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Mais de dois mil colaboradores da Aurora Alimentos recebem homenagem

Mário Lanznaster, "a Cooperativa é feita por muitas mãos"

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 “Quando comecei a trabalhar éramos em apenas 180 colaboradores, hoje somos mais de 26 mil. Me sinto orgulhoso em fazer parte dessa história e ter ajudado no crescimento da empresa”, declarou Olímpio Ferreira de Rezende, após ser homenageado na Festa dos Jubilados da Cooperativa Central Aurora Alimentos, no último fim de semana, em Chapecó. Aos 69 anos, comemorou 40 anos de dedicação à Aurora ao lado de familiares e amigos.

Rezende iniciou na funilaria e hoje desempenha uma série de funções dentro da unidade do Frigorífico Aurora Chapecó (FACH I). “Ajudo em tudo que é preciso. Estou estudando, vou terminar o ensino médio e quero cursar administração de empresas. Hoje as máquinas estão modernas e é preciso se atualizar para acompanhar o desenvolvimento”, comentou.

Assim como Rezende, cerca de 650 colaboradores, que completaram 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 40 anos de empresa, foram homenageados. A solenidade ocorreu no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes e reuniu familiares e amigos. Outros quase 1,4 mil trabalhadores, que completaram 5 anos de Aurora, receberam o reconhecimento em suas unidades.

Os profissionais com 5 anos de atuação receberam: um certificado e uma caneca; 10 anos: relógio, caneca e certificado; 15 anos: aparelho de som, caneca e certificado; 20 anos: televisor, caneca e certificado. Os colaboradores que comemoram de 25 a 40 anos receberam uma quantia em dinheiro, de acordo com o tempo de serviço, caneca e certificado.

 

Reconhecimento

            Jandir Flávio Rosa da Silva está há 35 anos no Frigorífico Aurora de São Miguel do Oeste. “Comecei trabalhando na refinaria. Depois passei para a sala de máquinas e estou lá até hoje”, contou. Segundo Souza, é gratificante fazer parte da Aurora. “Me sinto feliz e realizado, posso dizer que minha história também é a história da Cooperativa”.

            A esposa, Neiva Silva, acompanhou o marido na solenidade e declarou sentir-se orgulhosa. “É uma honra ver ele completando tantos anos em uma mesma empresa. Mérito dele, mas se a unidade não oferecesse oportunidade de crescimento isso não seria possível. Estamos felizes”, acrescentou Neiva.

            O gerente da unidade do FACH II, Caciano Antônio Capelo, comemorou 30 anos de Aurora. “Iniciei em 1986, era responsável pelas cópias em mimeógrafos e no xérox, que naquela época eram novidades. Ao decorrer do tempo fui ascendendo na empresa, passei para o departamento pessoal e depois de muitas oportunidades de crescimento cheguei ao cargo de gerente, função que atuo há 15 anos, nesse período passei por quatro unidades: Joaçaba, Maravilha, FACH I e agora no FACH II”, relembrou.

            Sobre a homenagem Capelo agradeceu o reconhecimento. “Me preparei para chegar até aqui, estudei e me especializei. Mas se estou comemorando 30 anos é graças as oportunidades que a Aurora ofereceu. Tenho 46 anos de idade, 30 dedicados a Cooperativa, é uma vida. Estou realizado e feliz”, complementou.

 

Uma empresa de oportunidades

            O gerente de Gestão de Pessoas da Aurora Alimentos, Nelson Paulo Rossi, atribui a comemoração de tantos anos de trabalho ao engajamento dos colaboradores aliado as oportunidades de crescimento interno que a empresa proporciona. “Esse é um resultado da maneira com que a Aurora cuida das pessoas. A partir do momento que você valoriza as pessoas e que dá, principalmente, oportunidade para que elas permaneçam e cresçam, elas se engajam com os objetivos da empresa para conquistar os seus próprios objetivos”, considerou.

            Para Rossi é uma alegria imensa ver tantos profissionais comemorando os jubilados. “A Aurora é feita de pessoas, elas é que dão vida para a empresa. Merecem todo o nosso agradecimento e reconhecimento por tanto empenho. Não existe o sucesso da Cooperativa sem o sucesso de seus colaboradores”, acrescentou.

