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Notícias Bovinocultura de leite

Manejo de instalações e controle de enfermidades em debate no 10º SBSBL

Com planejamento e orientação de profissionais, o correto manejo contribui para controlar e prevenir doenças nas bezerras e novilhas e esse é um trabalho que precisa ser constante. Tema será abordado pela doutora em Clínica Veterinária, Viviani Gomes, no dia 10 de novembro.

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Divulgação/Nucleovet

Diversos fatores influenciam na produção futura das vacas leiteiras e o manejo eficiente das instalações na fase de gado jovem é um deles. É fundamental conhecer as suas peculiaridades, pois qualquer adversidade que os animais sofram influenciará na produtividade e longevidade.

Com planejamento e orientação de profissionais, o correto manejo contribui para controlar e prevenir doenças nas bezerras e novilhas e esse é um trabalho que precisa ser constante, pois o foco na prevenção de enfermidades pode ser considerado o maior investimento relacionado às melhorias das condições de saúde dos rebanhos leiteiros.

O tema será abordado no 10º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL), no Painel “Gado jovem: investindo no futuro da fazenda”. A doutora em Clínica Veterinária Viviani Gomes palestrará sobre “Manejo de instalações e controle eficiente de enfermidades” no dia 10 de novembro, às 16h35.

O evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e está programado para o período de 9 a 11 de novembro deste ano, com transmissão a partir de Chapecó (SC). Paralelamente ocorrerá a 5ª Brasil Sul Milk Fair virtual.

Viviani Gomes possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Paulista (2000), mestrado em Clínica Veterinária pela Universidade de São Paulo (2003) e doutorado em Clínica Veterinária pela Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é professora associada da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de medicina veterinária, com ênfase em buiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: medicina da produção bovina, neonatologia, imunologia clínica e vacinologia.

O integrante da Comissão Científica do 10º SBSBL, Mateus Y Castro da Silva, ressalta que as instalações são um aspecto fundamental na criação de animais jovens. Devem ser bem dimensionadas, arejadas, de fácil higienização e voltadas ao maior conforto possível para o animal, além de economicamente viáveis e adequadas para cada sistema de produção. “Escolher um projeto de instalação eficiente e o melhor modelo para a propriedade pode ser uma tarefa complicada. Por isso, conhecer sobre o assunto sempre é importante e contribui para otimizar a produção. Nesta palestra, Viviane Gomes trará aspectos fundamentais que devem ser observados”.

Inscrições

A comercialização do segundo lote dos ingressos segue até o dia 6 de novembro, com os valores: R$ 390 para profissionais; R$ 280 para estudantes; R$ 330 para agroindústrias e órgãos públicos; e R$ 270 para universidades. Os valores serão reajustados para o terceiro lote (7 a 13 de novembro). Pacotes – a partir de dez inscrições – têm o benefício de inscrições bonificadas, cujas regras podem ser consultadas no site.

As inscrições podem ser feitas clicando aqui .

O 10º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite tem apoio da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa, do Conselho Regional de Medicina Veterinária de SC (CRMV/SC), da Embrapa Gado de Leite, do Icasa, da Prefeitura de Chapecó, do Sindicato dos Produtores Rurais de Chapecó, do Sistema FAESC/SENAR-SC, do Sindirações, da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc) e da Unochapecó.

Fonte: Nucleovet
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Notícias Reforço das ações de defesa agropecuária

Santa Catarina lança campanha de prevenção contra a peste suína africana

Embora não ofereça riscos à saúde humana, a PSA causa grande mortalidade nas criações de suínos. Maior produtor nacional , o Estado reforça as ações de defesa agropecuária e lança campanha de prevenção.

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Julio Cavalheiro/Secom

Maior produtor nacional de suínos, Santa Catarina reforça as ações de defesa agropecuária e lança campanha de prevenção à peste suína africana (PSA). Com o tema SC Contra a Peste Suína Africana, o Governo do Estado, a Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola (Cidasc) pretendem conscientizar a população sobre os riscos da doença e as formas de proteger o rebanho catarinense.

