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VOZ DO COOP

Suínos / Peixes Piscicultura

Lucratividade atrai cooperados para produção de tilápias

“A renda de um hectare de tilápia é a mesma que a renda de cinco alqueires de soja”, garante um dos piscicultores

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Arquivo/OP Rural

 A produção de peixes vem ganhando corpo ano após ano nas propriedades rurais do Oeste do Paraná. A maior parte da produção é composta por produtores integrados a cooperativas, como a C. Vale, de Palotina, e a Copacol, de Cafelândia. O bom desempenho que a tilápia tem conseguido alcançar na região, aliado ao parque fabril para abate de peixes bastante desenvolvido, outras gigantes do agronegócio estão apostando na piscicultura como alternativa a mais de renda para os associados. “A renda de um hectare de tilápia é a mesma que a renda de cinco alqueires de soja”, dispara sêo Aroldo, um dos entusiastas da piscicultura na região.

Uma das cooperativas é a Copagril, com sede em Marechal Cândido Rondon, que retoma as atividades aquícolas depois de um ano para se reposicionar no mercado. A produção inicial, com o primeiro abate previsto para fevereiro, é de 930 mil peixes, distribuídos entre 15 propriedades rurais. No entanto, o potencial chega a 160 produtores e oito milhões de peixes em cada ciclo. “Tínhamos a produção de tilápia em uma parceria com uma cooperativa da região, mas encerrou em 2016. Nossos cooperados ficaram praticamente um ano trabalhando de maneira particular na piscicultura até nos reposicionarmos, com uma nova parceria com um frigorífico de Toledo, que aconteceu em 2017”, explica.

O salto na produção deve acontecer já nos próximos meses de 2019. “Até abril deste ano temos a projeção de ampliar para 27 produtores e chegar a 1,8 milhão de peixes a campo. Nosso potencial, no entanto, é muito maior, de 160 produtores e oito milhões de peixes”, explica o engenheiro de pesca e encarregado no fomento de Peixes da Copagril, Jean Marcel Schuller. 

O modo de trabalho é similar ao de suínos e aves. O produtor, neste caso, recebe o alevino, a ração e a assistência técnica. Depois é remunerado de acordo com sua eficiência produtiva, que inclui conversão alimentar, entre outros. “A produção nos meses quentes varia entre seis a sete meses para o peixe ficar pronto para o abate. Nos meses frios demora cerca de nove a dez meses”, pontua Schuller.

Mais renda

O engenheiro de pesca explica que o interesse dos produtores tem aumentado porque a atividade, além de lucrativa, é segura. Há alguns anos produtores da região sofriam com calotes consecutivos de frigoríficos de outros Estados, causando desilusão na atividade. No entanto, com o fomento das cooperativas, a piscicultura passou a ser vista com outros olhos pelos produtores do Oeste paranaense. “A gente percebe que os produtores interessados já possuem leite, aves ou lavoura. Eles estão buscando na produção de tilápia uma renda a mais para a propriedade”, justifica o profissional.

Sêo Aroldo corrobora as palavras do engenheiro de pesca. Agricultor dedicado à produção de soja e milho, tem na ponta da língua quando é perguntado porque apostar na piscicultura. “A renda de um hectare de tilápia é a mesma que a renda de cinco alqueires de soja”, crava. “Além do mais, temos segurança com a cooperativa. A gente até pode receber um pouco menos do que se fosse particular, mas não investe muito e tem a segurança de que eles vão comprar e te pagar”, sustenta o produtor rural, que tem sua propriedade em Marechal Cândido Rondon.

Aroldo tem uma lâmina d’água de 8 mil metros quadrados, com produção de aproximadamente dez toneladas de peixes a cada lote. Os animais são insensibilizados e levados para abate no município vizinho em Toledo, onde ganham a marca da cooperativa, vendidos em forma de filé.

Outras notícias você encontra na edição de Suínos e Peixes de fevereiro/março de 2019 ou online.

Fonte: O Presente Rural

Suínos / Peixes Doenças consideradas multifatoriais

Os impactos das doenças respiratórias na suinocultura

Dentre as afecções respiratórias dos suínos que mais causam prejuízos ao produtor, podemos destacar, a Pleuropneumonia Suína (PPS) e a Pneumonia Enzoótica (PES).

