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LongPing High-Tech apresenta a Tevo, sua nova marca de híbridos no Show Rural Coopavel

Com quatro híbridos de milho e um de sorgo, a nova marca traz ao mercado sementes de alta performance. Morgan e Forseed também estarão presentes na feira.

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A nova marca premium de híbridos da LongPing High-Tech fará a sua primeira participação nas feiras de agronegócio do país na Show Rural Coopavel, entre esta segunda (06) e sexta-feira (10), em Cascavel, PR.

O evento, promovido pela Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (Coopavel), é um dos mais importantes do setor e abre oficialmente o calendário das grandes mostras brasileiras de tecnologia e inovações para o campo.

A expectativa dos organizadores é de reunir mais de 300 mil pessoas e gerar mais de R$ 3,5 bilhões em negócios.

Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado em 08 de janeiro pelo IBGE, a safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas de 2023 deverá ser de 293,6 milhões de toneladas, o que já traz boas perspectivas ao mercado e deve impulsionar os negócios na Show Rural. É com foco no desenvolvimento do agronegócio nacional que a Tevo vai apresentar no evento um portfólio com cinco híbridos de alta produtividade e ótimas soluções para o campo.

A marca, que conta com toda a expertise da  LongPing High-Tech, vai apresentar ao público dois híbridos para a safra de verão, dois para a safrinha e um de sorgo. “É com orgulho que levaremos mais uma marca LongPing High-Tech às feiras de agronegócio do País. Em 2022, investimos fortemente para trilhar nossa jornada rumo à liderança do setor, e a Tevo foi criada nesse momento de crescimento da companhia, para ser mais uma opção aos nossos clientes e alavancar nossa posição de mercado”, afirma o presidente da LongPing High-Tech, Aldenir Sgarbossa.

O nome da marca foi criado com as iniciais das palavras “tecnologia”, “evolução”, “velocidade” e “origem”.  Com o slogan “O Futuro da Semente”, a Tevo busca imprimir um novo conceito na interação com o produtor rural.

“Aqui, na LongPing, temos um propósito claro: levar ao produtor o que há de melhor em pesquisa e desenvolvimento, e a Tevo também segue essa linha. Estamos atentos às novas possibilidades para o futuro e buscamos inovações com grande potencial, sempre conectados ao sucesso do nosso cliente. Em um agro cada vez mais digital, a Tevo certamente é uma marca que irá ao encontro das expectativas dos agricultores brasileiros”, afirma Santana.

O futuro em sementes

Na exposição, a Tevo levará seu portfólio de produtos de nova geração, que tem demonstrado excelentes resultados em campo. Os produtores poderão conhecer de perto o futuro em sementes pelos híbridos precoces T-1503, T-1508 e T-1625. Todos com excelente potencial produtivo, qualidade de colmo e raiz, além de excelente tolerância ao complexo de enfezamentos e viroses (CMV). O híbrido superprecoce T-1406 também estará exposto, como uma alternativa de sucesso para plantios em safra de verão.

Já para o portfólio de sorgo, a marca levará o T-26S50, híbrido precoce e versátil, com sanidade e alta estabilidade produtiva. Responsivo ao incremento de tecnologia, é ideal para a integração com híbridos superprecoce devido a sua alta tolerância ao tombamento e à deterioração de grãos no campo.

Morgan e Forseed

Para completar a exposição de marcas LongPing High-Tech, os portfólios da Morgan e da Forseed também estarão disponíveis para demonstração e os visitantes que passarem pelos dois estandes poderão participar de diferentes atividades. Será possível acompanhar os especialistas da Morgan, que estarão à disposição para conversar sobre o complexo de molicutes e viroses (CMV) e doenças bipolares, bem como concorrer a brindes exclusivos ao fechar negócios no estande da Forseed.

No local, estarão expostos os híbridos precoces MG593, MG607, MG616, MG635 e MG545 e o superprecoce MG408 da Morgan. Todos com excelente qualidade de colmo e sanidade foliar, que garantem qualidade na colheita.

