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Mais um frigorífico do Paraná passa a exportar cortes de frangos para a China

O comércio sino-brasileiro cresceu 22 vezes desde 2004. No ano passado, o comércio bilateral atingiu o patamar histórico de 157,5 bilhões de dólares.

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Foto: Divulgação

Até o final do mês de setembro, a Somave Agroindustrial de Cidade Gaúcha, no Noroeste do Paraná, vai enviar o primeiro carregamento de cortes de frangos para a China. Neste mês, em que Brasil e China comemoraram meio século de restabelecimento das relações diplomáticas, o grupo empresarial recebeu a tão aguardada notícia do Ministério da Agricultura da China (Administração Geral de Alfândega – GACC): a habilitação da planta paranaense para prover esse exigente mercado.

Em março de 2023, a Somave apresentou o pedido e, pouco mais de um ano depois, foi realizada auditoria dos técnicos chineses, acompanhados de representantes das autoridades competentes no Brasil. O comércio sino-brasileiro cresceu 22 vezes desde 2004. No ano passado, o comércio bilateral atingiu o patamar histórico de 157,5 bilhões de dólares.

Expansão

A China passa a ser um dos mais de 30 destinos internacionais da ave de corte produzida pela unidade de Cidade Gaúcha, que já exporta frangos, inclusive, para mercados com exigências específicas de consumo, como a África do Sul, o México, o Canadá, o Peru, Chile e Filipinas.  O primeiro carregamento de cortes de frangos da fábrica da Somave no Paraná para a China está previsto para sair do estado em aproximadamente um mês, ou seja, até a última semana de setembro.

“Em nossa avaliação, essa ampliação de mercado permite dinamizar e incrementar a economia regional, uma vez que, além da perspectiva de geração de novos postos de trabalho, essa conquista repercute em aquisição de equipamentos, em mais caminhões transportando produtos, bem como na produção e oferta também de mais alimentos ao mercado interno”, comenta o empresário Olavo Lucena, da Somave Agroindustrial.

A planta emprega 1.110 profissionais e gera outros 300 postos de trabalho indiretamente na região. “Um cálculo que fazemos, de cenário bastante otimista, é que uma expansão comercial do porte dessa habilitação para o mercado chinês represente entre quatro a cinco vezes mais incremento e oportunidades para todo o Paraná”, acrescentou o empresário.

Entre 2023 e 2024, além da Somave Agroindustrial de Cidade Gaúcha, foram autorizados a vender carnes para a China também os frigoríficos: Astra, de Cruzeiro do Oeste (2023); Levo Alimentos, de Umuarama, a Avenorte, de Cianorte, o Dip Frangos, de Capanema, a Jaguafrangos, de Jaguapitã, o frigorífico da Cotriguaçu, em Cascavel, o JBS/Seara, de Santo Inácio (esses últimos em 2024).

Fonte: Assessoria

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Surto de febre aftosa na África do Sul: Biogénesis Bagó enviará vacinas para conter emergência sanitária

Empresa fará parte da estratégia nacional sul-africana de combate à febre aftosa, fornecendo vacinas de alta potência para reduzir drasticamente os surtos e contribuir para a recuperação do status sanitário do país.

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Fotos: Divulgação/Biogénesis Bagó

A Biogénesis Bagó anunciou o envio de vacinas contra a febre aftosa para a África do Sul, que farão parte do plano nacional de vacinação no país com o objetivo de conter e erradicar a doença em um horizonte de dez anos. O acordo prevê um lote inicial de 1 milhão de doses de vacinas de alta potência, prontas para envio assim que forem emitidas as autorizações regulatórias necessárias, além do fornecimento adicional de 5 milhões de doses até março de 2026. As vacinas são direcionadas aos sorotipos SAT 1, SAT 2 e SAT 3, que causaram surtos no país com consequências significativas para a produção de carne e leite.

As doses fornecidas pela Biogénesis Bagó para a África do Sul farão parte de campanhas de vacinação em massa por etapas, focadas nas áreas de maior circulação viral, identificadas por meio de mapas de risco, com metas de cobertura superiores a 80% em rebanhos comunitários e até 100% em confinamentos e fazendas leiteiras.

O fornecimento complementa a produção local e os acordos que a África do Sul mantém com outras instituições da região, ampliando a disponibilidade de vacinas trivalentes adaptadas às cepas SAT (South African Territories) atualmente em circulação no país.

