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Lindsay expõe solução completa para irrigação por pivô
A Lindsay leva para a Agrishow 2013 o conceito completo de irrigação por pivôs e comprova as vantagens da tecnologia aplicada ao redor do mundo. Como métrica, a empresa relata caso de sucesso na produção de trigo onde a irrigação por pivô levou ao crescimento de até 115% na colheita. Nas lavouras de milho e algodão os incrementos chegaram a 90% e 75%, respectivamente.
O pivô central 9500P é a tecnologia de ponta para o alcance de resultados positivos, adianta Márcio Santos, superintendente da Lindsay América do Sul. Reconhecido pela versatilidade, a constituição do equipamento permite que se escolha os pontos do pivô, os vãos, a transmissão, o painel de controle e os demais acessórios para a obtenção de um sistema personalizado. Assim, não há limite para a largura de vão e sequer para o comprimento total da máquina.
O 9500P também permite a escolha de uma gama variada de altura da torre com opções de 3, 4, 5 e 6 metros o que possibilita a sua aplicação em qualquer cultura agrícola: do milho à cana-de-açúcar. Entre as suas qualidades, recebem destaques ainda a robustez dos pontos de pivô, as suas hastes de aço galvanizado por imersão a quente e as barras transversais mais resistentes.
Pertencente à família Zimmatic, o pivô 9500P é considerado o mais rápido do mercado, pois conclui um círculo de 0,4 km em menos de 13 horas.
Outros modelos semelhantes fazem o mesmo procedimento em 16 horas. O equipamento conta com aspersores customizados e um motoredutor exclusivo Zimmatic, que demanda menor consumo de energia.
FieldNET atua na gestão do processo
O gerenciamento remoto da irrigação é outro ponto focal da Lindsay na Agrishow 2013. Trata-se de um aplicativo de gerenciamento integrado, denominado FieldNET e que pode ser instalado em dispositivos móveis como tablets, smartphones ou computadores. Em suma, ele permite o gerenciamento remoto da alimentação de água ou fertilizantes, entre outros acompanhamentos, de modo que, no caso de qualquer instabilidade no conjunto, o agricultor receba alertas em mensagens de texto e enviadas em tempo real para um dos dispositivos móveis cadastrados.
O monitoramento do FieldNET conta ainda com o Map View, que utiliza coordenadas de GPS para que o agricultor visualize todos os pivôs simultaneamente, fornecendo uma atualização clara e abrangente sobre o status dos equipamentos.
Solução completa
Quem visitar o estande da Lindsay, na rua 19 da Agrishow, ainda poderá conferir um conjunto de ofertas que completam o que há de mais moderno em tecnologias para irrigação por pivôs. Lá, por exemplo, serão expostas soluções que vão desde o bombeamento de água até sistemas de automação e lâmina variável. O conceito turn key, no qual a Lindsay vai além da simples venda dos pivôs e realiza um projeto executivo completo, com todas as obras de infraestrutura necessárias para o funcionamento do sistema, será uma das atratividades do estande, afirma Fernando Ribeiro, Gerente de Marketing da Lindsay América do Sul.
Para Márcio Santos, por sua vez, o portfólio da empresa comprova que ela está preparada para atuar em busca do potencial irrigável do Brasil que, de acordo com o último dado oficial levantado pelo Censo Agropecuário de 2006, é de cerca de 30 milhões de hectares. Atualmente, menos de um sexto disso (4,5 milhões de hectares) é irrigado, complementa o executivo ao analisar as perspectivas do mercado.
Fundada em 1950, nos Estados Unidos, a Lindsay soma experiência na irrigação de mais de sete milhões de hectares ao redor do mundo, com soluções para diferentes sistemas de plantio e customizáveis para áreas de pequeno, grande e médio portes.
Sobre a Lindsay América do Sul
Subsidiária da americana Lindsay Manufacturing, a unidade brasileira da Lindsay engloba as divisões de Irrigação e Infraestrutura e Segurança Viária. Com operações no país desde 1981, a unidade ativou sua fábrica própria em 2002. A atual planta industrial sediada em Mogi Mirim (SP) é responsável pela produção de uma linha completa de sistemas de irrigação, representada pelas marcas Zimmatic, FieldNET, Growsmart e Watertronics. A divisão de Infraestrutura e Segurança Viária, ativa no Brasil desde 2008, engloba uma família de produtos que inclui atenuadores de impacto, barreiras de aço transportáveis, amortecedores de impacto e sistema de barreira móvel para gestão de tráfego.
Fonte: Ass. LINDSAY

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36ª Reunião Anual do CBNA recebe inscrições de trabalhos científicos até quarta-feira
Todos os trabalhos aprovados serão publicados em edição especial sobre o evento da Revista de Agricultura, da Fealq, ampliando o alcance das pesquisas.