A campanha publicitária contará com material em vídeo, áudio, impresso e online e será distribuído nos principais veículos de comunicação de Santa Catarina. Segundo o secretário de Estado da Agricultura, este é um chamado para que os catarinenses fiquem atentos aos riscos da introdução da PSA em Santa Catarina e para que os turistas saibam das regras para o transporte de produtos de origem animal.

“Estamos agindo preventivamente para proteger o nosso rebanho e o nosso agronegócio. A suinocultura é uma das principais atividades econômicas de Santa Catarina e nós estamos reforçando as medidas de prevenção e conscientização não só dos produtores, mas também dos turistas e catarinenses. Embora a peste suína africana não seja uma doença transmissível para o ser humano, ela prejudica a economia como um todo e nós precisamos proteger a nossa economia. Nós somos guardiões da saúde animal em Santa Catarina e esse é um grande desafio diário”, destaca.

Mensagem da Campanha

Embora não ofereça riscos à saúde humana, a peste suína africana causa grande mortalidade nas criações de suínos. Para proteger o agronegócio catarinense, é necessária a colaboração de todos.

Os turistas que visitam Santa Catarina – de carro, ônibus, navio ou avião – não devem trazer em sua bagagem nenhum produto que contenha carne suína. Os produtos apreendidos serão descartados.

Os produtores não podem alimentar os animais com sobras de comida (lavagem). Além disso, é importante proibir a entrada de estranhos na granja.

E, principalmente, caso haja qualquer suspeita da doença, notificar imediatamente a Cidasc.

Reforço nas ações de defesa agropecuária

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento reforçou a vigilância em portos e aeroportos, além de fortalecer sua capacidade de prevenção do ingresso do vírus da PSA no Brasil. Em Santa Catarina, as ações contam com o apoio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e da iniciativa privada.

O que é Peste Suína Africana?

É uma doença viral que não oferece risco à saúde humana, mas pode dizimar criações de suínos, pois é altamente transmissível e leva a altas taxas de mortalidade e morbidade. Considerada pela OIE como uma das doenças mais relevantes para o comércio internacional de produtos suínos, a PSA afeta somente os suínos.

A doença está se disseminando pelo mundo, presente atualmente em mais de 50 países, entre eles, a República Dominicana e Haiti – este é o primeiro registro da doença no continente americano desde a década de 1980. A doença não existe no Brasil, a última ocorrência foi registrada em 1981 e, desde 1984 o país é livre de PSA.

Impacto na economia

O vírus da PSA não é perigoso para a saúde humana, mas gera um grave impacto social e econômico, especialmente para as exportações de produtos de carne suína, para a renda das famílias rurais, bem como para a segurança alimentar.

O agronegócio é o carro-chefe da economia catarinense, responsável por quase 70% de toda exportação e por mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. As agroindústrias empregam mais de 60 mil pessoas de forma direta e contam com 55 mil famílias integradas no campo. A produção catarinense é exportada para mais de 150 países, entre eles os mercados mais exigentes e competitivos do mundo.

 

Fonte: Cidasc
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Notícias

Nucleovet participa de reunião da Câmara de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs

Presidente Luiz Carlos Giongo apresentou trajetória da entidade e sua contribuição para a qualificação profissional e desenvolvimento da agropecuária.

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Divulgação/Nucleovet

A atuação do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) foi apresentada, nesta semana, na Câmara Nacional de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs. O evento acontece em Florianópolis de 24 a 26 deste mês e reúne diretoria, conselheiros e assessores técnicos do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs).

A explanação sobre o Nucleovet foi feita em vídeo do presidente Luiz Carlos Giongo, que mostrou a atuação da entidade em prol do desenvolvimento da profissão e as ações para o fortalecimento do setor agropecuário no oeste catarinense. Giongo foi representado, presencialmente, pela integrante do Conselho Deliberativo do Nucleovet e vice-presidente do CRMV-SC, Silvana Giacomini Collet.

