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Mais de seis mil pessoas estiveram presentes no evento realizado em Campo Mourão
O evento consagrou as equipes Maracaju, do Mato Grosso do Sul, e Linha Lageado, de Vila Nova, do Oeste do Paraná, como campeões no vôlei e no futebol, respectivamente, na edição 2023 do maior evento esportivo rural do Brasil

Com a presença de um grande público e a forte integração entre cooperados, familiares e convidados de várias regiões do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a festa da Copa Coamo foi realizada no último sábado, 29 de julho, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná.
O evento consagrou as equipes Maracaju, do Mato Grosso do Sul, e Linha Lageado, de Vila Nova, do Oeste do Paraná, como campeões no vôlei e no futebol, respectivamente, na edição 2023 do maior evento esportivo rural do Brasil.
CAMPEÕES – Após mais de 80 jogos durante o dia nas duas quadras de vôlei de areia e nos cinco campos de futebol na Arcam, foram conhecidos os campeões da fase final da Copa Coamo de Cooperados 2023.
No vôlei de areia, a equipe Maracaju, de Maracaju, do Mato Grosso do Sul, venceu o Amargoso voleibol, de Pitanga, e ficou com o título. Na decisão pelo terceiro lugar, As Patroas, de Engenheiro Beltrão, derrotaram a equipe Força Tarefa, de Araruna.
No futebol, o time Agro Amigos, de Cândido de Abreu, perdeu a decisão do terceiro lugar para o Entre Amigos, de Boa Ventura de São Roque. E o título de campeão foi decidido nos pênaltis com vitória do Linha Lageado, de Vila Nova, distrito de Toledo, do Oeste do Paraná, sobre o U.T.I. – Amigos do Vikinho, de Pitanga.
“Foi uma grande festa esportiva e social, a melhor de todas as 16 Copas Coamo nesses 30 anos do início deste excelente programa de esporte, lazer e integração cooperativista. Foi um evento perfeito desde as 32 etapas regionais até chegar nesta grande final com muita união, espírito esportivo e uma excelente organização e dedicação de centenas de voluntários, porque os nossos cooperados merecem”, comemora o presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari.
CERIMONIAL – A festa da final foi iniciada com um belíssimo cerimonial que encantou o grande público no ginásio da Arcam. A entrada e desfile dos times campeões regionais finalistas no vôlei e no futebol foi um destaque à parte.
Antecedendo a entrada de cada uma das setes etapas regionais, foi apresentada uma mensagem por meio de vídeos mostrando setes competências, forças e habilidades que constroem e desenvolvem o cooperativismo.
A entrada da chama olímpica foi feita pelo atleta de Campo Mourão, Jacidio Sambati Júnior, que acendeu a pira dos jogos. Já o juramento dos atletas foi realizado por Jandira Schuster, de Manoel Ribas, representando as mulheres que participaram das 264 equipes no vôlei de areia feminino.
“A alegria dos cooperados e familiares foi muito grande e esse é o verdadeiro espírito da Copa Coamo, que fortalece e ao mesmo tempo aumenta os laços de amizade entre a família Coamo. A Copa Coamo voltou com muito mais força, com excelente repercussão e participação dos nossos cooperados”, explica o idealizador e presidente do Conselho de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini.

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Copacol recebe Prêmio de Melhor do Biogás pelo segundo ano consecutivo
Projeto premiado destaca eficiência na geração de energia a partir de resíduos e reforça liderança da cooperativa em sustentabilidade.

A Copacol consolidou mais uma vez sua posição de referência nacional em energias renováveis ao conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Melhores do Biogás Brasil 2026, na categoria Melhor Planta Indústria.
O reconhecimento apresentado no 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu, destaca o desempenho da Usina de Biogás instalada na UPL (Unidade de Produção de Leitões), em Jesuítas, e evidencia o compromisso da Cooperativa com inovação, eficiência energética e preservação ambiental. “É uma satisfação imensa receber o Prêmio de Melhor do Biogás, que reconhece o desempenho desse importante investimento em sustentabilidade. O respeito ao meio ambiente é uma prática em nossas atividades, por isso, buscamos alternativas que consolidem esse comportamento e preservem ainda mais nossas riquezas”, complementa o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.
A premiação reforça os resultados obtidos pela cooperativa ao longo dos últimos anos, especialmente no aproveitamento de resíduos agroindustriais para geração de energia limpa. Somente em 2025, a usina produziu 6.813.437 kWh de energia a partir dos resíduos gerados pela Unidade de Produção de Leitões e pela Unidade de Produção de Desmamados, resultado que representou economia em energia elétrica e aproveitamento de resíduos equivalentes a R$ 6,4 milhões. “O Prêmio de Melhor do Biogás demonstra o compromisso da Copacol com a sustentabilidade, a destinação correta de resíduos, principalmente com e uso de energia renovável”, afirma o gerente de Meio Ambiente da Copacol, Celso Brasil.
O modelo premiado de geração de energias renováveis recebeu a visita de empresários do ramo do Brasil e do exterior. A programação contou com apresentação técnica e um passeio guiado às instalações, mostrando a realidade operacional da planta e os processos utilizados para transformar resíduos em energia. A Copacol foi escolhida como destino técnico pelo reconhecimento do projeto como modelo de sucesso no setor. “Existe muito estudo no desenvolvimento do projeto da Copacol e isso é fundamental. A operação leva em consideração dados diários de composição dos substratos, concentração de material orgânico e existe um monitoramento contínuo da planta. As tomadas de decisão são baseadas nos dados gerados. Isso dá segurança e impressiona bastante”, afirma a analista da Embrapa, Fabiane Goldschnidt, que atua em projetos de gerenciamento de resíduos, produção de biogás e biometano.
A usina também chamou a atenção de representantes da área acadêmica. Rosiany de Vasconcelos Vieira Lopes, professora da Universidade de Brasília, natural de Campina Grande e atualmente residente em Brasília, participou da visita técnica. “Fiquei muito surpresa com a estrutura. Percebemos na prática a utilização de resíduos aproveitados de uma maneira renovável e sustentável para a produção de energia.”
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Selos distintivos ganham destaque como estratégia de valorização no agro
Certificações reforçam origem, qualidade e ajudam produtores a acessar mercados.

