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Mantiqueira Brasil transforma clara de ovo em bebida funcional e cria nova categoria de proteínas prontas para beber

Com zero gordura, zero leite, 5x menos carboidrato e 2x menos calorias do que os shakes convencionais, a marca N.OVO é resultado de tecnologia inédita, desenvolvida após mais de dois anos de investimento em pesquisas e inovação.

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Foto: Divulgação/Mantiqueira Brasil

A Mantiqueira Brasil, líder em qualidade e inovação no mercado de ovos da América do Sul, deu início a um novo capítulo da indústria de alimentos. A companhia criou a N.OVO, uma marca de bebidas proteicas à base de clara de ovo hidrolisada, inaugurando uma nova categoria no mercado de nutrição funcional.

Os produtos chegaram ao mercado após dois anos e meio de pesquisa e investimentos em open innovation, apoiados por uma tecnologia inédita no Brasil que resolve um desafio histórico da indústria: a instabilidade térmica da clara de ovo. Desenvolvidos com especialistas globais, o processo impede a coagulação durante a esterilização UHT, preservando a fluidez e a integridade biológica da proteína — um avanço que viabiliza o consumo em formato pronto para beber.

A inovação posiciona a N.OVO como uma alternativa nutricionalmente superior às bebidas tradicionais. Diferentemente dos produtos lácteos, que contêm gordura natural, e das opções vegetais, que podem apresentar limitações sensoriais ou nutricionais, a nova bebida chega com perfil clean label, com zero gordura, zero leite, 5x menos carboidrato e 2x menos calorias do que os shakes convencionais. O resultado é uma proteína de alta absorção e saciedade, sem residual de sabor, que obteve nota máxima (5/5) no sistema internacional Health Star Rating.

“O grande desafio tecnológico foi quebrar o paradigma da clara. Conseguimos criar uma proteína inteligente que entrega absorção superior e experiência sensorial limpa. A linha é comporta por quatro sabores que superam a média das bebidas à base de whey ao eliminar gordura e lactose sem comprometer o sabor”, afirma Márcio Utsch, CEO Global da Mantiqueira.

A estratégia da marca para o varejo foca na distribuição para os principais supermercadistas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A linha High Protein, com 17g de proteína, possui sabores iogurte de morango, vitamina de frutas, torta de limão e vanilla berry. O lançamento oficial dos produtos será feito durante a APAS Show, que ocorre em São Paulo entre os dias 18 e 21 de maio.

Além do apelo ao consumidor, a inovação resolve uma equação econômica relevante da cadeia produtiva. A demanda global por gemas, amplamente utilizadas em massas e panificação, gera excedentes de claras. Ao transformar esse subproduto em ingrediente de alto valor agregado, a Mantiqueira cria uma fonte de receita, reduz a exposição à volatilidade das commodities e incentiva a economia circular e a sustentabilidade da cadeia produtiva.

“A Mantiqueira sempre teve o pioneirismo em seu DNA. Nossa premissa é clara: se existe uma inovação a ser feita com ovo, a Mantiqueira tem de estar à frente. Estamos diante da maior oportunidade de disrupção que já vimos no setor. Não desenvolvemos apenas um produto, criamos uma categoria global e ao mesmo tempo resolvemos uma dor histórica da indústria”, afirma Utsch.

O produto reflete a força da operação da Mantiqueira Brasil, impulsionada pela recente joint venture com a JBS, maior empresa de alimentos do mundo. Ao entrar no segmento de bebidas funcionais, a Mantiqueira busca reposicionar o ovo na cadeia de valor dos alimentos. A aposta é ocupar o espaço entre whey e bebidas vegetais, um mercado em expansão impulsionado pela demanda por proteína, conveniência e nutrição.

Fonte: Assessoria Mantiqueira Brasil

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Quando o prejuízo começa no pulmão: os impactos silenciosos da pleuropneumonia suína

Comprometimento pulmonar afeta metabolismo, desempenho e eficiência alimentar, tornando o controle da doença um ponto crítico na suinocultura moderna.

