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Mais de 30 palestras recheiam Workshop Sindiavipar

Além do salão principal, evento apresenta salas com palestras exclusivas sobre frigoríficos, matrizes pesadas e logística reversa

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O Presente Rural

No 6º Workshop Sindiavipar, que reúne profissionais da avicultura do Paraná, maior produtor de carne de frango do país, essa sexta-feira (08) reserva 21 palestras técnicas e de mercado. O evento promovido pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), começou ainda na quinta-feira (07), com programação dedicada a auxiliar na tomada de decisões para os atuais desafios do setor. São mais de 30 palestras, em três salas distintas, além de um lounge onde estão quiosques de parceiros e fornecedores do setor.

O presidente do Sindicato, Domingos Martins, destacou a importância de trocar experiências, adquirir novos conhecimentos, assim como a confraternização dos profissionais. Ontem, os palestrantes destacaram o bom momento que a avicultura está passando e projetaram ainda mais crescimento e bons preços para o próximo ano. “Este é o momento de proteína animal no Brasil. Ouço pessoas com 40 anos de atividade dizendo que esse é nosso melhor momento na história”, cravou o ex-ministro e presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra.

Além do salão principal, onde são discutidos temas técnicos e de comércio, o evento apresenta ainda salas com palestras exclusivas sobre frigoríficos, matrizes pesadas e logística reversa.

O jornal O Presente Rural é apoiador do evento, faz a cobertura jornalística e traz reportagens na próxima edição dedicada a aves – corte e postura.

Fonte: O Presente Rural
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Leite digital: o 4.0 chegando na produção

O mercado lácteo, apesar de ter evoluído muito, ainda não é um player importante no cenário internacional

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Foto: Divulgação

Em qualquer ambiente que vamos há sempre uma pessoa que fala: o tempo está passando muito rápido. Realmente, parece que não temos tido muito tempo, e isto nos dá a sensação de que os dias são mais curtos.

Talvez muito desse sentimento esteja ligado à questão de estarmos, cada dia mais, conectados o tempo inteiro. As notícias chegam muito rápidas. Algo que aconteceu pela manhã e se só descobrirmos à tarde, ficamos com a sensação de notícia antiga, ou que não estamos atualizados. Em outro vértice, tudo é muito volátil, passa rápido. Vira um “meme” e se foi. Mas, apesar dessa tecnologia nos trazer alguns sentimentos que nos criam ansiedade, há uma infinidade de soluções que estão sendo criadas que nos facilitam o dia a dia.

No mundo do leite, a nata já tem investido nessas opões. Um bom exemplo é a Embrapa que, em parceria com outras instituições, fomenta o Ideas for Milk desde 2016. O foco é promover o surgimento de soluções para a cadeia do leite, reunindo a iniciativa privada, a academia, a pesquisa agropecuária e o setor produtivo. Para 2019, dia 22 de novembro terá a seleção dos campeões. Os selecionados vão apresentar propostas para incrementar e garantir desde a otimização dos recursos, de mensuração de crescimento de bezerras, das análises rápidas do leite e até o cumprimento das legislações.

O mercado lácteo, apesar de ter evoluído muito, ainda não é um player importante no cenário internacional. Conseguimos galgar alguns status, desde sanitários até abertura de mercados, mas ainda não temos realmente relevância. No meio do ano, houve o anúncio de 24 laticínios habilitados para o comércio com a China. E, como não poderia ser diferente, causou certa euforia. Ter os chineses tomando leite brasileiro nos permitirá produzir muito mais, afinal, a China tem aproximadamente cinco vezes a população do Brasil. No entanto, apesar da habilitação, nada de lácteos foi exportado. Segundo agentes púbicos, ainda falta a comprovação do cumprimento de requisitos legais.

Aliás, com foco nessas legislações, um dos finalistas do desafio das Startups, do Ideas for Millk 2019, está concorrendo com uma solução para buscar mitigar os entraves de importação. As normativas (assim como os importadores) exigem que exista uma cadeia de informações de que as exigências, para a produção de um leite saudável, estejam disponíveis e sejam realizados planos de controle. De um lado há milhares de produtores, que devem gerar dezenas de registros por mês e, do outro, os laticínios, que devem receber e processar essas informações, para garantir ações corretivas e eventuais desvios que sejam detectados. Unir essas pontas, recolhendo registros em papel e processando no escritório, pode ser uma tarefa extremamente difícil de realizar, além, claro, de demorada.

Partindo dessa demanda, e com auxílio desta que vos escreve, foi concebido um aplicativo batizado de Milk Wiki, que contém todos os procedimentos, registros, treinamentos e ações que devem ser realizadas, além de canais de comunicação direta do laticínio com o produtor, cujo objetivo é o de buscar a conformidade dos processos de produção. O aplicativo é acessado através de smartphones, tanto IOs quanto Androides, possui uma interface amigável e de fácil utilização, e envia para o laticínio em tempo real as informações que são demandadas.

O surgimento de iniciativas como esta pode encontrar entraves na baixa escolaridade ou na dificuldade de operar tais “inovações”. Por outro lado, é inevitável a disseminação desse tipo de tecnologia, principalmente entre os mais jovens, que mais conectados, interagem nas redes sociais mais instintivamente e, por conta disso, tem a tendência em absorver as tecnologias mais rapidamente e utilizá-las na rotina; traz uma satisfação e sensação de pertencimento a esta geração tão plugada.

