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Lideranças ressaltam importância da nova indústria de esmagamento de soja da Cocamar
Evento reuniu centenas de produtores cooperados e lideranças da região no salão social da Associação Cocamar. O novo presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, também prestigiou a solenidade.

Acompanhado de vários secretários de Estado e de deputados federais e estaduais, o governador do Paraná. Carlos Massa Ratinho Júnior, participou na última quinta-feira (06) de um evento na Cocamar Cooperativa Agroindustrial em Maringá, que reuniu centenas de produtores cooperados e lideranças da região no salão social da Associação Cocamar. O novo presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, também prestigiou a solenidade.
O objetivo foi a apresentação das dimensões da nova indústria de esmagamento de soja da cooperativa, uma das maiores do país, que começa a ser construída nos próximos dias e tem previsão de ficar pronta em 2027. E, também, a assinatura de um protocolo para uma parceria visando a utilizar incentivos concedidos pelo Estado por meio do programa Paraná Competitivo.
Ao fazer sua saudação, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, lembrou que a cooperativa foi pioneira entre as organizações cooperativistas do Paraná, em 1979, ao implantar a primeira indústria de processamento de soja. A partir desse empreendimento, construiu um diversificado parque industrial para agregar valor à produção dos cooperados.

“Agora estamos sendo novamente vanguarda ao implantar uma nova indústria de esmagamento de soja com a mais avançada tecnologia 4.0”, destacou Lourenço. Ele agradeceu a presença de Ratinho Júnior e demais autoridades, mencionando que o governo do Estado “tem sido um importante parceiro da cooperativa e dos produtores”.
Mais renda
“Este é o maior projeto da história da Cocamar”, observou o presidente executivo da cooperativa, Divanir Higino, ao ressaltar que a modernização das estruturas e a expansão da industrialização vão trazer mais renda para os 20 mil produtores cooperados distribuídos entre 116 unidades operacionais situadas nos estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.
“Nosso objetivo é tornar a Cocamar ainda mais competitiva dentro da cadeia da soja”, afirmou, salientando que a nova planta permitirá processar praticamente toda a soja depositada pelos cooperados no Paraná.
Uma das fontes de recursos para financiamento da obra é a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, representada no evento por Izabella de Alcântara Avellar Martins que, ao pronunciar-se, desejou que “a nova indústria inspire novos projetos inovadores”.
Agregação de valor
Os secretários da Fazenda, Norberto Ortigara, e da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, destacaram a importância da agregação de valores por meio da industrialização, ressaltando o modelo de sucesso da Cocamar, enquanto o secretário de Planejamento, Guto Silva, sintetizou que “onde tem cooperativa, o Estado tem que dar apoio”, mencionando ainda que tais organizações contribuem para o fortalecimento da economia nas regiões.

Já o ex-secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, que acaba de deixar o cargo para reassumir suas funções como deputado na Câmara Federal, ressaltou a importância do programa Paraná Cooperativo, que gera incentivos para empreendimentos como o da Cocamar. Ele falou, também, de sua ligação familiar com a cooperativa, da qual o avô materno Odwaldo Bueno Netto foi o cooperado número 1. “Temos muito orgulho por fazer parte estar na história da Cocamar”, completou.
O novo prefeito de Maringá, Silvio Barros, que estava acompanhado de sua esposa Bernadete e da vice-prefeita Sandra Jacovós, exaltou a importância da cooperação, por meio da qual os produtores asseguram conquistas que seriam impossíveis individualmente. “O investimento da nova indústria, que seria impensável para um cooperado apenas, é uma realidade quando os produtores somam suas forças”.
Por sua vez, o presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken, parabenizou a Cocamar e ressaltou a importância do investimento feito pelas cooperativas paranaenses na industrialização, cujo montante deve chegar a R$ 9 bilhões em 2025.
Exemplo de sucesso
Completando a programação, o governador Carlos Massa Ratinho Júnior iniciou seu discurso destacando a gestão da Cocamar que, “mesmo em um ano difícil, como foi 2024, em que muitas empresas entraram em dificuldades, não só manteve a cooperativa em um patamar apreciável, como projetou uma nova indústria que vai demandar R$ 750 milhões em investimentos”.

