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Março tem Dia de Campo de Verão da Agrária
O Dia de Campo de Verão da Agrária será realizado nos dias 4 e 5 de março, nos campos da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (FAPA), no distrito de Entre Rios, em Guarapuava.
A programação inclui três palestras principais, sendo elas,Uma Leitura do Futuro do Agronegócio, Expedição Safra 10 Anos: da oferta à demanda, os desafios, oportunidades e os ciclos do agronegócio globalizado e A maior distância fica entre a cabeça e o coração. Segundo o diretor da FAPA, Leandro Bren, essas palestras devem atrair um grande número de pessoas ao evento. "No primeiro dia, o Prof. PhD. Marcos Fava Neves vai falar sobre o futuro do agronegócio, abordando preços das commodities para a atual e a próxima safra agrícola. No segundo dia, o jornalista Giovani Ferreira vai falar sobre a evolução da agricultura nos últimos 10 anos em termos de tecnologia e infraestrutura. No período da tarde, será a vez de uma palestra motivacional, ministrada pelo Prof. Steven Dubner, com foco na superação. Essa palestra é direcionada tanto para produtores como para profissionais do setor agropecuário".
Ao todo, serão 33 expositores. "Mais uma vez, a Agrária está investindo em infraestrutura para garantir aos expositores e participantes segurança e comodidade durante o dia de campo, independente do clima", observa Bren.
Haverá almoço nos dois dias. O cardápio é Costela de Dois Fogos, preparada pelo CTG Chaleira Preta. O valor é de R$ 30,00 (com refrigerante) e R$ 15,00 (para estudantes com apresentação do RA).
O Dia de Campo de Verão da Agrária tem entrada gratuita e é aberto a todos os produtores rurais, acadêmicos e profissionais da área (nos dois dias). "Todos serão muito bem vindos", diz Bren. São patrocinadores do evento Du Pont, Pioneer, Sindicato Rural de Guarapuava e Ihara.
7 Estações da FAPA
As tradicionais Estações da FAPA com palestras técnicas acontecem nos dois dias, de forma simultânea. Os pesquisadores estarão divulgando resultados de ensaios regionais, realizados em 13 municípios. Participar das palestras das estações é ter a oportunidade de obter informação técnica aplicada para regiões de altitudes médias e altas. Informações muito importantes para os produtores rurais que querem um diferencial no campo, em termos de qualidade e produtividade, destaca Bren.
A estação de Milho e Entomologia vai tratar sobre produtividade e as características dos híbridos de milho em diferentes versões transgênicas. A Estação de feijão vai trazer informações sobre cultivares adaptadas na região e cultivares para altas produtividades. Destaque também para a Estação de Mecanização Agrícola, que vai falar sobre escolha de pontas de pulverização. Segundo Bren, todas as estações trarão assuntos muito pertinentes para o produtor, não só da região, mas de todo o Paraná.
Pecuária no Dia de Campo de Verão
A novidade este ano serão palestras de pecuária de corte e leite, que acontecerão no auditório principal. No dia 4, o professor Dr. Mikael Neumann vai falar sobre a Bovinocultura de corte: Planejamento forrageiro e no dia 5, o Msc. Diego Langwinski vai abordar a Nutrição de Precisão para Bovinos Leiteiros.
Sistema FAEP no evento
Mais uma vez, o Sistema FAEP, através do Sindicato Rural de Guarapuava e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), estarão presentes no evento. A entidade vai recepcionar os produtores rurais e expor ao público presente os cursos do Senar, a Revista do Produtor Rural do Paraná e outros serviços prestados aos associados.
Programação:
Dia 4
09h00 | Uma Leitura do Futuro do Agronegócio
Prof. PhD. Marcos Fava Neves
10h30 | Palestras simultâneas Ciclo 1 e Bovinocultura 1
14h00 | Palestras simultâneas Ciclo 2
16h00 | Palestras simultâneas Ciclo 3
Dia 5
09h00 | Expedição Safra 10 ANOS: Da oferta à demanda, os desafios, oportunidades e os ciclos do agronegócio globalizado
Jornalista, técnico agrícola e consultor Giovani Ferreira
11h00 | Palestras simultâneas Ciclo 4 e Bovinocultura 2
14h00 | A maior distância fica entre a cabeça e o coração
Prof. Steven Dubner
Estações Fapa
Estação Milho e Entomologia
Produtividade e outras características de híbridos de milho em diferentes versões transgênicas
Pesquisador: Msc. Alfred Stoetzer e Msc. Celso Wobeto
Estação Feijão
Manejo de cultivares de feijão preto e carioca, para altas produtividades.
Pesquisadores: Msc. NoemirAntoniazzi e Msc. Eduardo Pagliosa
Estação Soja e Fitopatologia
Características morfofisiológicas de plantas e dinâmica de doenças na cultura da soja
Pesquisador: Msc. Heraldo Feksa e Dr. Vitor Spader
Estação Fertilidade do Solo
Adubação potássica na região Centro-Sul do Paraná
Pesquisador: Msc. Sanda Mara Vieira Fontoura
Estação Mecanização Agrícola
Pontas para Pulverizações Seleção de Uso
Pesquisador: Dr. Étore F. Reynaldo
Bovinocultura 1 Auditório Principal, dia 04 de março
Bovinocultura de corte: Planejamento forrageiro
Prof. Dr. Mikael Neumann
Bovinocultura 2 Auditório Principal, dia 05 de março
Nutrição de Precisão para Bovinos Leiteiros
Palestrante: Msc. Diego Langwinski
Fonte: Ass. impr. do Sid. Rural de Guarapuava

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
