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Notícias Em Global Halal Brazil Business Forum

Maior estímulo à indústria halal brasileira, pede Osmar Chohfi

Presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira diz que Brasil deveria considerar estimular seus setores econômicos a adotar a certificação halal, para produtos cuja fabricação respeita as tradições do islã, como “política pública” para ampliar exportações para países muçulmanos.

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Fabio Risnic/Câmara Árabe

O Brasil deveria considerar estimular seus setores econômicos a adotar a certificação halal, para produtos cuja fabricação respeita as tradições do islã, como “política pública” para ampliar exportações para países muçulmanos. O apelo foi feito pelo ex-diplomata Osmar Chohfi, atualmente presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, na segunda-feira (06),  durante o Global Halal Brazil Business Forum, realizado pela entidade e pela Fambras Halal até quarta-feira (08), na capital paulista.

Segundo Chohfi, países como Filipinas e Malásia já estimulam suas indústrias a adotarem a certificação halal não apenas para atender suas populações muçulmanas minoritárias, mas como forma de ampliar vendas de produtos de consumo para países islâmicos e atrair investimentos produtivos de fundos soberanos e privados dessas nações.

Chohfi ainda destacou que o produto halal é cada vez mais associado na África e na Ásia à produção responsável, à sustentabilidade e à saudabilidade, inclusive por populações não-muçulmanas. Para ele, o Brasil, que já é líder na produção e exportação de proteínas halal e é visto pelo consumidor muçulmano como especialista em halal, num comércio que existe desde os anos 1970, deveria buscar destacar outros tipos de produtos com ações de promoção no mundo islâmico, conjuntamente realizadas pelo governo e setor privado.

“Numa das frentes, esse trabalho precisa destacar a expertise do Brasil em produção halal em proteínas e outras associações positivas que o consumidor muçulmano faz do nosso país. Em outra frente, é crucial que a indústria brasileira sensibilize-se para as oportunidades no mundo islâmico e que amplie a disponibilidade de produtos certificados para além do alimento, em segmentos não tradicionais, como cosméticos e fármacos, nesses mercados”, ressalta.

Segundo o dirigente, há espaço para o Brasil crescer no atual comércio com os 57 países da Organização para Cooperação Islâmica. Para se ter uma ideia, essas nações adquiriram em 2020 um total de US﹩ 14,2 bilhões em cosméticos, dos quais o Brasil forneceu apenas US﹩ 21,6 milhões. No setor de fármacos, num universo total de compras de US﹩ 40,4 bilhões, o Brasil participou do bolo com apenas US﹩ 54,1 milhões. Mesmo no setor de alimentos, entre compras totais de US﹩ 190,5 bilhões, o Brasil participou com apenas 14,1 bilhões, segundo compilação de dados feita pela Câmara Árabe.

O State of Islamic Economic Report estima o mercado de consumo islâmico em US﹩ 4,77 trilhões. Segundo o relatório, o setor vai crescer 18% até 2024, motivado pelo aumento demográfico da população islâmica mundial, hoje de 1,9 bilhão de pessoas, e por ações de incentivo à produção certificada no Sudeste Asiático e no Oriente Médio.

Fonte: Assessoria

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Dia de Campo de Verão 2026 reúne tecnologia, mercado e inovação

Evento da Cooperativa Agroindustrial Tradição acontece nesta semana em Pato Branco (PR), com palestras, mais de 80 expositores, arena de drones e lançamentos para a safra.

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A Cooperativa Agroindustrial Tradição promove nesta semana, entre quarta (25) e quinta-feira (26), o Tradição em Campo – Dia de Campo de Verão 2026, um dos principais encontros técnicos do calendário agro regional. A programação acontece das 08 às 17 horas, no Centro de Tecnologia e Inovação Tradição (CITT), em Pato Branco (PR), reunindo cooperados, parceiros e produtores em dois dias dedicados à difusão de tecnologia, atualização de mercado e apresentação de lançamentos para a nova safra.

As inscrições são gratuitas e obrigatórias, mediante cadastro no site da cooperativa.

Nesta edição, o evento amplia a grade de conteúdo com três palestras centrais. No dia 25, às 14h30, o biólogo Richard Rasmussen abordará os desafios contemporâneos do agronegócio. No dia 26, o consultor Carlos Cogo apresentará análise do cenário agrícola global e brasileiro, com foco em tendências de mercado. À tarde, Maria Iraclézia tratará de gestão, liderança e empreendedorismo no setor.

