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Mais de 160 kg de carne suína são utilizadas nas ações da ACSURS durante a Expointer

No período de 26 de agosto a 3 de setembro, a entidade utilizou em suas ações de promoção ao consumo da proteína

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Divulgação ACSURS

Promover o consumo da carne suína durante as programações da Expointer, foi um dos grandes focos da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), na 46º edição da maior feira a céu aberto da América Latina.

No período de 26 de agosto a 3 de setembro, a entidade utilizou em suas ações de promoção ao consumo da proteína, mais de 160 kg de carne suína que foram oferecidas de forma gratuita aos visitantes.

O presidente da entidade, Valdecir Luís Folador, ressalta que as programações são oportunas para divulgar, incentivar e defender a carne suína. “A Expointer é um momento para destacarmos a versatilidade da carne suína e reafirmarmos a importância dela no cardápio de todos os gaúchos, assim como, desmistificar possíveis mitos sobre a proteína”, explica.

As ações de degustação realizadas pela entidade, tiveram o apoio da Aurora Alimentos, Alibem Alimentos, Seara Alimentos e Ouro do Sul.

Ações de degustação

Realizadas duas vezes por dia, durante toda a programação da feira, as ações de degustação que ocorriam em frente ao Restaurante do Porco, eram uma das atrações dos visitantes.

Com o objetivo de promover o consumo da carne suína, o momento também era destinado para divulgar as marcas que ofereciam petiscos à base de carne suína.

Vitrine da Carne Gaúcha

Realizada pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/RS) dentro do Programa Juntos para Competir, a Vitrine da Carne Gaúcha é uma das mais tradicionais ações que visam promover e valorizar o consumo de diferentes proteínas animais.

Como acontece há mais de 10 edições, a ACSURS marcou presença e divulgou a carne suína através de profissionais que falaram sobre os benefícios e todo o sistema de produção da proteína.

A mascote

A porquinha, mascote da ACSURS, também fez sucesso pelas ruas do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (PEEAB), onde a Expointer é realizada.

Ela que divulgou o consumo de carne suína durante as ações realizadas pela entidade e distribuiu balas da Florestal Alimentos, foi uma parceria da BL Agro/Ceva.

Restaurante do Porco

A cada ano, o Restaurante do Porco que tem à frente a MS Gastronomia e a ACSURS, traz melhorias no ambiente, mais conforto e qualidade no atendimento, buscando sempre apresentar o melhor da carne suína.

Ao todo, durante as programações da feira, mais de 6 mil almoços foram comercializados no espaço que destaca a versatilidade da proteína.

Costelinha ao molho barbecue

A costelinha suína ao molho barbecue preparado pela Casa Machado, deu água na boca de quem passava pelo deck do Restaurante do Porco.

Lá, era possível acompanhar todo o processo feito pelo chef, Henrique Machado de Souza, que levava cerca de 5 horas entre temperar, preparar, defumar e servir as costelas suínas que desmanchavam na boca de tão macias.

Lanches à base de carne suína

Os visitantes da Expointer, também puderam apreciar no Bistrô da Ana, lanches à base de carne suína.

Localizado em um espaço de grande fluxo de pessoas, o bistrô tinha 5 opções deliciosas de lanches com a proteína no cardápio, são elas: Pulled Pork Sandwich, hambúrguer de costela suína defumada com barbecue, hambúrguer de copa lombo com geleia de amora, choripan de carne de panela e choripan de linguiça defumada.

Fonte: Assessoria ACSURS

Notícias Após oito anos

UFSM retoma tradicional Simpósio de Sanidade Avícola

Evento será realizado de forma on-line, entre os dias 05 e 07 de junho, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país.

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Foto: Julio Bittencourt

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está em clima de celebração com o retorno do Simpósio de Sanidade Avícola, que volta a acontecer após um hiato de oito anos. Este evento, anteriormente coordenado pela professora doutora Maristela Lovato Flores, teve sua última edição em 2016 e agora ressurge graças aos esforços do Grupo de Estudos em Avicultura e Sanidade Avícola da UFSM (Geasa/UFSM). O Jornal O Presente Rural será parceiro de mídia da edição 2024 do evento.

Sob a nova liderança dos professores doutores Helton Fernandes dos Santos e Paulo Dilkin, o evento chega a 11ª edição e promete manter o alto padrão técnico-científico que sempre marcou suas edições anteriores. “Estamos imensamente satisfeitos e felizes em anunciar o retorno deste evento tão importante para a comunidade avícola”, declararam os coordenadores.