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Foto: Shutterstock

As doenças respiratórias representam um desafio significativo para a suinocultura, pois impactam o desempenho produtivo dos animais e, consequentemente, a lucratividade das granjas. O surgimento dessas enfermidades engloba a ação de agentes bacterianos ou virais, distintas condições de ambiência e práticas de manejo. Estas doenças, consideradas multifatoriais, comprometem os animais de maneira geral, impactam o bem-estar e interferem negativamente no índice produtivo da granja, seja pela redução no ganho de peso dos animais, pelo alto índice de mortalidade ou pela condenação das carcaças no abate.

Dentre as afecções respiratórias dos suínos que mais causam prejuízos ao produtor, podemos destacar, a Pleuropneumonia Suína (PPS) e a Pneumonia Enzoótica (PES). Os impactos econômicos dessas enfermidades estão associados à sua morbidade e o incremento da mortalidade no plantel.

Pleuropneumonia suína

A Pleuropneumonia Suína, causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (APP), acomete suínos de todas as idades, com leitões de até 100 dias de vida sendo mais vulneráveis. Sua importância mundial não se deve apenas ao fato de ser uma doença com elevado índice de mortalidade, mas pelo alto impacto na produção animal, gerando altos custos com tratamentos e profilaxia, além de retardar e até mesmo limitar o ganho de peso dos animais. Outro fator relevante é o aumento do descarte de carcaça ao abate devido às lesões pulmonares oriundas de infecções crônicas.

A transmissão do agente infeccioso acontece pelo contato direto dos animais sadios com secreções respiratórias de animais infectados e pela dissipação de aerossóis a curtas distâncias. A bactéria é capaz de permanecer no ambiente por alguns dias se estiver protegida por material orgânico, como muco ou fezes, por isso a limpeza e desinfecção das baias e dos instrumentos utilizados na granja são de suma importância.

As manifestações clínicas da doença e seu desenvolvimento dependem de uma combinação de fatores, desde a virulência da cepa causadora, a suscetibilidade imunológica dos animais, estresse e concentração de indivíduos do lote, infecções concomitantes, manejo sanitário e as condições ambientais do confinamento.

A característica principal da doença é uma broncopneumonia fibrino-hemorrágica e necrosante, podendo evoluir para pleurite adesiva com formação de nódulos. Na forma aguda e hiperaguda os animais apresentam febre, anorexia, tosse ou vômitos e em alguns casos morte súbita. Em situações de surto epidemiológico em granjas, a morbidade pode exceder 50% dos animais, com mortalidade variando entre 1 e 10%.

Manifestações crônicas da doença podem ocorrer após a recuperação de um quadro agudo, com o animal apresentando tosse esporádica, baixo desempenho e registros de condenação dos pulmões e carcaça por aderência da pleura ao abate. Muitas vezes os indivíduos com quadros crônicos são portadores assintomáticos do APP e fontes de infecção para os outros animais do lote, sendo assim a principal fonte de contaminação das granjas. Vacinas comerciais contendo antígenos do A. pleuropneumoniae têm demonstrado reduzir a gravidade da doença e a disseminação do patógeno em rebanhos suínos.

Pneumonia enzoótica suína

Já a Pneumonia Enzoótica Suína é uma doença altamente contagiosa, mas com baixo índice de mortalidade e que apresenta grande incidência nas granjas brasileiras, sendo considerada uma doença de difícil erradicação. Causada pelo Mycoplasma hyopneumoniae, ela é responsável por comprometer a imunidade respiratória do animal e favorecer infecções oportunistas.
O M. hyopneumoniae adere ao epitélio ciliado da traqueia, brônquios e bronquíolos, destruindo o principal mecanismo de defesa inespecífico do trato respiratório dos suínos, deixando-os suscetíveis a patógenos secundários de forma permanente. O micoplasma se dissemina de forma rápida em ambientes que apresentam condições favoráveis, e afetam principalmente animais na fase de crescimento e terminação, sendo beneficiado pela alta concentração de animais, higiene pouco eficaz e instalações com ventilação inadequada.

