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Notícias Agricultura Familiar

Mais de 76 mil agricultores familiares receberão benefício do Garantia-Safra em março

Os agricultores residem em 92 municípios do Nordeste e de Minas Gerais

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Arquivo/OP Rural

Agricultores familiares de 92 municípios receberão o benefício do Garantia-Safra, referente à safra 2018/2019, neste mês. A autorização do pagamento do benefício contemplará 76.635 unidades familiares, tendo em vista a comprovação de perda por seca nesses municípios.

A Portaria nº 9, que determina o pagamento, foi publicada nesta terça-feira (17) pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Neste mês, receberão o pagamento agricultores de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Minas Gerais, da Paraíba, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de Sergipe. O montante em recurso autorizado para esses agricultores de março até o mês de julho de 2020 chegará a R$ 65 milhões.

O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares sujeitos à perda de safra, por residirem em regiões sistematicamente com seca ou enchentes. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%. O Garantia-Safra prevê o repasse de R$ 850, divididos em cinco parcelas de R$ 170. O benefício Garantia-Safra é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

Relação dos municípios que tiveram o benefício Garantia-Safra autorizado no mês de março/2020:

Alagoas

Batalha, Carneiros, Jacaré dos Homens, Major Isidoro, Olho d’Água do Casado, Olivença, Palestina e Pariconha.

Bahia

Caetanos, Jaguarari, Mansidão, Morro do Chapéu, Umburanas, Adustina, Antônio Cardoso, Antônio Gonçalves, Baixa Grande, Biritinga, Brejões, Cabaceiras do Paraguaçu, Caém, Caldeirão Grande, Candeal, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Cipó, Coronel João Sá, Fátima, Feira de Santana, Filadélfia, Gavião, Glória, Governador Mangabeira, Heliópolis, Ichu, Ipirá, Itaquara, Itiúba, Jacobina, Jequié, Miguel Calmon, Milagres, Monte Santo, Nordestina, Nova Fátima, Nova Itarana, Nova Soure, Paulo Afonso, Pé de Serra, Pedro Alexandre, Pintadas, Piritiba, Ponto Novo, Queimadas, Quixabeira, Rafael Jambeiro, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Ribeira do Amparo, Santa Bárbara, Santo Estêvão, São Domingos, Saúde, Senhor do Bonfim, Serra Preta, Serrolândia, Tanquinho, Tucano, Ubaíra, Várzea da Roça e Várzea do Poço.

Ceará

Jucás e Icapuí

Minas Gerais

Lagoa dos Patos, Olhos D’água e São João da Lagoa

Paraíba

Picuí e São José dos Ramos

Pernambuco

Afrânio, Mirandiba, Petrolândia, Serrita, Altinho, Bom Conselho, Buíque, Itaíba e Manari

Rio Grande do Norte

São Miguel, Serra do Mel e Japi

Sergipe

Itabi e Tobias Barreto

Fonte: MAPA
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Notícias Covid-19

ABPA lança hotsite da campanha Alimente a Esperança

Campanha reforça a mensagem de “união” e o “alimento do amor pela vida” do setor na luta contra a pandemia da Covid-19

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Divulgação

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lança nesta semana o hotsite da campanha “Alimente a Esperança”, que mostra o trabalho dos setores de aves, suínos e ovos para garantir o abastecimento de alimentos e preservar a saúde dos colaboradores das agroindústrias. O hotsite pode ser conferido nesse link.

Desenvolvida pela Agência Capella, a campanha reforça a mensagem de “união” e o “alimento do amor pela vida” do setor na luta contra a pandemia da Covid-19, que assola o mundo. O conceito da mensagem reforça o comprometimento do setor com os colaboradores e com a oferta de alimentos.

Neste sentido, o hotsite destaca as ações sociais (doações de alimentos e recursos, entre outros) e os cuidados com os colaboradores de empresas do setor ao longo deste período. São vídeos e notícias de um intenso trabalho setorial solidário, de apoio às famílias e comunidades em todo o país.

A campanha “Alimente a Esperança” também contará com a produção de vídeos em redes sociais e peças para rádio e impressos. “O difícil momento que todos enfrentamos gera medo e apreensão na sociedade. Neste momento, queremos reforçar a preocupação do setor com a pessoas, as famílias, os consumidores e os produtores. Estamos todos juntos nesta luta contra o inimigo invisível”, destaca o presidente da ABPA, Francisco Turra.

Comprometidas em garantir alimentos para milhões de famílias no Brasil e em mais de 150 países, as agroindústrias têm investido milhões de reais em equipamentos e outras iniciativas voltadas para a saúde dos colaboradores, implantando protocolos validados por instituições de renome, como o Hospital Albert Einstein.

“Avançamos um importante passo para harmonizar entendimentos na estratégia de prevenção à Covid-19 nas indústrias de alimento. Como é destacada na campanha, precisamos mais do nunca do amor pela vida e do comprometimento de cada um para alimentar a esperança de todos nós”, finaliza Turra.

Fonte: ABPA
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Notícias Mercado

Desvalorização internacional e queda do dólar pressionam valores da soja no Brasil

Esse cenário afastou produtores das vendas, reduzindo, assim, a liquidez no mercado interno

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Divulgação/MAPA

As desvalorizações do dólar e dos contratos futuros negociados na CME Group (Bolsa de Chicago) pressionaram os valores domésticos da soja e seus derivados nos últimos dias. Esse cenário afastou produtores das vendas, reduzindo, assim, a liquidez no mercado interno.

Segundo pesquisadores do Cepea, a queda externa está relacionada às condições climáticas favoráveis ao cultivo da oleaginosa nos Estados Unidos, o que eleva expectativas de boa safra no país. Por outro lado, esse cenário somado aos estoques elevados e à baixa demanda externa resultam em pressão sobre os valores norte-americanos.

Assim, entre 15 e 22 de maio, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) caiu 5,2%, fechando a R$ 109,84/saca de 60 kg na sexta-feira (22). O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná recuou 4,1% no mesmo período, a R$ 103,11/sc de 60 kg na sexta-feira (22).

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Com diferentes condições de mercado, preços do milho são distintos dentre regiões

Cenário se deve às diferentes condições de mercado dentre as praças pesquisadas, como oferta, demanda e, principalmente, clima

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Arquivo/OP Rural

Os valores do milho têm registrado comportamentos opostos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Enquanto no interior do Paraná os preços sobem, em algumas praças paulistas e do Centro-Oeste as cotações registram leves quedas. Segundo colaboradores do Cepea, esse cenário se deve às diferentes condições de mercado dentre as praças pesquisadas, como oferta, demanda e, principalmente, clima.

No Paraná, a disputa por milho está mais acirrada no interior do estado, o que tem mantido os valores acima dos observados no mercado disponível do porto de Paranaguá (PR). Em São Paulo e no norte do PR, agricultores temem que a falta de chuva prejudique o potencial produtivo das lavouras e, com isso, muitos estão retraídos das vendas. Apesar disso, a pressão compradora e a oferta de milho de outros estados têm resultado em leves desvalorizações.

No Centro-Oeste, o clima tem sido mais favorável aos trabalhos de campo e ao desenvolvimento das lavouras. Com isso, as perspectivas são de produtividade elevada, o que tem resultado em queda nos preços em algumas regiões, como em Rondonópolis. No Nordeste, boas expectativas para a safra seguem pressionando as cotações. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu leve 0,16% entre 15 e 22 de maio, fechando a R$ 50,49/sc na sexta-feira, 22.

Fonte: Cepea
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