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Macfor, IBPT e Empresômetro promovem o 2° Fórum Agro

Evento discutirá estratégias para impulsionar crescimento e inovação do setor.

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Foto: Roberto Dziura

Sob o tema “O agronegócio está em crise! Mito ou verdade?”, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Empresômetro e a Macfor promovem o II Fórum Agro, no dia 24 de outubro, na Vila Olímpia, em São Paulo. O evento, exclusivo para o setor, abordará o perfil atual do agronegócio brasileiro, apresentando dados e análises da nova edição do estudo setorial.

O encontro será um espaço para discutir estratégias de crescimento e inovação nas operações do agronegócio, buscando impulsionar o desenvolvimento do setor e ter-se percepções distintas acerca da temática.
Realizado em parceria com o Empresômetro e a Live University, o Fórum Agro, nesta edição, se dedica a um tema fundamental para o agronegócio brasileiro:  como utilizar dados de mercado para otimizar preços, compras, vendas e fretes, garantindo uma vantagem competitiva.

Após o sucesso da primeira edição, o 2° Fórum Agro retorna ainda mais robusto, oferecendo insights valiosos, especialmente para o mercado B2B, como destaca o diretor de Negócios do IBPT, Carlos Pinto. “O evento tem principalmente o objetivo de comparar os cenários trazidos pelo estudo no ano passado e a sua situação atual, visando desmistificar se o agronegócio brasileiro está de fato em crise ou se isso é apenas um mito. Ao proporcionar um material mais aprofundado e detalhado do perfil deste segmento tão representativo no país, o fórum contribui significativamente para o desenvolvimento de estratégias que visam melhorias e o fortalecimento do segmento”, relata.

O evento contará com uma programação completa, incluindo painéis de discussão, palestras inspiradoras e debates, proporcionando um dia inteiro dedicado a conversas e reflexões sobre o setor. A entrada é gratuita e a organização solicita a doação de um quilo de alimento não perecível, que será destinado ao Instituto Amiga dos Sonhos (IAS), em uma ação solidária.

Grandes nomes do setor estarão presentes como Gilberto Luiz do Amaral (presidente do IBPT), Carlos Pinto (sócio-diretor do Empresômetro e diretor do IBPT), Fábio Guerra (diretor Latam de estratégias de Marketing da BASF), Renato Seraphim (CEO da Ciarama Máquinas John Deere), Diogo Luchiari (Sócio e Chief Agribusiness Officer Macfor), Cristiane Steinmetz (CEO da Fazenda Boa Vista), José Luís Mendes (da Stonex), Ana Lídia (Tributarista e coordenadora de MBA na Live University), Edsmar Resende (co-fundador da Gestora 10b), Alex Leite (diretor Acadêmico da Live University) e dentre outros.

“Vamos discutir o futuro do agro brasileiro e como esses especialistas podem redefinir o rumo de um setor tão essencial para a economia do país. Na minha palestra, abordarei como o agronegócio precisa de estratégias de marketing digital eficazes para potencializar seus resultados. Importante destacar que, muitos empreendedores ainda enfrentam limitações e dúvidas que os impedem de adotar essas técnicas, o que torna o debate sobre inovação e digitalização ainda mais urgente, afirma o Chief Agribusiness Officer Macfor.

Após a primeira edição, que apresentou um estudo inédito sobre “O Perfil do Agronegócio Brasileiro em Números”, o IBPT e o Empresômetro retornam com mais uma pesquisa, aprofundando a análise do setor e trazendo novos dados e perspectivas para a atividade brasileira.

Consulte a programação completa e faça sua inscrição, clicando aqui.

Fonte: Assessoria IBPT

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Encontro regional das agroindústrias da RMC discute atualizações no segmento

Evento na Ceasa Paraná tratou da atualização do segmento em questões relacionadas, principalmente, à comercialização dos produtos. Também abordou a regularização de agroindústrias no âmbito de produtos de origem vegetal e animal.

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Foto: Ceasa Paraná

Cerca de 180 pessoas participaram nesta sexta-feira (25), na Ceasa Paraná, do 1º Encontro Regional de Agroindústrias da Região Metropolitana de Curitiba. Agricultores e dirigentes de agroindústrias trataram da atualização do segmento em questões relacionadas, principalmente, à comercialização dos produtos. Também abordaram a regularização de agroindústrias no âmbito de produtos de origem vegetal e animal.

O evento foi promovido pela secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Ceasa Paraná e Agência de Defesa Agropecuária (Adapar). “A agroindústria tem participação de aproximadamente 5,9% no Produto Interno Bruto brasileiro. Isso ocorre no beneficiamento, na transformação dos produtos, e no processamento de matérias-primas provenientes da agropecuária, promovendo dessa forma maior integração do meio rural com a economia de mercado”, afirmou Renato Viana, gerente estadual do IDR-Paraná.

“A intenção é darmos também maior representatividade aos trabalhos desenvolvidos neste setor pelos municípios paranaenses”, disse o diretor-presidente da Adapar, Otamir César Martins. Segundo Eder Eduardo Bublitz, diretor-presidente da Ceasa Paraná, o importante também é abrir novas fronteiras para a agroindústria do Estado. “Queremos ampliar horizontes. Devemos, em breve, criar um espaço na Ceasa para uma feira de varejo, dentro das normas da agroindústria”, disse Bublitz.

