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Mais uma filha de Jaguar bate recorde mundial de produção de leite

Vincenza FIV Cabo Verde é a mais nova recordista de produção Fêmea Jovem no Gir Leiteiro

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Mais uma filha de Jaguar TE do Gavião, reprodutor que fez história na bateria de Gir Leiteiro da CRV Lagoa, conquistou a marca de maior produção de leite da raça na categoria Fêmea Jovem durante a 53ª Exposição de Passos (EXPASS), em Passos (MG). Vincenza FIV Cabo Verde sagrou-se recordista mundial de produção Fêmea Jovem aos 33 meses de idade, média diária de 56,308 kg de leite, com pico de produção de 64,150 kg de leite, durante o Concurso Leiteiro oficializado pela ABCGIL.

 

A mais nova recordista é de propriedade de José Coelho Vitor, da Fazenda São José do Can Can, que detém também mais duas recordistas filhas de Jaguar: Bruna FIV Cabo Verde e Jiba FIV de Brasília.

 

São muitas as recordistas de produção filhas de Jaguar: Sampa FIV Palma, Iname Mutum, Mitra Vila Rica, Jiba FIV de Brasília, Bandeira, Bruna FIV Cabo Verde, It Mutum, Ampola Jabaquara, Alma Viva Lumiar, Bandeira, além, claro, da mais nova da lista, Vincenza FIV Cabo Verde.

 

Bruna sagrou-se Campeã Vaca Adulta e Grande Campeã do Concurso Leiteiro de Goiânia/2013. Também foi Campeã Vaca Adulta e Grande Campeã do Concurso Leiteiro Interláctea em Avaré/2013, com média diária de produção de 68,96 kg e pico de 73,79 kg de leite, sagrando-se a recordista mundial de produção da raça. Doadora consagrada, que já produziu mais 30 mil kg de leite em sua vida produtiva.

 

Jiba sagrou-se Campeã Vaca Jovem e Recordista Mundial do Concurso Leiteiro de Sete Lagoas/2013, Campeã Vaca Jovem, Melhor Úbere Jovem, e quebrou seu próprio recorde em Uberlândia/2013, com média diária superior a 55 kg de leite. Bi-recordista mundial de produção Vaca Jovem Reservada Campeã Vaca Jovem Interláctea, Avaré/2013, média diária de 62,97 kg de leite, Campeã Vaca Adulta e Grande Campeã do Concurso Leiteiro de Goiânia/2015, com média diária de 69,523 kg de leite. Jiba foi a primeira primípara a ultrapassar a marca dos 60 kg de leite de média diária.

 

Outra filha de Jaguar, Alma Viva Lumiar sagrou-se Grande Campeã do Concurso Leiteiro da ExpoZebu 2015, em Uberaba, e em Morrinhos (GO). A fêmea pertence a Pedro Passo, da Fazenda Lumiar. A fêmea produziu a média de 71,130 kg de leite, possuindo na 1ª lactação oficial 14.085 kg de leite. O recorde anterior, conquistado na cidade de Vitória (ES), era de 70,593 kg de leite, conquistado pela vaca Ampola FIV, do criador Elio Pimentel, da Fazenda Jabaquara. Já no concurso leiteiro de Morrinhos, Alma Viva superou o próprio recorde conquistado na ExpoZebu, com produção de 71,207 kg de leite. Na pista, sagrou-se Grande Campeã da raça.

 

A vaca adulta Bandeira – CTAC 20, também filha de Jaguar, foi outra fêmea a quebrar o recorde mundial de produção de leite em concurso leiteiro, com produção média de 77,565 kg de leite. O feito aconteceu na exposição do Gir Leiteiro de Franca, durante a Expoagro 2015. A fêmea é de criação de Clóvis Tadeu de Andrade e exposição de Maria Tereza Lemos Calil, da Fazenda Paraíso, também de Franca. A fêmea teve uma produção média de 77,565 litros e pico de 85,160 kg (três últimas pesagens). Ao todo, nas 10 ordenhas realizadas durante os quatro dias de torneio, Bandeira, a nova recordista mundial de produção, produziu 232,7 litros.

 

Tatiane Tetzner, gerente de produto Leite Zebu da CRV Lagoa, ressalta a qualidade das progênies de Jaguar, tanto nos concursos leiteiros como nas pistas de julgamento. “São matrizes extraordinárias, produtivas e funcionais. Os úberes das filhas do Jaguar impressionam muito pela correção de tetos, forma, volume e sustentação e, principalmente, pela projeção dos quartos posteriores para trás e para cima. São aparatos mamários de excelente largura e altura de posterior”, destaca.

 

Jaguar TE do Gavião é o atual 2º colocado para PTA Leite no ranking geral de touros do Sumário ABCZ/UNESP, com PTA Leite de 981,7 kg de leite, tendo 933 filhas avaliadas em 239 rebanhos, com acurácia de 0,99, sendo, ainda, o líder absoluto para PTA Persistência, com +351,53 kg. E no Sumário PNMGL ABCGIL/EMBRAPA Jaguar possui 380,9 Kg de PTA Leite, 87% de confiabilidade. Conta com sêmen convencional e sexado.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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