade, é muito superior aos processos de inspeção manual que o precederam.

 

Rastreabilidade da captura à mesa

As soluções de rastreabilidade oferecidas pela Marel também garantem total transparência aos consumidores, que têm acesso a todo o percurso dos produtos e podem acompanhar os padrões de segurança dos pescados da origem à etapa final de processamento.

O software de processamento de alimentos Innova fornece aos processadores rastreabilidade total dos produtos em toda a cadeia de valor. Garante informações valiosas para que possam retirar ou recolher produtos que foram identificados como inseguros ou incorretamente rotulados, contribuindo diretamente para a segurança dos alimentos, maior eficiência e nutrição aprimorada para consumidores em todo o mundo.

 

Compromisso com o meio ambiente

A Marel trabalha de forma contínua para reduzir a pegada de carbono direta e indireta, além de apoiar os processadores de alimentos na jornada para a mitigação das mudanças climáticas.

Está comprometida com a iniciativa de Metas Baseadas na Ciência para cumprir os propósitos do Acordo de Paris, visando à neutralidade de carbono antes de 2050. Atendeu ao apelo dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas) ao setor privado e contribui para melhorar a segurança e rastreabilidade dos alimentos, apoiar o desenvolvimento sustentável na produção de alimentos e garantir padrões sustentáveis de consumo e produção.

Também está adotando relatórios relacionados ao clima, conforme recomendado pela Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD), como ferramenta para compreender e agir sobre os riscos e oportunidades associados às mudanças climáticas.

“Monitoramos continuamente como as nossas operações, sistemas e soluções que oferecemos afetam a sociedade, as economias e o meio ambiente. Em parceria com nossos clientes, estamos transformando a forma como os alimentos são processados”, ressalta Iago Torres.

Fonte: Assessoria

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Manejo alimentar adequado é determinante para crescimento e terminação de suínos

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Divulgação Auster

A fase de crescimento e terminação dos suínos representa o período de maior impacto econômico na produção suinícola, uma vez que concentra a maior parcela do consumo de ração e exerce influência direta sobre a rentabilidade do sistema produtivo. Nessa etapa, os principais indicadores zootécnicos são o consumo médio diário de ração, ganho de peso diário, conversão alimentar e mortalidade. “Esses indicadores de desempenho têm papel fundamental na mensuração dos resultados da atividade, auxiliando na tomada de decisões para melhorar a eficiência produtiva e a rentabilidade do sistema “, afirma Joice Silva, zootecnista da Auster Nutrição Animal.

O manejo nutricional tem papel central na fase de crescimento e terminação. A zootecnista destaca que dietas adequadas impactam diretamente nos indicadores zootécnicos e adequado balanceamento das exigências e das curvas nutricionais conforme a idade, o peso e genética dos animais podem favorecer uma maior deposição de tecido muscular e ainda pode oportunizar que possam alcançar seu pleno potencial produtivo durante essa etapa.

“A qualidade das matérias-primas e o fornecimento da ração também merecem atenção, considerando que falhas de processamento ou restrição de acesso ao alimento podem comprometer significativamente os resultados”, explica Joice.

A zootecnista recomenda atenção à qualidade e à correta regulagem dos comedouros, importantes para obtenção e manutenção de bons indicadores de desempenho. “Comedouros de má qualidade podem demandar mais mão de obra e, quando mal regulados, limitam o acesso à comida ou provocam excesso de desperdício, impactando negativamente os resultados. Regulagens muito fechadas reduzem a disponibilidade de ração na bandeja e aumentam a competição entre os animais, podendo comprometer o GPD dos leitões”, detalha.

Por outro lado, comedouros excessivamente abertos, que disponibilizam ração em excesso, favorecem o desperdício e podem comprometer a conversão alimentar. Além disso, a qualidade estrutural dos equipamentos influencia o comportamento alimentar dos suínos, sendo fundamental garantir fácil acesso à ração e número adequado de bocas de comedouro de acordo com a fase do ciclo e a quantidade de animais por baia. Joice Silva recomenda “monitoramento frequente dos comedouros como parte da rotina operacional da granja”.

Outro ponto essencial é o consumo ideal de água. Animais sem acesso fácil à água ou com consumo inadequado tendem a consumir menos ração, comprometendo o ganho de peso diário e a conversão alimentar. “Além do acesso adequado, a água deve ser limpa, fresca e de qualidade. O indicado é trabalhar com bebedouros com vazão adequada para a fase, em torno de 1,5 a 2 litros por minuto, e quantidade compatível de animais por bebedouro e em temperatura adequada para evitar impactos negativos no consumo”, orienta a zootecnista da Auster.

“O manejo alimentar adequado é fator decisivo para que os animais expressem o máximo potencial genético, garantindo desempenho produtivo consistente e redução de perdas zootécnicas”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Inovação genética e governança corporativa pautam debates da Topigs Norsvin sobre o futuro da suinocultura no Sul do país

Encontros no Paraná e em Santa Catarina reuniram produtores e especialistas para promover a troca de conhecimento e potencializar os resultados das granjas multiplicadoras

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Divulgação Topigs Norsvin

A profissionalização da gestão e a incorporação de novas tecnologias ditam o ritmo de evolução das granjas brasileiras. Para debater os atuais gargalos mercadológicos e preparar o setor agropecuário para os próximos anos, a Topigs Norsvin promoveu duas edições estratégicas do Conexão Tecnológica na região Sul do país no início de junho. Os encontros foram realizados em Curitiba, no Paraná, e em Chapecó, em Santa Catarina, reunindo uma ampla comitiva de especialistas, gestores e produtores rurais parceiros.