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Foto: Divulgação/Ceva Saúde Animal

Em sistemas produtivos cada vez mais eficientes, nos quais pequenas variações de desempenho têm impacto direto no resultado econômico, a saúde respiratória dos suínos ocupa papel estratégico. Entre os desafios mais relevantes está a pleuropneumonia suína, causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (App), uma enfermidade que pode se manifestar de forma aguda, com sinais clínicos evidentes, mas que também pode provocar perdas silenciosas ao longo do ciclo produtivo.

O grande desafio da doença está justamente nessa dupla característica. Nos quadros agudos, a pleuropneumonia costuma chamar atenção rapidamente, com dificuldade respiratória, queda brusca de desempenho e, em situações mais severas, mortalidade. Já nas formas crônicas ou subclínicas, o impacto é menos evidente. O animal pode não apresentar sinais claros no manejo diário, mas o comprometimento pulmonar reduz sua capacidade de expressar desempenho, afetando ganho de peso, conversão alimentar e uniformidade do lote.

Do ponto de vista fisiopatológico, parte desse impacto está relacionada à ação das toxinas Apx, importantes fatores de virulência do App. Elas participam do dano ao tecido pulmonar, favorecendo inflamação, hemorragia e áreas de necrose. Com o pulmão lesionado, o organismo precisa direcionar energia para responder ao desafio sanitário e reparar tecidos, reduzindo a eficiência com que os nutrientes são convertidos em crescimento. Na prática, o prejuízo aparece não apenas nos animais clinicamente doentes, mas também em lotes que crescem abaixo do esperado.

Outro fator que amplia o desafio é a diversidade do agente. Existem diferentes sorotipos de Actinobacillus pleuropneumoniae, e mais de um pode circular simultaneamente em uma mesma granja. Isso significa que o cenário sanitário pode mudar ao longo do tempo, exigindo acompanhamento contínuo. Atribuir os problemas respiratórios sempre ao mesmo histórico, sem atualização diagnóstica, pode levar a decisões menos precisas e a estratégias de controle insuficientes.

A persistência do agente no plantel também merece atenção. Animais recuperados de quadros agudos ou portadores de formas crônicas podem contribuir para a manutenção da bactéria no sistema produtivo, favorecendo a recorrência do desafio respiratório. Por isso, lesões como pleurites e aderências pulmonares observadas no frigorífico são importantes indicadores de que a doença pode ter atuado ao longo do ciclo, mesmo quando os sinais clínicos não foram evidentes na granja.

Segundo Felipe Betiolo, médico-veterinário e gerente de marketing e produtos da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, a principal dificuldade está em dimensionar o impacto real da pleuropneumonia quando ela se manifesta de forma menos visível. “A doença não deve ser analisada apenas pelos quadros agudos. Muitas vezes, o maior prejuízo ocorre na forma crônica ou subclínica, quando há comprometimento contínuo do desempenho sem sinais claros no manejo diário”, destaca.

Esse impacto também chega ao abatedouro. Estudos indicam que, a cada 1% de elevação no nível de pleurite em um grupo de suínos, há uma redução média de 70 gramas no peso de carcaça por animal, resultante do menor ganho de peso diário e das perdas de toalete da carcaça. Além disso, uma prevalência de 10% de pleurite ao abate pode reduzir em 8,5% a velocidade da linha. (Tucker,2013)

O quadro se torna ainda mais desafiador quando há interação com outros agentes respiratórios. Coinfecções podem intensificar a resposta inflamatória, agravar lesões pulmonares e ampliar os efeitos sobre desempenho e uniformidade. Além disso, fatores de ambiência e manejo, como ventilação inadequada, alta densidade, oscilações térmicas e falhas no fluxo de produção, influenciam diretamente a expressão clínica da doença. Por isso, a pleuropneumonia deve ser compreendida dentro de um contexto mais amplo de equilíbrio sanitário e produtivo.

Diante desse cenário, o controle exige uma abordagem integrada, combinando biosseguridade, manejo, diagnóstico, monitoria e vacinação. A redução da pressão de infecção dentro da granja é fundamental para limitar a disseminação do agente e diminuir seus impactos ao longo do ciclo. A avaliação de indicadores produtivos, associada à observação clínica, à monitoria de lesões, ao abate e ao diagnóstico laboratorial, ajuda a identificar perdas que nem sempre aparecem de forma clara no campo.