            O presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, agradeceu a dedicação dos colaboradores. Segundo ele, a Cooperativa é feita por muitas mãos. É o empenho dos nossos colaboradores que faz o sucesso dos produtos Aurora. Somos uma família, não somente os trabalhadores da empresa, como também os produtores rurais que estão no campo diariamente dedicando-se em prol da nossa cooperativa. Chegamos até aqui porque temos pessoas ao nosso lado que se orgulham em fazer parte da Aurora”, ressaltou Lanznaster.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Clima e retração de compradores travam mercado e interrompem queda do milho no Brasil

Mesmo com avanço da colheita da segunda safra, preocupação com baixas temperaturas e postura cautelosa da demanda reduzem ritmo de negócios e freiam recuo das cotações em parte das praças acompanhadas pelo Cepea.

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Foto: Shutterstock

O movimento de queda nas cotações do milho, que vinha sendo pressionado pelo avanço da colheita da segunda safra, perdeu força e foi parcialmente interrompido em diferentes praças acompanhadas pelo Cepea.

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o mercado passou a operar sob influência de dois fatores simultâneos: de um lado, o progresso da colheita ampliando a oferta; de outro, o clima mais frio em algumas regiões do país, que acendeu um sinal de alerta entre produtores quanto a possíveis impactos sobre o desenvolvimento das lavouras ainda em campo.

Apesar disso, o ritmo de negócios segue limitado pela postura cautelosa dos compradores. Muitos agentes relatam estar abastecidos no curto e médio prazos, o que reduz a necessidade imediata de novas aquisições e mantém a liquidez baixa no mercado físico.

Esse desequilíbrio entre oferta crescente e demanda enfraquecida ajuda a explicar a perda de fôlego na tendência de baixa, resultando em estabilidade ou leves oscilações de preços em parte das regiões monitoradas.

Fonte: O Presente Rural
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Brasil vê disputa tarifária com os EUA influenciada pelo cenário eleitoral de 2026

Negociadores tentam evitar tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, mas avaliam que o impasse vai além da relação comercial e ganhou dimensão política.

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Foto: Claudio Neves

As negociações entre Brasil e Estados Unidos para evitar a aplicação de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros ganharam um componente político na avaliação do governo brasileiro. Integrantes da equipe que conduz as tratativas consideram que a discussão deixou de ser exclusivamente comercial e passou a ser influenciada pelo cenário eleitoral brasileiro de 2026.

Foto: Claudio Neves

O governo brasileiro tenta convencer Washington de que um acordo bilateral é mais vantajoso para os dois países do que a adoção das novas tarifas, recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).

Na última semana, o Ministério das Relações Exteriores afirmou, em publicação nas redes sociais, que o tarifaço “tem sua origem em uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira”. Segundo o Itamaraty, o Brasil continua utilizando os canais diplomáticos para demonstrar que suas políticas comerciais não prejudicam as relações econômicas com os Estados Unidos.

As negociações seguem até 15 de julho, prazo previsto para que o governo norte-americano decida se manterá ou não as tarifas. Até lá, representantes dos dois países têm uma agenda de reuniões na tentativa de chegar a um entendimento.

Apesar de considerar um acordo possível, integrantes do governo reconhecem que a negociação é complexa. A avaliação em Brasília é que a proximidade da eleição presidencial brasileira pode dificultar uma solução rápida, já que um entendimento poderia ser interpretado como um gesto favorável ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Esse diagnóstico se apoia também na estratégia internacional adotada pelo presidente Donald Trump. A nova política de segurança nacional dos Estados Unidos, divulgada em dezembro de 2025,

Foto: Claudio Neves

estabelece como prioridade ampliar a influência de Washington na América Latina e reduzir o espaço de atuação de potências extrarregionais, como a China.

Na mesma direção, Trump compartilhou nesta semana um artigo que classifica a eleição presidencial brasileira de 2026 como um dos principais testes da política externa norte-americana na América Latina. O texto, reproduzido pelo presidente americano, afirma que uma derrota de Lula atenderia aos interesses estratégicos da Casa Branca.

