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Notícias 5ª FAVESU

Maior evento de avicultura e suinocultura do ES será em junho

Evento, que acontece no município de Venda Nova do Imigrante, ES, acontece entre os dias 05 e 06 de junho

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A organização da 5ª edição da Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU) está a todo vapor. O evento, que acontece no município de Venda Nova do Imigrante, ES, acontece entre os dias 05 e 06 de junho. Realizada pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES), a FAVESU é o principal ponto de encontro de produtores, gestores, empresários, técnicos, acadêmicos, fornecedores e demais envolvidos diretamente na cadeia produtiva de aves, ovos e suínos, além do público consumidor.

A Favesu é uma boa oportunidade para a realização de novos negócios e busca de conhecimento técnico para aprimoramento de atividades voltadas para a suinocultura e avicultura. Todos os estandes já foram vendidos e estão confirmadas mais de 70 empresas.

Qualidade de ovos

Um dos destaques do evento será o 3º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba e o 5º Concurso de Qualidade de Ovos Coopeavi. A competição é um estímulo para melhorar cada vez mais o processo de produção dos ovos. Neste ano o Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba, traz uma novidade: categoria dos ovos vermelhos. Nas edições anteriores eram avaliados apenas os ovos brancos.

Ciência em prática

A feira também contará com um espaço dedicado ao desenvolvimento científico, que promoverá a aplicação de forma prática do conteúdo desenvolvido no âmbito acadêmico e oportunizará uma troca de experiências entre os estudantes, professores e pesquisadores com os produtores.

No local, estarão expostos os melhores trabalhos de cada uma das três áreas (Frango de Corte, Postura Comercial e Suinocultura). As temáticas abrangem assuntos que vão desde a Sanidade, passando pelo Bem-estar Animal, Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Animal até a Biosseguridade. A comissão que avaliou os trabalhos foi formada pelos médicos veterinários: Eustáquio Moacyr Agrizzi, Tarcísio Pereira Agostinho, Marcelo Andreão Faitanin, Arnaldo Moyses Salviato e Aline Falqueto.

Além disso, os primeiros colocados de cada uma das três áreas serão premiados com a quantia de R$ 1.000 (mil reais) e farão uma apresentarão oral durante a programação da feira.

Suinocultura em destaque

Durante a feira acontecerá também o Qualificases (Programa Anual de Capacitação de Suinocultores), que será realizado no dia 05 de junho, na parte da manhã. A programação da capacitação contará com dois palestrantes, a Drª Charli Ludtke e o Dr. Iuri Machado. O evento acontece em parceria com Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Avicultura em dois segmentos

Além da qualificação suína, o evento contará com o Qualificaves (Programa Anual de Capacitação de Avicultores), com palestras técnicas voltadas para os segmentos de Frango de Corte e Postura Comercial. Serão apresentadas temáticas como “Tecnologias disponíveis para a Avicultura de frango de corte 4.0 – desafios, impactos e benefícios ao negócio”, que serão apresentadas pelo palestrante Leonardo Santiago, farão parte do ciclo de palestras.

Ainda na área do frango de corte os impactos das salmoneloses para o produtor e a indústria de frango de corte, serão apresentados pelo palestrante Oliveiro Caetano de Freitas Neto. Também será mostrado ao setor de frango de corte o Case de Sucesso: Campanha de marketing da suinocultura nacional e tendências de consumo de proteínas, que terá a apresentação de Lívia Machado. O evento do Qualificaves – Frango de Corte também acontece no dia 05, pela manhã.

Sobre a temática da Postura Comercial, que ocorrerá na manhã do dia 06, o Qualificaves apresentará cinco palestras que explanarão sobre o bem-estar animal. Para destacar a visão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o assunto, a convidada será Lizié Buss. Já para falar sobre o Projeto Bem-estar Animal – Poedeiras, a responsável será a palestrante Helenice Mazzuco.

O debate “Sanidade x Bem-estar animal de poedeiras e qualidade do ovo” será apresentado por Sabrina Castilho. Fernando Bicaletto destacará as experiências da Fazenda Toca na viabilidade da produção orgânica de ovos em larga escala, enquanto que Cláudio Machado apontará a visão da empresa Vencomatic em relação às demandas do bem-estar animal.  A programação da Postura Comercial ainda contará com a participação da executiva do Instituto Ovos Brasil, Tabatha Lacerda, que falará sobre a atuação da entidade em prol do segmento de ovos nacional.

