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Mais conectividade, melhor gestão, maior produção.

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André Rorato, Vice-Presidente da LS Mtron Brasil - LSMB

Um dos balanços possíveis de se fazer após a realização da 25ª. edição do Agrishow, em Ribeirão Preto, SP, a principal feira de tecnologias voltada para o agronegócio, que se encerrou no início de maio deste ano, é que foi um evento onde a palavra conectividade esteve em grande parte das conversas e dos estandes. Quase todas as empresas tinham algum produto, equipamento, aplicativo que se destinava a conectar uma máquina com outra ou com o computador do escritório ou mesmo aos smartphones. E é impressionante perceber o veloz crescimento no número de startups ou de empresas já longamente estabelecidas, que ofereciam seus serviços, sempre com a premissa de conexão via Bluetooth, internet, satélite ou alguma outra solução semelhante. E isto é extraordinário, fantástico porque boa parte desta tecnologia que está sendo desenvolvida já está incorporada ou em vias de ser implantada nas máquinas e equipamentos agrícolas. Ou seja, elas, as máquinas, já estão no mundo digital e isto não tem mais volta. E é possível dizer que quase não há mais diferença entre os produtos vendidos no Brasil e os que estão nos EUA ou Europa. E fica difícil conter este pensamento…que mundo fantástico este!

Mas…e muitas vezes aparece um, mas na vida, nem tudo é um mar de rosas. E, mesmo quando é, logo nos fazem lembrar que elas têm espinhos. Conectividade precisa de rede de telefonia móvel ágil, banda larga de internet, preferencialmente por fibra óptica, para que os dados transmitidos circulem rapidamente para todas as pessoas que estão precisando deles. E, é neste momento que, no campo, a banda toca diferente do que toca na cidade.

Já explico. O Brasil é um país de contrastes. E de regramentos um tanto estranhos, para dizer o mínimo. Creiam. A população que mora na cidade e que num clicar de dedo em sua tela touch do celular acessa milhares de informações, não imagina que esta facilidade não chegou ao campo. Centenas de propriedades rurais, muitas vezes, só conseguem usar o telefone celular, na banda 2G, a mais antiga e uma das primeiras a ser comercializadas no País. E só realizam este feito porque sobem num morro, vão para um descampado ou alguma outra peripécia do gênero. E já estamos no final da segunda década do século 21.

Veja, se formos pensar que o produto que sai da indústria chamada campo/fazenda, é o alimento de milhões de pessoas que vivem nas cidades, não era de ser justamente o contrário ou pelo menos igual? O agronegócio representa cerca de 40% do total do PIB brasileiro que em 2018 foi de R$ 1,716 trilhão. Vamos considerar que 15% seja produzido por quem vive nas zonas rurais, longe dos centros urbanos. Não seria justo que os investimentos em infraestrutura de telefonia principalmente para acesso a rede de dados (internet) fosse no mínimo igual aos das cidades? Afinal, todos no campo também querem se conectar de forma ágil para melhorar a comunicação entre si e poder tratar de negócios, tanto quanto as empresas da cidade, não é? E para que o campo possa produzir melhor e nos mesmos níveis de competição que seus concorrentes é preciso ter acesso à internet. E isto não acontece.  E é aí que vem a parte estranha das regras. A legislação da privatização de telefonia no Brasil permitiu que as operadoras fizessem instalações das suas redes em grandes centros urbanos, onde há maior demanda pelos seus serviços, mas não as obrigou a atender da mesma forma as áreas rurais. Assim, e muitos de vocês já devem ter passado por isto, saiu alguns quilômetros da zona urbana, você está no limbo, fora do mundo!

Máquinas conectadas – Mas porque falar do problema da telefonia no campo? Porque boa parte das máquinas agrícolas brasileiras já estão no mundo digital. Cada vez mais e mais elas incorporam computadores de bordo, sistemas de telemetria, piloto automático, aplicativos, sensores via satélite que fazem a leitura em tempo real da situação da lavoura, plataformas de inteligência artificial e uma infinidade de tecnologias que dependem e muito do acesso à rede de telefonia e de transmissão de dados, para enviar as informações do campo para o escritório e vice versa. E, com isto, dar rapidez na tomada de decisões sobre as atividades planejadas para aquele turno ou dia. Afinal, a propriedade rural é um negócio, uma fábrica de alimentos, e como tal, precisa de agilidade nas suas comunicações para que as ações a serem tomadas sejam as mais corretas e, por conseqüência, se tenha o produto final para vender e ter lucro. Não é assim com as empresas que estão nas cidades?