Segundo a Biogénesis Bagó, o acordo se baseia na ampla experiência da empresa no combate à febre aftosa e em sua capacidade industrial para responder a emergências sanitárias de grande escala. “Nossa missão é apoiar os países no desenvolvimento e implementação de estratégias sustentáveis de controle e erradicação da febre aftosa, combinando tecnologia de ponta, capacidade produtiva e conhecimento epidemiológico”, afirma o diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni.

“O compromisso com a África do Sul soma-se à nossa trajetória em programas bem-sucedidos de controle da doença na América Latina e na Ásia, onde o uso sistemático de nossas vacinas contribuiu para a recuperação e a manutenção do status de livre de aftosa, com e sem vacinação”, acrescenta o executivo.

Diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni: “Nossa missão é apoiar os países no desenvolvimento e implementação de estratégias sustentáveis de controle e erradicação da febre aftosa, combinando tecnologia de ponta, capacidade produtiva e conhecimento epidemiológico”

A Biogénesis Bagó também atua como fornecedora de antígenos e vacinas para bancos de antígenos contra a febre aftosa, o que permite respostas rápidas e flexíveis diante do surgimento de novos focos e variantes virais. “Ser fornecedor de bancos de antígenos de alguns dos principais exportadores de carne do mundo, como Brasil e Estados Unidos, nos proporcionou uma plataforma única para adaptar rapidamente nossas soluções às cepas relevantes de cada região. Essa mesma experiência estará agora a serviço da África do Sul, como parceira estratégica em sua jornada rumo a um país livre de aftosa e com maior resiliência sanitária”, conclui Bellinzoni.

Em dezembro de 2025, a Biogénesis Bagó passou a ser a detentora do banco de antígenos e vacinas contra febre aftosa para o Brasil, um estoque estratégico de insumos para a formulação rápida de vacinas em eventuais casos de surto localizado da doença no país. Isso é fruto de um acordo de cooperação tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e com o governo federal brasileiro.

Fonte: Assessoria Biogénesis Bagó
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Ourofino anuncia Lidson Guimarães como Diretor da Unidade de Negócio B&E (Bovinos e Equinos) da empresa

Com mais de 22 anos de experiência no mercado de saúde animal, Lidson traz consigo uma sólida formação acadêmica e profissional.

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Com mais de 22 anos de experiência no mercado de saúde animal, Lidson traz consigo uma sólida formação acadêmica e profissional. Formado em Medicina Veterinária pela UFU e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, ele se destaca pela combinação de visão estratégica, foco no cliente e profundo entendimento do negócio.

Ao longo de sua carreira, Lidson sempre foi movido pelo propósito de contribuir para uma pecuária nacional mais profissional e sustentável. Ele liderou áreas comerciais, técnicas e de marketing, com ampla experiência em gestão de canais, portfólio de saúde, nutrição e bioproteção.

Fora do ambiente profissional, Lidson valoriza a família, é pai orgulhoso de três filhos, aprecia os esportes e tem grande afinidade com a vida no campo, especialmente com o manejo de gado e os momentos na fazenda.

A Ourofino acredita que a experiência e a visão diferenciada de Lidson contribuirá para o crescimento e desenvolvimento unidade de negócios B&E da empresa.

Fonte: Assessoria Ourofino
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Condenações no abatedouro impactam rentabilidade da avicultura

Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro.

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Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro. Já entre as causas patológicas mais frequentes estão a artrite, a pododermatite e a ascite, afecções de origem multifatorial que afetam o desempenho zootécnico, o bem-estar animal e os resultados econômicos da atividade.

No caso da artrite, as lesões articulares podem levar à condenação parcial ou total das carcaças durante a inspeção post mortem. A pododermatite, por sua vez, compromete a qualidade das patas, subproduto de alto valor comercial, enquanto a ascite está associada a distúrbios metabólicos relacionados ao rápido crescimento das aves, resultando em condenações e perdas adicionais no abate.

Além dos impactos sanitários, as condenações representam prejuízos econômicos relevantes para o setor. Estimativas indicam que as perdas podem variar entre 0,5% e 2% da produção total, a depender da frequência e da gravidade das lesões.

Segundo Brunna Garcia, nutricionista da Agroceres Multimix, as principais causas de condenação de carcaças estão diretamente relacionadas a falhas de manejo e a condições ambientais inadequadas ao longo da criação, o que reforça a importância de uma abordagem integrada de prevenção.

“A redução dessas ocorrências não está associada apenas ao bem-estar animal, mas também à viabilidade econômica dos sistemas produtivos”, afirma.

A análise completa sobre as causas das condenações e estratégias de prevenção está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix. Acesse já, clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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