Muita gastronomia

A Favesu ainda terá o Espaço Gourmet que possibilitará a atualização e o treinamento dos representantes do mercado consumidor, por meio de aulas-show gastronômicas e palestras nutricionais, que proporcionarão ao público ligado a restaurantes, supermercados, hotéis, pousadas, bares, e o próprio consumidor final, um melhor conhecimento da qualidade dos produtos da avicultura e suinocultura, bem como as formas práticas de preparação. O comando do espaço ficará por conta do chef Gilson Surrage e da nutricionista Gleiciane Nunes.

Indústria capixaba

A indústria de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo também estará representada por várias empresas dos setores. Uma oportunidade de para mostrar a qualidade dos seus produtos para o público consumidor presente, além de enaltecer de forma conjunta as Campanhas Frango Capixaba, Suíno Capixaba e Ovo Capixaba. O trabalho conjunto dessa indústria reflete o entrosamento entre AVES, ASES e Sindicato da Indústria do Frio (Sindifrio).

Perspectivas para os dois setores

Entre as palestras na programação está a reunião conjuntural. Com o objetivo de discutir os números dos setores de suínos, aves e ovos no país, o encontro terá três momentos: Primeiro mostrando os números e perspectivas da suinocultura brasileira, que serão apresentados pelo presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes; depois serão relatados os números da avicultura de corte e postura comercial, pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) Francisco Turra; e, finalizando, o analista de mercado da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), Thomé Luiz Freire Guth, falará sobre as perspectivas sobre o mercado de grãos (Milho e Soja).

Sucessão familiar

Outro momento importante será a palestra de Sucessão Familiar ministrada por Marielly Biff. Encontrar um sucessor para tocar os negócios da família não é uma tarefa fácil em qualquer ramo. Com esse propósito de ajudar e incentivar a sucessão familiar que a feira aborda o assunto. A palestra conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

Perspectivas para o futuro

Para encerrar a parte técnica, o evento contará com a Palestra Magna que será apresentada por Arthur Igreja. O palestrante explanará sobre a temática: “Situação Socioeconômica atual e Perspectivas para o Futuro”. O evento, que acontecerá no dia 6, às 17 horas, conta com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), que tem como objetivo levar mais conhecimento empresarial para todos os participantes da 5ª edição da FAVESU.

O diretor-executivo da AVES/ASES, Nelio Hand fala sobre a gama de palestras que o público ligado as duas áreas terá a disposição durante os dois dias de evento. “De maneira prioritária, a AVES e a ASES procuram trabalhar e coordenar essas ações para a suinocultura e avicultura capixabas e entendem que eventos como a FAVESU são excelentes mecanismos para tratar em um só ambiente destes aspectos e oportunizar o encontro de vários atores e parceiros envolvidos nas atividades”, destacou Nélio Hand.

A feira que é o maior evento de avicultura e suinocultura do Estado do Espírito Santo teve início no ano de 2011 e se configura como um dos eventos regionais mais importantes do país. O evento que acontece no mês de junho, terá a duração de dois dias, começando na quarta-feira (05) pela manhã e sendo finalizado na quinta-feira (06) à noite.

A programação completa e outras informações podem ser acompanhadas no site do evento.

Fonte: Assessoria

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Pesquisa revela que uso de agrotóxicos preocupa produtores em diferentes sistemas de cultivo

Entrevistas realizadas em 33 municípios paulistas indicam que prática é vista como prejudicial aos polinizadores, embora persistam dúvidas sobre conservação e manejo.

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Foto: Divulgação/AEN

A relação entre polinizadores silvestres e a produção de alimentos tem se tornada cada vez mais evidente pela Ciência — e cada vez mais frágil no campo. Diversos estudos apontam falhas de polinização na maioria das culturas agrícolas, reflexo da redução na riqueza e na abundância de insetos ocasionada, sobretudo, pelas práticas agrícolas convencionais. Um levantamento recente conduzido pela Embrapa Meio Ambiente, em parceria com extensionistas da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – Cati e do Instituto de Terras do Estado de São Paulo – Itesp, indica que agricultores familiares reconhecem os visitantes florais e seus benefícios, mas ainda carecem de outros conhecimentos sobre o tema que podem contribuir com para a transição agroecológica dos sistemas alimentares.

A pesquisa integra as ações do projeto RedeFort, que busca fortalecer a transição agroecológica no estado de São Paulo. Entre setembro e outubro de 2024, com apoio dos extensionistas da Cati, foram entrevistadas 52 pessoas de 33 municípios, agricultores familiares produzindo em sistema convencional (44,2%), agroecológico (36,5%) ou orgânico (19,2%). A maioria (62,3%) declarou ser proprietária da terra e a faixa etária predominante das pessoas entrevistadas foi de 36 a 55 anos.

