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Avicultura Em Chapecó (SC)

Lirís Kindlein palestra sobre Lei do Autocontrole na Avicultura durante 25º SBSA

Reunirão mais de 2,5 mil pessoas entre profissionais, estudantes, expositores e entusiastas do setor. O evento ocorre de 8 a 10 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes.

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Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Há 25 anos, o Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) promove um dos maiores eventos para debater avicultura no sul do Brasil. O 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e a 16ª Poultry Fair, reunirão mais de 2,5 mil pessoas entre profissionais, estudantes, expositores e entusiastas do setor. O evento ocorre de 8 a 10 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

A abrangente e detalhada programação de palestras trará para Chapecó a profissional Lirís Kindlein, no dia 9 de abril, a partir das 8 horas. Dentro do Bloco Abatedouro, Lirís abordará a “A Lei do autocontrole” (14.515), a qual determina que empresas do setor agropecuário criem sistemas de autocontrole para manter rebanhos, lavouras e produtos saudáveis. Visa, ainda, a manutenção da qualidade desde a produção até o consumidor final, com vistas a minimizar riscos à saúde pública.

Conforme o presidente do Nucleovet, Tiago José Mores, a palestra contribuirá no entendimento sobre a adoção de programas de autocontrole regulamentados. “A legislação da defesa agropecuária recomenda que os processos de produção e distribuição de insumos agropecuários sejam implantados, executados, monitorados, verificados e corrigidos. Isso garante qualidade, segurança e respaldo aos protocolos estabelecidos”, reforça Mores sobre a relevância da palestra.

Palestrante renomada

Lirís é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora em Ciência Animal. Possui estágio pós-doutoral em Fisiologia Animal pela Universidade de São Paulo (USP) e em Animal Science (Ciência Animal) pela University of California (Universidade da Califórnia). Atualmente é pesquisadora da Fundação da Escola Superior de Agricultura e Luiz de Queiroz, professora Titular do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da Faculdade de Veterinária, na UFRGS.

A palestrante também atua na coordenação do Laboratório de Análises de Produtos de Origem Animal e é coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Alimentos de Origem Animal, docente e orientadora no Programa de Pós-graduação em Ciências veterinárias, no mestrado e doutorado, na UFRGS.

É membro do corpo docente dos programas de Pós-Graduação em Agronegócio, do Conselho Diretor de Microscopia e Microanálise, da Comissão de Pesquisa de Veterinária, ambos na UFRGS. Ainda, faz parte da Comissão Organizadora do SIC-UFRGS e da Comissão Científica Consultiva em Tecnologia de Produtos de Origem Animal do Mapa. Integra o grupo de pesquisa em Alimentos de Origem Animal no Centro de Pesquisa, Ensino e Tecnologia de Carnes-CEPETEC/UFRGS, e o grupo de pesquisa em Imunidade Passiva da USP, além de atuar no conselho consultivo da Facta e no conselho técnico em avicultura da Agroceres Multimix.

Inscrições

As inscrições para o Simpósio custam R$ 720 para profissionais e R$ 450 para estudantes até o dia 27 de março. O ingresso para acessar somente a 16ª Poultry Fair custa R$ 100. Na compra dehttp://www.nucleovet.com.br/ pacotes a partir de dez inscrições para o SBSA, serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. Inscrições e a programação completa do evento podem ser acessadas clicando aqui.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura

Queda do frango vivo reduz poder de compra do avicultor paulista

Após quatro meses consecutivos de perdas, produtor consegue adquirir menos milho e farelo de soja, apesar do ritmo recorde das exportações brasileiras.

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Foto: Shutterstock

Os recuos nos preços do frango vivo ao longo de fevereiro devem consolidar o quarto mês consecutivo de perda no poder de compra do avicultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja, conforme apontam pesquisadores do Cepea.

Até o dia 25, o frango registra o menor patamar real desde maio de 2024, considerando série deflacionada pelo IGP-DI de janeiro de 2026. No mesmo período, os preços médios do milho permanecem praticamente estáveis, enquanto os do farelo de soja apresentam leve alta.