Talvez a maior utilização da tecnologia no campo seja um atrativo para retenção dos mais jovens, uma das demandas para sustentabilidade do setor agropecuário. Assim como as cidades, as tecnologias, as conexões, as inovações também são necessárias. Esperemos os dias continuarem como são no campo, ou melhor, que permita utilizar o tempo de lazer com mais contato e conexões positivas.

Por Roberta Züge; Diretora Administrativa do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS); Diretora de Inteligência Científica Milk.Wiki; Médica Veterinária Doutora pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP); Sócia da Ceres Qualidade

Fonte: Assessoria
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Santa Catarina realiza simulado contra febre aftosa

O evento acontecerá no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (CIGERD) e servirá para atualização e treinamento dos participantes

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Foto: O Presente Rural

Único estado do Brasil reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina se mantém em alerta para reação a qualquer foco da doença. Nesta quinta e sexta-feira (21 e 22), equipes da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Defesa Civil e Polícia Militar de Santa Catarina participam de Workshop e Simulado de Mesa sobre Emergência Sanitária em Febre Aftosa. O evento acontecerá no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (CIGERD) e servirá para atualização e treinamento dos participantes.

Na quinta-feira, os integrantes do Simulado de Mesa participarão de um Workshop sobre a febre aftosa, onde especialistas em diversas áreas trarão informações sobre a doença, sintomas, impactos e formas de contenção de focos. Além disso, serão discutidas as experiências na gestão de desastres da Defesa Civil de Santa Catarina e as capacidades e recursos da Polícia Militar em resposta a situações de crise.

Na sexta-feira acontece o Simulado de Mesa, ou seja, os participantes terão um exercício prático para resposta a um foco da doença em Santa Catarina. O secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, destaca que esse é um momento importante de atualização e integração entre diferentes órgãos do Governo do Estado a favor do agronegócio catarinense.

“Santa Catarina conquistou um status sanitário diferenciado em 2007, mas desde 2000 os animais não são vacinados no estado. Essa conquista foi um grande desafio, porém os esforços são gigantescos para manter nossos rebanhos livres da febre aftosa. É importante que a defesa agropecuária seja de conhecimento de outras áreas, isso traz mais segurança para os produtores e também aumenta nosso poder de resposta em épocas de crise”, ressalta.

 

Vigilância permanente

A erradicação da doença em Santa Catarina fez com que o estado tenha regras especiais para o trânsito de animais. Já que é proibido o uso de vacina contra febre aftosa em todo o território catarinense, não é permitida a entrada de bovinos provenientes de outros estados. Para que os produtores tragam ovinos, caprinos e suínos criados fora de Santa Catarina é necessário que os animais passem por quarentena tanto na origem quanto no destino e que façam testes para a febre aftosa, exceto quando destinados a abatedouros sob inspeção para abate imediato.

O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina. Continuamente, a Cidasc realiza inspeções clínicas e estudos sorológicos nos rebanhos, além de dispor de uma estrutura de alerta para a investigação de qualquer suspeita que venha a ser notificada pelos produtores ou por qualquer cidadão. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

 

Fonte: Assessoria SECom
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Custos de produção de suínos e de frangos de corte atingem o maior valor do ano em R$/kg vivo em outubro

Os gastos com a ração, que compõe a maior parte dos custos de produção mais uma vez puxaram a alta dos dois índices

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Foto: Divulgação

Os custos de produção de suínos e de frangos de corte calculados pelas CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (www.embrapa.br/suinos-e-aves/cias), tiveram aumento acima de 2% no mês de outubro. Enquanto o ICPFrango registrou o terceiro mês consecutivo de alta (+2,74%), chegando aos 228,62 pontos, o ICPSuíno subiu 2,17%, fechando o décimo mês de 2019 em 226,51 pontos.

Os gastos com a ração, que compõe a maior parte dos custos de produção dos suínos (76,49% em outubro) e dos frangos (69,44% no mesmo período), mais uma vez puxaram a alta dos dois índices. No caso do ICPFrango, os custos da nutrição subiram 3,44% em outubro, fazendo com que o índice só não fosse maior pela baixa no valor de aquisição dos pintos de um dia (-0,83%).

No ano, o ICPFrango acumula agora uma alta de 4,86% em 10 meses. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná passou de R$ 2,88 em setembro para R$ 2,95 em outubro, calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva, maior valor do ano.

Já o ICPSuíno acumula alta de 3,30% em 2019. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina passou dos R$ 3,88 em setembro para R$ 3,96 em outubro, também o maior valor do ano.

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

 

Confira todos as informações acessando diretamente www.embrapa.br/suinos-e-aves/cias/custos.

Aplicativo Custo Fácil – Disponível para download gratuito, o Custo Fácil auxilia o produtor integrado e a assistência técnica a estimar o custo de produção e obter relatórios para a gestão da granja. O Custo Fácil pode ser baixado em smartphones ou tablets com sistema Android na Google Play Store.

Planilha de custos do produtor – Produtores de suínos e de frango de corte integrados podem usar na gestão da granja uma planilha eletrônica feita pela Embrapa. Ela compara a receita obtida com os custos de produção, acompanhando a geração de caixa da granja e o impacto da prestação do financiamento. A planilha ainda analisa o resultado e apresenta uma estimativa da Taxa Interna de Retorno (TIR) do investimento. Ela pode ser baixada no site da CIAS.

Fonte: EMBRAPA
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