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Notícias Gestão de Riscos

Mais de 10 mil agricultores familiares participam de projeto-piloto de seguro rural

O projeto envolve cobertura para culturas de milho 1ª safra, soja, banana, maçã e uva dentro do Pronaf

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Arquivo/OP Rural

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou na quinta-feira (28) os resultados do projeto-piloto de subvenção ao prêmio do seguro rural para operações enquadradas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para as culturas de milho 1ª safra, soja, banana, maçã e uva. O projeto-piloto faz parte do Programa de Seguro Rural (PSR) de 2020.

O projeto, que teve como objetivo fomentar a contratação de seguro rural por agricultores familiares, teve a adesão de oito seguradoras que comercializaram apólices em 11 estados. No total, foram aplicados R$ 36,6 milhões em subvenção ao prêmio, o que propiciou a contratação de 10.446 apólices, totalizando uma área segurada de 277 mil hectares e um valor segurado de R$ 881 milhões.

Para incentivar a contratação do seguro, foram definidos percentuais de subvenção ao prêmio diferenciados, acima daqueles já praticados no Programa. No caso das frutas, o percentual de subvenção de 40% foi elevado para 60%. Para o milho e a soja, cujos percentuais podem variar entre 20% e 30%, foi fixado em 55%. Além disso, foi destacado um orçamento específico de R$ 50 milhões para o projeto-piloto.

“Os resultados alcançados foram positivos, identificamos que 70% dos produtores nunca haviam participado do PSR. Provavelmente, muitos deles contrataram o seguro rural pela primeira vez. Além disso, tivemos a atuação da maioria das seguradoras, o que demonstra o interesse do mercado em atender esse perfil de risco, composto por áreas e valores segurados menores que os observados usualmente no Programa”, explica Pedro Loyola, diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa.

As contratações se concentraram nos estados do Paraná (45%), Rio Grande do Sul (35%) e Santa Catarina (13%). Ocorreram também nos estados do Mato Grosso do Sul, de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, do Mato Grosso, Pará, de Roraima e do Tocantins.

Pontos principais do projeto-piloto

  • Orçamento disponibilizado: R$ 40 milhões (milho 1ª safra/soja) + R$ 10 milhões (banana/maçã/uva)
  • Abrangência: nacional.
  • Atividades: milho 1ª safra, soja, banana, maçã e uva.
  • Percentual de subvenção ao prêmio diferenciado (fixo): milho 1ª safra/soja (55%) e banana/maçã/uva (60%)
  • Tipo de cobertura: multirrisco (milho 1ª safra/soja)
  • Nível mínimo de cobertura da produtividade esperada: 70% (milho 1ª safra/soja)

Contratação

O produtor interessado em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independentemente de acesso ao crédito rural.

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio varia entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola), o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo. Basta acessar para Android e para IOS

Fonte: MAPA
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Notícias Alimentação

Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul apoia solicitação de inclusão de ovos na cesta básica do brasileiro

Brasil produz aproximadamente 54 bilhões de ovos por ano e o Rio Grande do Sul em torno de 3,8 bilhões de ovos ano

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A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul – O.A.RS e suas entidades membros, Associação Gaúcha de Avicultura – ASGAV, Sindicato da Indústria e Produtos Avícolas no Estado do RS – SIPARGS e o Programa Ovos RS, encaminharam nesta data ofício ao Deputado Federal Arthur Lira – Presidente da Câmara Federa de Deputados , solicitando a votação em pauta da inclusão do alimento ovo na composição da cesta básica, conforme requerimento do Deputado Federal, Jerônimo Goergen encaminhado ressentimento para apreciação do Projeto de lei nº 4534/2020 que altera o decreto lei 399 de 30/04/1938.

O ovo é um dos alimentos mais completos do mundo depois do leite materno, além de ser um alimento de fácil acesso à todas as classes sociais e também devido ao empreendedorismo e pujança do setor produtivo é produzido em larga escala no Brasil, por pequenos, médios e grandes produtores.

A entidade no teor de seu pedido destacou algumas informações relevantes ligadas à produção de ovos como fatores sociais e de sustentabilidade, conforme segue:

  • Os ovos tem vários benefícios exclusivos para saúde em todas as fases da vida;
  • Os ovos são cientificamente comprovados em reduzir o atraso no crescimento infantil;
  • Os ovos são uma fonte de proteína de baixo impacto ambiental;
  • Os ovos tem uma baixa pegada de carbono, tornando-os uma escolha saudável e sustentável;
  • O setor de produção de ovos dá uma contribuição significativa a vários fatores econômicos e sociais associados a redução da pobreza e da fome;
  • Os ovos estão ajudando ativamente a alimentar a crescente população mundial;
  • No âmbito da ciência e pesquisa os ovos também contribuem para o desenvolvimento de vacinas contra diversas doenças, incluindo o Covid-19.