E da Forseed, estarão expostos os híbridos: FS400, FS670, FS533, FS521 para a safra de verão e FS400, FS403, FS505, FS575 e FS700 para a safrinha. Com destaque para os lançamentos FS395, híbrido superprecoce de alto potencial produtivo, qualidade de colmo e tolerância ao CMV, e o FS615, híbrido precoce para alto investimento, com qualidade de colmo, sanidade foliar e stay green, garantindo a manutenção da coloração verde das plantas mesmo após o enchimento dos grãos.

A LongPing High-Tech é uma empresa do Grupo CITIC e está entre as três maiores em participação do mercado brasileiro da safrinha. Seu portfólio, resultado de investimentos constantes em pesquisa e tecnologia, inclui híbridos que oferecem estabilidade, alto potencial produtivo e atendem com agilidade às necessidades do agricultor. Suas marcas Morgan, Forseed e Tevo são reconhecidas no mercado pela excelência em produtos, tecnologia e suporte técnico.

Fonte: Ascom LongPing High-Tech

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Elanco projeta novo ciclo de crescimento sustentável em Dia do Investidor

Empresa prevê avanço anual da receita, expansão de margem e geração de até US$ 1 bi em caixa livre entre 2026 e 2028.

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Foto: Divulgação Elanco/Elanco Saúde Animal

A Elanco Saúde Animal (NYSE: ELAN) apresentou, em seu primeiro Dia do Investidor em cinco anos, um novo plano estratégico para impulsionar um ciclo de crescimento sustentável apoiado em três frentes: Inovação, Portfólio e Produtividade (IPP). As projeções incluem crescimento orgânico anual da receita em um dígito médio, expansão do EBITDA ajustado em um dígito alto e evolução do lucro por ação ajustado em dois dígitos  baixo a partir de 2026. A companhia também prevê gerar ao menos US$ 1 bilhão em caixa livre entre 2026 e 2028, além de reduzir sua alavancagem líquida para menos de 3x em 2027.

“Estamos entrando em um novo ciclo de crescimento sustentável”, afirmou Jeff Simmons, presidente e CEO da Elanco. “Nossa estratégia está funcionando, nosso motor de inovação nunca foi tão forte e nossas equipes têm construído relações profundas com clientes ao redor do mundo. Isso reforça nossa confiança na capacidade da Elanco de liderar o futuro da saúde animal.”

Durante o evento, a empresa anunciou um pacote de investimentos para os próximos cinco anos, que inclui a ampliação das operações de P&D na sede global em Indianápolis e no OneHealth Innovation District. A expansão da planta de anticorpos monoclonais no Kansas deve acelerar a produção de novas imunoterapias. O USDA concedeu um caminho acelerado de aprovação condicional para um imunoterápico promissor que pode se tornar blockbuster em saúde pet nos próximos anos.

A Elanco projeta ainda US$ 1,1 bilhão em receita gerada por inovação em 2026, um aumento de mais de US$ 200 milhões sobre as estimativas de 2025. A nova fase do pipeline inclui oito áreas estratégicas e duas plataformas internas — anticorpos monoclonais e imunoterapia — com mais de dez projetos com potencial blockbuster. Entre cinco e seis deles podem chegar ao mercado entre 2026 e 2031, representando valor de pico estimado superior a US$ 2 bilhões.

No pilar Produtividade, a companhia prevê capturar entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões em economias no EBITDA ajustado até 2030, por meio do programa Elanco Ascend, com cerca de 30% desse valor já sendo entregue em 2026.

Elanco Brasil – no país, a Elanco segue em trajetória de crescimento, impulsionada pelos lançamentos de Zenrelia™, Elura™ e Varenzin™ em Pet Health; SuiShot Circo-ONE™ e Proteck™ em Suínos ; e pelas novas soluções para Ruminantes, Bovigam™ XTRA VACAS SECAS e Ezatect™. Outro avanço importante no último ano foi a aprovação, pelo MAPA, da indicação do Zimprova™ para redução de emissões de metano — o primeiro aditivo melhorador de desempenho para bovinos com indicações para melhora de desempenho e redução de emissões de metano.

