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Pet Saúde Animal

Mapa lança guia de uso racional de antimicrobianos para cães e gatos 

Este é o primeiro documento que aborda o uso responsável e prudente dos antimicrobianos em animais, com objetivo de orientar e harmonizar os procedimentos adotados pelos médicos-veterinários no país.

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Divulgação/Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou na quinta-feira (23) o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para Cães e Gatos. Este é o primeiro documento que aborda o uso responsável e prudente dos antimicrobianos em animais, com objetivo de orientar e harmonizar os procedimentos adotados pelos médicos-veterinários no país.

O Guia faz parte das ações do Mapa no âmbito do Projeto Trabalhando Juntos para Combater a Resistência aos Antimicrobianos (EU-OPAS/OMS/OIE/FAO) e do Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da Agropecuária (PAN-BR AGRO).

Este primeiro documento, elaborado pelo médico veterinário Rodrigo Rabelo, sob coordenação do Mapa e em parceria com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), aborda temas como o perfil de resistência antimicrobiana no ambiente hospitalar de cães e gatos; principais classes de antimicrobianos na clínica de pequenos animais; medidas preventivas; cães e gatos como hospedeiros de bactérias resistentes; diretrizes quanto ao diagnóstico das infecções e quanto a prescrição veterinária; entre outros.

“Para nós, foi uma honra colaborar com este projeto junto ao Mapa e a OPAS. A resistência aos antibióticos atingiu seu alerta máximo no mundo e o médico veterinário precisa assumir sua responsabilidade dentro da saúde única de maneira definitiva”, disse Rabelo.

A resistência bacteriana é um evento natural, porém o uso indevido e excessivo de antimicrobianos representa uma ameaça iminente para a saúde pública mundial.

“O uso incorreto de antimicrobianos representa um grande risco para a saúde pública e animal, e os médicos veterinários desempenham um papel fundamental para assegurar a utilização prudente dos antimicrobianos visando à preservação desses medicamentos essenciais para a humanidade”, esclarece o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

Outros guias a serem divulgados pelo Mapa em breve serão: o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para a Pecuária Leiteira (bovinos, ovinos e caprinos) e o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para a Avicultura de Postura.

Boas Práticas de Produção e Uso Racional de Antimicrobianos

Outra iniciativa do Mapa com relação ao tema é a realização do curso gratuito “Atualização em Boas Práticas de Produção e Uso Racional de Antimicrobianos”. Ministrado pela médica veterinária, Silvia Adriana Lentz, o curso busca promover atualização sobre boas práticas e resistência aos antimicrobianos às instituições públicas e privadas brasileiras, envolvidas, principalmente, no ensino, fomento e na fiscalização das atividades agropecuárias, tendo como foco principal a avicultura, suinocultura, bovinocultura leiteira e aquicultura.

Os encontros serão realizados de forma virtual e as vagas são limitadas. Os interessados poderão optar por uma data, dentre as cinco opções oferecidas nos meses de junho (30) e julho (07, 14, 21 e 28). O horário é de 14 às 16 horas e a inscrição pode ser feita pelo link  https://forms.gle/cwdPoZ8dYKe8kbdf8.

Fonte: Mapa
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Pet

 Brasil ganha posição e passa a 6º mercado pet do mundo

Crescimento de 27% no faturamento em um ano fez o país subir no ranking mundial do setor de animais de estimação, aponta levantamento do Instituto Pet Brasil.

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Foto: Divulgação

O faturamento do mercado pet brasileiro não para de crescer e fechou o ano de 2021 na sexta posição no ranking mundial, uma acima do levantamento feito em 2020. Os dados do Instituto Pet Brasil (IPB) mostram que o segmento faturou R$ 51,7 bilhões no ano passado – o equivalente a 4,5% de participação no mercado mundial de animais domésticos, que ficou em aproximadamente R$ 667 bilhões.

Os Estados Unidos dominam o mercado mundial com praticamente metade do faturamento: 44,8%. A China vem em segundo, seguida, na sequência, de Alemanha, Reino Unido e Japão. Entre 2020 e 2021, o Brasil ganhou a posição da França.

O Brasil chegou a ocupar a terceira posição no ranking em 2018, caindo para quarto em 2019 e em sétimo em 2020 – um dos principais motivos foi a alta do dólar. Nos últimos dois anos, porém, o faturamento do mercado pet brasileiro disparou 42,5%: entre 2019 e 2020, cresceu de R$ 35,3 bilhões para R$ 40,9 bilhões (15,5%); e de 2020 para 2021 chegou aos R$ 51,7 bilhões (27%).

“Os números mostram a força do setor pet brasileiro mesmo diante de um momento crítico da economia global”, afirma Nelo Marraccini, presidente do Conselho Consultivo do IPB. “O brasileiro pôde contar com a companhia de seu animal de estimação quando precisou ficar em casa. E retribuiu esse carinho mantendo os cuidados com seu pet graças à amplitude, capilaridade e criatividade da rede varejista do setor.”

Projeção internacional

Levantamento recente do Instituto Pet Brasil aponta que o crescimento do setor não deve parar por aí. O faturamento do mercado pet no primeiro trimestre deste ano cresceu mais 14%, alcançando R$ 58,9 bilhões.

“O Brasil é visto e reconhecido como um grande player no mercado internacional pet. Para amplificar esse destaque, o Instituto Pet Brasil tem projetos para ajudar empresas do setor interessadas em expandir suas fronteiras, seja por meio de capacitação técnica, rodadas de negócios ou participação em feiras de negócios”, diz Marraccini.