Foto: Katia Braga

Lorenna Brito, pesquisadora da Unicamp, explica que as abelhas lideraram a lista de visitantes florais reconhecidos pelos entrevistados, incluindo espécies de abelhas-sem-ferrão e nativas com ferrão, seguidas de vespas, pássaros e borboletas.

“As plantas mais observadas com presença de polinizadores foram frutíferas, especialmente laranja, abóbora e pitanga, mas, nas respostas, também se destacaram a banana e o café. Em sistemas orgânicos e agroecológicos, a riqueza de plantas citadas foi quase o dobro da registrada no sistema convencional, o que deve estar relacionado a uma maior variedade de espécies nas áreas de cultivo, uma relação de maior proximidade com natureza e maior familiaridade com a flora local”, disse.

Na percepção dos benefícios trazidos pelos polinizadores, agricultores agroecológicos e orgânicos destacaram o “aumento da produção”, enquanto os convencionais citaram principalmente a “polinização”. Para as pesquisadoras, essa diferença pode sinalizar que parte dos produtores convencionais não relaciona, diretamente, o processo de polinização ao rendimento das lavouras, um conhecimento a ser aprofundado.

Quando questionados sobre práticas prejudiciais, o uso de agrotóxicos — especialmente inseticidas — foi citado de forma recorrente pelas pessoas dos três sistemas de produção. O reconhecimento dessa prática prejudicial aos polinizadores, inclusive entre produtores convencionais, é um passo importante para a implementação de mudanças no sistema de produção, segundo as autoras. Já o desmatamento apareceu poucas vezes e não foi citado por agricultores convencionais, revelando um certo desconhecimento sobre os efeitos nocivos dessa prática na redução de habitats para polinizadores e, consequentemente, em uma polinização inadequada nas lavouras.

Além do uso de “químicos”, a monocultura e a poda antes da florada foram mencionadas como práticas que reduzem a oferta de flores e prejudicam a diversidade de insetos. Por outro lado, práticas como adubação verde, policultivo, rotação de culturas, cobertura de solo e aumento da “riqueza de plantas” foram reconhecidas como benéficas — ainda que parte dos agricultores convencionais tenha afirmado não enxergar práticas benéficas nesse sistema de produção.

Apesar dessas percepções, o estudo apontou lacunas importantes de conhecimento. Muitos entrevistados ainda confundem conceitos e aspectos básicos de polinização ou desconhecem o processo. As dúvidas mais frequentes incluem perguntas sobre horários ideais de polinização, diferenças entre polinização manual e cruzada, impacto das mudanças climáticas na polinização e formas de reconhecer e manejar polinizadores nativos.

“No modelo agrícola dominante — baseado em extensas áreas de monoculturas e alta dependência de insumos químicos — muitos países passaram a manejar colônias de Apis mellifera para polinização das lavouras, dentre outras espécies. Mas essa espécie, embora amplamente utilizada, passou por um declínio em diversos locais devido ao uso de agrotóxicos e ao estresse causado pela apicultura migratória. No Brasil, ao contrário, o uso de colmeias manejadas de Apis mellifera continua crescendo, mesmo com evidências científicas de que insetos nativos silvestres garantem maior produtividade e estabilidade à polinização na agricultura”, diz Kátia Braga, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente.

Já se sabe que as áreas de vegetação nativa próximas às lavouras são essenciais pois é nesses ambientes que os polinizadores encontram alimento, abrigo e locais de nidificação. A conservação e restauração dessas áreas, portanto, torna-se peça-chave para enfrentar as crises de biodiversidade e climática que afetam, diretamente, a produção de alimentos e o bem-estar das pessoas.

O estudo também dialoga com políticas públicas como o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planaplo) e o Plano de Ação Nacional para Conservação de Insetos Polinizadores (Panip), que estimulam a redução no uso de agrotóxicos e a adoção de práticas agrícolas sustentáveis. Esses resultados estão sendo utilizados para planejamento e realização de cursos de capacitação e, como previsto no Panip, para o desenvolvimento de materiais e metodologias pedagógicas voltadas aos extensionistas e agricultores familiares, contribuindo para ampliar a compreensão sobre os polinizadores e o seu papel na agricultura, estimular mudanças concretas nos sistemas produtivos e melhorar a produtividade e a qualidade da produção agrícola.