No debate político interno, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou manter interlocução com autoridades americanas sobre o tema. “Na realidade, são maus brasileiros que trabalharam contra o Brasil e agora estão tentando

Foto: Claudio Neves

remediar o que foi feito”, disse Alckmin após participar de um evento sobre o acordo Mercosul-União Europeia, em São Paulo.

Como surgiu o impasse

A proposta de impor tarifas adicionais ao Brasil é resultado de uma investigação conduzida pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O governo americano alega que o Brasil adota práticas consideradas desleais, incluindo medidas que, segundo Washington, prejudicariam empresas norte-americanas de meios de pagamento.

O governo brasileiro contesta essa avaliação. Sustenta que as acusações não têm fundamento, classifica a decisão como uma tentativa de ingerência em assuntos internos e argumenta que a medida representa uma ação protecionista unilateral.

Brasília também afirma que o argumento comercial não se sustenta. Segundo o governo, a tarifa média aplicada pelo Brasil às importações provenientes dos Estados Unidos é de 2,7%, percentual que, na avaliação brasileira, não justificaria a imposição das sobretaxas propostas por Washington.

Fonte: Agência Brasil
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Brasil abre escritório da Receita na China para destravar comércio com seu maior parceiro

Nova representação em Pequim busca reduzir entraves nas exportações e importações, aproximar as regras aduaneiras e fortalecer o combate a fraudes no comércio bilateral.

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Foto: Divulgação

O governo brasileiro abriu na última sexta-feira (26), em Pequim, a primeira representação permanente da Receita Federal na China, em uma iniciativa voltada a facilitar o comércio com o principal parceiro comercial do Brasil. A nova Adidância Tributária e Aduaneira terá a missão de reduzir entraves burocráticos, estreitar a cooperação entre os dois países e apoiar empresas que atuam no mercado chinês.

Foto: Beto Barata/Agência Brasil

A unidade foi inaugurada pelo ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, durante missão oficial à China. O escritório será o quinto do tipo mantido pelo Brasil no exterior e funcionará vinculado à Receita Federal.

Na prática, a representação atuará como um canal técnico entre as autoridades tributárias e aduaneiras brasileiras e chinesas. O objetivo é dar mais previsibilidade às operações de comércio exterior, acelerar procedimentos de importação e exportação e facilitar a solução de problemas que hoje dificultam os negócios entre os dois países.

A China ocupa, desde 2009, a posição de principal parceiro comercial do Brasil. O intercâmbio entre os dois países supera US$ 150 bilhões por ano, impulsionado principalmente pelas exportações brasileiras de soja, minério de ferro e petróleo.

Segundo o governo, a presença permanente de um auditor-fiscal em Pequim permitirá que empresas brasileiras compreendam melhor as regras locais e enfrentem

Foto: Divulgação/MF

com mais rapidez questões relacionadas a tributos, alfândega e exigências regulatórias.

A atuação da nova unidade também será voltada ao fortalecimento da cooperação entre os órgãos fiscais dos dois países. Estão previstos intercâmbio de informações, integração de processos digitais e troca de especialistas, com foco tanto na facilitação do comércio quanto no combate a práticas ilegais.

De acordo com o Ministério da Fazenda, a aproximação com as autoridades chinesas deve aumentar a eficiência no enfrentamento à evasão fiscal, ao contrabando e a outras fraudes que afetam o comércio internacional.

Além da agenda voltada ao comércio exterior, a missão brasileira na China também busca atrair investimentos para projetos ligados à transição energética e à inovação. Entre as áreas consideradas prioritárias estão energia limpa, minerais estratégicos, inteligência artificial, produção de baterias e descarbonização industrial. “A presença permanente na China permitirá maior aproximação entre as administrações tributárias e aduaneiras dos dois países, reduzindo entraves burocráticos e fortalecendo o comércio bilateral”, informou o Ministério da Fazenda.

Com a inauguração da unidade em Pequim, o Brasil passa a contar com cinco adidâncias tributárias e aduaneiras no exterior. As demais estão instaladas em Washington, Buenos Aires, Assunção e Montevidéu.

Fonte: O Presente Rural
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