Segundo Fernanda Hoe, diretora-geral da Elanco no Brasil, o portfólio robusto e o foco contínuo em inovação fortalecem o relacionamento com clientes. “Nosso compromisso é entregar soluções que elevem a qualidade de vida dos pets, apoiem médicos-veterinários em decisões clínicas ainda mais assertivas e fortaleçam a eficiência e a sustentabilidade dos sistemas de produção. Atuamos para gerar valor real em toda a jornada do cuidado, do tutor ao produtor, conectando inovação, ciência e responsabilidade com o futuro do setor”, afirma.

Para ler o release global na íntegra, clique aqui.

Fonte: Assessoria Elanco Saúde Animal
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Bem-estar animal e biosseguridade elevam a qualidade da proteína de frango e suína nas ceias de fim de ano

Boehringer Ingelheim reforça que cuidados do campo ao prato entregam alimentos mais seguros e saborosos

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

À medida em que as famílias se preparam para as festas de fim de ano, a qualidade das proteínas que chegam à mesa, especialmente de frango e carne suína, ganha destaque. A garantia de um alimento seguro começa muito antes da cozinha: é construída diariamente nas granjas, por meio de práticas de bem-estar animal e biosseguridade. Esses cuidados reduzem o estresse dos animais, contribuem para a saúde no campo e resultam em carnes mais saudáveis e livres de doenças para o consumidor.

A Boehringer Ingelheim reforça que a biosseguridade é um investimento contínuo na qualidade, com benefícios para toda a cadeia. Do ponto de vista prático, trata-se de manter ambientes limpos e organizados, controlar o acesso às granjas e assegurar boas condições de saúde, alimentação e manejo dos animais. Na avicultura e na suinocultura, essas rotinas ajudam a prevenir problemas e garantem um produto de alto padrão.

“A biossegurança deve ser prioridade dentro das granjas para que o alimento chegue à mesa com a maior qualidade possível, principalmente no final de ano, em que as famílias se reúnem para as festividades”, afirma Patricia Aristimunha, médica veterinária e gerente sênior de marketing de aves e suínos da Boehringer Ingelheim.

O impacto desses cuidados trazem benefícios diretos para o prato: cadeias que priorizam bem-estar e sanidade entregam proteínas com melhor textura e sabor, além de mais segurança para a família. Para que essa qualidade se mantenha em casa, a companhia recomenda atitudes simples:

. Escolher marcas com inspeção oficial e com selos que atestam a qualidade do produto
. Verificar a validade e a integridade da embalagem
. Manter o produto refrigerado
. Separar utensílios para alimentos crus e prontos
. Lavar bem as mãos e as superficies
. Evitar lavar o frango cru

“Trabalhamos lado a lado com parceiros no campo para que o consumidor receba um alimento confiável e de alto valor.”, reforça Aristimunha. “Ao escolher produtos de cadeias que adotam padrões rígidos, as famílias brasileiras poderão celebrar o fim de ano com sabor, segurança e muita paz”, finaliza.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Trouw Nutrition destaca manejo de pasto e suplementação para elevar desempenho do gado de corte

Especialista reforça que a combinação entre forragem bem manejada e suplementação estratégica define o ganho de peso no sistema a pasto.

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No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal.

A pecuária brasileira segue em expansão. Entre 2004 e 2024, a produção de carne bovina cresceu mais de 25%, alcançando 11,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC). Segundo a ABIEC, o país exportou 2,89 milhões de toneladas no último ano, o que representa 32% de tudo o que produziu. Impulsionado pelo mercado internacional, o setor tem intensificado tecnologias e manejo para elevar produtividade.