Além das palestras, o Dia de Campo trará estações técnicas sobre soja, milho e feijão, além de apresentar novidades em máquinas, pecuária, TRR e cooperativismo. Mais de 80 expositores estarão presentes com soluções voltadas à produtividade e à eficiência no campo. “Estamos finalizando todos os preparativos para receber as famílias dos cooperados”, afirma o gerente técnico comercial da cooperativa, Carlos Francisco Marquezi.

Entre as novidades está a criação de um espaço kids com monitores, permitindo que as famílias participem do evento com maior conforto. “Será um espaço planejado para acolher as crianças, permitindo que os pais visitem a feira com tranquilidade”, reforça Marquezi.

A programação inclui ainda uma arena exclusiva para demonstrações de drones agrícolas, ampliando o acesso a tecnologias de agricultura de precisão. O setor de máquinas contará com pista para test drive de quadriciclos, proporcionando experiência prática aos visitantes.

Como atração especial, cooperados que visitarem os estandes parceiros e completarem o mapa da feira poderão concorrer ao sorteio de um quadriciclo, mediante cumprimento das regras estabelecidas pela organização.

Outra estrutura inédita será o bar suspenso, oferecendo visão panorâmica de unidades estratégicas da cooperativa, como a nova Indústria de Óleo e Farelo de Soja, a Unidade de Beneficiamento de Sementes e a Unidade de Grãos.

Com foco em inovação, integração e desenvolvimento sustentável, o Tradição em Campo consolida-se como vitrine tecnológica e espaço de relacionamento estratégico para o agronegócio regional.

Fonte: O Presente Rural
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Presidente da Copagril reforça protagonismo do cooperativismo paranaense em reunião estratégica do Sistema Ocepar

Eloi Darci Podkowa participou do encontro em Curitiba em que foi aprovado o balanço de 2025, definido metas para 2026 e debatido o cenário econômico, climático e agenda internacional do setor.

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Foto: Divulgação

As diretorias da Ocepar e da Fecoopar realizaram na última quarta-feira (19), em Curitiba, a primeira reunião presencial de 2026. A Copagril foi representada pelo diretor-presidente, Eloi Darci Podkowa.

O encontro foi dedicado à avaliação dos resultados de 2025 e à definição das diretrizes estratégicas para o cooperativismo paranaense em 2026. Entre os itens da pauta esteve a apresentação e deliberação do Balanço Patrimonial do Sistema Ocepar, formado por Fecoopar, Ocepar e Sescoop/PR, referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025. Após a aprovação da ata anterior, também foi validado o Plano de Trabalho para 2026, com a definição de metas e prioridades de atendimento às cooperativas.

Durante a reunião, a diretoria analisou ainda o Projeto 27 do Plano Paraná Cooperativo (PRC300), voltado à formação de alianças estratégicas entre cooperativas, com foco na ampliação da competitividade e da eficiência operacional no mercado global.

Temas internacionais também estiveram em discussão, como os desdobramentos do acordo entre Mercosul e União Europeia e os reflexos para o agronegócio. Foi apresentado, ainda, um balanço da participação paranaense na feira Gulfood, realizada em Dubai.

A reunião contou com a participação da presidente-executiva da OCB, Tânia Zanella, que apresentou as principais frentes de atuação e prioridades do cooperativismo brasileiro para 2026.

A presença da Copagril no encontro integra as discussões estratégicas do sistema cooperativista estadual e acompanha as definições que orientarão o setor ao longo do ano.

Fonte: Assessoria Copagril
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Soja sobe no mercado interno com demanda externa aquecida e clima irregular no Sul

Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada aponta prêmios de exportação mais atrativos e postura cautelosa de produtores diante da estiagem.

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Foto: Jaelson Lucas

Os preços internos da soja subiram na semana passada. Pesquisadores do Cepea apontam que esse movimento se deve à aquecida demanda externa, em decorrência da maior atratividade dos prêmios de exportação no Brasil, e à postura cautelosa de produtores brasileiros, especialmente os do Sul, diante das incertezas relacionadas à irregularidade das chuvas.

No campo, colaboradores consultados pelo Cepea relatam redução de produtividade em áreas afetadas pela estiagem. Por outro lado, as chuvas recentes favoreceram lavouras ainda em desenvolvimento no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

De acordo com a Conab, até 14 de fevereiro, a colheita nacional de soja atingia 24,7% da área, abaixo dos 25,5% registrados no mesmo período do ano passado e dos 27,1% da média dos últimos cinco anos.

Fonte: Assessoria Cepea
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