A vacinação, nesse contexto, desempenha papel estratégico dentro dos programas sanitários, contribuindo para reduzir a intensidade do desafio, limitar a ocorrência de lesões associadas à doença e preservar o desempenho dos animais. Mais do que uma ação isolada, ela deve estar alinhada ao histórico sanitário da granja, ao fluxo de produção, à pressão de infecção e às demais medidas de controle.

“Quando bem posicionada dentro do programa sanitário, a vacinação ajuda a reduzir a intensidade do desafio e a ocorrência de lesões associadas à pleuropneumonia. Na prática, isso contribui para preservar o desempenho, melhorar a uniformidade dos lotes e dar mais previsibilidade aos resultados produtivos”, explica Betiolo.

Em granjas com histórico de desafios por Actinobacillus pleuropneumoniae, vacinas como Coglapix®, da Ceva Saúde Animal, podem integrar estratégias preventivas voltadas à redução do impacto da pleuropneumonia. A formulação reúne antígenos somáticos e toxóides ApxI, ApxII e ApxIII, associados à resposta imune contra componentes relevantes do agente. Sua adoção, no entanto, deve estar inserida em um programa sanitário estruturado, com manejo adequado, biosseguridade, ambiência e monitoramento contínuo.

Ao considerar a relação direta entre sanidade respiratória e desempenho, fica claro que o comprometimento pulmonar não é um problema isolado. O que começa no pulmão pode comprometer o ganho de peso, a eficiência alimentar, a uniformidade e a rentabilidade de todo o sistema — do campo ao abatedouro.

Mais do que reagir a surtos, o desafio da suinocultura moderna é identificar e controlar perdas que muitas vezes não são visíveis no dia a dia da granja. Nesse cenário, preservar a saúde pulmonar é uma decisão técnica diretamente ligada à eficiência produtiva e à sustentabilidade econômica da atividade.

Fonte: Assessoria Ceva Saúde Animal
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Inovação em vacinas combinadas transforma a suinocultura e traz mais segurança

Com menos manejos e menos aplicações, granjas conseguem reduzir as chances de desconforto e acidentes com animais e pessoas

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Foto: Divulgação/MSD Saúde Animal

A busca por sistemas de produção mais sustentáveis e humanizados tem levado a suinocultura a atualizar os protocolos. Um dos avanços é o uso de vacinas combinadas de dose única, uma estratégia que se alinha diretamente ao conceito de Bem-Estar Único, integrando saúde animal, bem-estar humano e sustentabilidade do sistema.

Tradicionalmente, cada manejo de vacinação pode ser interpretado pelo suíno como uma ameaça, ativando o eixo HPA (hipotálamo–hipófise–adrenal). Essa ativação desencadeia a liberação de adrenalina e cortisol, resultando em respostas aversivas como vocalização, tentativas de fuga e agitação, conforme explica Filipe Dalla Costa, coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal.

Segundo o especialista, estudos indicam que a aplicação de múltiplas vacinas pode aumentar a sensação de dor e gerar estresse cumulativo aos indivíduos. “Por outro lado, a redução no número de intervenções vacinais gera um impacto positivo na rotina das granjas. Já temos vacinas que protegem contra três doenças de uma única vez.”

Menos manejos significam menor carga física e mental dos próprios manejadores, reduzindo a fadiga e a exposição a acidentes com agulhas ou movimentos repetitivos. Outro ponto, de acordo com Filipe, é que processos com dose única são mais padronizados e previsíveis, minimizando erros de aplicação, riscos de falhas sanitárias e a necessidade de retrabalho.

“Quando vacinamos leitões ao desmame, por exemplo, o fato de manipular um frasco em vez de dois ou três, ou evitar o uso de múltiplos produtos em diferentes fases de produção, traduz diretamente em economia de tempo e menor risco de erros”, diz o profissional.

Em manejos de contenção para procedimentos em geral, como a vacinação, cada aplicação adicional pode causar estresse aos indivíduos. “As vacinas combinadas trazem justamente a vantagem de reduzir a carga de estresse, mantendo a resposta imune adequada, evitando lesões de manejo e melhorando a interação humano-animal”, reforça Filipe. “Ao simplificar os protocolos, a granja alcança uma robustez sanitária superior, consolidando-se como um sistema produtivo moderno, eficiente e ético.”

