Conectado com

Notícias Mercado

Maior demanda e oferta limitada elevam preços dos ovos

Devido ao período de início de mês, a demanda por ovos aumentou

Publicado em

em

Divulgação/AENPr

As cotações dos ovos subiram em todas as praças acompanhadas pelo Cepea nos últimos dias. Devido ao período de início de mês, a demanda por ovos aumentou, e, além disso, as temperaturas mais baixas em boa parte das principais regiões produtoras vêm limitando a oferta de ovos, uma vez que tendem a diminuir a produção das poedeiras.

Quanto aos embarques brasileiros do produto in natura, conforme dados da Secex, o Brasil exportou 115,9 toneladas de ovos em junho, 37,7% menor do que o volume registrado em maio e, ainda, 67,4% abaixo do observado em junho/19.

De modo geral, os embarques de 2020 têm sido menores do que os de anos anteriores, principalmente por conta do recuo nas vendas para importantes parceiros comerciais, como os Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Cepea
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

vinte − dezessete =

Notícias Mercado

Preços do milho voltam a subir, mesmo com avanço da colheita

Apesar de a colheita avançar, cooperativas e compradores mostram dificuldades em adquirir novos lotes

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

As cotações do milho voltaram a subir na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, devido à retração vendedora e à demanda aquecida. Segundo pesquisadores, apesar de a colheita avançar, cooperativas e compradores mostram dificuldades em adquirir novos lotes e, quando conseguem, adquirem pequenos volumes para o curto prazo.

Entre 24 e 31 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa registrou alta de 3,1%, fechando a R$ 50,79/saca de 60 kg na sexta-feira (31). No campo, com a colheita ganhando ritmo em todas as regiões, agricultores começam a indicar ajustes negativos na produtividade, especialmente nas lavouras do Paraná, de São Paulo e Mato Grosso do Sul, prejudicadas pela seca durante o desenvolvimento.

Esse contexto somado ao fato de que boa parte da produção já está comercializada devem manter limitada a disponibilidade do cereal.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Safra de inverno

Colheita da safrinha de milho 20/21 vai a 64,6%, diz Arc

Essa é a segunda semana consecutiva em que a colheita ficou abaixo da média histórica

Publicado em

em

Divulgação/Copagril

A colheita da segunda safra de milho 2020/21 do Brasil atingiu até a sexta-feira (31) 64,6% da área plantada, mantendo-se abaixo da média histórica de cinco anos para o período, de 67,3%, indicou a consultoria Arc Mercosul.

Os trabalhos da “safrinha” também têm ritmo inferior aos registrados na temporada anterior, quando 78,6% da área havia sido colhida, e em 2018/19, quando a colheita marcava 69,9% em igual período do ano. Na comparação semanal, houve um avanço de 9 pontos percentuais.

Essa é a segunda semana consecutiva em que a colheita ficou abaixo da média histórica, segundo os dados da Arc, que vê as chuvas intensas registradas no Sul como empecilho para um maior avanço semanal. “As chuvas intensas destas última semanas impossibilitam a aceleração dos trabalhos de campo. Produtores do Paraná e Santa Catarina não possuem a urgência de retirar o milho safrinha de campo”, disse à Reuters o diretor da consultoria, Matheus Pereira.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Mercado

Exportações de milho e soja dos EUA batem recorde em julho com demanda chinesa

Recentes compras de milho norte-americano pelos chineses parecem superar as expectativas do mercado para o período

Publicado em

em

Ivan Bueno/APPA

Os portos dos Estados Unidos devem se manter bastante ativos na parte final deste ano, com compras agressivas de milho e soja pela China atingindo em julho níveis recordes para os tempos modernos e potencialmente máximas históricas, depois de mínimas de vários anos registradas pelas vendas externas na temporada anterior.

As recentes compras de milho norte-americano pelos chineses parecem superar as expectativas do mercado para o período, e as aquisições de soja para o ano que vem atingiram máximas de seis anos — embora ainda haja um longo caminho para que as metas projetadas sejam batidas.

As vendas de milho e soja dos EUA para outros países continuam em linha com o normal, e os exportadores norte-americanos ainda precisam competir com rivais clássicos, como o Brasil.

É difícil comparar as exportações com anos muito distantes, de uma ou duas décadas atrás, já que os EUA perderam uma parcela significativa do mercado global de milho e soja no período. Os últimos anos são uma melhor comparação, pois refletem a dinâmica cada vez mais competitiva do mercado de exportações.

Explosão do milho

Neste mês, os EUA já estavam em ritmo recorde nas vendas de milho, acumulando 5,1 milhões de toneladas até 23 de julho — na última década, as vendas totais de julho não costumavam ir muito além dos 5 milhões de toneladas.

Mas vendas recordes para a China nos últimos dias ampliaram essa marca para mais de 7 milhões de toneladas. Na quinta-feira, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) anunciou uma compra de 1,937 milhão de toneladas de milho pela China para entrega no novo ano comercial, que começa em 1º de setembro.

Foi a terceira maior venda única de milho dos EUA já registrada e a maior já fechada com a China, superando uma maior marca anterior com os chineses de 1,762 milhão de toneladas em 14 de julho.

Em 23 de julho, as vendas de milho à China para a temporada 2020/21 totalizavam 3,8 milhões de toneladas. Com o registro de quinta-feira, o nível agora atinge 5,7 milhões de toneladas, ou 225 milhões de bushels, uma marca atipicamente alta para qualquer comprador neste período do ano.

O USDA vê as importações de milho pela China em 2020/21 em 7 milhões de toneladas, e parece que os EUA já asseguraram a maior parte desses negócios.

Soja renasce 

Até 23 de julho, as vendas de soja dos EUA no mês totalizavam 7,6 milhões de toneladas, o dobro da média de dez anos para o período e em nível muito superior ao visto nos meses de julho em outros anos.

O USDA surpreendeu na quinta-feira ao comunicar ao mercado 3,34 milhões em vendas líquidas de soja da nova safra— se somados negócios pela safra anterior, essa foi a mais forte semana de vendas da oleaginosa pelos EUA em mais de oito anos.

A China respondeu por 59% dessas compras, enquanto 37% foram para compradores não revelados.

A China e destinos desconhecidos (muitos dos quais provavelmente referem-se ao próprio país asiático) guiaram as fortes vendas de soja dos EUA neste mês, embora a comercialização para outros países tenha ficado em mínimas de cinco anos.

No Brasil, enquanto isso, as exportações de soja atingiram recordes impressionantes nos últimos meses, enquanto o país colhe no momento o que pode ser uma safra recorde de milho. Os embarques do cereal já começaram a ganhar ritmo e devem atingir o ápice nos próximos três meses.

A China representa mais de 75% das exportações de soja do Brasil, nível superior ao equivalente norte-americano antes da guerra comercial, de 60%. Mas os embarques brasileiros para outros compradores também bateram recordes.

Entre fevereiro e junho, o Brasil exportou 22% mais soja à China do que no recorde anterior para o período. Embarques para outros países foram 47% superiores à máxima anterior —e é importante que isso seja monitorado, porque se os negócios dos EUA com a China “secarem” ou as tensões entre os países escalarem, a oleaginosa norte-americana terá de procurar por outros destinos.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
PORK EXPO

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.