Fonte: Assessoria
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Pet Animais de estimação

Viagens internacionais com pets aumentam nos meses de férias, saiba qual a documentação necessária

Para viajar com cães e gatos internacionalmente, é necessário que eles tenham um documento que ateste seus históricos de saúde, bem como o atendimento às exigências sanitárias do país de destino.

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Por causa das férias escolares e do aumento das viagens nesse período, o número de solicitações de emissão de documentos para viajar ao exterior com animais de estimação costuma ter um acréscimo de cerca de 70% nos meses de julho em relação aos períodos de baixa temporada. Para viajar com cães e gatos internacionalmente, é necessário que eles tenham um documento que ateste seus históricos de saúde, bem como o atendimento às exigências sanitárias do país de destino.

No Brasil, os documentos utilizados para essa finalidade são o Certificado Veterinário Internacional (CVI) e o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos. Ambos são expedidos por Auditores Fiscais Federais Agropecuários das unidades de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), vinculadas à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo o Vigiagro, são emitidos anualmente mais de 10 mil CVIs, e a quantidade aumenta bastante nos meses de férias.

A principal diferença entre o CVI e o Passaporte é que esse último pode ser usado para várias viagens durante toda a vida do animal, enquanto o CVI deve ser emitido a cada viagem que o animal for realizar. Com o Passaporte, as informações sanitárias são apenas legalizadas pelos AFFA na ocasião da viagem.

Os países mais procurados pelos tutores brasileiros quando eles buscam o CVI são Portugal (70%), Alemanha, Espanha, França, Itália e Panamá. Já os países que mais utilizam o certificado para entrar no Brasil são os Estados Unidos, Portugal, Alemanha, Canadá, Itália, Argentina e Bolívia.

Cada país tem uma legislação diferente para receber animais em seu território. Isso porque os animais podem levar doenças, inclusive zoonoses que já são controladas ou até mesmo erradicadas em uma determinada localidade.

Conheça os procedimentos necessários para cada tipo de documentação:

CVI – Certificado Veterinário Internacional

Para retirar o CVI, é necessário agendamento junto ao Vigiagro, para a apresentação da documentação necessária em sua cidade. Os documentos necessários para retirar o CVI de cães e gatos em traslado são:

  • carteira de vacinação, com a vacina para raiva dentro da validade e comprovação da sorologia para essa doença;
  • microchipagem do animal;
  • atestado de clínica veterinária, emitido por médico-veterinário na semana em que será realizada a viagem, contendo informações sobre condições do animal e confirmação que ele está apto a viajar.

Atualmente, o Ministério da Agricultura já disponibiliza a emissão do CVI para trânsito internacional de cães e gatos para 11 países de forma eletrônica. É possível solicitar o Certificado por meio do Portal GOV.br.

Passaporte Cães e Gatos

O passaporte animal é um documento opcional para gatos e cachorros terem o direito de viajar tanto em território nacional, quanto internacional. No caso do Brasil, além de ser gratuita, a emissão do passaporte não é obrigatória para sair do país, independentemente do seu destino.

Contudo, não são todos os países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos do Brasil. Atualmente, os que aceitam esse documento são os membros do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela), juntamente com Brunei, Colômbia, Gâmbia e Taiwan.

A emissão do passaporte animal é feita pelo Vigiagro. O prazo de emissão é de 30 dias úteis a partir do momento da apresentação do requerimento à unidade do Mapa. Porém, para concessão do Passaporte é obrigatório que o animal tenha a identificação eletrônica (microchip), que é lido para a emissão do passaporte antes do embarque do animal nas viagens internacionais e no desembarque dos animais no Brasil.

Fonte: Mapa
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Pet Projeto de Lei 1293/2021

Para Abinpet, “PL do Autocontrole” pode modernizar cadeia agropecuária com maior responsabilidade dos fabricantes de insumos

Expectativa é que as mudanças sugeridas pelo Projeto de Lei aumentem a capacidade de resposta do Estado frente às necessidades do agronegócio do Brasil, um dos mais vibrantes do mundo.

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A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) apoia o Projeto de Lei 1293/2021 – conhecido como o PL do Autocontrole, que tem como objetivo agilizar a produção e utilização de insumos agropecuários.

Entre os pontos estabelecidos pelo texto enviado ao parlamento pelo Poder Executivo, estão o estabelecimento da obrigatoriedade de adoção de programas de autocontrole pelos agentes regulados pela legislação da defesa agropecuária; a instituição do Programa de Incentivo à Conformidade em Defesa Agropecuária para tratar da organização e dos procedimentos aplicados pela defesa agropecuária e a modernização das regras de controle sanitário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“A indústria de produtos para animais de estimação concorda com a ideia de que é necessário atualizar a legislação sanitária para oferecer mais autonomia aos fabricantes de insumos, pois essa transformação também irá impor maior responsabilização aos produtores de insumos e produtos agropecuários”, comenta o presidente executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França.

A expectativa é que as mudanças sugeridas pelo Projeto de Lei aumentem a capacidade de resposta do Estado frente às necessidades do agronegócio do Brasil, um dos mais vibrantes do mundo. Especificamente no caso do setor pet, uma maior agilidade na produção e circulação de insumos agrícolas pode baratear o preço para o consumidor final. Atualmente, a cada R$ 1 gasto pelas famílias em produtos pet, cerca de R$ 0,50 são compostos por impostos.

Articulação política

A Abinpet também tem feito outros esforços junto a outros atores do setor agro para viabilizar maior agilidade e investimentos na cadeia de produção e logística. Atualmente, a entidade faz parte do Fórum ProBrasil, que inclui a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (ABIPESCA), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), Sindicato da Indústria de Alimentação Animal (Sindiraões) e União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio).

Fonte: Assessoria
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