“Trazer informações atualizadas sobre a gestão, a biosseguridade e as movimentações de mercado é um passo fundamental para garantir a sustentabilidade das operações e a lucratividade do produtor a longo prazo”, destaca o diretor Regional América Central e do Sul na Topigs Norsvin, André Costa.

Governança e renovação de conhecimento no Paraná

A capital paranaense sediou o primeiro evento entre os dias 1 e 2 de junho. O encontro focou na aproximação direta com os parceiros multiplicadores e na renovação do conhecimento técnico e de mercado. A programação abordou temas vitais para o negócio do parceiro multiplicador e englobou debates sobre o planejamento do processo de sucessão nas propriedades rurais, as estratégias de retenção de talentos diante da escassez de mão de obra e os impactos da nova reforma tributária no agronegócio.

Para enriquecer a troca de experiências, a Topigs Norsvin reuniu nomes de peso do setor produtivo nacional. O cenário macroeconômico e as atualizações do mercado de carnes e grãos integraram a pauta com a participação do consultor da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Iuri Pinheiro Machado. O evento também reforçou a atenção com a biosseguridade por meio da presença da auditora Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Juliane Galvani, que esclareceu as novas atualizações em sanidade.

O alinhamento interno e o fortalecimento da parceria contaram com a participação da equipe técnica e de coordenação de produção da empresa, marcando o lançamento oficial do Programa Marcas de Valor e apresentando as inovações em torno do reprodutor TN Duroc.

Alinhamento genético e capacitação em Santa Catarina

A rodada de debates avançou para o Estado catarinense no dia 3 de junho. A programação foi realizada na matriz da Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Chapecó. A edição ganhou o formato de Encontro de Multiplicadores GA 2030, em referência à fêmea matriz do sistema desenvolvida com a tecnologia TN70. O diretor agropecuário da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Marcos Antônio Zordan, realizou a abertura das atividades.

“O objetivo central deste encontro foi a capacitação e a atualização técnica de todos os profissionais envolvidos no programa de melhoramento genético. Reunimos os gerentes e os supervisores da Aurora e das cooperativas filiadas para aprimorar a operação de multiplicação dentro de todo o sistema integrado”, explica o consultor Técnico Comercial da Topigs Norsvin, Cleisson Trevisan.

Os representantes da Aurora, Evandro Nottar e Adriano Brambatti, apresentaram as atualizações do programa GA 2030 e os índices de benchmarking. O diretor Técnico da Topigs Norsvin no Brasil, Marcos Lopes, aprofundou a temática para os multiplicadores de Chapecó.

“Implementamos a seleção genômica com muita força desde o ano de 2019 para acelerar o melhoramento genético. Hoje a fêmea GA 2030 demonstra um potencial impressionante ao entregar quantidade e qualidade aliadas. Observamos granjas parceiras chegando a marcas próximas de 300 quilos de leitão desmamado por fêmea ao ano. A genômica também nos auxilia a avaliar características metabólicas e de osteocondrose para assegurar a alta longevidade da fêmea”, avalia Marcos Lopes.

A agenda técnica em solo catarinense complementou a capacitação dos parceiros com diretrizes avançadas sobre biosseguridade e métodos nutricionais para sustentar o potencial da nova fêmea hiperprolífica. A equipe de especialistas da companhia e pesquisadores convidados, como o professor do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV UDESC), José Crestani, analisaram as táticas essenciais de cuidados na maternidade e a prevenção de desafios sanitários.

“A união entre a genética de excelência e a precisão nos processos da granja fortalece os resultados de toda a cadeia. O investimento contínuo em tecnologia e no desenvolvimento dos nossos parceiros cria uma suinocultura sustentável, altamente rentável e pronta para ditar tendências no agronegócio mundial”, conclui o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, que comandou o encerramento do encontro ao lado do representante da Aurora Coop, Luiz Carlos Giongo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Novos reforços técnicos chegam ao time de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal

Profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.

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Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte - Fotos: Assessoria

Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades

As unidades de negócios de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal anunciam a chegada dos médicos-veterinários Gleidson Salles e Ana Carla Rodrigues ao time. Os profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.

Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades. Com mestrado em Zootecnia e doutorado em Biotecnologia e Biociências, soma experiências em sanidade avícola, acumulando passagens por grandes empresas do setor.

Já Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte. Mestre em Produção e Sanidade Animal e com 14 anos de experiência na BRF, soma atuações estratégicas em sanidade avícola, incubatório e frango de corte, além de experiência em garantia da qualidade, biosseguridade e indústria.

“Para seguirmos avançando e mantermos a nossa posição de líder no mercado de vacinas no Brasil, é fundamental continuarmos atraindo talentos e desenvolvendo nossas pessoas”, destaca Marília Rangel, diretora da unidade de negócios de Avicultura e Aquicultura na MSD Saúde Animal. “Receber os novos profissionais é uma grande honra e fortalece a execução da nossa estratégia comercial, bem como permite a manutenção do contato próximo com os clientes.”

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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