O Simpósio está marcado para os dias 05, 06 e 07 de junho e será realizado de forma on-line, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país. “Com um programa cuidadosamente planejado ao longo dos últimos meses, o evento pretende aprofundar os conhecimentos sobre sanidade avícola, abrangendo temas atuais e pertinentes à Medicina Veterinária, Agronomia e Zootecnia”, evidenciou o presidente do Geasa/UFSM, Matheus Pupp de Araujo Rosa.

Entre as novidades deste ano, destaca-se o caráter beneficente do evento. Em solidariedade às vítimas das recentes enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul, 50% do valor arrecadado com as inscrições será doado para ajudar aqueles que foram afetados por essa adversidade.

Os organizadores também garantem a presença de palestrantes de renome, que irão abordar as principais pautas relacionadas à sanidade nos diversos setores da avicultura. “Estamos empenhados em proporcionar um evento de alta qualidade, que contribua significativamente para o desenvolvimento profissional dos participantes”, afirmaram.

Em breve, mais detalhes sobre os palestrantes, temas específicos e informações sobre inscrições serão divulgados. Para acompanhar todas as atualizações, você pode também seguir  o perfil oficial do Geasa/UFSM pelo Instagram. “O Simpósio de Sanidade Avícola é uma excelente oportunidade para a comunidade acadêmica e profissional se reunir, trocar conhecimentos e contribuir para o avanço da avicultura, enquanto também apoia uma causa social de grande relevância”, ressalta Matheus.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias

Carne de frango ganha competitividade frente a concorrentes

No caso da carne suína, as cotações iniciaram maio em alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês. Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

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Foto: Shutterstock

Enquanto a carne de frango registra pequena desvalorização em maio, frente ao mês anterior, as concorrentes apresentam altas nos preços – todas negociadas no atacado da Grande São Paulo.

Como resultado, pesquisas do Cepea mostram que a competitividade da proteína avícola tem crescido frente às concorrentes.

Para o frango, pesquisadores do Cepea explicam que a pressão sobre os valores vem da baixa demanda em grande parte da primeira quinzena de maio (com exceção da semana do Dia das Mães), o que levou agentes atacadistas a baixarem os preços no intuito de evitar aumento de estoques.

No caso da carne suína, levantamento do Cepea aponta que as cotações iniciaram maio alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês.

Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Notícias Em apoio ao Rio Grande do Sul

Adapar aceita que agroindústrias gaúchas comercializem no Paraná

Medida é válida para agroindústrias do Rio Grande do Sul com selo de inspeção municipal ou estadual e tem validade de 90 dias. A Adapar enviou uma declaração expressa ao Ministério alinhada a essa autorização, e vai disponibilizar no site oficial uma lista dos estabelecimentos aptos a vender esses produtos.

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Foto: Mauricio Tonetto/Secom RS

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) vai aceitar que agroindústrias gaúchas com selo de inspeção municipal ou estadual vendam seus produtos em território paranaense.

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou na última quarta-feira (15) a Portaria Nº 1.114, permitindo temporariamente a comercialização interestadual de produtos de origem animal do Rio Grande do Sul, em caráter excepcional.

A Adapar enviou uma declaração expressa ao Ministério alinhada a essa autorização, e vai disponibilizar no site oficial uma lista dos estabelecimentos aptos a vender esses produtos, garantindo a segurança e a qualidade alimentar para os consumidores.

A decisão atende a uma solicitação da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL) pela flexibilização das regulamentações vigentes, com o objetivo de garantir a continuidade da venda dos produtos de origem animal produzidos em território gaúcho, tendo em vista o impacto das enchentes para os produtores rurais.

O assunto foi debatido em uma reunião online realizada na terça-feira (14) entre os órgãos e entidades de defesa agropecuária do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e o Mapa.

“Essa medida representará um alívio significativo para as pequenas empresas, com o escoamento de produtos que poderão ser revendidos nos estabelecimentos distribuídos por diversos estados brasileiros”, explica o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins. As autorizações dispostas na Portaria do Ministério são válidas pelo prazo de 90 dias.

Para a gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Adapar, Mariza Koloda, a iniciativa representa um importante passo na busca por soluções ágeis e eficazes para enfrentar os desafios impostos pelo cenário de crise no Rio Grande do Sul.

“A cooperação entre os órgãos de defesa agropecuária e o Ministério demonstra o compromisso em atender às necessidades dos produtores e consumidores, ao mesmo tempo em que se mantém a integridade e segurança dos alimentos comercializados em todo o País”, diz.

Segundo a AGL, a grande maioria das agroindústrias familiares depende de feiras, restaurantes, empórios, hotéis, vendas digitais para consumidor direto ou de compras institucionais pelo Poder Público. O impacto das chuvas prejudicou a comercialização das agroindústrias em todas as regiões, com produtores que perderam animais, lavouras e instalações.

Fonte: AEN-PR
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