Assim como a Pps, a transmissão da Pes ocorre por contato direto com outros animais acometidos, por fômites e por aerossóis eliminados durante as crises de tosse, logo, as variáveis ambientais e as relacionadas ao manejo sanitário da granja são fatores que podem facilitar a sua proliferação.

A principal característica da Pes é a broncopneumonia catarral, que se manifesta clinicamente por tosse seca e atraso no crescimento dos animais. As perdas econômicas relacionadas à doença são decorrentes da queda de produtividade que, dependendo da gravidade das lesões e infecções secundárias do lote, pode reduzir em até 30% o ganho de peso do animal.
O controle da PES engloba a imunização dos animais associada à adoção de medidas de biossegurança, como controle de densidade populacional e boa ventilação, ações que são fundamentais para prevenir a disseminação do patógeno.

Prevenção e controle

As doenças infectocontagiosas, como é o caso das doenças respiratórias, podem ser prevenidas e controladas de maneira eficaz através de um manejo sanitário rigoroso e adequado, incluindo, além das medidas ambientais, vazio sanitário e quarentena dos novos animais inseridos ao plantel, a vacinação dos animais da granja.

Contra a Pleuropneumonia Suína, a imunização com vacina inativada contra o Actinobacillus pleuropneumoniae é altamente vantajosa, pois, por ter em sua formulação agentes imunizantes contra os sorotipos de APP e suas toxinas das cepas causadoras da doença, o imunizante promove uma proteção cruzada contra todos os sorotipos conhecidos da bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae, entregando ao produtor a excelente combinação de alta eficácia e máxima segurança, sem apresentar nenhuma reação pós-vacinal específica nos animais.
Numerosos estudos de campo já comprovaram que granjas vacinadas com essa solução apresentam índices significativos na redução de lesões pulmonares associadas à doença e melhoras relevantes nos índices produtivos, principalmente quando associada ao bom manejo sanitário.

Para a prevenção da Pneumonia Enzoótica Suína e da Circovirose, a proteção dos suínos através da vacinação na terceira semana de vida do animal confere uma proteção robusta contra o agente causador da enfermidade. A vacinação feita com cepa específica promove uma resposta imunológica mais efetiva e como consequência melhora nos índices produtivos.
Os investimentos visando melhoria dos resultados e sanidade do plantel são imprescindíveis para o controle e combate a essas enfermidades respiratórias, que dificultam no mundo todo a excelência da produtividade e competitividade do setor suinícola. Desta forma é possível garantir a sustentabilidade e o crescimento da suinocultura para um futuro ainda mais promissor. As referências bibliográficas estão com o autor. Contato: gisele@assiscomunicacoes.com.br.

Fonte: Assessoria Equipe técnica da Ceva
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Suínos / Peixes Crescimento no agronegócio

Cooperativistas se atualizam no Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural

O Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural surge como uma ferramenta indispensável, direcionada exclusivamente para produtores e equipes de fomento e assistência técnicas de cooperativas agropecuárias.

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Fotos: Jaqueline Galvão/OP Rural

Em um cenário onde a competitividade e a inovação são essenciais para a sobrevivência e o crescimento no agronegócio, a capacitação dos produtores se torna um elemento-chave. Nesse contexto, o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural surge como uma ferramenta indispensável, direcionada exclusivamente para produtores e equipes de fomento e assistência técnicas de cooperativas agropecuárias.

Realizado em formato híbrido, o evento reuniu de 11 a 12 de junho mais de 800 pessoas em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, e alcançou um público superior a 13,5 mil pelos canais do Facebook e YouTube.

O Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural tem como objetivo proporcionar um ambiente de aprendizado, troca de experiências e networking. Através de palestras, os cooperados têm a oportunidade de se atualizar sobre as últimas tendências e inovações tecnológicas que estão moldando a avicultura e a suinocultura no Brasil e no mundo. A presença de especialistas e pesquisadores dos setores avícola e suinícola garante que o conteúdo apresentado seja de alta qualidade e relevância.

