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Manejo preventivo reduz índice de hipocalcemia na pecuária leiteira
Analista técnico da Ourofino Saúde Animal orienta sobre o assunto com foco no bem-estar do animal e na produtividade das fazendas
Na produção de leite, o desafio metabólico é uma das principais preocupações dos pecuaristas. Mas o processo produtivo em si traz diversos pontos cruciais, e todos devem ser observados com cuidado e precisão para evitar a incidência de problemas no rebanho. Nesse cenário, o início da lactação é um dos períodos mais delicados e apresenta questões que devem ser resolvidas com agilidade para minimizar os custos e reduzir possíveis prejuízos.
A hipocalcemia, por exemplo, é um dos problemas recorrentes no início da lactação e o manejo correto é o que definirá o sucesso do tratamento contra a enfermidade. Conforme explica Marcelo Feckinghaus, especialista técnico da Ourofino Saúde Animal, no campo, foram muitas as tentativas de solucionar a doença com suplementação de cálcio durante o pré-parto. No entanto, sabe-se hoje que a prevenção não está relacionada ao aumento desse mineral, mas, sim, a uma restrição desse elemento na dieta anterior ao parto.
“Dessa forma, o animal consegue mobilizar de maneira efetiva e constante as reservas presentes no corpo, principalmente nos ossos, que são depósitos naturais de cálcio no organismo, por meio da ação de hormônios específicos”, orienta Feckinghaus. “Devido ao nível de produtividade e manejo nutricional das propriedades, a prevenção tem sido muito eficiente em reduzir a hipocalcemia nos rebanhos”, acrescenta o profissional da Ourofino.
A necessidade de cálcio é alta no organismo do animal. Segundo pontua Feckinghaus, somente para a produção leiteira, conforme dados da NRC (2006), são necessários 1,37 grama do mineral para cada litro de leite. Assim, os animais de maior produção serão os mais suscetíveis a apresentarem o quadro e, por consequência, terão uma necessidade maior de aporte do mineral durante o tratamento.
Por isso, quando detectada, a doença precisa de tratamento rápido e eficiente, pois a consequência máxima é o óbito do animal afetado, devido à falta de cálcio para contração muscular, que tem como consequência a falência do diafragma e, posteriormente, morte por asfixia.
“Quando falamos em tratamento, é óbvia a necessidade do aporte mineral via circulação direta – a via de eleição sempre será a endovenosa. Assim, o sucesso do tratamento é praticamente instantâneo, garantindo a sobrevivência da vaca”, diz o analista técnico. Porém, em alguns casos, o animal pode ter dificuldade na manutenção dos níveis de cálcio, apresentando um novo episódio de hipocalcemia nos dias subsequentes. Para tentar minimizar tais acontecimentos, o uso da via subcutânea é uma alternativa para manter a absorção de cálcio por um período mais prolongado, aumentando a eficácia e a manutenção do tratamento. Feckinghaus destaca que, “ainda levando em consideração a via endovenosa, a velocidade da aplicação interfere diretamente no resultado a ser obtido, pois se a solução for administrada rapidamente, aumentará a perfusão renal e, consequentemente, a eliminação do mineral sem qualquer absorção ou utilização metabólica eficiente”.
Outro ponto importante é a reposição dos níveis de energia. Em quadros de hipocalcemia, o animal apresenta um aporte energético substancial, comprometendo outros sistemas e órgãos. Desse modo, de acordo com o profissional da Ourofino, é necessária a reposição de glicose ou de seus derivados, para reestabelecimento da homeostase sistêmica.
Fonte: Ass. Imprensa

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.
MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia
Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.
Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.
Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores
“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).
Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.
A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”
Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV
Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.
A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.
O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.