Conectado com

Empresas

Mais agilidade, mais autonomia: saiba mais sobre o relançamento do aplicativo Parceiro Aurora

Plataforma B2B da Aurora Coop ganha novo design, mais autonomia para o varejo e integração entre atendimento digital e força de vendas presencial.

Publicado em

em

Nova versão do Parceiro Aurora foi desenvolvida com base em demandas reais do varejo moderno - Foto: Divulgação

O portfólio completo dos produtos de uma das maiores marcas de alimentos do país na palma da mão, com liberdade para comprar onde e quando quiser. Essa é a proposta do aplicativo Parceiro Aurora, que a Aurora Coop relança oficialmente em agosto, marcando um novo capítulo na transformação digital do relacionamento com o varejo B2B.

O projeto de relançamento nasceu a partir de uma análise aprofundada dos principais motivos de contato e feedbacks recebidos de clientes e da força comercial da cooperativa central. A conexão com o propósito construído para o relançamento foi orientada pela escolha da palavra Parceiro, indicando a proximidade com os clientes e com a força de vendas. Ao comparar o Parceiro Aurora com outras plataformas de e-commerce de grandes indústrias do setor de alimentos e bebidas, foram identificadas as principais dores a serem resolvidas     .

Entre elas, estavam a necessidade de melhorar a presença da marca Parceiro Aurora no ambiente digital, construir uma identidade própria com valores e personalidade, aumentar a conexão direta com os clientes, fortalecer o vínculo entre a marca e a força de vendas da Aurora Coop, além de aprimorar a usabilidade do aplicativo com base nas experiências reais dos clientes.

“O Parceiro Aurora é uma ponte direta entre a cooperativa e os nossos clientes do varejo. Esse relançamento marca uma nova fase no relacionamento com nossos parceiros, oferecendo tecnologia aliada à conveniência, sem abrir mão da confiança e relacionamento construído pela força de vendas Aurora Coop ao longo dos anos”, afirma o diretor de mercado e consumo da Aurora Coop, Ricardo Chueiri.

UM APLICATIVO PENSADO PARA O NOVO VAREJO

A nova versão do Parceiro Aurora foi desenvolvida com base em demandas reais do varejo moderno. Interface intuitiva, visual contemporâneo, navegação fluida e funcionalidades práticas compõem a experiência digital, criada para facilitar o dia a dia dos clientes.

Segundo o gerente de marketing e inteligência de mercado, Rodrigo Domingos, o foco principal do Parceiro Aurora é “estar presente no melhor momento de compra do cliente, fornecendo maior autonomia para o envio de pedidos e acesso a todas as informações relevantes do relacionamento comercial”.

A inclusão de um novo método de pagamento, com opção de cartão de crédito também é uma das novidades. A plataforma está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, oferecendo ao cliente acesso ao catálogo completo de produtos das marcas da Aurora Coop, conforme a disponibilidade para cada região, no momento que for mais conveniente para o seu negócio.

Além disso, o aplicativo permite maior autonomia para o envio de pedidos e gestão de entregas, e crédito, ao mesmo tempo que promove uma comunicação mais direta com o cliente por meio de banners interativos, mensagens via WhatsApp e notificações automáticas. Outra inovação é a recomendação personalizada de pedidos, desenvolvida para oferecer praticidade e rapidez nas compras. O acesso aos principais canais de atendimento como vendas, financeiro e SAC também ficou mais visível e acessível na interface do app.

“A reformulação trouxe ainda mais transparência para o acompanhamento de entregas, pedidos e limite de crédito. Tudo isso está disponível em um serviço totalmente gratuito, sem taxas adicionais e que complementa, sem substituir, a atuação dos vendedores Aurora Coop no ponto de venda”, explica Domingos.

ATENDIMENTO HÍBRIDO E RELACIONAMENTO OMNICHANNEL

Com o avanço do app Parceiro Aurora, a cooperativa também fortalece sua estratégia de atendimento híbrido, mesclando o relacionamento presencial com o digital. “Isso permite ao time comercial uma rota de visitação mais estratégica, otimizando tempo e ampliando os resultados em vendas. O Parceiro Aurora atua como um reforço digital inteligente, disponível no tempo do cliente, inclusive em horários alternativos ou fora do expediente comercial, mas é importante destacar que o vendedor segue tendo um papel central no atendimento ao cliente e continuará sendo protagonista na estratégia de vendas da Aurora Coop. A plataforma vem como uma aliada para potencializar as áreas de atendimento e promover uma jornada de relacionamento com o cliente ainda mais eficiente e estratégica”, ressalta Chueiri.