E como ofertar máquinas agrícolas com todas estas ferramentas se o produtor não puder utilizá-las de forma adequada? Atualmente os sistemas estão programados para que, quando passar por uma zona que tenha sinal, o computador se conecte e transmita todos os dados que foram armazenados até aquele momento, ou então somente no final da jornada, quando a máquina retorna para a sede da fazenda descarrega os dados via sinal de Wi-Fi direto para o computador do gestor. Qualquer correção de percurso fica mais difícil de ser feito em tempo real. E só se terá maior agilidade, maior produção, se houver acesso à conexão via internet, sem isto, fica difícil.

Por conta desta situação, algumas empresas, por iniciativa própria, lançaram programas de conexão para o campo. Mas em realidade, creio que já esta na hora das entidades representativas do agronegócio, respaldado pelos seus mais de R$ 1,7 trilhão de PIB, pressionarem o Governo Federal em busca de uma solução e chamarem à mesa as operadoras de telefonia instaladas no Brasil e outras que queiram se instalar ou competir, para um encontro com fins específicos de trazer uma solução para este nó. Afinal, o agronegócio também é um forte consumidor dos serviços de telefonia e, se este nó não for desfeito, nossa agricultura, considerada uma das mais modernas em climas tropicais, vai parar no tempo, porque não vai ter como se comunicar adequadamente. E, creio que, sem conexão, não tem como aumentar a produção. E sem produção suficiente e eficiente, não tem alimento para atender o crescimento populacional. Simples assim!

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Coopavel terá estande para apresentar o melhor de suas marcas e agroindústrias no Show Rural 2026

Espaço será dedicado a demonstrar soluções que atendem às diferentes realidades dos produtores rurais. Feira acontece de 09 a 13 de fevereiro.

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Foto: Divulgação/Coopavel

A gerência de Filiais da Coopavel garante presença no 38º Show Rural, que acontece de 09 a 13 de fevereiro, levando ao público um estande voltado à apresentação de suas principais marcas de insumos, com foco em tecnologia, qualidade e resultados no campo.

Segundo o agrônomo Anderson Granville, o espaço será dedicado a demonstrar soluções que atendem às diferentes realidades dos produtores rurais. Entre os destaques está a Biocoop, marca de insumos biológicos da cooperativa, que apresentará as tecnologias empregadas na fabricação de seus produtos e os rigorosos padrões de qualidade que asseguram eficiência e segurança na aplicação dos bioinsumos.

Foto: Albari Rosa

Outra presença confirmada é a da Nutriago, marca já consolidada da Coopavel na área de nutrição foliar. No estande, serão apresentados os diferenciais dos produtos e os resultados obtidos em produtividade nas últimas safras, reforçando a confiabilidade das soluções desenvolvidas pela cooperativa.

Equipe técnica destacará também a importância do uso de matéria-prima de alta qualidade na produção de fertilizantes sólidos, com boa solubilidade e micronutrientes quelatizados, características que proporcionam melhor absorção e respostas mais eficientes pelas plantas. Complementando o portfólio, ainda serão apresentadas sementes de alta qualidade, com foco na qualidade fisiológica, nos processos de produção e nas cultivares multiplicadas, todas com alto teto produtivo e adaptadas à região de atuação da Coopavel.

Durante todo o evento, a equipe técnica da cooperativa estará à disposição para receber associados e clientes, esclarecer dúvidas e orientar sobre as melhores soluções para cada sistema de produção, destaca Anderson. Além disso, o estande contará com uma campanha especial de vendas de insumos, voltada às próximas safras.

Fonte: Assessoria Coopavel
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Sicoob traz o Invest Feira para o Show Rural

Crédito rural orientado a investimento ganha protagonismo no agro em 2026

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Divulgação / Foto: Sicoob

Em um ambiente de custos elevados, juros ainda pressionados e maior exigência por eficiência produtiva, o crédito rural vem sendo reposicionado como instrumento estratégico para a competitividade do agronegócio brasileiro. Em 2026, a lógica financeira do campo avança além do custeio da safra e passa a incorporar decisões estruturantes de investimento, modernização e expansão dos negócios rurais.

Esse movimento acompanha uma tendência já observada em dados oficiais e estudos internacionais. De acordo com o relatório Agricultural Policy Monitoring and Evaluation 2025, da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), mais de 90% do suporte público ao setor agrícola no Brasil é direcionado à pesquisa, desenvolvimento e extensão tecnológica, evidenciando que inovação, modernização da produção e investimento em infraestrutura são pilares para ganhos de produtividade e competitividade no agro. O mesmo levantamento aponta que, na safra 2024–2025, o crédito agrícola no País alcançou cerca de R$ 400,6 bilhões, aproximadamente R$ 107,3 bilhões destinados a investimentos em capital fixo, como máquinas, equipamentos e tecnologias produtivas.