Segundo o governador, a Cocamar dá exemplo “ao mostrar que é preciso sair do extrativismo agrícola para vender o produto com valor agregado e, com isso, fortalecer o Paraná como o supermercado do mundo, gerando emprego, impostos, beneficiando a economia e trazendo mais qualidade de vida para a população”.
Ele enumerou vários outros investimentos industriais que estão sendo anunciados no estado, num total que, em poucos dias, soma mais de R$ 3 bilhões. E disse que o Paraná, no ano passado, apresentou um crescimento superior a 7%, sendo o Estado com melhor situação financeira do país. “Temos R$ 18 bilhões para fazer investimentos e isto está acontecendo de várias maneiras, como a duplicação de estradas e a pavimentação de ruas e a construção de calçadas com a instalação de iluminação em LED em grande número de municípios”.
Ao completar sua fala, Ratinho Júnior cumprimentou a diretoria e os cooperados da Cocamar pelo novo empreendimento, sendo presenteado, a seguir, pelos seus dirigentes com uma caixa contendo produtos industrializados da cooperativa. Ao final, foi descerrada uma placa e assinado o protocolo que firma a parceria entre a Cocamar e o governo do Estado, por meio do programa Paraná Competitivo.

Entre várias outras lideranças, participaram também do evento na Cocamar os secretários Mário Neves, de Turismo, e Alex Canziani, de Inovação, o deputado federal Luiz Nishimori, os deputados estaduais Soldado Adriano José e Do Carmo, o chefe da Casa Militar do governo do Estado, Coronel Marcos Antônio Tordoro, além de presidentes de cooperativas e instituições diversas.
A indústria
A nova indústria da Cocamar será construída no complexo industrial da cooperativa em Maringá, onde deve ocupar uma área de 70 mil metros quadrados, ampliando em 70% a capacidade atual de processamento da organização, chegando a 5 mil toneladas/dia.
O projeto faz parte de um amplo redimensionamento do parque industrial, que já concluiu a ampliação da capacidade estática de armazenagem de grãos para 2,7 milhões de toneladas.
A nova indústria também vai gerar impactos sociais significativos. Durante a construção, vão ser contratados mais de 1,5 mil trabalhadores e centenas de empresas prestadoras de serviços, a maioria da região de Maringá.

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Brasil amplia acordos de cooperação com a Coreia do Sul
Intercâmbio técnico, cooperação em sanidade e pesquisa de bioinsumos, buscando tecnologia e sustentabilidade para o campo brasileiro busca ampliar competitividade e fortalecer a produção sustentável.

O Ministério da Agricultura e Pecuária assinou, nesta segunda-feira (23), em Seul, dois memorandos de entendimento com o governo da Coreia do Sul voltados ao fortalecimento da cooperação bilateral em agricultura, sanidade, inovação e desenvolvimento rural. Os atos foram celebrados na Casa Azul durante a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático. “A Coreia do Sul é um parceiro estratégico e esta agenda inaugura uma nova etapa de cooperação baseada em confiança, diálogo e complementaridade econômica. Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro: “Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar” – Foto: Caroline de Vita/Mapa
O primeiro acordo, firmado entre os ministérios da Agricultura dos dois países, estabelece a ampliação do intercâmbio técnico e institucional com foco em ciência, tecnologia, agricultura digital, segurança alimentar e cadeias de abastecimento. O memorando inclui a cooperação em medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS), com previsão de harmonização de normas e troca de informações para avançar em temas de interesse comum.
O documento também prevê cooperação em infraestrutura agrícola, promoção de investimentos, intercâmbio científico e criação de um Comitê de Cooperação Agrícola Brasil-Coreia para acompanhar a implementação das iniciativas conjuntas.
O segundo memorando reúne o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia. O acordo estabelece uma estrutura de cooperação voltada ao registro, avaliação e gestão de agrotóxicos e bioinsumos, além do intercâmbio de informações e desenvolvimento de pesquisas conjuntas.

Foto: Caroline de Vita/Mapa
Entre as ações previstas estão o compartilhamento de dados técnicos, intercâmbio de especialistas, programas de capacitação e realização de workshops e projetos científicos conjuntos.
Os acordos integram a agenda da missão oficial brasileira na Ásia e reforçam a parceria estratégica entre Brasil e Coreia do Sul, com potencial para ampliar o intercâmbio tecnológico, estimular a inovação no campo e fortalecer a cooperação sanitária e regulatória no setor agropecuário.
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Países em desenvolvimento buscam protagonismo na redefinição da ordem econômica mundial
Integração entre economias emergentes mira maior autonomia financeira, tecnológica e comercial.