Mesmo com o avanço dos confinamentos, apenas 19,86% dos abates vêm desse sistema. “O boi brasileiro continua sendo um boi de pasto. Por isso, o manejo da forragem ainda é o principal determinante do desempenho”, afirma o coordenador Técnico Beef da Trouw Nutrition, Ramon Lopes Salvatte.

A Bellman, marca da Trouw Nutrition, sustenta há décadas o conceito central dessa lógica produtiva. “Dieta é pasto mais suplemento. A forragem continua sendo o componente de maior peso na nutrição do animal”, explica Salvatte. Ele reforça que a régua de manejo da Embrapa, com alturas específicas de entrada e saída, permanece como ferramenta-chave. “Quando o pasto cai abaixo de 40% da altura recomendada, o animal anda mais, seleciona menos, gasta energia e perde potencial de ganho”, diz.

Suplementação mineral no período das águas

A suplementação mineral é a base do sistema a pasto e se estende por todas as categorias: cria, recria e engorda. “O mineral corrige os desequilíbrios típicos das forragens tropicais e prepara o terreno para que o desempenho aconteça”, explica Salvatte.

No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal. “Para matrizes paridas, por exemplo, muitas vezes o mineral convencional não é suficiente para recuperar escore. Nesses casos entram os minerais adensados ou aditivados, como o Bellisco SV, que entrega ganho moderado aliado à correção mineral”, afirma.

Ele lembra que fatores como palatabilidade, tipo de cocho, clima e concentração de sais na água podem alterar o consumo. “O mineral só funciona quando consumido na quantidade certa. Monitorar o cocho é um manejo simples, mas que muda o resultado”, reforça.

Suplementação proteica no período das águas

No verão, as forragens tropicais apresentam teores elevados de proteína, muitas vezes acima de 12%, permitindo ganhos expressivos. Ainda assim, suplementos proteicos de 20% a 30% de proteína bruta ajudam a manter o desempenho em alta. Produtos de maior qualidade apresentam maior proporção de proteína verdadeira de farelos, reduzindo a dependência de ureia.

“O proteinado melhora a atividade das bactérias do rúmen e libera o potencial de consumo de pasto. É um efeito de adição: mais proteína microbiana, mais degradação de fibra, mais matéria seca ingerida”, explica Salvatte. Ele lembra que, no período das águas, a ureia entra em níveis modestos nas formulações, devido à alta proteinidade natural do pasto.

O fornecimento deve ser preciso. Cerca de um a dois gramas por quilo de peso corporal com cocho adequado e espaço linear suficiente. “Quando fornecido de forma correta, o proteinado entrega um ganho a mais importante, especialmente na recria”, complementa.

Suplementação proteica e proteico-energética: Impulso extra para o ganho

Os suplementos proteico-energéticos vão além. Eles elevam a oferta de carboidratos não fibrosos e melhoram a digestibilidade total da dieta. Estudos mostram incrementos superiores a 60% no ganho diário na comparação com o sal mineral.

“O proteico-energético funciona como um ajuste fino. Ele corrige energia, melhora fermentação ruminal e acelera o desempenho, afirma Salvatte, que explica que esse tipo de suplemento também altera o comportamento do gado. “Os animais chegam ao cocho antes do horário de fornecimento e reorganizam o padrão de pastejo. Isso abre oportunidade para ofertar o suplemento nos horários mais quentes, aproveitando as janelas naturais de descanso do rebanho”, diz.

O manejo exige precisão. Consumo entre 0,3% e 0,5% do peso vivo e cochos protegidos. “É um produto potente, mas precisa de estrutura para funcionar. Sem cocho adequado, perde a eficiência”, reforça. No fim, o desempenho superior depende da soma de fatores. “O suplemento responde ao pasto. Quando o manejo da forragem, a escolha do produto e o horário de fornecimento caminham juntos, o sistema expressa todo o potencial produtivo”, conclui o especialista.

Fonte: Assessoria Trouw Nutrition
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