Segundo Michel Shoiti Tamura, gerente de Agronegócios do Sicoob Central Unicoob, o crédito rural deixou de ser apenas um meio de financiamento e passou a ser um instrumento de transformação no campo. “O produtor rural é, hoje, um gestor completo do seu negócio. Nosso papel, como instituição financeira cooperativa, é estar ao lado dele nas decisões que constroem o futuro da propriedade, oferecendo crédito que viabilize investimentos, aumente a eficiência produtiva e traga segurança para crescer com sustentabilidade”, destaca.

Durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR), o Sicoob estará com o Invest Feira, linha de crédito com recursos próprios da instituição, voltada ao financiamento de investimentos produtivos no agronegócio. A solução se diferencia por oferecer flexibilidade de aplicação, agilidade na liberação, ampliando a capacidade de alocação de capital por parte do produtor.

“Nos anos anteriores, a feira iniciava com recursos insuficientes para atender o produtor rural. Por isso, o Sicoob criou o Invest Feira como alternativa à escassez de recursos subsidiados pelo governo federal”, explica Tamura. Destaca ainda que, além dessa linha, o Sicoob Unicoob oferece soluções específicas para a cadeia de integração, como suínos, frango, leite, peixes e outras atividades. “Nesses casos, disponibilizamos linhas com condições equivalentes ao BNDES Inovagro, utilizando recursos livres da cooperativa, com lastro em LCA, ampliando o acesso ao crédito para investimento produtivo no campo”, completa.

Entre os itens financiáveis, estão veículos utilitários, caminhonetes cabine dupla, caminhões e motocicletas, além de máquinas, equipamentos, drones e tecnologias aplicadas à produção, como sistemas de ordenha e irrigação. A linha também contempla a aquisição de animais para cria, recria, engorda, matrizes e serviço, sistemas sustentáveis como biodigestores e placas fotovoltaicas, insumos para custeio e comercialização e outros itens essenciais à atividade agropecuária.

“O Invest Feira foi estruturado para apoiar decisões estratégicas de investimento, oferecendo previsibilidade financeira e preservando o fluxo de caixa do produtor. É uma solução que conecta oportunidade e planejamento exatamente quando as decisões acontecem durante a feira”, destaca Michel. No mesmo período, as condições especiais do Invest Feira estarão válidas também nas agências Sicoob presentes em todas as cidades de atuação das cooperativas singulares que integram o Sicoob Central Unicoob.

A participação do Sicoob no Show Rural Coopavel, evento consolidado como um dos principais ambientes de negócios e inovação do agronegócio brasileiro, reforça o posicionamento da instituição como parceira financeira do agro, com foco em investimento produtivo, modernização e gestão eficiente do capital no campo.

Fonte: Assessoria
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Copercampos apresenta portfólio de sementes no Inova Show em Londrina

Evento acontece nos dias 22 e 23 de janeiro e reúne produtores, técnicos e parceiros do setor.

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Foto: Divulgação

A Copercampos, em parceria com a Dica Seeds, participa nos dias 22 e 23 de janeiro do Inova Show, realizado em Londrina (PR), levando ao público técnico, produtores rurais e parceiros do setor um portfólio de sementes que evidencia qualidade, tecnologia e alto desempenho no campo.

Durante o evento, a equipe da cooperativa apresenta os principais materiais do portfólio de sementes, além de trabalhos técnicos voltados à demonstração de vigor e germinação, reforçando o compromisso da Copercampos com a entrega de soluções que garantam segurança e produtividade desde o plantio. Os resultados obtidos na última safra comprovam esse cuidado: as sementes apresentaram germinação média de 93% e vigor médio de 88%, em uma produção superior a 1,8 milhão de sacos/40kg de sementes na safra, índices que refletem o rigor nos processos de produção, beneficiamento e controle de qualidade.

A participação no Inova Show conta ainda com a presença do Diretor Superintendente, Lucas de Almeida Chiocca, e do Gerente de Sementes, Marcos Juvenal Fiori, que acompanham de perto as atividades, fortalecendo o relacionamento com parceiros e destacando a estratégia da cooperativa de investir continuamente em inovação, tecnologia e melhoria dos processos.

“Com a participação em eventos técnicos, a Copercampos reafirma seu posicionamento como referência em sementes de alto padrão, compartilhando conhecimento técnico, resultados de campo e soluções que contribuem diretamente para o sucesso dos agricultores que adquirem Sementes Copercampos”, ressalta Lucas.

Fonte: Assessoria Copercampos
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