A defesa de maior articulação entre países em desenvolvimento marcou o encerramento da agenda presidencial na Ásia. Na madrugada deste domingo (22), antes de deixar a Índia rumo à Coreia do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a sustentar que o chamado Sul Global precisa atuar de forma coordenada para alterar a atual estrutura do comércio e das decisões econômicas internacionais.

Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva: “Países pequenos precisam negociar juntos para equilibrar forças” – Foto: Ricardo Stuckert/PR
O argumento central é que economias emergentes enfrentam assimetrias estruturais nas negociações com grandes potências. Segundo ele, acordos bilaterais diretos tendem a reproduzir desequilíbrios históricos, reduzindo a margem de barganha de países menos desenvolvidos. “Países pequenos precisam negociar juntos para equilibrar forças”, afirmou, ao citar Índia, Brasil e Austrália como exemplos de nações que podem ampliar seu poder de influência quando atuam em bloco.
O presidente associou essa defesa a um diagnóstico histórico. Na avaliação dele, a inserção internacional de diversas economias emergentes ainda carrega traços de dependência tecnológica e financeira herdados do período colonial. A crítica não se limita ao passado político, mas alcança a estrutura contemporânea de cadeias globais de valor, nas quais países exportadores de commodities permanecem, em muitos casos, na base da pirâmide produtiva.
A proposta apresentada envolve intensificar parcerias entre países com níveis de desenvolvimento semelhantes, com foco em cooperação tecnológica, agregação de valor e ampliação do comércio intra-bloco. O objetivo estratégico é reduzir vulnerabilidades externas e aumentar a autonomia decisória.
Nesse contexto, o BRICS aparece como instrumento central dessa reconfiguração. O presidente afirmou que o grupo deixou de ser

Brics – Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
periférico para assumir papel mais estruturado na governança internacional. Destacou a criação do Novo Banco de Desenvolvimento como exemplo de mecanismo financeiro alternativo às instituições tradicionais dominadas por economias avançadas.
Ele também buscou afastar a narrativa de confronto direto com o Ocidente. Ao mencionar a preocupação dos Estados Unidos, sobretudo em relação à China, afirmou que o objetivo não é reeditar divisões geopolíticas típicas da Guerra Fria, mas fortalecer a capacidade de articulação dos emergentes dentro da própria arquitetura global, inclusive com eventual ampliação da interlocução com o G20.
Outro ponto sensível abordado foi a discussão sobre moeda comum. O presidente voltou a negar a intenção de criar uma divisa própria do bloco. A proposta, segundo ele, limita-se a ampliar o uso de moedas nacionais nas transações comerciais entre os países-membros, como forma de reduzir custos cambiais e dependência do dólar. Trata-se de uma agenda pragmática, voltada à eficiência comercial, ainda que com implicações estratégicas no sistema financeiro internacional.
A fala reforça uma linha de política externa que combina multilateralismo, diversificação de parceiros e busca por maior protagonismo das economias emergentes. A agenda na Índia e na Coreia do Sul integra essa estratégia de aproximação com a Ásia, região vista como eixo dinâmico da economia global nas próximas décadas.
ONU
Ao defender o fortalecimento da Organização das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou a necessidade de resgatar o papel institucional do organismo em um cenário internacional marcado por conflitos e tensões geopolíticas. Segundo ele, a entidade precisa “voltar a ter legitimidade e eficácia” para cumprir sua missão central de manutenção da paz.
O presidente relatou ter feito contatos diretos com outros chefes de Estado diante de crises recentes. “Esses dias eu liguei para quase todos os presidentes, propondo que a gente tem que dar uma resposta ao que aconteceu na Venezuela, ao que aconteceu em Gaza, ao que aconteceu na Ucrânia”, afirmou.
Para Lula, não se pode permitir que decisões unilaterais de grandes potências interfiram na soberania de outros países. “Você não pode