Em São Paulo, a média do frango vivo está em R$ 5,04 por quilo nesta parcial de fevereiro, recuo de 2,1% frente a janeiro. Segundo o Cepea, o ritmo recorde das exportações da proteína brasileira tem ajudado a conter uma desvalorização mais intensa no mercado interno.

Com a atual relação de troca, o produtor paulista consegue adquirir 4,47 quilos de milho com a venda de um quilo de frango, volume 1,9% inferior ao de janeiro. No caso do farelo de soja, a compra possível é de 2,73 quilos por quilo de ave comercializada, queda de 2,6% na mesma comparação.

Fonte: Assessoria Cepea
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Avicultura

Ovos sobem mais de 36% e fortalecem relação de troca com milho e soja

Com a venda de uma caixa, produtor passa a adquirir até 147 quilos de milho e mais de 90 quilos de farelo em São Paulo.

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Foto: Rodrigo Felix Leal

As fortes altas nos preços dos ovos registradas até o dia 25 de fevereiro elevaram o poder de compra dos avicultores paulistas frente aos principais insumos da atividade: milho e farelo de soja. O movimento interrompe uma sequência de quedas que já durava cinco meses em relação ao cereal e sete meses no caso do derivado da oleaginosa, segundo pesquisadores do Cepea.

Em Bastos (SP), o ovo branco tipo extra, a retirar (FOB), apresentou média de R$ 147,98 por caixa com 30 dúzias nesta parcial de fevereiro, alta de 36,7% em comparação com janeiro. Para o ovo vermelho, a média foi de R$ 166,57 por caixa, avanço de 37% no mesmo comparativo.

Foto: Giovanna Curado

Com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho, o produtor paulista conseguiu adquirir 131,22 quilos do cereal com a venda de uma caixa de ovos brancos ou 147,77 quilos com a comercialização de uma caixa de ovos vermelhos, volumes 36,7% e 37,1% superiores aos de janeiro, respectivamente.

No caso do farelo de soja negociado no mercado de lotes de Campinas (SP), o poder de compra também avançou. Com a venda de uma caixa de ovos brancos, o avicultor pôde comprar 80,27 quilos do insumo, enquanto com a caixa de ovos vermelhos foi possível adquirir 90,40 quilos. Os aumentos foram de 41,3% e 41,7%, respectivamente, frente ao mês anterior.

Fonte: O Presente Rural com informações Cepea
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Avicultura

Rio Grande do Sul realiza em março 2º Fórum Estadual de Influenza aviária

Encontro vai reunir em Montenegro o setor avícola para discutir prevenção e contingência após registros recentes da doença na Argentina e no Uruguai.

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Foto: Divulgação/Asgav

O município gaúcho de Montenegro, no Vale do Caí, vai sediar no dia 17 de março, a partir das 13h30, o 2º Fórum Estadual de Influenza aviária – Prevenção e Contingência. O evento será realizado no Teatro Roberto Atayde Cardona e reunirá lideranças do setor, técnicos e produtores rurais para debater estratégias de biosseguridade e resposta sanitária.

As inscrições para o fórum são gratuitas e podem ser realizadas clicando aqui.

A iniciativa é organizada pelo Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDA/Seapi), em parceria com a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa).

O objetivo é promover a troca de experiências e reforçar protocolos de prevenção diante do cenário sanitário regional. Neste mês, foram confirmados focos da doença em aves comerciais na Argentina e em aves silvestres no Uruguai, o que acendeu o alerta no setor.

De acordo com a médica-veterinária Alessandra Krein, do Programa de Sanidade Avícola do DDA, o momento exige vigilância máxima. “Com os registros recentes nos países vizinhos, o momento se torna propício para a sensibilização máxima do setor avícola. Não podemos aliviar nas medidas de biosseguridade”, afirmou.

Fonte: O Presente Rural
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