Diretor do jornal O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin: “Conteúdo relevante e atual”

O primeiro dia do evento foi dedicado à suinocultura, tendo na pauta desde os desafios atuais e perspectivas de mercado até a importância do bem-estar animal e a biosseguridade nas granjas. O segundo dia focou na avicultura e foi voltado ao mercado de carnes e suas perspectivas, Influenza aviária, biosseguridade e estratégias para o futuro da atividade. “A programação técnica foi cuidadosamente elaborada para atender às necessidades reais dos produtores, trazendo conteúdo relevante e atual. As palestras foram muito bem recebidas pelos nossos produtores” salienta o diretor do jornal O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin.

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, contou com a parceira das cooperativas Frimesa, Lar, Copacol, Copagril, C.Vale e Primato, e com apoio do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Aprendizado constante

Avicultor há 15 anos em Matelândia, PR, Clayton Luiz Bonatto: “Os eventos de O Presente Rural oferecem palestras de alta qualidade, abordando tanto o cotidiano na propriedade quanto as tendências de mercado”

Avicultor há 15 anos, Clayton Luiz Bonatto possui em Matelândia, Paraná, nove aviários que juntos alojam 250 mil pintinhos por lote. Integrado à Lar, ele conta que este foi o terceiro ano consecutivo dos eventos de O Presente Rural que ele participa e o objetivo segue sendo adquirir conhecimento para aprimorar sua atividade no campo. “Os eventos de O Presente Rural oferecem palestras de alta qualidade, abordando tanto o cotidiano na propriedade quanto as tendências de mercado. É fundamental que o produtor compreenda o mercado e saiba onde seu produto está sendo comercializado. Além disso, outras palestras destacam a importância da biosseguridade, um conjunto de medidas que garantem a qualidade e agregam valor ao produto final, dependendo em grande parte do trabalho bem executado pelo produtor”, frisa.

Suinocultores há 13 anos na Linha Sete Rumos, interior do município de Maripá, PR, casal Jezieli e Jairo Seiboth: “Viemos em busca de conhecimento que possa ser aplicado no dia a dia da nossa propriedade”

Jezieli e Jairo Seiboth são suinocultores há 13 anos no município de Maripá, Paraná. Integrados à C.Vale desde o início da atividade, eles administram a propriedade familiar junto Rudolfo Seiboth, pai de Jairo. Com capacidade para alojar 1,5 mil suínos em terminação, o casal participa do evento há dois anos, sempre em busca de atualização. “Viemos em busca de conhecimento que possa ser aplicado no dia a dia da nossa propriedade, assim como para entender o momento atual da suinocultura, as perspectivas do setor e como está o mercado da carne suína. Munidos destas informações conseguimos administrar melhor nosso negócio e tomar decisões mais assertivas, como investir na construção de um novo barracão ou se devemos esperar. Além disso, estamos interessados em conhecer as novas tecnologias disponíveis para melhorar ainda mais nossa já tecnificada granja” salientam.

 

Para os produtores e equipes de fomento e assistência técnicas das cooperativas agropecuárias, a participação em eventos desse porte é uma oportunidade ímpar de crescimento profissional e de alinhamento com as melhores práticas do setor. “Enxergamos com bons olhos a busca constante por atualização de conhecimento. Trazer o produtor para este Congresso é fundamental para que ele se atualize sobre o cenário local, estadual, nacional e internacional, além dos valores das commodities e as perdas ao longo do processo da cadeia produtiva. Muitas vezes, esses temas não são abordados no dia a dia, pois os extensionistas costumam focar em aspectos diretamente ligados ao manejo, independentemente do sítio de atuação. Por isso, proporcionar esse momento de atualização e networking com a equipe, outros produtores e integrações é muito importante para aprimorar processos dentro da cadeia produtiva”, evidencia o supervisor de Fomento da Copagril, Doglas Batista Lazzeri.

Foco no produtor

Gerente da Divisão Pecuária da Lar, Daniel Dalla Costa: “As palestras são direcionadas exclusivamente para os produtores e para as equipes técnicas, que precisam estar alinhadas”

Daniel Dalla Costa, gerente da Divisão Pecuária da Lar, destaca que o evento é planejado com foco no produtor. “As palestras são direcionadas exclusivamente para esse público e para as equipes técnicas, que precisam estar alinhadas. Todos os palestrantes foram cuidadosamente selecionados para garantir que os produtores absorvam as informações da melhor forma possível”, ressalta.