O espaço vai garantir aos empreendedores um novo canal de comercialização, visando o fortalecimento da economia da região.

Fonte: AEN-PR
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Reunião da Câmara Produtiva do Leite faz avaliação do setor

Um estudo sobre os principais desafios do setor leiteiro foi apresentado na última quinta-feira (24/10), na reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados, de forma presencial e online.

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Foto: Divulgação/Ascom Seapi

O estudo, apresentado pelo engenheiro agrônomo Jair Mello, gerente de Suprimento de Leite da Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL). De acordo com ele, a produção gaúcha de leite inspecionado deve ficar neste ano em cerca de 2,98 bilhões de litros/ano, segundo dados da Pesquisa Municipal do IBGE. “A produção não cresce há 12 anos e perdemos lugar para os outros estados do Sul, hoje estamos em terceiro lugar”, afirma Jair.

Outros desafios são a melhoria na produtividade dos animais e da terra, a escala de produção e a rentabilidade, as dificuldades para a formação de mão de obra, com cursos de qualificação profissional e adaptação dos currículos das escolas técnicas para atender também essa área de produção, assistência técnica qualificada e a sucessão rural. “É preciso entender as novas gerações, o que os jovens estão buscando, e estimular para que fiquem no campo”, destaca.

O engenheiro agrônomo da CCGL apresentou o exemplo do casal Oliveira, de Eugênio de Castro, que largou o emprego na cidade para assumir a propriedade do pai, de 29,9 hectares, que seria arrendada. A produção passou de 8.559 litros/hectare/ano, em 2012, para 16.250 litros/hectare/ano, em 2023. A média de litros/vaca/dia também aumentou 102%, passando de 12,8, em 2012, para 25,9 em 2023. E o objetivo dos produtores para 2025 é aumentar a produção, a produtividade da terra e tornar a propriedade 100% digital.

Mas Mello destaca que o setor passa por muitos desafios. “Foram três secas, uma enchente, aparecimento da cigarrinha e da doença foliar no milho silagem e ainda o aumento dos custos de produção”, constata.

O coordenador da Câmara, Eugênio Zanetti, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag/RS), colocou em pauta o Fundo de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite do Rio Grande do Sul (Fundoleite), que tem um volume de recursos que ainda não está acessível para a cadeia do leite.

De acordo com o secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Clair Kuhn, presente na reunião, “a Secretaria está trabalhando internamente no governo para encontrar uma solução para que estes recursos possam ser liberados o mais rapidamente possível”. E assim que tivermos esta posição, iremos discutir os termos com a cadeia leiteira, setor tão importante para a economia do nosso estado”.

Fonte: Assessoria Seapi
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Notícias 2ª ExpoLeite

Promovido pela Alta Brasil, IntegraLeite reúne mais de 400 inscritos

Abordou temas como sustentabilidade, novas tecnologias, manejo de bezerros, prenhez e muito mais. 

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Foto: Divulgação/ABCZ

Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos cheio para prestigiar o 1ª IntegraLeite, promovido pela Alta Brasil e parte da programação oficial da 2ª ExpoLeite. O evento, que começou na quarta-feira (23), marca a parceria da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) com a Alta, que deve continuar pelas próximas feiras.

“Iremos apresentar uma série de informações e dados valiosos, que são fundamentais para impulsionar a melhoria da nossa pecuária. São esses dados que realmente vão orientar o nosso desenvolvimento e aprimoramento no setor”, destaca o Diretor da Alta Brasil, Heverardo Carvalho.

A ABCZ foi representada pelo Presidente Gabriel Garcia Cid e o Gerente Comercial e de Exposições, Rodrigo Abdanur. “Nós, da ABCZ, toda a diretoria, e como pecuaristas, associados e clientes da Alta Brasil, reconhecemos o grande trabalho que a Alta realiza em benefício de toda a pecuária brasileira”, apontou Gabriel Garcia Cid.

Com palestras técnicas, grandes nomes da pecuária nacional e mais de 400 participantes inscritos, o IntegraLeite abordou temas como sustentabilidade, novas tecnologias, manejo de bezerros, prenhez e muito mais.

“Não há lugar melhor para falar com o produtor do que em uma exposição como a Expoleite. Dentro do nosso compromisso de modernizar a pecuária e produzir de forma mais eficiente, é fundamental levar essa mensagem a um público maior. Mesmo com rebanhos menores, é necessário ser eficiente e profissional no que fazemos, buscando maior produtividade dos animais. A tecnologia é a chave para isso. Ela nos permite produzir mais utilizando menos recursos — menos vacas, menos área, menos água, menos alimento. Parece mágica, mas não é. A tecnologia tem um papel essencial em nos ajudar a alcançar essa eficiência”, diz o Gerente de Negócios do Leite da Alta Brasil, Cleocy Junior.

Fonte: Assessoria ABCZ
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