Para as pesquisadoras, o interesse demonstrado pelas pessoas entrevistadas e a riqueza de observações feitas por elas, revelam um terreno fértil para ações de capacitação. Ao mesmo tempo, os dados mostram que há espaço para avançar em temas como impacto dos agrotóxicos e sobre a relação entre conservação da vegetação nativa e adoção de práticas agroecológicas na diversidade de polinizadores presentes nas lavouras.

“Promover a diversidade de flores, espontâneas e cultivadas, a transição agroecológica dos sistemas alimentares e a compreensão do papel crucial dos polinizadores silvestres na produção de alimentos, são ações necessárias para garantir o futuro da própria agricultura”, conclui Ana Luiza Bovoy, agrofloresteira, criadora de abelhas e uma das autoras do estudo.

Fonte: Assessoria Embrapa Meio Ambiente
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Cooperfarms inaugura nova sede e amplia protagonismo do Oeste da Bahia no agro

Com 14 pavimentos, edifício em Luís Eduardo Magalhães concentra a gestão da cooperativa e marca lançamento de projeto de suinocultura com potencial de 17 mil empregos no estado.

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Foto: Divulgação

O Oeste da Bahia reforça sua posição como uma das principais fronteiras do agronegócio brasileiro com a inauguração, nesta sexta-feira (27), da nova sede da Cooperfarms, em Luís Eduardo Magalhães, a 953 quilômetros de Salvador.

A cooperativa reúne 201 produtores rurais e responde por cerca de um terço da comercialização de milho e sorgo no estado. A solenidade de inauguração contará com a presença do secretário estadual da Agricultura, Pablo Barrozo, além de autoridades locais, lideranças regionais, cooperados e parceiros institucionais.

Segundo o secretário, o novo empreendimento representa um avanço estrutural para o setor. “Com uma sede moderna e estruturada, a cooperativa entra em um novo estágio de organização e competitividade, além de reafirmar o Oeste da Bahia como referência agrícola nacional”, afirmou.

Batizado de Edifício Agribusiness, o prédio tem 14 pavimentos e passa a concentrar a gestão da cooperativa. A estrutura também abrigará escritórios dos próprios cooperados, em um modelo considerado inovador, voltado à integração operacional e ao fortalecimento da governança.

Além do impacto institucional, a nova sede já movimenta cadeias ligadas a transporte, comércio e serviços, com reflexos diretos na economia regional, especialmente em municípios como Luís Eduardo Magalhãhães, Barreiras e cidades vizinhas.

Fundada em 2008, a Cooperfarms administra mais de 600 mil hectares produtivos, com foco nas culturas de soja, algodão e milho. A inauguração da sede marca ainda a apresentação de um projeto de cadeia integrada de suínos, com potencial estimado de geração de mais de 17 mil empregos diretos e indiretos na Bahia, ampliando a participação do Oeste no crescimento econômico estadual.

Fonte: Assessoria Cooperfarms
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Embrapa Soja realiza Dia de Campo de Verão com foco em cultivares e manejo para a safra 2025/2026

Evento em Londrina (PR) reúne em março estações técnicas sobre soja, feijão, plantas daninhas e controle biológico, com inscrições gratuitas.

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Fotos: Shutterstock

A Embrapa Soja e a Fundação Meridional promovem no dia 06 de março, das 08 às 12 horas, o tradicional Dia de Campo de Verão, na Vitrine de Tecnologias da unidade, em Londrina. O evento é voltado a produtores, técnicos, consultores e demais profissionais da cadeia produtiva, com inscrições gratuitas realizadas de forma online.

A programação será dividida em estações técnicas que abordarão temas estratégicos para a próxima safra. Entre os destaques estão as apresentações de cultivares de soja e feijão, além de debates sobre sustentabilidade e manejo fitossanitário.

Na estação “Soja Baixo Carbono”, os pesquisadores vão discutir a importância da diversidade de plantas nos sistemas produtivos, com ênfase na redução de emissões e na construção de sistemas mais resilientes.

O controle de percevejos por meio de parasitoides de ovos também integra a agenda, reforçando o avanço do manejo biológico nas lavouras. Outra estação técnica tratará do cenário de plantas daninhas para a safra 2025/2026, com análise dos principais aprendizados e desafios observados no ciclo anterior.

O Dia de Campo será realizado na sede da Embrapa Soja, na rodovia Carlos João Strass, s/n, em Londrina. A expectativa é reunir profissionais interessados em atualização técnica e troca de experiências sobre os principais pontos de atenção para a próxima temporada agrícola.

Fonte: O Presente Rural
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