Supervisor de Fomento da Copagril, Doglas Batista Lazzeri: “Trazer o produtor para este Congresso é fundamental para que ele se atualize sobre o cenário local, estadual, nacional e internacional”

Lazzeri também expressa grande satisfação com a participação da sua equipe de trabalho nos eventos promovidos pelo Jornal O Presente Rural. “A cada edição os eventos promovidos pelo O Presente Rural se tornam mais relevantes, consolidando seu espaço no segmento de proteína animal e criando novas oportunidades para a participação das cooperativas agroindustriais e, principalmente, dos produtores rurais, que são o foco do evento”, evidencia.

Empresas expositoras

Além das palestras técnicas, o Congresso conta com uma Feira de Negócios, em que diversas empresas expõem suas marcas, produtos e serviços. Na edição 2024, este espaço proporcionou aos participantes a oportunidade de conhecer as últimas inovações e soluções tecnológicas disponíveis no mercado, fortalecendo as conexões entre produtores e fornecedores. “A participação das empresas foi fundamental para o sucesso do Congresso. Tivemos a presença de grandes marcas que apresentaram inovações tecnológicas e soluções práticas para o dia a dia dos produtores. Este ambiente de troca e aprendizado fortalece toda a cadeia produtiva” ressalta Marquesin.

Alimenta

A partir da próxima edição, o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural se transforma e passa a se chamar Alimenta – Congresso Brasileiro de Proteína Animal & Rendering. Marcado para junho de 2025, o evento será realizado a cada dois anos, em Foz do Iguaçu, Paraná, com a promessa de ainda mais novidades e oportunidades para o setor agropecuário brasileiro.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos / Peixes

Nucleovet divulga programação científica do 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

SBSS terá sete painéis temáticos que debaterão pessoas, nutrição, sanidade, gestão da produção, imunidade e microbiota, biosseguridade e manejo da produção

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Foto: Arquivo/MB Comunicação

O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) divulga a programação científica do 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), que será realizado no período de 13 a 15 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Simultaneamente ocorrerá a 15ª Brasil Sul Pig Fair.

Durante o SBSS, 16 palestras e mesas-redondas contribuirão para atualizar os profissionais que atuam na cadeia suinícola. A programação é organizada em sete painéis temáticos que abordarão pessoas, nutrição, sanidade, gestão da produção, imunidade e microbiota, biosseguridade e manejo da produção.

Um dos grandes diferenciais do SBSS é proporcionar conhecimentos científicos que contribuam no dia a dia dos profissionais e das empresas. “O Simpósio terá a presença de palestrantes com alta expertise nos temas. Eles debaterão tendências, inovações e o futuro do setor suinícola dentro dos assuntos definidos para cada painel. Serão três dias que proporcionarão muito conhecimento e troca de experiência”, enfatiza o presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann.

“O Brasil ocupa a quarta posição mundial em produção e exportação de carne suína. Nos últimos anos, tivemos aumento considerável no consumo interno e também abrimos mercados externos significativos para o setor. Cabe ao Nucleovet, promover a difusão de novas tecnologias e conhecimentos para que possamos produzir suínos com eficiência, sustentabilidade e, talvez o mais importante, com lucratividade. O Simpósio Brasil Sul se destaca como um evento de natureza científica, com grande capacidade para indicar tendências e atualizar os profissionais latino-americanos envolvidos na cadeia produtiva”, ressalta o presidente do Nucleovet, Tiago José Mores.

Inscrições

As inscrições para o SBSS estão no segundo lote. Até o dia 25 de julho, o investimento é de R$ 680,00 para profissionais e de R$ 420,00 para estudantes. Após essa data e durante o evento o investimento será de R$ 850,00 e R$ 480,00.

Para os congressistas que se inscreverem no Simpósio, o acesso à Pig Fair é gratuito. O valor para participar somente da 15ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100,00 até o dia 25 de julho. A partir dessa data e durante o evento o investimento passa a ser de R$ 200,00.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSS serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. As inscrições podem ser realizadas no site: www.nucleovet.com.br.

Brasil Sul Pig Fair

A 15ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas de tecnologia, sanidade, nutrição, genética, aditivos, equipamentos para suinocultura, entre outros setores. Os expositores apresentarão suas novidades e seus produtos, permitindo a construção de networking e o aprimoramento técnico dos congressistas.