“Dada a importância deste alimento para milhões de pessoas e também por se tratar de atividade em constante evolução, tanto em contribuição alimentar como em tecnificação e modernização setorial, é que julgamos de extrema importância a apreciação e votação do referido PL no parlamento, bem como, contamos com aprovação do mesmo”, comenta José Eduardo dos Santos, presidente Executivo da O.A.RS.

O Brasil produz aproximadamente 54 bilhões de ovos por ano e o Rio Grande do Sul em torno de 3,8 bilhões de ovos ano.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

JBS investe R$ 1,85 bilhão em nova fábrica de alimentos preparados e em expansão de unidade

Planos da Companhia preveem investimentos na cidade de Rolândia (PR); previsão é gerar 2,6 mil novos empregos diretos

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A JBS, segunda maior empresa de alimentos e maior de proteína do mundo, oficializou nesta sexta-feira (14) o investimento de R$ 1,85 bilhão em Rolândia (PR) até 2025. A expectativa é criar cerca de 2,6 mil novos empregos diretos. Os planos incluem a construção de uma nova fábrica de alimentos preparados, além da modernização e expansão da atual unidade de aves já em operação. O objetivo é atender as demandas dos mercados interno e externo, tanto para produção de proteína in natura quanto de alimentos preparados. A obra já foi iniciada e tem previsão de conclusão no quarto trimestre de 2022.

“A JBS está sempre atenta às demandas do mercado para ampliar a sua capacidade produtiva. Os nossos investimentos demonstram a relevância global do estado do Paraná como polo produtor de alimentos para o mundo.”, destaca Wesley Batista Filho, Presidente da JBS América do Sul e da Seara.

Atualmente, a unidade de Rolândia emprega 3,7 mil colaboradores diretos, além da parceria com mais de 390 integrados. Com a ampliação, outros 150 produtores serão integrados. A empresa já possui operações em 14 municípios do Paraná, incluindo unidades produtivas, centros de distribuição, incubatórios e fábricas de ração. A Companhia já emprega mais de 14 mil pessoas no estado e ainda conta com uma rede de mais de 2 mil produtores integrados, que fornecem matéria-prima para a empresa e movimentam economicamente as regiões do entorno de suas fábricas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Santa Catarina

Suinocultores aprovam as contas da ACCS

Assembleia Geral Ordinária foi realizada de forma online em 2021

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As contas da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) referentes ao ano de 2020 foram aprovadas em Assembleia Ordinária Virtual ocorrida na manhã desta sexta-feira (14). Por conta da Covid-19, a participação presencial ficou limitada ao conselho fiscal e aos representantes do Conselho Deliberativo Superior, sedo que os suinocultores integrantes dos núcleos municipais e regionais puderam interagir de forma online.

Toda a movimentação financeira da Associação também passou pelo crivo de uma auditoria externa, além da análise criteriosa do conselho fiscal. “A organização da entidade serve de inspiração para a gente aplicar dentro de nossas propriedades. O que chamou a nossa atenção é que a movimentação financeira da ACCS é feita via cartão ou banco, além da nota. Isso é uma duplicidade na comprovação de todos os investimentos feitos. A Associação é um exemplo de transparência e profissionalismo”, destaca Ricardo Perlochner, representante do conselho fiscal e suinocultor de Treze Tílias.

De acordo com a auditoria externa, a Associação que representa centenas de produtores catarinenses é gerida por pessoas sérias e preocupadas com o futuro da entidade. “Há vários anos eu sou o responsável pela auditoria externa da ACCS e nunca houve qualquer indício de irregularidade. Isso comprova o trabalho responsável e rigoroso feito pelo setor administrativo da entidade e por toda a diretoria. Eles estão preocupados em investir os recursos com responsabilidade”, reitera José Alberto Olmi, responsável pela auditoria externa da ACCS

Todos os anos a ACCS realiza uma assembleia de prestação de contas e também reúne os suinocultores na sede da entidade para trocar informações sobre o setor. Mesmo com as dificuldades impostas pelo coronavírus, a Associação viabilizou a reunião de forma virtual.

“Esse é o nosso objetivo: integrar e compartilhar conhecimento. No ano passado tivemos inúmeras dificuldades, mas mesmo assim conseguimos manter as contas em ordem e a ACCS em franco crescimento. A nossa missão é atender o produtor cada vez melhor. É uma responsabilidade muito grande para a nossa diretoria e aos colaboradores representar a suinocultura de Santa Catarina, mas também é muito gratificante”, avalia o presidente Losivanio Luiz de Lorenzi.

Fonte: Assessoria
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