Essa evolução permite atender diferentes perfis de negócios, como supermercados, restaurantes, pizzarias e outros estabelecimentos que nem sempre conseguem receber um representante presencialmente. O novo app Parceiro Aurora estará disponível em agosto, com versões para Android e iOS.

Fonte: Assessoria Aurora Coop

Empresas Agenda de sustentabilidade

Com reaproveitamento de mais 17,6 mil toneladas de resíduos, GTF reforça sua economia circular em 2025

Relatório de Sustentabilidade destaca modelo produtivo integrado, desenvolvimento de comunidades rurais e alinhamento a padrões internacionais de ESG

Publicado em

em

GTF / Divulgação

A GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade em 2025, consolidando práticas de economia circular, eficiência operacional e fortalecimento da governança ESG em suas operações industriais. Ao longo do ano, a companhia destinou aproximadamente 87% dos seus resíduos não perigosos para processos de recuperação e valorização, totalizando 17.638 toneladas reaproveitadas de um volume de 20.245 toneladas processadas. As soluções incluem reaproveitamento de recursos e processos biológicos, reforçando o compromisso da empresa com a hierarquia de redução, reutilização e reciclagem.

Além disso, foram gerenciadas 6.609 toneladas de lodo centrifugado oriundo de abatedouros, com destinação ambientalmente adequada. A GTF também manteve programas de logística reversa e apoio a cooperativas de reciclagem, contribuindo para a inclusão social e para o fortalecimento da cadeia de reciclagem.

Na frente de energia renovável, a empresa deu continuidade ao uso de biodigestão para geração de biogás nas unidades de fecularia. A carga orgânica dos efluentes é direcionada para biodigestores, permitindo a geração de energia renovável utilizada nos próprios processos produtivos, o que reforça a redução da dependência de fontes convencionais de energia.

No eixo de gestão hídrica, a GTF manteve uma abordagem integrada envolvendo captação, monitoramento, tratamento, reuso e destinação de efluentes. Entre as iniciativas de destaque estão a higienização a seco na unidade de Maringá, o reuso de água industrial em Paraíso do Norte e o desenvolvimento de projetos voltados ao aproveitamento de efluente tratado. A empresa também opera estações próprias de tratamento com etapas físico-químicas e biológicas.

Em relação às mudanças climáticas, o relatório aponta redução das emissões de CO₂ do Escopo 2 em comparação ao ano anterior, impulsionada por ganhos de eficiência energética e melhorias operacionais. A companhia também ampliou seu inventário de emissões, incorporando novas fontes do Escopo 3 e fortalecendo o monitoramento ambiental. A empresa também iniciou o fortalecimento da avaliação ESG de fornecedores, ampliando a rastreabilidade e o controle ambiental em toda a cadeia de suprimentos.

“Em 2025, a GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade, consolidando práticas de economia circular e eficiência operacional. Destinamos aproximadamente 87% dos nossos resíduos não perigosos para recuperação e valorização, além de avançarmos em iniciativas de energia renovável, gestão hídrica e redução de emissões. Esses resultados reforçam nosso compromisso com a inovação, a responsabilidade ambiental e o fortalecimento contínuo da nossa governança ESG em toda a cadeia produtiva”, disse Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Suinocultura

Da versatilidade à nutrição: como a carne suína tem conquistado o paladar dos brasileiros

A qualidade da carne está diretamente ligada ao processo produtivo no campo; o setor de suinocultura é um dos motores do superávit da balança comercial do agronegócio nacional

Publicado em

em

Foto: Divulgação Abcs

A carne suína segue ganhando destaque na mesa do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Anual (ABPA), o consumo alcançou a marca de aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, o que representa um aumento de 19% nos últimos cinco anos. Esse cenário promissor é reflexo de uma produção nacional que ultrapassa 5,5 milhões de toneladas anuais e exportações que atingiram cerca de 1,51 milhão de toneladas no ano passado.

Por trás desses números expressivos está o trabalho de produtores de alimentos, empenhados em atender às exigências do consumidor moderno, com transparência, bem-estar animal e segurança alimentar. Para alcançar padrões elevados e conquistar a confiança do consumidor em atributos como maciez, suculência e cor, a cadeia produtiva se profissionalizou e se modernizou.