Programação Científica do 16º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Terça-feira (13/08)

14h às 14h05 – Abertura da Programação Científica

Painel Custo ou Investimento

14h05 às 15h35 – Custo ou investimento: qual é o entendimento que temos a respeito da nossa sanidade?

Palestrantes: Debatedores mesa-redonda

  • Guilherme Marin: impacto do vazio sanitário
  • Marcelo Rocha: Fatores de risco para biosseguridade e boas práticas de manejo
  • Valdecir Luiz Mauerwerk: Visão da agroindústria sobre custos relacionados a sanidade

15h35 às 15h50 – Discussão

15h50 às 16h10 – Coffe-break

Painel Pessoas

16h15 às 16h55 – Equipes de alta performance, este é o caminho? Desafios da produção na escassez de mão de obra

Palestrantes: Leandro Trindade

16h55 às 17h25: Questionamentos

17h35 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS 2024

18h35 às 19h35 – Palestra de Abertura

19h45 horas – Coquetel de Abertura na Pig Fair

Quarta-feira (14/08)

Painel Nutrição

08h às 08h40 – Nutrição de precisão: atualização das exigências nutricionais com foco em melhoria de performance

Palestrante: Melissa Hanas

08h45 às 09h25 – Estratégias nutricionais em desafios sanitários

Palestrante: Caio Abércio

09h25 às 09h40 – Questionamentos

09h45 às 10h15 – Coffe-break

Mesa-redonda Sanidade

10h15 às 11h55 – Síndrome respiratória dos suínos: E agora! (abordagem prática da situação e discussão sobre possibilidades de mitigação de perdas)

10h15 às 10h45: Influenza. O que podemos fazer além de “sentar e chorar”. Hoje conseguimos fazer terapia de suporte, e esperar o ciclo da doença passar?

Palestrante: Danielle Gava

10h50 às 11h20 – Mycoplasma hyopneumoniae, por que ainda causa tanto impacto sanitário? Estratégias para manter um equilíbrio no sistema de produção

Palestrante: Maria Pieters

11h20 às 12h00 – Questionamentos

12h00 às 14h00 – Intervalo para almoço

12h15 – Eventos Paralelos

Painel Gestão da Produção

14h às 14h40 – É possível melhorar a uniformidade dos leitões ao nascimento através da nutrição?

Palestrante: Jesus Acosta

14h45 às 15h45 – Desmistificando leitões de baixo peso: da teoria a prática?

Palestrantes: Fernanda Almeida e Djane Dallanora

15h45 às 16h05 – Questionamentos

16h05 às 16h25 – Coffe-break

Painel Imunidade e Microbiota

16h30 às 17h10 – Como a imunidade herdada e modulada na maternidade interferem na resposta vacinal?

Palestrante: Geraldo Alberton

17h15 às 17h55 – É possível incrementar a saúde respiratória por meio da microbiota intestinal?

Palestrante: Andres Gomez

17h55 às 18h15 – Questionamentos

18h25 – Eventos Paralelos

19h40 – Happy Hour na Pig Fair

Quinta-feira (15/08)

Painel Biosseguridade

08h às 08h40 – Biossegurança em fábricas de rações: principais eventos de risco de contaminação do alimento às granjas

Palestrante: Gustavo Simão

08h45 às 09h25 – Conhecendo o inimigo: como garantir a segurança da granja com relação a roedores

Palestrante: Isis Pasian

09h25 às 09h45 – Questionamentos

09h45 às 10h05 – Coffe-break

Painel Manejo da Produção

10h10 às 11h45 – Perdas ao abate: oportunidades no campo e abatedouro

10h10 às 10h35 – Qual o papel do abatedouro como cliente do sistema de produção? Uma visão holística

Palestrante: Jalusa Deon Kich

10h35 às 11h45 – Debatedores:

  • Marisete Cerutti
  • Augusto Queluz
  • Andreia Dalpissol
  • Mônica Santi
  • Luana Torres da Rocha

11h45 às 12h00 – Questionamentos

12h05 – Sorteios e encerramento

Fonte: Assessoria Nucleovet
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AJINOMOTO SUÍNOS – 2024

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