A produção científica voltada à nutrição animal no Brasil vem buscando maior integração com as demandas da indústria e mais visibilidade no cenário internacional. Esse movimento se reflete na 36ª Reunião Anual do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), que está com inscrições abertas para submissão de trabalhos científicos até quarta-feira (25).

O professor de Zootecnia da Esalq/USP e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Urbano Ruiz. “A publicação dos trabalhos em um periódico científico amplia significativamente a visibilidade das pesquisas e contribui para aproximar ainda mais a produção acadêmica das demandas da indústria”.
Neste ano, todos os trabalhos aprovados serão publicados em edição especial sobre o evento da Revista de Agricultura, periódico científico editado pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) e publicado de forma ininterrupta desde 1926. Essa mudança amplia o alcance das pesquisas, que antes eram divulgadas no ambiente digital do evento, anuncia o professor de Zootecnia da Esalq/USP e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Urbano Ruiz, responsável pelos trabalhos científicos do encontro.
A iniciativa ocorre em um contexto de maior pressão por eficiência produtiva e otimização de custos na cadeia de proteína animal, o que tem aproximado empresas e centros de pesquisas na busca por soluções aplicadas. “A publicação dos trabalhos em um periódico científico amplia significativamente a visibilidade das pesquisas e contribui para aproximar ainda mais a produção acadêmica das demandas da indústria. Ao adotar o inglês e um formato mais objetivo, o CBNA também facilita o acesso de pesquisadores e profissionais de outros países ao conteúdo gerado no Brasil”, afirma Ruiz.
Outra mudança nesta edição é o formato dos resumos, que passam a ser submetidos exclusivamente em inglês e em versão simples, substituindo o modelo anterior de resumo expandido. A proposta é facilitar a leitura e ampliar a circulação internacional dos estudos. Ao todo, 12 trabalhos serão selecionados para apresentação oral, quatro em cada uma das áreas (aves, suínos e bovinos), enquanto os demais trabalhos aprovados serão apresentados em formato de pôster. Todos os trabalhos aprovados terão espaço na publicação científica. No ano passado, foram mais de 60 trabalhos selecionados. Os interessados, devem fazer inscrição no site do evento e depois inscrever seus trabalhos clicando aqui.
Eventos
A 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos vai reunir pesquisadores, profissionais da indústria e especialistas da cadeia produtiva para discutir avanços técnicos, desafios e tendências da nutrição animal no Brasil e no mundo. Além da Reunião Anual, o CBNA vai promover outros dois eventos técnicos no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio. Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.
36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos
9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos
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Nova ferramenta digital amplia combate à cigarrinha-do-milho no Paraná
Com mapa interativo e série histórica, plataforma melhora tomada de decisão e fortalece manejo nas lavouras.