Inovações em vacinas

Acompanhando a evolução das práticas e a necessidade de manejos mais assertivos, a MSD Saúde Animal trouxe ao mercado, em 2025, a primeira e única vacina que protege contra três dos principais causadores de doenças em suínos com uma única injeção, a CIRCUMVENT® CML. Ela chegou com a proposta de proporcionar uma melhor experiência para as pessoas e para os animais, inovando no processo de imunização contra doenças de grande impacto sanitário e produtivo: Circovírus suíno (PCV2), Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis.

Com apenas uma dose de 2 ml para suínos a partir de três semanas, a nova vacina já vem pronta para uso e tem eficácia e segurança atestadas por estudos clínicos. “Uma solução inédita para uma proteção robusta contra três dos principais patógenos causadores de doenças em suínos. Tudo isso com menos estresse, menos trabalho e menos desperdício”, afirma Leonardo Rossi, gerente nacional de vendas da unidade de negócio de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

Leonardo ainda pontua que as vacinas conjugadas seguem um rigoroso processo de desenvolvimento, no qual os níveis de antígeno são cuidadosamente equilibrados para que a eficácia permaneça igual ou superior às vacinas monovalentes. “As vacinas polivalentes representam um ganho importante para otimizar o processo de vacinação na suinocultura. Economizam tempo e recursos, além de promover uma proteção eficaz e abrangente contra diversas doenças. Trata-se de uma evolução técnica alinhada ao conceito moderno de melhores práticas de bem-estar único.”

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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Gentatec Mastite 150 mg volta a integrar a linha de soluções da Chemitec Agro-Veterinária

Medicamento de aplicação intramamária atua diretamente no úbere e traz a potência da gentamicina contra as principais bactérias causadoras da mastite 

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A Chemitec Agro-Veterinária, empresa especializada em medicamentos e soluções inovadoras para a saúde de pequenos e grandes animais, anuncia o retorno do Gentatec Mastite 150 mg. Referência contra as principais bactérias causadoras da mastite, o medicamento é de aplicação intramamária, combatendo a infecção no local afetado.

O antibiótico Gentatec Mastite 150 mg possui gentamicina como princípio ativo e é indicado para o tratamento de mastite grau 1 em bovinos, sendo eficaz contra as principais bactérias causadoras da mastite. Ele age na cura da infecção e na preservação da integridade do úbere, evitando sequelas que diminuem a produção futura.

Na versão de 150 mg, o produto proporciona um menor período de descarte de leite após o tratamento, o que significa mais lucro na produção. “O descarte previsto é de apenas seis dias. Ou seja, em menos de uma semana do final do tratamento, a produção já volta à normalidade”, destaca Nayara Azevedo, médica-veterinária e coordenadora de marketing da Chemitec Agro-Veterinária.

Nayara explica que a mastite é uma das doenças mais comuns que afeta e prejudica a produção de leite em bovinos. A infecção é causada por bactérias e agentes infecciosos, podendo afetar um ou mais quartos da glândula mamária. “Uma infecção como esta, além do desconforto ao animal, afeta diretamente a produção. Todo leite contaminado deve ser descartado, o que já representa um prejuízo financeiro enorme”, acrescenta.

Diante de quaisquer sinais clínicos que indiquem a mastite, Nayara recomenda a consulta do médico-veterinário para iniciar imediatamente o tratamento. “Quanto mais rápido começar a tratar a infecção, melhor para o bem-estar do rebanho e menores os impactos na produção”, reitera.

Entre os principais sinais de mastite, estão a presença de secreções no leite (como pus ou sangue), inchaço e vermelhidão na glândula mamária, febre e perda de apetite. “A diminuição da produção também pode ser um indício da doença. O tratamento rápido, juntamente com a adoção de boas práticas de higiene e sanitização, ajuda a prevenir novos casos no rebanho”, acrescenta.

O Gentatec Mastite 150mg foi formulado como uma suspensão oleosa para aplicação intramamária. O medicamento é ideal para o tratamento de vacas em processo de lactação. Na embalagem, a medicação já vem em com aplicador em forma de seringas com o volume adequado à anatomia do teto. “Uma das grandes vantagens da aplicação localizada é o maior aproveitamento do ativo com o mínimo impacto no restante do organismo do animal”, complementa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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