“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo, sustentada por avanços contínuos em tecnologia, manejo e ciência aplicada”, afirma a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

A trajetória de consolidação da carne suína

Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil foi impactado por mitos relacionados à saúde, alguns deles baseados em sistemas produtivos antigos que já não representam a realidade atual. “A associação da carne suína a altos teores de gordura, colesterol ou riscos sanitários ainda persiste em parte do imaginário coletivo, embora essas percepções venham sendo progressivamente desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca Amanda.

Essa mudança de percepção está diretamente relacionada à evolução tecnológica da suinocultura e ao maior acesso à informação por parte da população. “Atualmente, a carne suína apresenta perfil nutricional significativamente diferente daquele observado há décadas, com maior magreza, melhor padronização e maior controle sanitário, reflexo do melhoramento genético, da nutrição de precisão e das práticas modernas de manejo”, complementa a profissional.

A força que a carne suína tem hoje no mercado brasileiro é justamente consequência do trabalho sério e dedicado de diversos produtores e profissionais do agro. Para que o consumidor final possa ter acesso a cortes saborosos e de alta qualidade, existe uma ampla cadeia produtiva, com processos rigorosos e muito cuidado.

No Brasil, toda a carne suína comercializada passa por um sistema oficial de inspeção veterinária para assegurar a qualidade e segurança do alimento, a fim de proteger o consumidor e permitir que apenas produtos próprios cheguem ao mercado. “Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que possa comprometer o consumo, a carne pode ser condenada parcialmente ou até totalmente descartada”, pontua Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

 

A versatilidade da proteína

Com cortes variados, temperados e de fácil preparo, a proteína suína deixou de ser uma coadjuvante para se tornar, em muitas ocasiões, o prato principal nas refeições das famílias. “A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo e perfis de consumidores. Hoje, contamos com uma ampla variedade de cortes, desde opções mais magras e práticas para o dia a dia até cortes especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, destaca Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Ainda segundo o executivo, a carne suína evoluiu muito nas últimas décadas e, atualmente, destaca-se pelo excelente valor nutricional. “É fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais importantes para a saúde. Essa combinação de versatilidade, sabor e nutrição faz da carne suína uma escolha cada vez mais presente na mesa dos brasileiros.”

Para ressaltar a força dessa proteína, ocorreu em junho a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), organizada pela ABCS e com apoio de empresas parceiras, como a MSD Saúde Animal. Uma ação que promove ainda mais o consumo, valorizando os cortes e desmistificando a carne suína junto aos consumidores.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas

Better Beef produz carne premium em modelo verticalizado de autossuficiência energética e agricultura regenerativa

Na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas

Publicado em

em

Foto e texto: Assessoria

O Better Beef, empresa do Better Group, um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil, transformou mais de 40 mil toneladas de resíduos industriais em nutrição animal, em apenas um ano. Com base em fatores de emissão de referência do setor (GHG Protocol), esse resultado representa redução de 20.537 toneladas de CO₂ no ambiente.

“Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group pratica esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de ‘Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã”, construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular aplicado à pecuária”, informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.

Esse não é o único exemplo. Por meio do processamento e recuperação da levedura oriunda da fermentação de usinas e cervejaria, o Better Beef produziu, no ano passado, mais de 2 milhões de litros de álcool, contemplando álcool industrial, álcool neutro e álcool carburante.

O álcool carburante é utilizado no abastecimento da frota própria, promovendo autossuficiência energética e redução do consumo de combustíveis fósseis. Já o álcool industrial e o álcool neutro atendem aos mercados industriais e domissanitários, agregando valor ao processo e fortalecendo o conceito de economia circular dentro do ecossistema agroindustrial. Baseada em fatores de referência setorial, esse processamento representa economia de aproximadamente 4.000 toneladas de CO₂ equivalente.

Os números crescerão ainda mais com a entrada em operação do Projeto Batata-Doce, que prevê o aproveitamento de descarte agrícola da região para produção de 15.000 litros de álcool, 20 toneladas de WDG (aditivo nutricional) e biogás na ordem de 10.000 Nm³/dia, que será utilizado inicialmente como energia térmica no processo industrial.

Além disso, na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas. O esterco produzido por mais de 136 mil animais/ano é reaproveitado para enriquecimento do solo, reduzindo a dependência de adubos químicos e contribuindo para o sequestro de carbono.

“Nosso negócio não é somente produzir carne. Nosso compromisso é restaurar o ecossistema. Estamos provando que é possível ter alta produtividade e, ao mesmo tempo, fortalecer a terra para as próximas gerações”, assinala Everton Gardezan.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.