Desde fevereiro, os produtores rurais do Paraná têm mais uma ferramenta de combate à cigarrinha-do-milho, praga que causa prejuízo nas lavouras do cereal. A plataforma CigarrinhaWeb centraliza os dados do monitoramento do inseto que transmite o complexo de enfezamentos, conjunto de doenças que gera perda de produtividade, queda na qualidade dos grãos e, em casos severos, até o tombamento das plantas.
A partir destas informações, produtores e técnicos poderão definir estratégias de manejo e controle da praga. Isso porque a plataforma fornece um panorama confiável da distribuição e densidade populacional do inseto no Paraná. O site também armazena a série histórica, criando uma base de dados para futuras pesquisas.
“A cigarrinha-do-milho é uma ameaça à produção. Apoiar o desenvolvimento desta plataforma significa equipar o produtor com informação atualizada e em tempo real. É um investimento no conhecimento que se transforma em ferramenta prática para a defesa da nossa produção, dando transparência e agilidade ao monitoramento desta praga”, afirma o presidente do Sistema Faep.
“Só em defensivos, foram gastos 76 milhões de dólares em 2024. Ou seja, se a plataforma tiver impacto de 10%, essa pesquisa já se paga várias vezes”, destaca o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.
A ferramenta, que posiciona o Paraná entre os Estados com iniciativas estruturadas de monitoramento de uma das principais pragas da cultura do milho, é resultado do trabalho da Rede Paranaense de Agropesquisa e Formação Aplicada – Complexo de Enfezamento do Milho (Rede CEM), formada pelo Sistema Faep, Fundação Araucária, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
Na prática
O site exibe um mapa interativo com a localização das armadilhas adesivas instaladas nas regiões do Paraná e o número de insetos capturados em cada uma, com atualizações semanais. A plataforma consolida e torna públicos dados que antes ficavam restritos a produtores ou instituições individuais.
O método de monitoramento com armadilhas adesivas é antigo e consolidado. No entanto, o Paraná se destaca como o único Estado a consolidar e disponibilizar publicamente esses dados por meio de uma plataforma digital interativa.
Há anos, o Sistema Faep trabalha para orientar os produtores rurais em relação à cigarrinha do milho. Antes mesmo da plataforma digital CigarrinhaWeb, essa frente de trabalho resultou na cartilha “Manejo da cigarrinha e enfezamentos na cultura do milho”.
Desenvolvido junto com a Embrapa Milho e Sorgo, o material traz orientações práticas, que ajudam o agricultor a identificar e a controlar o inseto, de forma didática. Gratuita e disponível no site do Sistema Faep, a publicação também contempla fotos que exemplificam os sintomas causados pelas doenças transmitidas pela cigarrinha do milho. Paralelamente, a entidade tem em seu catálogo o curso “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – Milho”, voltado para a necessidade de monitorar a lavoura, com foco na identificação da cigarrinha.
Todos os cursos do Sistema Faep são gratuitos e oferecem certificado aos concluintes.
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Nova rodovia em Palotina melhora acesso ao complexo agroindustrial da C.Vale
Contorno viário foi liberado após acordo entre Estado, cooperativa e município e recebeu R$ 170 milhões em investimentos.

A inauguração do contorno viário de Palotina, realizada no dia 20 de março, reuniu autoridades federais, estaduais e municipais, além de representantes da C.Vale. A nova rodovia, com 15,2 quilômetros de extensão, foi liberada para o tráfego logo após a solenidade.

A obra foi viabilizada por meio de um acordo entre o Governo do Paraná, a C.Vale e o município, após ficar 26 meses paralisada por impasses contratuais. Pelo modelo adotado, a cooperativa assumiu a gestão da obra, contratou a empreiteira e realizou os pagamentos, sendo ressarcida pelo Estado com créditos de ICMS. Segundo o governador Ratinho Junior, esse formato permitiu antecipar a conclusão em cerca de dois anos.
Com investimento de R$ 170 milhões, o contorno viário passa a concentrar o tráfego de caminhões, carretas e ônibus que antes cruzavam a área urbana de Palotina para acessar o complexo agroindustrial da C.Vale. A mudança deve reduzir congestionamentos, especialmente nos horários de troca de turno das indústrias, e aumentar a segurança no trânsito.
O transporte de trabalhadores e cargas na região é intenso. Atualmente, cerca de 7.500 pessoas se deslocam diariamente em 155 linhas intermunicipais e 111 linhas circulares dentro do município.
A nova rodovia foi denominada PR-975, em homenagem a Marcelino Neis, primeiro prefeito eleito de Palotina. Já o viaduto no acesso ao complexo agroindustrial recebeu o nome de Darcy Ioris, ex-integrante da diretoria da cooperativa.
Após a liberação, cerca de 30 veículos leves e pesados da C.Vale foram os primeiros a utilizar o trecho. A partir de agora, o fluxo de cargas e de passageiros passa a ser direcionado para o contorno, facilitando o acesso ao complexo e retirando o tráfego pesado das vias urbanas.