Os selos distintivos são certificações voltadas para os produtores rurais que objetivam o desenvolvimento, a valorização e a diferenciação na agricultura brasileira. Para tratar do tema, foi realizada a palestra “Chefs de Origem: Estratégia de Valorização dos Produtos de Origem e dos Pequenos Negócios”, durante a Feira Brasil na Mesa.
Representando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o coordenador-geral de Fomento à Agroindústria, Nelson Andrade, apresentou os selos distintivos sob a coordenação do Mapa. “Os selos distintivos são certificações que comprovam origem, qualidade, autenticidade e conformidade com padrões específicos. Eles geram confiança, credibilidade e ajudam o consumidor a fazer escolhas mais conscientes”, explicou Nelson Andrade.
Os principais selos e certificações são: Boas Práticas Agropecuárias; Produção Integrada; Selo Arte; Selo Queijo Artesanal; Indicação Geográfica e Marcas Coletivas.
As Boas Práticas Agropecuárias (BPA) são um conjunto de princípios, normas e recomendações técnicas aplicadas nas etapas da produção, processamento e transporte de produtos alimentícios e não alimentícios.
Já os selos Arte e Queijo Artesanal buscam trazer agregação de valor para produtos alimentícios artesanais de origem animal com características especiais e diferenciadas.
As marcas coletivas são sinais distintivos utilizados para identificar produtos ou serviços provenientes de membros de uma entidade coletiva, possibilitando a diferenciação de mercado, a proteção jurídica e a valorização de produtos e serviços, sendo utilizadas por associações, cooperativas, sindicatos e outras entidades.
As Indicações Geográficas (IGs) são sinais que identificam a origem de um produto ou serviço quando determinada qualidade, reputação ou característica está vinculada à sua origem. Protegem a origem, a tipicidade e a reputação do produto. São duas modalidades: indicação de procedência, que considera a região reconhecida como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço; e denominação de origem, quando qualidade e características estão vinculadas a uma indicação geográfica.
São mais de 150 IGs para produtos da agricultura e da agropecuária brasileiras, principalmente de mel, própolis, carnes, pescados e derivados.
Durante a apresentação, Nelson destacou que o impacto dos selos vai além da certificação. “Eles fortalecem a origem, valorizam tradições e impulsionam o desenvolvimento do campo. Valorizam os produtos, evidenciam a cultura local, destacam a qualidade e a singularidade, valorizam a diversidade e fortalecem as agroindústrias”, salientou.
O coordenador também ressaltou o papel das políticas públicas no apoio aos pequenos produtores. “Essas iniciativas são fundamentais para que o produtor consiga acessar mercados de forma estruturada, manter sua atividade e agregar valor ao que produz”, pontuou.
Ao final, representantes do Sebrae apresentaram o projeto “Chefes de Origem”, que busca a produção, a organização e o fornecimento qualificado por meio da conexão entre produtores locais e restaurantes, promovendo a transformação gastronômica e dando visibilidade aos pequenos produtores.
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Mapa destaca estratégias para proteger produção de aves e suínos
Ações incluem vigilância, prevenção e resposta a crises sanitárias.

A importância dos planos de contingência para a prevenção e o controle de doenças que afetam a saúde animal foi destaque em palestra da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), durante a 4ª Feira AgroExperts Boituva – Aves e Suínos, realizada no dia 17 de abril, em Boituva, São Paulo.
A apresentação foi conduzida pela auditora fiscal federal agropecuária Lia Treptowcoswig, do Departamento de Saúde Animal do Mapa. Entre os temas abordados estiveram peste suína africana, peste suína clássica, influenza aviária e doença de Newcastle.
Durante a palestra, foi ressaltado que os planos de contingência são instrumentos estratégicos para orientar a atuação coordenada dos órgãos públicos e do setor produtivo em situações de emergência sanitária. Esses documentos definem responsabilidades, prioridades e medidas a serem adotadas para preservar a sanidade animal e reduzir riscos à produção agropecuária.
Também foram apresentadas ações desenvolvidas pelo Brasil para fortalecimento da vigilância, prevenção e resposta rápida a ocorrências sanitárias, com base no trabalho integrado entre as esferas federal, estadual e municipal.
A programação foi acompanhada por produtores, representantes do setor e autoridades locais. O superintendente do Mapa em São Paulo, Estanislau Steck, também participou do evento.