Foto: Divulgação
permitir que, de forma unilateral, nenhum país, por maior que seja, possa interferir na vida de outros países. Precisamos da ONU para resolver esse tipo de problema. E, por isso, ela precisa ter representatividade”, reiterou.
Relação com os Estados Unidos
Ao tratar da relação bilateral com os Estados Unidos, Lula condicionou o aprofundamento de parcerias à disposição americana de enfrentar o crime organizado transnacional. “O crime organizado hoje é uma empresa multinacional. Por isso, nossa Polícia Federal precisa construir parcerias com todos os países que tenham interesse em enfrentá-lo conosco”, disse. Ele acrescentou que, havendo cooperação efetiva, o Brasil estará “na linha de frente”, inclusive solicitando o envio de brasileiros envolvidos com organizações criminosas que estejam em território americano.
O presidente também defendeu que a atuação americana na América do Sul e no Caribe seja pautada pelo respeito. Classificou a região como pacífica, sem armamento nuclear e focada no desenvolvimento econômico e social. Segundo Lula, esse será um dos temas a serem tratados em encontro previsto com o presidente Donald Trump. “Quero discutir qual é o papel dos EUA na América do Sul, se é de ajuda ou ameaça. O que o mundo precisa é de tranquilidade”, afirmou, acrescentando que o atual momento registra o maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Sobre a recente decisão da Suprema Corte dos EUA que derrubou tarifas impostas pelo governo americano, Lula evitou juízo de valor. Disse que não cabe ao presidente do Brasil comentar decisões internas de outras jurisdições.
Índia, comércio e agregação de valor
Na agenda asiática, Lula destacou os encontros com o primeiro-ministro Narendra Modi, em Nova Delhi. Segundo ele, o foco foi a ampliação do comércio e da cooperação econômica. “Tratamos muito da nossa relação comercial. Não entramos em detalhes sobre geopolítica internacional. Discutimos o que nos une, em especial fortalecer nossas economias para nos tornarmos países altamente desenvolvidos”, afirmou.
O intercâmbio bilateral, atualmente em US$ 15,5 bilhões, tem meta de alcançar US$ 30 bilhões até 2030. Lula classificou as conversas com empresários indianos como positivas. “Todos os empresários indianos que investem no Brasil elogiam o país e dizem que vão aumentar seus investimentos”, reteirou.
O presidente voltou a defender que a exploração de minerais críticos e terras raras no Brasil esteja condicionada à agregação de valor no território nacional. “O processo de transformação precisa acontecer no Brasil. O que não vamos permitir é que aconteça com nossas terras raras o que aconteceu com nosso minério de ferro”, afirmou, criticando o modelo histórico de exportação de commodities sem industrialização local.
Após a passagem pela Índia, Lula seguiu para Seul, onde foi recebido a convite do presidente Lee Jae Myung. A visita prevê a adoção de um Plano de Ação Trienal 2026-2029, com o objetivo de elevar a relação bilateral ao patamar de parceria estratégica, consolidando a ofensiva diplomática brasileira na Ásia.
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Trump eleva tarifa global para 15% e testa novos limites legais após revés na Suprema Corte
Presidente norte-americano amplia sobretaxa temporária sobre todas as importações e anuncia nova estratégia jurídica para sustentar política comercial.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no última sábado (21) a elevação de 10% para 15% da tarifa temporária aplicada sobre todas as importações que entram no país. A medida ocorre poucos dias após a Suprema Corte dos EUA derrubar o programa tarifário anterior, baseado em poderes de emergência econômica.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump reage à decisão da Suprema Corte e sinaliza aumento imediato da tarifa global sobre importações, reforçando a centralidade das barreiras comerciais em sua estratégia econômica – Foto: Divulgação
Na sexta-feira (20), em reação direta ao julgamento, Trump já havia determinado a aplicação imediata de uma tarifa global de 10% sobre todos os produtos importados, adicional às tarifas já existentes. Agora, decidiu ampliar o percentual ao limite máximo permitido pela legislação invocada.
Pela lei comercial americana, o presidente pode instituir uma taxa de até 15% por um período de 150 dias, mecanismo previsto para situações consideradas excepcionais. A utilização desse dispositivo, contudo, pode enfrentar questionamentos judiciais, especialmente após a Corte ter delimitado o alcance dos poderes presidenciais em matéria tarifária.
Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que a elevação da tarifa ocorre com efeito imediato e justificou a decisão como resposta a décadas de práticas comerciais que, segundo ele, prejudicaram a economia americana. Disse ainda que o percentual de 15% representa o nível totalmente permitido e legalmente testado.
O presidente também sinalizou que a medida é transitória. Durante os 150 dias de vigência, o governo trabalhará na formulação de novas tarifas consideradas legalmente admissíveis, indicando que a estratégia comercial será reestruturada para se apoiar em fundamentos jurídicos distintos daqueles rejeitados pela Suprema Corte.
A decisão reforça que, apesar do revés judicial, a política tarifária permanece no centro da agenda econômica do governo. Ao mesmo tempo, amplia a tensão institucional em torno dos limites entre Executivo e Congresso na condução da política comercial dos Estados Unidos.