Os presidentes do CRMV, Marcos Vinícius de Oliveira Neves, do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, e da Cidasc, Antônio Plínio de Castro, ressaltaram a importância do Nucleovet. Eles receberam o e-scrapbook “Vetor de Desenvolvimento”, publicação do Nucleovet que relata sua trajetória de 50 anos.

Giongo relatou um pouco da história da entidade, fundada em 9 de outubro de 1971. O Nucleovet foi um dos primeiros núcleos criados em Santa Catarina, atendendo uma solicitação da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc), que queria implantar associações regionais da classe no Estado.

Desde sua fundação, a finalidade do Nucleovet é promover o aperfeiçoamento de médicos veterinários e zootecnistas, promover e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltadas para o agronegócio. Também busca a união dos profissionais da área pelo esporte e recreação, trabalhos sociais, conscientização da população para a saúde única (união entre a saúde animal, humana e ambiental), controle de zoonoses e o importante papel que esses profissionais desempenham na sociedade.

Giongo ressaltou os Simpósios promovidos anualmente, considerados três dos principais eventos técnicos do Brasil e da América Latina: o Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) e o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL). Esses eventos são referência em transferência de conhecimentos, aperfeiçoamento da classe, desenvolvimento de novas tecnologias e troca de experiências nessas áreas.

Para marcar a trajetória do Nucleovet, foi lançado em outubro passado, no evento de comemoração dos 50 anos, o e-scrapbook, que resgata e eterniza a história da entidade. É um recorte de memórias intermídia, com fotos, links para vídeos, documentos e depoimentos de ex-presidentes.

Giongo sublinhou que o trabalho desenvolvido nestes 50 anos foi de superação e inovação. “Agora, o futuro nos desafia. Continuar crescendo, fortalecendo a categoria e o agronegócio, especialmente os setores de aves, suínos e bovinocultura de leite, é um compromisso de todos”.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Notícias Nova diretoria

Caio Carvalho retorna à presidência da ABAG em 2022

A partir de janeiro de 2022, a entidade contará com uma nova diretoria em substituição ao atual presidente, Marcello Brito.

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Divulgação/ABAG

A partir de janeiro de 2022, a ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio contará com uma nova diretoria e passará a ser presidida por Luiz Carlos (Caio) Corrêa Carvalho, que já havia comandado a associação entre 2012 e 2018, em substituição ao atual presidente, Marcello Brito.

Engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq/USP), Carvalho possui cursos de pós-graduação em Agronomia e em Administração pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP), e Vanderbilt University (EUA).

Desde 1983, atua como diretor da Canaplan, empresa de consultoria e projetos para o setor sucroenergético. Com grande conhecimento do setor de açúcar e álcool, Carvalho é sócio da Bioagencia, empresa comercializadora de etanol nos mercados interno e externo.

Considerada uma das entidades mais atuantes do setor no país, a ABAG tem trabalhado fortemente para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, por meio da participação nos principais contextos nacionais e globais que envolvam a competitividade, produtividade e sustentabilidade desse segmento. Por meio de seus comitês temáticos, vem discutindo e fomentando ações em assuntos transversais, como por exemplo, logística, bioeconomia, conservação ambiental, que são fundamentais para o futuro do agro.

A ABAG tem ainda colaborado com a iniciativa privada para disseminar a importância do agronegócio para o desenvolvimento social, econômico e ambiental brasileiro, bem como trabalhado junto as instâncias governamentais para a criação de políticas e ações para a evolução desse setor. Para a sociedade civil, a entidade tem se empenhado em levar informação qualificada que contribua para o fortalecimento da marca do agro no fornecimento de alimentos e produtos indispensáveis para a vida, sempre pautado na proteção ambiental e na igualdade social.

Carvalho continuará o processo de modernização da ABAG e  trabalhará arduamente em defesa da reputação do agro brasileiro nos mercados interno e internacional. Seu mandato será de dois anos.

Fonte: Assessoria ABAG
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CONBRASUL/ASGAV

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